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terça-feira, 20 de março de 2012

Da séria série "Tá bom, mas tem que retirar tudo": O Rappa em Reza Vela



Enviado por  em 20/03/2012

A gente sabe que o "pêçuáu daz ssiênçiaz çossiáuz" não vai gostar da interpretação acima. Eles vão falar que a letra nos conta sobre a "hopreçaun" dos ricos sobre os pobres. Afinal eles sabem que não é o PT que gosta e precisa da existência da pobreza. Eles e todos nós sabemos disto, evidentemente.

A culpa é do rico, do burguês, do capitalista.

É o maldito capitalista que quer e faz todo mundo ficar pobre, mesmo ele rezando (pode razer ainda?) dia e noite para que TODO MUNDO fique podre de rico para poder comprar seus produtos e serviços.

A pobreza do cidadão neste país não tem ABSOLUTAMENTE nada a ver com os impostos corrupção e salários gigantescos para os funcionários públicos. Quem não sabe disto não leu MARX, que disse que religião é o ópio do povo e que hoje talvez dissesse "parem com o ópio, nós temos cartilhas que te ensinam a usar crack e cocaína".

________________

A letra:

O RAPPA em REZA VELA. Letra por Rodrigo Valle.

Larara....
A chama da vela que reza
Direto com santo conversa
Ele te ajuda te escuta
Num canto coladas no chão as sombras mexem
Pedidos e preces viram cera quente
Pedidos e preces viram cera quente

A fé no sufoco da vela abençoada no dia dormido
O fogo já não existe ali saíram do abrigo
São quase nada
A molecada corre e corre e ninguém tá triste
A molecada corre e corre e ninguém tá

Se tudo move se o predio é santo
Se é pobre mais pobre fica
Vira bucha de balão ao som de funk
E apertada tua avenida
A cera foi tarrada
Não se admire

Se tudo move se o predio é santo
Se é pobre mais pobre fica
Vira bucha de balão ao som de funk
E apertada tua avenida
an an an a tua avenida,
an an an
A cera foi tarrada
Não se admire

Ta no céu o balão de bucha não espere o tiro apenas
mire
A cera foi tarrada
Não se admire
ta no ceu balao de bucha nao espere o tiro apenas
mire

(2x)
Depois da benção o peito amassado
É hora do cerol é hora do traçado
Quem não cobre fica no samba atravessado
Sobe balão no céu rezado

A chama da vela que reza
Direto com santo conversa
Ele te ajuda te escuta
Num canto coladas no chão as sombras mexem
Viram cera quente
Viram cera

A fé no sufoco da vela abençoada no dia dormido
O fogo já não existe ali saíram do abrigo
São quase nada
A molecada corre e corre e ninguém tá triste
A molecada corre e corre e ninguém tá triste
A molecada corre ninguem ta
A molecada corre ninguem ta

Se tudo move se o predio é santo
Se é pobre mais pobre fica
Vira bucha de balão ao som de funk
E apertada tua avenida
A cera foi tarrada
Não se admire

Se tudo move se o predio é santo
Se é pobre mais pobre fica
Vira bucha de balão ao som de funk
E apertada tua avenida
An An An a tua avenida
An An An
A cera foi tarrada
Nao se admire

Ta no ceu o balão de bucha nao espere o tiro apenas
mire
A cera foi tarrada nao se admire
Ta no seu balao de bucha nao espere o tiro apenas
mire

(sobe balao nos eu rezado..larara
Sose balao sobe balao sobe balao)

lararararara....

(A chama da vela que reza
Direto com santo conversa
Ele te ajuda te escuta
Num canto coladas no chão as sombras mexem
Pedidos e preces viram cera quente
Pedidos e preces viram cera quente

A fé no sufoco da vela abençoada no dia dormido
O fogo já não existe ali saíram do abrigo)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".