Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

IMPRENSA LIVRE OU ENGAJADA?

Do novo portal do HEITOR DE PAOLA, PAPÉIS AVULSOS



Senhor Diretor de Redação

Definitivamente a Veja se engajou na campanha do PT para prefeitos e está, com todo o cuidado, preparando seus leitores para o terceiro mandato de Lula. Os sinais do que estou afirmando estão ai bem à mostra sob a forma de longas reportagens com títulos pomposos e coloridos, juntamente com a decisão que a revista adotou de não querer enxergar o lado podre do país e de seus governantes, justamente aquele lado que aflora, queiram ou não, influindo decisivamente nas vidas dos cidadãos. Vou citar apenas três exemplos recentes que comprovam a minha afirmação.

1 - Na edição 2054, de 2 de abril de 2008, Veja publicou a reportagem A classe dominante, onde informa que 86 milhões de brasileiros que ganham em média R$ 1.062,00 constitui hoje o maior contingente populacional do país. Dentre outras bobagens, afirmou Veja: "Em dois anos, 20 milhões de brasileiros saíram da pobreza e emergiram para a classe C", emendando com outra: "A maior parte desses brasileiros emergiu das classes pobres (D e E), que perderam 20 milhões de pessoas devido à estabilidade econômica". Informa ainda que as classes A e B (ricos e classe média) são 28 milhões de pessoas. Assim, numa população de 187 milhões de pessoas, 28 milhões de ricos e bem de vida, 86,2 milhões ganhando pouco mais de dois salários mínimos e 82,8 milhões de miseráveis, sendo que a metade vive às custas das esmolas do governo tipo Bolsa Família. A esse quadro desesperador, Veja tece loas e afirma, para espanto de quem sabe pensar, esta pérola de mediocridade: "Esse fenômeno catapultou o consumo e expandiu a classe média, deixando o país a um salto do desenvolvimento.

Comentário: Veja omitiu o fato de que quem vive com menos de três salários mínimos não pode ser classificado como classe média, e sim, como pobre vivendo no limite da indigência. Além disso, omitiu o fato notório de que a classe C foi engordada também por muitos da classe média que está sendo esmagada via impostos escorchantes, trabalhando 4,5 meses por ano apenas para pagar de impostos. Omitiu ainda o fato de que, em qualquer país do mundo, é a classe média, em vias de extinção no Brasil, quem comanda o processo de desenvolvimento por ser esta a que, pelo seu nível de conhecimentos, mais produz, e pelo seu nível de ganho, mais consome. Num processo natural de desenvolvimento a classe A entra com o capital (e o risco evidentemente) e a classe B com o trabalho, a produção e o consumo. À classe C compete limpar o chão da fábrica e as D e E produzir a sujeira, pois não sabem fazer outra coisa. Donde se conclui que, no Brasil, a matéria prima indispensável para a construção de uma grande nação é de uma escassez desconcertante.

2 - Na edição 2070, de 23 de julho de 2008, Veja publicou a reportagem Show dos bilhões, com mais de 60 páginas onde se esmera por tentar mostrar aos desinformados que o Brasil já deslanchou, deixou para trás o subdesenvolvimento e daqui para a frente será somente samba, futebol e cerveja. Aos que sabem pensar e lidar com números e estatísticas, Veja demonstrou apenas que existem no Brasil alguns bolsões de progresso espalhados pelo país cuja prosperidade depende mais da iniciativa privada e menos de ações governamentais, notadamente no interior, enquanto as grandes cidades brasileiras estão cada vez mais sufocadas pelas favelas e pela violência, produtos de um empobrecimento crescente e da decadência moral que assola o país. Dentre outras pérolas da mediocridade que tomou conta da imprensa tupiniquim, Veja enumera os 8 motores do desenvolvimento, quais sejam: 1, soja - 2, cana - 3, carnes - 4, ferro e aço - 5, petróleo - 6, automóveis - 7, portos - 8, indústria têxtil. Ou seja, Veja considera como motores do desenvolvimento quatro exportadoras de comodities (produtos primários), uma empresa estatal que provoca um rombo de oito bilhões de dólares em suas contas de comércio exterior e produz os derivados de petróleo mais caros do mundo, montadoras de automóveis estrangeiras que operam com tecnologia 100% de suas matrizes e se beneficiam de mão de obra barata, portos onde a eficiência e os custos civilizados existem somente nos privados porque os públicos estão operando além do limite de suas capacidades o praticam as tarifas mais caras do mundo e, por fim, a indústria têxtil, que só funciona graças aos teares produzidos lá fora.

Comentário: Veja se omitiu de informar aos seus leitores que nenhum país do mundo enriqueceu e atingiu um razoável grau de desenvolvimento exportando comodities e produzindo com fábricas e tecnologias importadas de outros países. Omitiu também o fato de que o progresso de uma nação tem como ponto de partida o conhecimento gerado por um sistema educacional eficiente e por pesquisas públicas e privadas, coisas em que o Brasil ainda está atrasado algumas décadas, haja vista que o sistema educacional brasileiro é hoje considerado um dos piores do mundo e o investimento em pesquisas é insignificante, com o agravante de que o país tem perdido seus melhores cientistas para universidades e institutos de pesquisa do exterior por não encontrarem no Brasil condições adequadas de trabalho e desenvolvimento pessoal.

3 - Na edição 2071 de 30 de julho de 2008, Veja publicou ampla reportagem intitulada Poucos e bons, louvando o fato de que a taxa de fecundidade das mulheres brasileiras caiu para 1,8 filho por mulher, informando ainda que "Com a taxa de fecundidade em 1,8 filho por mulher, a população brasileira cresce mais devagar. Isto melhora a renda e o padrão de vida do país". Veja, creio eu, baseou-se para escrever esta reportagem nos dados do IBGE, um instituto público de pesquisas atualmente politizado e empenhado apenas em divulgar dados que agradem ao governo de plantão. E o governo de plantão não aceita más notícias.

Poucos e bons! Poucos e bons o que, cara pálida tupiniquim? Como dar credibilidade a uma média matemática geométrica num assunto que merece e deve ser dissecado por camadas? Onde estão nascendo os poucos e bons? Seria nas favelas? Ou nos bolsões de miséria espelhados por todo o país? Alguém ai conhece os sertões onde as mulheres procriam como ratazanas e os homens afirmam a sua masculinidade pelo número de filhos que conseguem gerar?

Vamos falar sério, por favor! Em 1970 a população brasileira era de "90 milhões em ação, salve a seleção". Em 2008 são 190 milhões. Cresceu 100 milhões em apenas 38 anos sendo que 15% gerados pelas classes ricas e média com condições de dar uma boa educação aos filhos e 85% nas classes baixas e miseráveis cujos filhos têm que amargar o péssimo ensino oferecido pelo governo. Observa-se, portanto, que os poucos e bons surgiram e continuam a surgir dos 15% abastados que realmente reduziram a geração de filhos sobretudo pelos custos que acarretam, enquanto os 85% restantes continuam a abastecer a praça, sobretudo as favelas e os bolsões de miséria, de pobres coitados que se lhes fossem dada a opção entre nascer ou não nascer, optariam pela última.

Lá no meio da reportagem, Veja se dá ao desplante de plantar uma mentira: "A taxa de fertilidade brasileira é agora igual à da China, que há tempos limita o número de filhos por família". Deve ter sido a influência das olimpíadas que levou a Paula Neiva e Roberta de Abreu Lima a escreverem tal culhuda (culhuda: em linguagem chula, mentira). Eu aproveito para convidar as duas notáveis jornalistas a esquecerem os números fajutos do IBGE e, por conta da Veja, darem umas voltas pelas favelas das grandes cidades e pelos bolsões de miséria espalhados pelo país. Assim verão uma realidade completamente diferente e constatarão que a explosão demográfica nesses lugares tenebrosos é simplesmente assustadora. Mas não esqueçam de levar um contingente do exército para protege-las, já que nesses lugares a polícia não é mais respeitada.

Comentário final: Veja, com tais reportagens, seguramente vestiu a camisa do PT e está empenhada até o pescoço pela retumbante vitória dessa notável agremiação de picaretas na maioria das prefeituras brasileiras nas próximas eleições e que servirão como aquecimento para a conquista do terceiro mandato pelo senhor Lula da Silva, para euforia geral da nação tupiniquim que se contenta apenas com o arco e a flecha para atingir os píncaros da mediocridade.

Sinceramente, não dá mais para ler a Veja. Até porque o que mais me motivava a faze-lo eram colunistas como Roberto Pompeu de Toledo, Diogo Mainardi e André Petry. O primeiro agora perde tempo escrevendo sobre quem já se foi tarde e que muito contribuiu para o jeito brega e irresponsável de ser do brasileiro, o segundo está arrependido de ter se tornado pai e nos enche o saco escrevendo sobre esta sua frustração e o terceiro está empenhado em ajudar a eleger Barak Obama presidente dos Estados Unidos.

Assim sendo, vou voltar a ler meus gibis da infância e adolescência, correndo com isto menos risco de mergulhar na mediocridade geral que assola as mentes brasileiras.

Otacílio M. Guimarães

Em tempo: Sugiro a redação de Veja publicar uma ampla reportagem sobre a dívida pública brasileira, que caminha célere para os dois trilhões de reais e sobre os gastos públicos descontrolados. Mas ponham para fazer esta reportagem gente que entende do assunto, assim os leitores de Veja ficarão sabendo que o país está simplesmente falido.

Carta de Otacílio M. Guimarães à Revista VEJA, 28/07/2008

NOTÍCIA BOMBA - Farc estão infiltradas na alta esfera do Brasil, segundo revista colombiana

Do portal UOL - Últimas Notícias
31/07/2008 - 14h06


A presença das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Brasil "chegou até as mais altas esferas" do Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao PT, aos líderes políticos brasileiros e ao Poder Judiciário, publicou hoje a revista colombiana "Cambio".

A conclusão foi tirada de supostos e-mails encontrados no computador do ex-porta-voz internacional das Farc "Raúl Reyes", afirma a última edição da revista, que entrou em circulação hoje.


  • Segundo a publicação colombiana, as Farc mantiveram contato com José Dirceu, que era ministro da Casa Civil; Roberto Amaral, ex-ministro de Ciência e Tecnologia; Erika Kokay, deputada; Gilberto Carvalho, chefe de Gabinete; Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores; Marco Aurélio Garcia, assessor de Assuntos Internacionais; Perly Cipriano (C.T. - este maldito é do meu estado, o Espírito Santo), representante da Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Paulo Vanucci, ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos e Selvino Heck, assessor presidencial

O Governo colombiano, no entanto, "usou seletivamente os arquivos do computador de 'Raúl Reyes'".

A publicação acrescenta que com "Equador e Venezuela, (os arquivos) foram usados para colocar em contradição (o presidente venezuelano Hugo) Chávez e (o presidente equatoriano Rafael) Correa, hostis a (o chefe de Estado colombiano Álvaro) Uribe".

Com o Brasil, "a articulação foi feita embaixo da mesa para não comprometer Lula, que se mostrou mais hábil e menos combativo com a Colômbia", destacou a revista "Cambio".

Nos e-mails de "Reyes" - cujo nome verdadeiro era Luis Edgar Devia e que foi morto por tropas colombianas em solo equatoriano em primeiro de março - são mencionados "cinco ministros, um procurador-geral, um assessor especial da Presidência, um vice-ministro, cinco deputados, um vereador e um juiz superior" brasileiros, acrescentou a revista.

Algumas mensagens foram escritas durante o processo de paz da Colômbia entre 1998 e 2002 em San Vicente del Caguán, durante o Governo do então presidente colombiano Andrés Pastrana, "e envolvem um prestigioso juiz e um alto ex-oficial das Forças Armadas brasileiras".

A mesma reportagem diz que "a expansão das Farc na América Latina não incluiu apenas funcionários dos Governos de Venezuela e Equador, mas também comprometeu importantes dirigentes, políticos e altos membros do PT".

A "Cambio" cita o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, a deputada distrital Erika Kokay e o chefe de Gabinete da Presidência da República,
Gilberto Carvalho.

Também são mencionados nesses e-mails o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, o subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Perly Cipriano, o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o assessor presidencial Selvino Heck.

A "Cambio" disse que teve acesso aos 85 e-mails de "Reyes" entre fevereiro de 1999 e fevereiro de 2008 enviados e respondidos pelo líder máximo das Farc, "Manuel Marulanda" ou "Tirofijo", cujo nome verdadeiro era Pedro Antonio Marín e que morreu este ano.

Ainda segundo a "Cambio", há mensagens de "Reyes" para o chefe militar das Farc, "Mono Jojoy" - cujo nome verdadeiro é Jorge Briceño -, e para Francisco Antonio Cadena Collazos - conhecido como padre Olivério Medina e "Cura Camilo" e que atua como delegado das Farc no Brasil - e de todos eles com dois homens identificados como "Hermes" e "José Luis".

"Cura Camilo", preso em São Paulo em agosto de 2005, vivia no Brasil há oito anos e foi beneficiado com uma proteção especial por ser casado com uma brasileira.

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Um momento, pessoal, leiam o comentário abaixo, voltaremos pro artigo depois...

Comentário do Cavaleiro do Templo
: para piorar um pouco mais, esta mulher brasileira casada com o criminoso
Francisco Antonio Cadena Collazos - conhecido como padre Olivério Medina e "Cura Camilo" TEM EMPREGO NO GOVERNO FEDERAL. Ou seja, é você, brasileiro otário, que sustenta MAIS ESTA MAMATA. Vejam aqui e aqui). A DILMA mandou chamar para "trabalhar".

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Em 2006, o Comitê Nacional para Refugiados (Conare) concedeu a "Cura Camilo" o status de refugiado, decisão que pesou bastante para o Supremo Tribunal Federal (STF) negar seu pedido de extradição para a Colômbia.

"Cura Camilo" foi "chefe de imprensa" da guerrilha colombiana no início dos frustrados diálogos de paz em San Vicente del Caguán.

O chamado "dossiê brasileiro" diz que estas mensagens "revelam a importância do Brasil na agenda externa das Farc (...) para dar suporte à estratégia continental da guerrilha".

As Farc, acrescenta a "Cambio", aproveitaram "a conjuntura criada pela chegada de Lula e do influente PT ao poder para chegar até as mais altas esferas do Governo".

A "Cambio" também disse que, "apesar de os e-mails serem apenas indícios de um possível comprometimento do Governo Lula com as Farc - pois nenhum dos funcionários enviou mensagens pessoais a algum dos membros do grupo guerrilheiro - despertam muitas dúvidas que exigem uma resposta do Governo" brasileiro.

Em depoimento à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados em abril, Garcia disse repudiar os métodos usados pelas Farc, como seqüestros, ataques terroristas e uso de dinheiro do narcotráfico.

Naquela oportunidade, Garcia afirmou que o Brasil tem que assumir uma posição de não interferir no conflito colombiano, mas que também não pode ficar indiferente.

Recentemente, Garcia classificou como "irrelevantes" as mensagens encontradas no computador periciado pelo Governo colombiano.

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Um momento, pessoal, leiam o comentário abaixo, voltaremos pro artigo depois...

Comentário do Cavaleiro do Templo: espera um minuto, não foi bem assim. O GOVERNO COLOMBIANO PASSOU INFORMAÇÕES DIRETAMENTE PARA O DESGOVERNO BRASILEIRO E A ESTAS O GARCIA CLASSIFICOU COMO IRRELEVANTES. Vejam estes dois posts, primeiro este e depois este outro, postado UM DIA DEPOIS do primeiro e MATANDO MAIS UM MENTIRA DO GOVERNOS DE SOCIOPATAS DESTE "PAÍS".

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Consultada pela Agência Efe, a assessoria da imprensa da Presidência da República disse que desconhecia o conteúdo da matéria da "Cambio".


Meu plano para o Iraque por John McCain

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Por John McCain na quinta-feira, 31 de julho de 2008



Em janeiro de 2007, quando o general David Petraeus assumiu o comando no Iraque, ele qualificou a situação de "difícil", mas não "desesperadora". Hoje, 18 meses depois, a violência caiu em até 80% para os níveis mais baixos em quatro anos, e terroristas xiitas e sunitas estão cambaleantes com uma série de derrotas. Agora, a situação é cheia de esperança, mas ainda há um trabalho árduo considerável para continuarmos com nossos ganhos frágeis.

O progresso foi obtido graças principalmente a um aumento no número das tropas e a uma mudança em sua estratégia. Eu fui um dos primeiros defensores do avanço numa época em que ele tinha pouco apoio em Washington. O senador Barack Obama era um oponente também eloqüente. "Não estou convencido que 20 mil tropas adicionais no Iraque vão resolver a violência sectária lá", disse em 10 de janeiro de 2007. "Aliás, acho que será o contrário."

Agora o senador Obama tem sido forçado a reconhecer que "nossas tropas atuaram brilhantemente em diminuir o nível de violência". Mas ele ainda nega que tenha havido algum progresso político. Talvez ele ignore que a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá recentemente atestou que, como um artigo de jornal afirmou, "o Iraque conseguiu as 18 (com exceção de 3) metas originais estabelecidas pelo Congresso no ano passado para mesurar o progresso econômico, político e na segurança".

Ainda mais animador tem sido o avanço que não é medido por essas metas. Mais de 90 mil iraquianos, muitos dos quais sunitas que já lutaram contra o governo, se comprometeram, como Filhos do Iraque , a combater os terroristas. Elas também não medem a recém-descoberta boa-vontade do primeiro-ministro Nouri al Maliki em esmagar os extremistas xiitas em Basra e na Cidade de Sadr - ações que muito fizeram para dissipar as suspeitas de sectarismo sobre ele.

O sucesso do avanço não mudou a determinação do senador Obama em retirar todas as nossas tropas de combate. Tudo isso se modificou em sua lógica. Num artigo do The New York Times e num discurso esta semana, ele ofereceu seu plano para o Iraque , numa antecipação de sua primeira viagem "de pesquisa" ao país em mais de três anos.

O plano consiste na mesma velha proposta de retirar nossas tropas em 16 meses. Em 2007, ele desejava a retirada porque pensava que a guerra estava perdida. Se nós tivéssemos aceito esse conselho, ela estaria mesmo. Agora, ele deseja a retirada porque acha que o Iraque não precisa mais de nossa ajuda.

Para mostrar certeza disso, ele massacra as evidências. Faz parecer que o primeiro-ministro Maliki endossou o cronograma de Obama, quando tudo o que ele disse foi que gostaria de um plano para a eventual retirada das tropas americanas em algum momento não especificado do futuro.

O senador Obama também está confundindo sobre as condições militares do Iraque. O Exército iraquiano será equipado e treinado em meados do próximo ano, mas isso não significa, como o senador Obama sugere, que então eles estarão preparados para garantir a segurança do país sem uma boa dose de ajuda. A força aérea iraquiana, por sua vez, ainda está atrasada e nenhum exército moderno consegue agir sem cobertura aérea. Os iraquianos também ainda estão aprendendo como administrar planejamento, logística, comando e controle, comunicações e outras funções complexas, necessárias para apoiar as tropas na linha de frente.

Ninguém é a favor de uma presença permanente dos EUA, como o senador Obama acusa. Uma retirada parcial já ocorreu, com a partida das cinco brigadas do Avanço , e mais retiradas podem ocorrer quando a situação da segurança melhorar. Quando diminuirmos nossa presença no Iraque, poderemos reforçar nossa presença em outros campos de batalha, como o Afeganistão, sem medo de deixar para trás um Estado falido.

Já disse que espero saudar com um Bem-vindos a volta ao lar de nossos soldados no Iraque ao final do mandato, em 2013. Mas eu também disse que qualquer diminuição dever ser baseada em avaliações realísticas das condições do terreno, não em um cronograma artificial criado por questões políticas domésticas. Essa é a essência de minha discordância com o senador Obama.

O senador Obama disse que consultaria nossos comandantes no local e os líderes iraquianos, mas ele não fez isso antes de lançar seu Plano para o Iraque . Talvez porque ele não quisesse ouvir o que eles têm a dizer. Durante as oito viagens ao Iraque, eu ouvi muitas vezes de nossas tropas o que o general Jeffrey Hammond, comandante das forças de coalizão em Bagdá, disse recentemente: que sair baseado num cronograma poderia ser "muito perigoso".

O perigo é que extremistas apoiados pela Al-Qaeda e pelo Irã possam provocar um volta, como já fizeram no passado, quanto tínhamos bem poucas tropas no Iraque. O senador Obama parece que não aprendeu nada com a história recente. Acho irônico que ele esteja reproduzido o pior erro do governo Bush ao mostrar prematuramente a faixa de Missão Cumprida .

Também estou espantado por ele nunca falar em ganhar a guerra - apenas em terminá-la. Mas se nós não ganharmos a guerra, nossos inimigos vão. Uma vitória para os terroristas seria um desastre para nós.

Isso é algo que, como presidente, não vou permitir que ocorra. Em vez disso, vou continuar a aplicar uma estratégia comprovada de contra-insurgência, não apenas no Iraque, mas também no Afeganistão, com o objetivo de criar aliados democráticos auto-sustentados, seguros e estáveis.

Tradução: Rodrigo Garcia

McCain começa a virar o jogo

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Quinta, 31 de Julho de 2008




O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, foi o grande beneficiado pela viagem de seu rival Barack (C.T. - HOUSSEIN) Obama ao exterior. O badalado giro do democrata pela Europa e pelo Oriente Médio buscava reforçar suas credenciais em política externa. No entanto, a calorosa recepção dos estrangeiros ao candidato aparentemente não foi o suficiente para convencer o eleitorado norte-americano de sua capacidade de presidir os EUA. Na verdade, pode até ter dado ânimo aos seguidores de McCain, segundo pesquisa USA Today/Gallup publicada ontem.

A sondagem mostra que a vantagem de Obama sobre McCain, que era de 6 pontos percentuais em junho, caiu para 3 pontos percentuais entre os eleitores registrados. Agora, o democrata lidera por 47% a 44% na intenção de votos.

Além disso, entre os eleitores prováveis - aqueles que dizem ter a intenção de efetivamente votar em novembro - McCain agora vence por 49% a 45%, revertendo a vantagem de 5 pontos percentuais que (C.T. - Barack HOUSSEIN) Obama tinha no mês passado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de julho com 1.007 adultos norte-americanos. A margem de erro é de 4 pontos percentuais em ambas as sondagens.

De acordo com o USA Today/Gallup , a maioria dos entrevistados acha que Obama se sairia melhor do que McCain lidando com os outros países.

No entanto, 41% dos entrevistados não o (C.T. - Barack HOUSSEIN Obama) consideram preparado para ser o comandante-chefe das forças norte-americanas - número praticamente igual aos 40% de junho, antes que Obama passasse 10 dias no exterior.

A viagem dele foi elogiada por 35% dos entrevistados e criticada por cerca de 25%. Outros 38% disseram não ter opinião a respeito. ( Agências )

O HOMEM-MASSA NO PODER

Do portal do NIVALDO CORDEIRO
Por Nivaldo Cordeiro em 28/07/2008

CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA

Na noite do último sábado eu tive o privilégio de assistir ao concerto de encerramento do 39º FESTIVAL INTERNACIONAL DE INVERNO DE CAMPOS DO JORDÃO. Já bastante tradicional, o evento, que ocorreu em auditório ao lado do Palácio de Inverno do governador do Estado de São Paulo, é bancado, em grande parte, por verbas públicas. A orquestra, composta basicamente por jovens músicos bolsistas, foi regida pelo octogenário maestro Kurt Masur e não era ele apenas que fazia o contraponto com seus jovens músicos.

Na platéia muita gente conhecida, integrante da elite econômica e política de São Paulo, gente que foi ali para ver e ser vista, como é da regra nesses eventos, e não pelo espetáculo musical em si. No programa a majestosa Nona Sinfonia, de Beethoven, considerada por muitos a composição mais bela de todos os tempos. De fato, essa música é capaz de elevar a mais endurecida alma aos cumes do prazer estético. Foi um raro privilégio estar ali.

Na platéia também estava o governador José Serra. Discreto, vestia roupas simples, sem gravada e com camisa que lembrava o indefectível jeans, o uniforme do homem-massa contemporâneo. Não pude deixar de lembrar-me do filme O SEGREDO DE BEETHOVEN, da diretora polonesa Agnieszka Holland. Nas cenas finais do filme podemos ver a estréia da peça em Viena, diante da nobreza e dos governantes principescos. Talvez o compositor nunca imaginasse que um espetáculo solene, em que sua música estivesse no programa, viesse a ter um governante assim trajado, de forma bastante inadequada para o evento e em contraste singular com muitos da platéia. Contraste ainda maior com o maestro, envergando a indumentária tradicional, e seus músicos, todos vestidos a rigor. Não preciso lembrar que, na recriação do filme, o mais elegante na platéia da estréia era o governante e não o maestro.

Mas o governador, pelo menos, entrou mudo e saiu calado, mesmo tendo recebido algumas chochas palmas. Evitou um comício desnecessário. Pior mesmo foi o secretário da Cultura, João Sayad, que representou o poder constituído na solenidade. Subiu ao palco em mangas de camisa, sem gravata e envergando uma calça de jeans desbotada, o emblema mais característico do homem-massa, usando sua indefectível barba por fazer, outro emblema dos intelectuais militantes, os sacerdotes do deus-Estado que governam em nome da massa. Que contraste! Nada poderia ser mais plástico para representar os tempos de hoje: um homem-massa governante, vestido a caráter. Um “intelectual” no poder. Sayad parecia um centauro barbudo, metade homem, metade bicho, quer dizer, homem-massa, que é a besta ela mesma.

A figura apequenada do secretário de Cultura estaria mais adequada, com o seu traje, em algum festival de música pop ou mesmo de funk. Diante daqueles músicos solenes, daquela platéia sofisticada e da música celestial de Beethoven foi um despropósito só. Quando a figura majestosa do maestro Kurt Masur adentrou ao recinto é que o contraste ficou mais acentuado. A digníssima figura do velho artista, absolutamente de acordo com o momento, a música a ser regida, o recinto, a platéia e tudo mais, ofuscou os representantes dos homens-massa tornados governantes, ali presentes.

Quando a massa se eleva a primeira coisa que a distingue é a deselegância, a incapacidade de ter bons modos ao vestir-se e ao falar. O idioma ficará irremediavelmente corrompido, assim como os modos. A decadência pode ser percebida até mesmo nas salas de concerto, um dos recintos mais tradicionais, como bem pude testemunhar.

Meu caro leitor, nem tudo está perdido, todavia. Pior mesmo se, ao invés dos governantes, fossem os jovens músicos a vestir jeans. Aí tudo estaria irremediavelmente desesperançado. O poder pode ocasionalmente perder a majestade, não a música de Beethoven e as orquestras que o honram. Entendo que é mais fácil mudar os governantes do que os usos dos artistas eruditos, pois estes têm pudor estético. Menos mal.

Festival macabro

Do BLOG DA SUZY
segunda-feira, 21 de Julho de 2008


Peças macabras (dentre muitas outras, é certo) que ocorreram na semana que passou e que considero dignas de nota:


• 1º--> Documentário disponibilizado pela Fuerza Solidária, dirigido por Alejandro Peña Esclusa.

Trata-se de um sério documento de 23 minutos elaborado pela representação em El Salvador da Fuerza Solidária. Explica o projeto internacional do Gorilla Chàvez e suas graves repercussões para a região (latino-americana), mostrando diversos aspectos como o vínculo com terroristas locais e conexões islâmicas, e as relações com o narcotráfico; e tudo financiado com os recursos do petróleo venezuelano. Este documentário foi apresentado no dia 30 de Junho de 2008 nos principais canais de televisão de El Salvador.

Atenção: Lula faz parte desse verdadeiro show de horrores!
Você pode assisti-lo em 3 partes abaixo:


Fuerza Solidaria El Salvador Parte 1


Fuerza Solidaria El Salvador parte 2


Fuerza Solidaria El Salvador parte 3



O vídeo completo você vê neste link aqui


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• 2º--> O presidente genocida do Sudão, Omar Hassan al Bashir, conta com o apoio da Rússia e da China, apesar dos 35000 assassinatos e crimes de guerra que promoveu em Darfur.
O Tribunal Internacional solicitou dia 17 pp sua detenção.
Será que vão conseguir deter o protagonista do Genocídio Silenciado (ao qual Lula também deu uma força)?
Assista aqui a torpe limpeza étnica em Darfur, e não permita que ninguém jamais esqueça!


Darfur - O Genocidio Silenciado


Neste link aqui você assiste à “Danza per il tiranno” de Darfur, cerimonia rituale per il presidente del Sudan Bashir, accusato di genocidio per le stragi in Darfour.


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E enquanto o presidente Alan Garcia (do Peru) participava da caminhada em Lima em favor da libertação dos reféns dos terroristas das FARC, com a bandeira da Colômbia nas mãos.....




• 3º--> O trio de narcobandidos promoveu outra dança macabra no dia 18 pp, que não vi na mídia tupiniquim, para celebrar “acordos” de 530 milhões de dólares dados pelo Brasil e pela Venezuela ao cocalero Evo Morales, e que representam mais um decisivo passo na desconstrução dos Estados latino-americanos, rumo ao sonho do Gorilla Chávez e Lula (Fidel está no freezer, não?).

• 4º-->E antes que eu me esqueça, atenção blogueiros!

Ahmadinejad instituirá a pena de morte para bloggers dissidentes.
Dada a amizade do iraniano genocida com a escória latino-americana, não está muito longe o dia em que os narcobandidos daqui tentarão copiar a idéia.


E a União Européia parece querer aderir à CENSURA GLOBALIZADA da Internet.
Leia mais aqui.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Profecia de Orlando Vilas-Boas sobre "terras indígenas" no Brasil e a interferência da ONU através do LULA

O brasileiro precisa aprender a ouvir quem conhece, quem sabe porque experienciou. Vejam e ouçam abaixo a profecia de Orlando Vilas-Boas que se realizou graças ao LULA.

Ditadura Administrativa

Boletim do portal PAZ NO CAMPO

O Sindicato Rural de Ortigueira - SRO, no Estado do Paraná, fez circular pela internet um trabalho em que mostra como através de atos puramente administrativos, o Executivo está expropriando proprietários rurais, lançando muitos na miséria. O estudo é claro e fácil de entender pois está articulado, lógico e didático. E irrefutável, pois está a mostrar fatos que estão sendo praticados neste momento. O SRO dá como exemplo o caso de demarcação de reservas indígenas de 10 milhões de hectares no Mato Grosso do Sul. Mas aplica-se às questões da Reforma Agrária, da Revolução Quilombola e daquilo que já podemos chamar de Revolução Ambiental. Em todo o país, coletivizando 70% do território nacional. Uma terrível e verdadeira ditadura administrativa. O Sem medo da Verdade subscreve totalmente os termos deste estudo, que transcreve em sua íntegra.

O Executivo e os atos administrativos

Contexto. Há medidas legais, que, de tão corriqueiras, terminam passando por normais. A sua normalidade, porém, pode ser o signo de uma anormalidade, que afeta profundamente a vida institucional do país. Refiro-me à profusão de atos administrativos editados pelo Poder Executivo, que possuem força de lei e terminam por regrar a vida das empresas e dos cidadãos em geral. São decretos, portarias, instruções normativas e resoluções, editados em vários escalões, que possuem uma enorme influência no cotidiano de cada um, no exercício da propriedade privada e nos investimentos.

Atos administrativos. Tais atos administrativos têm força de lei, substituindo-se, muitas vezes, à lei propriamente dita. Exemplifiquemos alguns: decretos presidenciais, decretos ministeriais, portarias, instruções normativas e resoluções do Incra, da Funai, do Ibama e de suas congêneres nos níveis estaduais e municipais, afetando profundamente tanto as cidades como o campo. Proprietários urbanos e rurais, empresas dos mais diferentes tipos, são submetidos a um conjunto de normas que impede, muitas vezes, os seus investimentos, prejudicando o desenvolvimento econômico e social, ao contrário do que é sustentado por aqueles que assim regulamentam. Esses dizem trabalhar pelo bem público, quando, muitas vezes, estão simplesmente concentrando decisões nas mãos do Estado que passa a decidir sobre tudo o que diz respeito à vida individual e empresarial.

Estado organizativo. O Executivo passa a operar como um verdadeiro Poder Legislativo, organizando o conjunto da sociedade. Na verdade, ele começa a tomar conta da vida social, encarnando um suposto bem coletivo que passaria a decidir aquilo que é melhor para todos. É como se o Estado e os seus burocratas dos mais diferentes escalões tivessem um saber que lhes permitiria abarcar toda a sociedade. Agem como se fossem representantes de uma certa onisciência que, graças à sua potência, poderia ser capaz de realizar o seu projeto, identificado, reitero, ao que entendem, por sabedoria, por bem comum. A sociedade se vê assim reduzida a um pólo passivo, que seria simplesmente moldado pelo Poder Executivo, que a entende à maneira de um corpo inerte que, simplesmente, deveria ser comandado. A sociedade perde, então, a sua autonomia e a sua independência, mostrando-se incapaz de decidir por si mesma.
A legalidade. E tudo isto é feito legalmente, segundo dispositivos constitucionais perfeitamente estabelecidos. Um funcionário do Incra, da Funai ou do Ibama, sempre poderá dizer que agiu segundo a lei, tendo seguido todos os passos juridicamente necessários. Como fica uma empresa ou um cidadão diante de tal situação? Imediatamente fica completamente desarmado, tendo de recorrer a um advogado para reivindicar os seus direitos. Produz-se, aqui, uma oposição entre os direitos dos cidadãos, dos empresários e dos empreendedores e os atos administrativos de um Estado que pretende tudo organizar graças a burocratas designados expressamente para essas funções. Acontece, porém, que os atos administrativos passam a vigorar imediatamente após a sua promulgação, enquanto os direitos tardam a ser exercidos pela lentidão do Poder Judiciário. Cria-se, então, situações irreversíveis, pois uma empresa, enquanto procura fazer valer os seus direitos, deve seguir atos administrativos que afetam enormemente o seu funcionamento. Os seus prejuízos, praticamente, são irrecuperáveis, não podendo ser buscados.

A insignificância do Legislativo. O perigo dessa centralização do poder do Estado nas mãos do Executivo reside na insignificância à qual se vê reduzido o Poder Legislativo. Este se encontra ainda mais travado por uma outra forma de legislar do Poder Executivo, a que se faz por intermédio de medidas provisórias. Como se sabe, essas têm força de lei e devem ser necessariamente votadas pelo Poder Legislativo num prazo determinado. O que faz o Executivo? Abarrota o Legislativo de medidas provisórias, de tal maneira que esse Poder deixe de exercer as suas funções. O Executivo passa a legislar de duas maneiras: através de medidas provisórias e através de atos administrativos, vindo, na verdade, a prescindir completamente do Poder Legislativo. Enquanto a opinião pública é capturada por discussões que envolvem o uso de medidas provisórias, o Executivo passa célere, legislando por atos administrativos, que afetam em profundidade a vida da sociedade. E esses atos administrativos, de profunda repercussão, não chegam muitas vezes nem à esfera pública.

Parlamentares e funcionários. Cria-se, assim, uma situação completamente esdrúxula. Um funcionário de terceiro escalão, como presidentes do Incra, Funai e Ibama, passam a legislar muito mais do que deputados e senadores. Enquanto esses lutam pelos holofotes midiáticos, aqueles são muito mais eficazes nos trabalho legislativo. Seus atos administrativos são de validade e efeitos imediatos, não necessitando passar por instâncias legislativas. Ou seja, tais funcionários e órgãos estatais possuem muito mais poder legislativo do que os parlamentares. O problema se vê ainda agravado pelo fato de tais burocratas agirem, como observado, segundo uma estrutura estatal que impõe o que considera como devendo ser a norma que deveria reger a vida do cidadão em geral. Mais ainda, tais presidentes e diretores de órgãos estatais são designados pelo governo que os escolhe segundo afinidades partidárias e ideológicas. São, por assim dizer, comissários do governo que implementam uma política previamente determinada.

Ideologia. Aqui, se faz particularmente presente a ideologia de tais funcionários, escolhidos segundo a sua afinidade política e a sua plasticidade, a sua flexibilidade, em seguir diretrizes de partidos, de movimentos ditos sociais e organizações religiosas. A palavra comissário é, então, apropriada, por significar um funcionário que age de acordo com uma ideologia que procura impor à sociedade um determinado padrão de conduta e uma noção do bem tal como a entende. No nosso contexto específico, presenciamos a ação de tais comissários voltada para relativizar e circunscrever a propriedade privada, como se a sociedade pudesse existir livremente sem esse direito fundamental seu. Órgãos como o Incra, Funai e Ibama possuem uma forte ideologia contrária à propriedade privada, como se essa fosse um mal que deveria ser combatido. Seus comissários seriam os agentes dessa ação “salutar”.

Empresários. Enquanto corolário dessa posição ideológica, os empresários passam a ser considerados como “maldosos”, “corruptos”, “egoístas”, pessoas completamente descompromissadas com o bem comum (segundo evidentemente o entendimento dos comissários). Não deveria, portanto, causar espanto que o lucro seja criticado enquanto fonte ilegítima e os investimentos que o produzam condenados. Maniqueisticamente estabelece-se uma luta enviesada entre o “bem” e o “mal”, o primeiro sendo representado pelos comissários e seus sustentáculos partidários e dos ditos movimentos sociais e o segundo sendo representado pelos proprietários urbanos e rurais, pelas empresas em geral. Reproduz-se, assim, o esquema “esquerda” e “direita”, sendo os primeiros os “progressistas” (que, na verdade, impedem qualquer progresso) e os segundos os “conservadores” (que, na verdade, querem o progresso). O próprio sentido das palavras passa a ser deturpado, vindo a significar aquilo que esses agentes da esquerda e os seus formadores de opinião procuram impor. A questão de fundo, porém, consiste numa oposição muito mais relevante, entre os que defendem a socialização dos meios de produção, a abolição da propriedade privada, do estado de direito e das liberdades, e os que advogam por uma economia de mercado, pelo estado de direito, pelas liberdades e pela democracia.

Exemplo – Mato Grosso do Sul. Sem que tenha ainda ganho a opinião pública, sendo, neste sentido, ainda amplamente desconhecido, Funai, do Ministério da Justiça, a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta assinado com o Ministério Público Federal, editou várias portarias, no dia 10 de julho, para estudos de demarcação de uma área indígena. A referida área encontra-se no sul deste Estado, podendo vir a abarcar 10 milhões de hectares. Observe-se que se trata de uma zona rica, de terra fértil e povoada, incluindo proprietários rurais de longa tradição de empreendedorismo e de investimento. Os que lá vivem, até então, usufruíam da segurança própria do exercício da propriedade privada quando, subitamente, são jogados numa situação de completa insegurança. E como isto se faz? Por intermédio de um mero ato administrativo, que passa a vigorar quando de sua publicação no Diário Oficial. Observe-se que os estudos em questão serão feitos por uma equipe de antropólogos, agrônomos e historiadores designados pelo próprio Incra. A sua tradição na área consiste em acatar tais estudos, contando com o apoio dos movimentos sociais, no caso, o Conselho Indigenista Missionário, órgão da Igreja e afim ao MST e à Comissão Pastoral da Terra (CPT). Não esqueçamos que foi a CPT que criou o MST.

A propriedade. Logo, temos a seguinte situação. Uma equipe comandada por um antropólogo-coordenador passa a ter a decisão final sobre uma imensa área que pode afetar toda a vida de proprietários e também de uma unidade federativa, que teria, por assim dizer, uma parte do seu território amputada. Um antropólogo, nesta cadeia de atos administrativos, tem muito mais poder do que um parlamentar e mesmo do governador, sendo o seu ato, por assim dizer, soberano. Ou seja, uma cadeia de atos administrativos pode vir a redesenhar completamente as relações de propriedade e a vida de uma entidade federativa, no caso o estado do Mato Grosso do Sul. O direito de propriedade, constitucionalmente reconhecido, pilar de uma sociedade livre e democrática, se vê relativizado, fragilizado, por um ato administrativo promulgado por um órgão de Estado, que deveria seguir a Constituição. Uma portaria se coloca contra a Constituição e passa a valer mais do que ela. Este é um paradoxo legal ao qual se encontra submetido o Estado brasileiro.

Confissões do quiliasta Tarso Herr Genro

Do BLOG DA SUZY
Por Carlos Reis em 27/07/2008


O que esperar mais de Tarso Herr Genro? Ele acaba de confessar-se. Nós não lemos mentes, mas as percebemos e as identificamos quando elas estão abertas. Sentimos seu cheiro ruim lá da rua. Mas agora, depois dessas revelações psicanalísticas nem disso precisamos mais.

O episódio dos grampos me lembra o O’Brien de 1984 de George Orwell. Tarso Herr Genro é o O’Brien. Mais sedutor, mais sutil, mas é O’Brien. E infinitamente mais perigoso porque é de carne e osso. Centenas de milhares escutas telefônicas não são exatamente a característica de uma democracia. Estão mais para 1984. Tarso Herr Genro, o torturador ideológico de luvas de pelica, sabe disso.

A frase do O’Brien petista que as "algemas devem servir apenas para proteger o réu" merece uma leitura psicanalítica. O falecido psiquiatra Dr. Ronaldo Moreira Brum, amigo e parceiro de José Giusti Tavares, organizador do livro TOTALITARISMO TARDIO, O CASO DO PT, Editora Mercado Aberto, 2000, Porto Alegre, já ensinava e iluminava para nós os porões da mente totalitária. Dizia o prof. que o totalitarismo radica na alma humana, mas que o caráter anal e a personalidade paranóide têm um papel fundamental. Por outro lado, tais indivíduos controladores e dominadores, de fala mansa e baixa, contam com a angústia das massas.

A massa, psicologicamente desprotegida, necessita, como é assinalado por vários estudiosos desse tema, identificar-se com lideranças que ofereçam caminhos que, pelo menos, pareçam seguros.


Tavares nos lembra que Tarso Herr Genro afirmou em livro seu de 1988 “que seu partido (PT) deveria apropriar-se da teoria de Rosa, Lenin, Gramsci, Lukács e Bloch”. O que mais falta para o O’Brien de Santa Maria exercer sobre nós sua tirania, a violência, o voluntarismo, e a ditadura? Nada mais, desde que o povo brasileiro sucumbiu à certeza revolucionária e totalitária. Nessa frase-síntese ele confessou seu desejo de morte, de ódio, de inveja, de ressentimento, e um insopitável desejo pelo controle total, de um panopticon que perscruta até a alma do infeliz indivíduo por ele espionado. Essa é a mente revolucionária e totalitária por excelência, vingativa por excelência, que maneja o presente e o passado com a certeza e a convicção, para uso interno, de que o futuro e as promessas dos paraísos futuros, na verdade, não interessam – “os denominados fins últimos do socialismo não são nada; o movimento é tudo”, como dizia Berstein já em 1899 (TAVARES, 2000). Olavo de Carvalho diz parecido, que o comunismo é o presente (uma cultura), enquanto não chega o socialismo radiante do futuro.

Líderes de voz suave, sussurrada, assoviada, rouquenha, têm a propriedade de inocular certezas na sociedade em doses homeopáticas e anestésicas. Eles conseguem eliminar a incerteza, reduzir ou suprimir a ansiedade, como diz Tavares, e sabem prometer um mundo melhor como ninguém. São mestres nisso, mas não conseguem esconder sua capacidade de gerar energia revolucionária, o ativismo político a que chamam transformação da práxis, mudança, que sabemos produz o atrito dos corpos. Por isso sentimos o cheiro do cérebro doentio maquinando, e o cheiro de queimado das suas vítimas. Quatrocentos mil grampos telefônicos e cinqüenta e cinco mil assassinatos por ano, estes são os números da Justiça de Tarso Herr Genro. Agora ele confessou – nos preparemos para o pior.

Difícil não ver em Antonio Palocci, Tarso Herr Genro, Greenhalgh, em Lula essas vozes de diabólica suavidade. Stalin falava baixo. Tarso Herr Genro ainda tem mais uma qualidade negativa: como Márcio Thomas Bastos é capaz da formulação esquizofrênica em estilo acadêmico e verboso; inverte o real e o expõe como verdade, e consegue arrancar aplausos de suas vítimas, embora deixe entrever um interior nojento e doentio. O’Brien andava sozinho. Yágoda e Beria tinham este perfil solitário e assustador. Viraram impessoas.

Algemas para proteger o réu se explica por essa leitura. A sociedade que se f*da: um réu ou criminoso tem que ser protegido dela neste Estado invertido! Afirmar a prisão coletiva da sociedade nos grampos estatais, em tom ameaçador e sádico, é típico do torturador racional e frio do estado policial. Tarso Herr Genro é uma psicopatologia ambulante. Foi por isso que sempre vi nele o fim do PT, a sua autodestruição, o próprio auto-aniquilamento do partido-estado. Como equivalente a um reasoning de estado, ou real politik, parece ser isso que os americanos vêem no Brasil e na Venezuela de Chàvez: lideranças psicopáticas desse tipo não duram muito.

Confio e espero que Carlos Reis tenha razão ao dizer que "lideranças psicopáticas desse tipo não duram muito."

Povo roraimense dá boas-vindas à "Marcha a Roraima"

Do portal BRASIL ACIMA DE TUDO
29 de julho de 2008

marcha_roraimaCircula na Internet um manifesto de boas-vindas do povo roraimense aos integrantes da "Marcha a Roraima", com início previsto no dia 11 de agosto quando caravanas partirão de várias capitais e cidades da Amazônia rumo a Roraima com o objetivo de protestar contra a pretendida demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol em área contínua.

A "Marcha a Roraima", que está sendo organizada pela a APRUR (Aderval Bento, Presidente e demais membros), Famato (Sr. Valdir e Dra. Nívea) e o MSIa (Rio de Janeiro), deverá terminar em Pacaraima, um dos dois municípios existentes dentro da área da reserva indígena.

Para maiores informações, contactar: ADERVAL, (66) 3566-1209 ou (66) 99971209, aderval-bento@hotmail.com , ou ainda no blog Marcha a Roraima.

Abaixo, a transcrição do manifesto de boas-vindas:

O povo roraimense dá boas-vindas à "Marcha a Roraima"

Os abaixo-assinados, cidadãos brasileiros no pleno gozo dos seus direitos constitucionais, damos as mais calorosas boas-vindas à "Marcha a Roraima", caravana de patriotas oriunda de várias cidades do País, que se dirige a este Estado para protestar contra a tentativa de imposição de uma política indigenista ditada por interesses externos ao País, refletida na homologação em território contínuo da reserva indígena Raposa Serra do Sol, cuja decisão final está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF).

Tais interesses, representados principalmente em organizações não-governamentais (ONGs) transnacionais ou apenas formalmente registradas no Brasil, mas sem compromissos com os interesses nacionais, como é de domínio público, pretendem dividir o território do nosso Estado por critérios étnicos, o que representa uma violação intrínseca dos preceitos constitucionais que deveriam reger a vida nacional.

A mobilização de contingentes da Policia Federal, sem mandado judicial explícito, para retirar cidadãos brasileiros de propriedades legalizadas e produtivas, que representam uma importante parcela da economia do Estado, sob a alegação do cumprimento de um decreto ilegítimo e antinacional, é um acinte contra a inteligência e a razão. A Portaria 534/05 do Ministério da Justiça, que homologa a demarcação contínua da reserva Raposa Serra do Sol, sem a possibilidade de preservação das áreas municipais e das propriedades produtivas ali estabelecidas legalmente há décadas, é um exemplo acabado de um ato administrativo arbitrário que não é justo porque viola o principio do bem comum, pois imposta por interesses particulares alheios à cidadania roraimense e brasileira.

É um fato notório que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ao então governador Ottomar Pinto e aos deputados federais de Roraima que "tinha pressa" em atender às demandas externas para a demarcação contínua da reserva, que recebia toda vez que viajava ao exterior (Folha de S. Paulo, 24/04/2005). É difícil entender que demandas externas poderiam se sobrepor às repetidas manifestações da cidadania roraimense em favor de uma demarcação descontínua, que atenda tanto os interesses das comunidades indígenas como os dos não-índios estabelecidos na área, solução lógica e racional sugerida, inclusive, por cinco comissões e grupos de trabalho de alto nível que estudaram detidamente o assunto entre 1999 e 2005, representando todos os poderes da República, além das Forças Armadas.

Além de exibir há séculos o mosaico multiétnico característico do povo brasileiro, com uma grande miscigenação de indígenas e não-indígenas, Roraima tem desfrutado de um convívio bastante harmônico entre as comunidades indígenas e não-indígenas, em um grau possivelmente superior aos demais estados da Federação, condição que a insistência na demarcação contínua da Raposa Serra do Sol apenas contribuirá para prejudicar.

Por conseguinte, entendemos que a revogação da Portaria 534/05 e o estabelecimento estabelecendo um novo dispositivo legal que atenda aos verdadeiros interesses da Nação brasileira constitui um imperativo para a dignidade nacional.

Por todos esses motivos, reiteramos o nosso entusiasmado apoio à iniciativa desses bravos brasileiros que, colocando momentaneamente de lado os seus interesses particulares, se uniram em uma manifestação de cidadania e patriotismo de grande significado, a qual reforça a nossa confiança crescente na construção de uma Nação adulta, próspera e justa.

(*) Fonte: http://www.alerta.inf.br/index.php?news=1351

O Filho de Putin ataca de novo

Do BLOG DA SUZY
Postado por Suzy na terça-feira, 29 de Julho de 2008



Recentemente o Gorilla Chàvez esteve na sua amada Rússia para fazer umas "comprinhas" para seu projeto insano.

Mas, segundo a agência russa Interfax, “divergências” entre Caracas e Moscou impediram que ocorresse um pré-contrato de US$ 30 bilhões em armamentos para a Venezuela chavista inclusive em relação a equipamentos avançados como o caça Su-35.

Diz essa agência que isso se deve ao efeito dos dados do computador do narcoterrorista das FARC morto (thank God!) Raul Reyes.

Ou seja o governo russo estaria “cuidadoso” diante do apoio mais que escrachado de Chàvez às FARC, o que poderia “estremecer” ainda mais suas relações com Washington.

Chàvez tentou jogar com os russos e isso está subtendido na medida em que, aproveitando-se da reação russa ao sistema de defesa antimísseis que o governo norte-americano planeja implantar na Europa Central, Chàvez tentou seduzi-los com o oferecimento do território venezuelano para a implantação de bases russas, e deixou exposto seu afã pela dominação como um fim em si mesmo, ao “esquecer” propositalmente que Cuba tem as mesmas pretensões.

Ou seja, o Gorilla ficou de quatro diante de Putin, sua fonte fornecedora de armamentos.

A Rússia, tão “bem” intencionada, disse querer impor controles das armas que irão compor o update do armamento chavista, não só em relação ao fornecimento de novos armamentos como também sobre as armas já fornecidas.

Só para se ter uma idéia, a pretensão do Gorilla Chàvez de comprar o fuzil AK-103 tinha a “vantagem” de usar a mesma munição do AK-47 (calibre 7,2cm), justamente a arma padrão das FARC e se os russos formalizarem protocolos que impeçam o repasse dessas a “terceiros” (leia-se FARC) isso criaria sérias dificuldades ao verdadeiro chefe daquele bando narcoterrorista.

Mas porque estariam “esfriadas” as relações Moscou-Caracas se o objetivo dos dois é o mesmo?

Uma das explicações é o lucro que a Rússia deixaria de ter já que o governo chavista quer que as novas compras sejam financiadas com créditos abertos pelo governo russo que se pergunta "por qual razão um país produtor de petróleo e membro da OPEP, com o preço a U$130 o barril, necessita de créditos para adquirir armamentos".

Outra explicação estaria na reunião ocorrida em junho passado entre o presidente russo Dmitriy Medvedev com o vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos, na qual discutiram a possibilidade de novas vendas de armamentos à Colômbia, que tem como maior adversário a Venezuela.

Além disso, existe a possibilidade de que o México e Argentina adquiram equipamentos bélicos russos sendo que o Brasil reabriu “oficialmente” o programa de aquisição dos caça F-X2, o que faria Moscou mais “cuidadosa”.

Por outro lado, Ruslán Puhkov, diretor do Centro Russo para Análise de Estratégias e Tecnologias (CAST), diz que o mercado europeu de defesa está "praticamente fechado para Caracas, primeiro, porque os equipamentos são muito caros e segundo, porque vários componentes são produzidos nos Estados Unidos, que tem impedido que este material seja vendido à Venezuela".

Um momento, Sr. Puhkov, o que é realmente “caro” para Chàvez que desvirtua os petrodólares com o sacrifício do povo venezuelano?

O problema, ou melhor, a solução, estaria sim nos componentes produzidos nos EUA que, ao menos antes que B. Hussein Obama chegue para queimar a bandeira americana, impede que os mesmos sejam disponibilizados a um narcoterrorista psicopata como o Gorilla Chàvez.

E como explicar a “boa intenção” russa quando o mesmo “especialista”, numa entrevista para a agência RIA Novosti afirma que "Qualquer que seja a conjuntura do mercado mundial de material bélico, Hugo Chávez seguirá comprando armamento na Rússia e poderá gastar até cinco bilhões de dólares na próxima década".

Esses cinco bilhões mencionados é que podem ser elevados à potência cash que o Gorilla Chàvez disponibilize para “convencer” os russos.


Realmente ou a KGB não está com nada ou finge que pegou a doença de Lula da Silva, que “nunca sabe de nada”. Ora, a KGB “não sabe” nem da existência do Foro de São Paulo que já elegeu por aqui 12 narcoterroristas que compõe o Foro do Terror (Foro de São Paulo) como presidentes de “Estados” prestes a desaparecer sob o manto opaco (ao povo) da URSAL, o que converge com seus sonhos comunalhas?

Resumo da ópera bufa de Chàvez e Putin: não é minimamente razoável que se credite confiabilidade nem a Moscou nem ao Gorilla Chàvez, já que tudo isso não passa de jogo de cena e desinformação planejada milimetricamente para confundir a opinião pública com a finalidade de melhor esconder o que se passa realmente nos bastidores.

Enquanto isso o crápula dirigente da Venezuela diz que os EUA querem ressuscitar a “Guerra Fria”.

Ressuscitar o que nunca morreu? Como assim?

Um recadinho para Chàvez: a “guerra” pode é se tornar muito quente, principalmente se travada no Inferno.

KIT FALTA DE VERGONHA

Enviado por e-mail por Arlindo Montenegro

Não é para rir, temos que nos preocupar muito e trabalhar ainda mais para barrarmos esta cultura que usa qualquer artifício para a tomada do PODER TOTAL.

Nada disto começou com o PT, o Brasil de hoje (obrigado Arlindo, você sabe do que estou falando) é vítima de décadas de trabalho em direção ao OBJETIVO do Socialismo/Comunismo:

VOLTAR NO TEMPO E IMPLANTAR O ESTADO ESCRAVOCRATA

O Kit abaixo é parte deste projeto. É o fortalecimento do "partido" através da demagogia, de políticas populistas e da falsa resolução de problemas. Ou seja, a compra pura e simples de apoio pois os que recebem os "benefícios" abaixo não vão querer perdê-los, não é mesmo? Perceba que TUDO QUE EXISTE enquanto "políticas sociais" neste país faz do cidadão um dependente do Estado, um encostado sem responsabilidade por si mesmo e sua família. O Estado "dá" TUDO.

"Fica tranquilo, brasileiro. Pode fazer o que você quiser que o PODER TOTAL vai cuidar direitinho da sua incapacidade. Logo vamos ter PAREDÃO ou CHICOTE para você escolher. Teu futuro é GLORIOSO, homem-massa!!!"

Vai transar? O governo dá camisinha.

Já transou? O governo dá a pílula do dia seguinte.

Engravidou? O governo dá aborto.

Teve filho? O governo dá Bolsa Família.

Está desempregado? O governo dá Bolsa Desemprego.

Vai prestar vestibular? O governo dá Bolsa Cota.

Não tem terra? O governo dá a Bolsa Invasão e ainda te aposenta.



Agora, experimenta estudar e andar na linha pra ver o que é que te acontece!

Você vai ganhar uma bolsa de impostos nunca vista em lugar algum do mundo!

Meus sentimentos...

Tem mais: Você sabia que todo presidiário com filhos tem uma bolsa de R$ 600,00 para sustentar a família, pois o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos, visto que está preso.

Pergunta: Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso recebe uma bolsa de R$ 600,00 para seu sustento? Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo a causa de um destes? Se puderes escolher seja o assaltante não a vítima.


Sorria!


Este é o País maravilhoso em que você vive!!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".