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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Belo Monte: ambientalismo internacional volta-se contra o Brasil

 

VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO

domingo, 19 de agosto de 2012

 

Editorial da discórdia volta-se contra o Brasil

Editorial da discórdia volta-se contra o Brasil

O projeto de Belo Monte, matéria exclusivamente brasileira, pois todo ele se realiza em território nacional, está sendo internacionalizado pela militância ambientalista radical.

“Le Monde”, diário porta-voz do socialismo e da esquerda católica francesa, publicou uma Editorial nesta semana reveladora desta ofensiva antibrasileira. Jornais brasileiros concederam notável destaque à publicação, como “O Estado de S.Paulo”.

No dia 16/08/2012 após reconhecer que o projeto ajudaria a tirar de seu estado atual uma das regiões mais pobres do país, e oferecer emprego a dezenas de milhares de brasileiros, o jornal manuseia o argumento da “proteção de tribos indígenas ameaçadas de serem expulsas de suas terras onde vivem desde tempos imemoriais e da bacia amazônica, que não somente é o pulmão ecológico da América do Sul, mas do planeta inteiro”.

O apelo à demagogia não é novidade no ambientalismo. A Amazônia não é o pulmão verde do planeta, segundo reconheceram não somente cientistas da maior autoridade, mas também militantes ecologistas radicais como o falecido Jacques Cousteau.

E se por ventura o fosse, o Brasil e os países com soberania sobre partes da região, deveriam ser recompensados pelo bom serviço prestado à Terra, e nunca punidos por tentar sair de situações de infra-desenvolvimento.

Ativismo teatral de ONGs em Nova York desconhece o Brasil

Ativismo teatral de ONGs em Nova York desconhece o Brasil

O jornal das esquerdas francesas rememora com satisfação os 30 anos de atraso imposto ao projeto pelas ONGs das esquerdas internacionais, de índios, e das Igrejas – como o CIMI, longa manus da CNBB – e “advogados prestigiosos” como o cantor anarco-rockeiro Sting.

Uma frente ampla na aparência muito heterogênea, mas na prática muito unida com um objetivo único anti-civilizatório e, no caso, antibrasileiro.

O jornal francês ainda deplora que ainda haja quem quer impulsionar a grande obra nacional. Ele patenteia um íntimo desejo de que o projeto fracasse.

A Editorial do “Le Monde” apresenta com um viés assustador o alagamento de 500 km2 de terras da Amazônia.

Esta região tem uma superfície de 5.500.000 km², dos quais 49,2% pertencem ao Brasil. Portanto, a área alagada, se é que esse alagamento fosse ruim, ocupa menos de dez milésimos da região.

O impacto negativo – se é que existe – seria insignificante, e até largamente justificado pelos benefícios hauridos sob pontos de vistas muito mais importantes, como o benefício da população local que ficará capacitada de sair do atraso.

Alguns escassos ativistas perturbam obras em Belo Monte

Alguns escassos ativistas bloqueiam obras em Belo Monte

Nada disso importa, Monte Belo deve ser bloqueada qualquer que seja o mal causado ao Brasil e às populações locais e ao País todo.

E os trompetes internacionais do ambientalismo radical estão convocando à ofensiva contra o Brasil.
Para disfarçar o anti-humanismo ambientalista que o jornal parisiense promove, “Le Monde” fala de 20.000 pessoas, essencialmente membros de tribos indígenas, que deveriam se mudar da pequena área alagada, a locais vizinhos.

Esconde que na aldeia Paquiçamba, área de futura barragem, o cacique Manuel da etnia juruna e muitos índios veem com bons olhos a construção da hidroelétrica.

Porém, o cacique e os indígenas que pensam como ele parece ter cometido o crime inafiançável de contradizer a cartilha comuno-tribalista.

Ambientalistas fazem revolução contra o cacique Manuel Juruna
(na foto com a mulher)

A sentença ambientalista redigida antes de qualquer julgamento e posta em vias de aplicação é implacável: eles são desqualificados e midiaticamente “apagados” por se terem ‘vendido’ às empresas responsáveis pelo projeto.

Já ouvimos demais esse argumento cunhado para desmoralizar os que não aceitam as imposições arbitrárias do ecologismo radical.

E os “defensores dos índios” promoveram uma revolução contra o cacique para despossuí-lo de sua liderança tradicional.

“Estão com raiva de mim, querem que eu deixe de ser o cacique. Dizem que eu sou a favor da hidrelétrica” – deplorou o indefeso cacique Manuel Juruna.

E acrescentou: “Se me dessem um dinheiro, ia investir na plantação, comprar uma casinha em Altamira para ter um lugar onde ficar na cidade e uma voadeira (pequeno barco), para ir da aldeia para lá”.

Atriz Sigourney Weaver e grupúsculos manifestam em New York contra Belo Monte

Atriz Sigourney Weaver e grupúsculos
manifestam em New York contra Belo Monte

Quem está expulsando os índios?

Belo Monte produzirá mais de 11.000 megawatts por ano, se tornando a terceira maior barragem do mundo, capaz de atender o 11 % das necessidades energéticas do País.

Para Adoniran Alves, morador da Ressaca, vilarejo do município Senador José Porfírio que será impactado com a diminuição da vazão do Rio, a usina vai trazer desenvolvimento para a região.

"Sou a favor da hidrelétrica. Acho que é a solução. Ela vai trazer dinheiro para a região e melhorar as condições de vida por aqui”, diz.

Estes brasileiros não têm direito humano a melhorar sua vida e de suas famílias?

A Comissão Interamericana dos Direitos Humanos exigiu a suspensão do projeto porque a são tribos indígenas concernidas não teriam sido ouvidas.

Qualquer exagero serve para tentar engessar o Brasil.

Qualquer exagero serve para tentar engessar o Brasil.

Não tenhamos ilusões, se algum indígena ou algum habitante da região for ouvido tratar-se-á de indivíduos treinados e teledirigidos pelas ONGs e o comuno-progressismo auspiciado pela CNBB.
Os indígenas que estão se integrando na civilização brasileira e que são verdadeiros brasileiros de coração como o cacique Manuel e os seus, além dos pioneiros brancos, também corajosos brasileiros que lutam para levantar a região, não serão ouvidos.

Enquanto, Belo Monte vai sendo bloqueada por manobras ideológicas, os militantes ecologistas do mundo saúdam com euforia seus correligionários ongueiros, indígenas e esquerdistas o mundo inteiro, lendo jornais da inteligência socialista em Paris, Washington ou Roma.

Um comentário:

Anônimo disse...

bem meu camarada cavaleiro do tempo...antes de mais nada axo ki vc é um aprendiz de critico, com idéias muito fantaziosas e ridiculas....e outra coisa o indigena não é teledirigido porcaria nenhuma....teleguiado ou dirigido seja lá kual for a melhor forma de vc entender são pessoas como vc que vivem da teoria, que quando acabam de ler uma noticia fantaziosa correm pro computador para escrever um monte de merda com fundamentos fulteis....sem mais para o momento muito obrigado.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".