Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

ONDE MORA O PERIGO

NIVALDO CORDEIRO
18/10/2008

Em 1953, já no fim de sua vida, Ortega y Gasset escreveu sobre o Estado:

Em la evolución del Estado, la legislación se ha hecho cada vez más fecunda, y en los últimos tiempos se ha convertido en una ametralladora que dispara leyes sin cesar. Esto trae consigo que el individuo no pueda proyectar su vida, y como la función más sustantiva del individuo es precisamente eso: proyectar su propria vida, la legislación incontinente le desencaja de sí mismo, le impede de ser”.

Esta é outra bela maneira – profunda – de dizer que há uma contradição abissal entre o anelo pela liberdade do homem e a forma como o Estado está constituído nos tempos atuais. Ortega completa afirmando o caráter surdo e inexorável das leis. Quero aqui meditar sobre essa constatação do filósofo. Ele acrescenta: “Por su propria forma la ley es inexorabelmente inhumana y anti-natural – buen ejemplo de cómo todo lo social es humanidad deshumanizada, mineralizada”.

Antes, convém lembrar para que o Estado foi criado. Na origem o Estado resultou da visão de homens excepcionais que, diante do perigo, organizaram o Estado para defender a comunidade. Portanto, é o Estado um instrumento da luta dos homens contra os perigos externos à comunidade, sejam estes naturais, sejam (o que é mais freqüente), os perigos oriundos de populações humanas inimigas

O Estado, desde o início, é um projeto de violência latente para a guerra.

No livro A REBELIÃO DAS MASSAS Ortega levanta a tese de que agora o grande perigo contra a humanidade é o Estado. No texto de 1953, a que me refiro (EN EL FONDO, QUERRÍA LO MEJOR), ele não apenas reitera o que escreveu em 1930, depois dos cataclismos do nazismo e da horrenda II Guerra Mundial, sem falar na fatídica Guerra Civil Espanhola, sua querida pátria. Atente-se para a ironia no título do artigo. Então Ortega pôde constatar, incentivando os seus leitores a perceberem o grande perigo que constitui o Estado contemporâneo:

La lucha no será fácil, porque precisamente ahora el Estado rebasa por encima de todo lo que hasta el presente pretendía ser, y aun quiere llegar a ser lo que menos puede ser: se ha convertido en un Estado-beneficencia. Es conmovedora esta ternura que el Estado manifesta hoy como Estado-beneficencia. En el fundo quería el Estado defender desde el principio, de la menor manera, al individuo contra los mayores peligros e querría hacer bien las cosas. Pero el resultado es que amenaza con asfixiar al indivíduo”.

Voltemos ao ponto anterior. Esse caráter inexorável das leis, nos tempos modernos, se converte nas barras da prisão em que o sistema jurídico transformou-se, para a nossa suposta proteção. A gênese desse equívoco tem três vetores. 

Em primeiro lugar, desde o Renascimento que o conceito de lei natural foi abandonado. Caiu-se progressivamente no positivismo jurídico, de sorte que os legisladores e os juristas passaram a acreditar piamente que poderiam criar tantas leis quanto quisessem de sua própria mente, ao arrepio das tradições e do caráter transcendente da fonte da Justiça. O homem é visto pela ótica de Maquiavel e Rousseau: pode-se maquinar qualquer coisa no corpo jurídico e legitimá-la a partir de uma suposta Vontade Geral. Leis assim geradas transformaram-se no terror, no horror como jamais a humanidade experimentou.

Em segundo lugar, a criação da segunda realidade proposta pelo Idealismo. Esses homens sem passado, que miram um futuro perfeito, independentemente do real, foram os autores intelectuais da criação do monstro estatal.

Em terceiro, a visão fantasmagórica do ente estatal, que de instrumento criado pelo homem transformou-se no demiurgo da sociedade perfeita. A grande ilusão da modernidade, a fonte de todos os sofrimentos.

As sociedades contemporâneas tornaram-se o cárcere das multidões, mais das vezes literalmente. Nunca tantos homens foram feitos prisioneiros nas masmorras estatais, sob os pretextos legais os mais banais. Em substituição a essa estúpida rebelião das massas que escravizou a humanidade pelo Estado, é chegado o tempo da rebelião dos homens enquanto pessoas livres, para restaurar a liberdade. Essa rebelião é a revolução liberal, que propõe o Estado Mínimo, o único compatível com a liberdade e a dignidade do homem.

Na verdade, os descendentes de Maquiavel e Rousseau, os socialistas e comunistas e os advogados do Estado Grande em geral, fizeram das leis uma espécie de matemática social. Como sabemos, desde Galileu e sua nova ciência houve uma profunda mudança nos métodos de investigação das ciências da natureza, de sorte que a razão pura, o método matemático, deu aos homens um imenso poder de compreender e colocar a natureza a seus serviços, pela técnica derivada dos novos conhecimentos. Os engenheiros da alma humana, analogamente, quiseram fazer das leis o instrumento, a matemática instrumental para uma nova ciência social, de modo a criar um homem novo.

Não haveria, na visão desses novos homens, mais nenhuma necessidade de se buscar a lei natural e muito menos levar em conta a Revelação. Agora a humanidade teria supostamente os meios para instituir a sociedade perfeita, a utopia tão ansiosamente buscada, rebelando-se contra restrições naturais, como a lei da escassez. Nesse afã o Estado, criado originalmente para eliminar as ameaças e os perigos, tornou-se ele mesmo a única ameaça e o único perigo contra as pessoas. Rouba-as, mata-as, prende-as, suprime sua liberdade, sua criatividade, sua espontaneidade. E, ao incorporar as técnicas modernas à arte da guerra, tornou-se um instrumento industrial de matança. Pior, os governantes descobriram que praticar guerras periódicas, de preferência contra inimigos mais fracos, é um ótimo instrumento de controle social e de legitimação política.

O perigo estatal alcançou proporções apocalípticas. Assim, só tolos de almas herméticas não se apercebem do engodo que é o Mommy State. Ortega, a propósito, encerra seu artigo com uma fábula bastante ilustrativa:

Por esa razón conviene contar la fábula del oso, amigo del hombre: El hombre, tendido, dormía; el oso, amigo del hombre, vigiaba su sueño. Una mosca se posa en la frente del hombre. El oso no puede consentir esta perturbación en el sueño del hombre, sua amigo. Com su garra espanta la mosca, pero con ello aplasta la cabeça del hombre”.

Urso ou ogro? Chamemos o Estado como quisermos, tanto faz. Temos, todavia, que ter em conta que estamos diante de uma Besta e não apenas metafórica. Ela é gigantesca, estúpida, primitiva e devoradora de homens, a última predadora dos filhos de Eva que sobrou, além dos micro-organismos. Na verdade, estamos diante da Besta que é nominada na Bíblia. O Estado é também a imanentização do Mal por antonomásia. Nunca deveremos esquecer-nos desse importantíssimo detalhe.

Escrevo tudo isso para lhe falar, meu caro leitor, da crise financeira mundial. Homens estúpidos, até mesmo ganhadores do Prêmio Nobel de Economia, estão administrando a crise da maneira a mais estúpida. Puseram o urso para velar o sono dos inocentes. A cada ronco dos adormecidos virá a patada fatal daquele que, no fundo, só quer o melhor para todos nós. Temos que pôr esses estúpidos laureados em fuga, longe do poder de Estado, sob pena de perecermos todos.

OAB quer posição do Supremo sobre anistia

BRASIL ACIMA DE TUDO
22 de outubro de 2008
chandler_morto

OAB deseja pintar de inocentes os verdadeiros torturadores, assassinos e terroristas que atormentaram a Nação e foram anistiados. Neste panorama, há muitos advogados esperando uma "boquinha".

Entidade pede que tribunal declare que lei não beneficia torturador

Brasília, ESP - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) nacional pediu ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF) declaração formal de que a Lei de Anistia não pode beneficiar os agentes da repressão que, durante o regime militar, mataram, torturaram e foram responsáveis pelo desaparecimento de pessoas. "A tortura não é crime político em lugar nenhum do mundo", afirmou o presidente da OAB, Cezar Britto. "Não há dúvida de que a Lei de Anistia cumpriu seu papel e nós devemos cumprir o nosso: punir quem matou e torturou."

Em sua petição ao Supremo, a Ordem argumenta que "a interpretação segundo a qual a norma questionada concedeu anistia a vários agentes públicos responsáveis, entre outras violências, pela prática de homicídio, desaparecimento forçado, tortura e abusos sexuais contra opositores políticos viola frontalmente diversos preceitos fundamentais da Constituição".

De acordo com a tese da OAB, não pode haver conexão entre os crimes políticos cometidos pelos opositores do regime militar e os crimes comuns praticados contra eles pelos agentes da repressão. "É fora de qualquer dúvida que os agentes policiais e militares da repressão política, durante o regime castrense, não cometeram crimes políticos", defende a entidade.

CONCEITO

No pedido enviado ao STF, a Ordem argumenta que os agentes públicos que mataram, torturaram e violentaram sexualmente opositores políticos entre setembro de 1961 e agosto de 1979 não atentaram contra a ordem política e a segurança nacional. 

"Bem ao contrário, sob pretexto de defender o regime político instaurado pelo golpe militar de 1964, praticaram crimes comuns contra aqueles que, supostamente, punham em perigo a ordem política e a segurança do Estado", conclui a entidade.

É o fim. Esse era o Clube Militar.

Por e-mail, confirmado pelo autor, o Coronel CÍCERO NOVO FORNARI

     EX-GUERRILHEIRO GANHA APOIO NO CLUBE MILITAR
 
     Com um misto de espanto e indignação fui surpreendido pelos jornais de hoje, estampando notícias da ida do Gabeira à sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro.
     
     Pelo que está escrito, o Presidente do Clube, Gen Gilberto Figueiredo e mais dez coronéis, alguns da Diretoria, receberam o TERRORISTA, SEQÜESTRADOR, TORTURADOR e MACONHEIRO, num clima de conciliação e de apoio ao candidato a prefeito do Rio de Janeiro.

     "O TEMPORA, O MORES "! Ó tempos, ó costumes.
     
      É a degradação do nosso Clube.

      A única atitude dígna do sócio é se colocar em vigília permanente e exigir a renúncia da Diretoria  que ultrajou o nome e o passado de lutas e de glórias do nosso Clube.

     Eu, da minha parte, estou exercendo o direito de espernear, o único direito que é concedido ao enforcado, e estou solicitando , públicamente, a minha demissão  do quadro social do Clube Militar.
          
             CÍCERO NOVO FORNARI- Coronel do Exército, com muita HONRA.


Cavaleiro do Templo: TOTAL APOIO AO CORONEL CÍCERO NOVO FORNARI. Acredito que os bons devem se afastar dos maus como fez o Coronel em mais este ato de bravura e coragem. Leiam mais sobre o CORONEL CÍCERO NOVO FORNARI aqui.

NOTÍCIA BOMBA: OBAMA DESQUALIFICADO PARA CONCORRER À PRESIDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS

OBAMA CRIMES

CAVALEIRO DO TEMPLO: 
NOTÍCIA ENVIADA PARA O CAVALEIRO EM PRIMEIRÍSSIMA MÃO PELO BLOG


clique AQUI para o blog A LÍNGUA!, lá tem a tradução do artigo abaixo

Parabéns IRMÃAAAOOOOO!!!!

Obama & DNC Admit All Allegations of Federal Court Lawsuit - Obama’s “Not” Qualified to be President

Obama Should Immediately Withdraw his Candidacy for President

For Immediate Release: - 10/21/08 - Complete contact details and pdfs of this press release and motions filed by plaintiff Berg today are at the end of this article

(Lafayette Hill, Pennsylvania – 10/21/08) - Philip J. Berg, Esquire, the Attorney who filed suit against Barack H. Obama challenging Senator Obama’s lack of “qualifications” to serve as President of the United States, announced today that Obama and tbe DNC “ADMITTED”, by way of failure to timely respond to Requests for Admissions, all of the numerous specific requests in the Federal lawsuit. Obama is “NOT QUALIFIED” to be President and therefore Obama must immediately withdraw his candidacy for President and the DNC shall substitute a qualified candidate. The case is Berg v. Obama, No. 08-cv-04083.

Berg stated that he filed Requests for Admissions on September 15, 2008 with a response by way of answer or objection had to be served within thirty [30] days. No response to the Requests for Admissions was served by way of response or objection. Thus, all of the Admissions directed to Obama and the DNC are deemed “ADMITTED.” Therefore, Obama must immediately withdraw his candidacy for President.

OBAMA - Admitted: 

1. I was born in Kenya. 

2. I am a Kenya “natural born” citizen. 

3. My foreign birth was registered in the State of Hawaii. 

4. My father, Barrack Hussein Obama, Sr. admitted Paternity of me. 

5. My mother gave birth to me in Mombosa, Kenya. 

6. My mother’s maiden name is Stanley Ann Dunham a/k/a Ann Dunham. 

7. The COLB [Certification of Live Birth] posted on the website “Fightthesmears.com” is a forgery. 

8. I was adopted by a Foreign Citizen. 

9. I was adopted by Lolo Soetoro, M.A. a citizen of Indonesia. 

10. I was not born in Hawaii. 

11. I was not born at the Queens Medical Center in Hawaii. 

12. I was not born at Kapi’olani Medical Center for Women and Children in Hawaii. 

13. I was not born in a Hospital in Hawaii. 

14. I am a citizen of Indonesia. 

15. I never took the “Oath of Allegiance” to regain my U.S. Citizenship status. 

16. I am not a “natural born” United States citizen. 

17. My date of birth is August 4, 1961. 

18. I traveled to Pakistan in 1981 with my Pakistan friends. 

19. In 1981, I went to Indonesia on my way to Pakistan. 

20. Pakistan was a no travel zone in 1981 for American Citizens. 

21. In 1981, Pakistan was not allowing American Citizens to enter their country. 

22. I traveled on my Indonesian Passport to Pakistan. 

23. I renewed my Indonesian Passport on my way to Pakistan. 

24. My senior campaign staff is aware I am not a “natural born” United States Citizen. 

25. I am proud of my Kenya Heritage. 

26. My relatives have requested changes to the portion of my birth certificate that identifies my first name. 

27. My relatives have requested changes to the portion of my birth certificate that identifies my last name. 

28. My relatives have requested changes to the portion of my birth certificate that identifies my place of birth. 

29. I requested changes to the portion of my birth certificate that identifies my first name. 

30. I requested changes to the portion of my birth certificate that identifies my last name. 

31. I requested changes to the portion of my birth certificate that identifies my place of birth. 

32. The document identified as my Indonesian School record from Fransiskus Assisi School in Jakarta, Indonesia is genuine. 

33. I went to a Judge in Hawaii to have my name changed. 

34. I went to a Senator and/or Congressman or other public official in Hawaii to have my name changed. 

35. I had a passport issued to me from the Government of Indonesia. 

36. The United States Constitution does not allow for a Person to hold the office of President of the United States unless that person is a “natural born” United States citizen. 

37. I am ineligible pursuant to the United States Constitution to serve as President and/or Vice President of the United States. 

38. I never renounced my citizenship as it relates to my citizenship to the country of Indonesia.

39. I never renounced my citizenship as it relates to my citizenship to the country of Kenya. 

40. I am an Attorney who specializes in Constitutional Law. 

41. Kenya was a part of the British Colonies at the time of my birth. 

42. Kenya did not become its own Republic until 1963.

43. I am not a “Naturalized” United States Citizen. 

44. I obtained $200 Million dollars in campaign funds by fraudulent means. 

45. I cannot produce a “vault” (original) long version of a birth certificate showing my birth in Hawaii. 

46. My “vault” (original) long version birth certificate shows my birth in Kenya.

47. The only times I was to a Hospital in Hawaii was for check-ups or medical treatments for illnesses. 

48. Queens Medical Center in Honolulu, Hawaii does not have any record of my mother, Stanley Ann Dunham (Obama) giving birth to me.

49. Kapi’olani Medical Center for Women and Children in Honolulu, Hawaii does not have any record of my mother, Stanley Ann Dunham (Obama) giving birth to me. 

50. I was born in the Coast Province Hospital in Mombasa, Kenya. 

51. I represented on my State Bar application in Illinois that I never used any other name other than Barack Hussein Obama. 

52. I went by the name Barry Soetoro in Indonesia. 

53. My Indonesian school records are under the name of Barry Soetoro. 

54. I took an Oath to uphold the United States Constitution when admitted to the State Bar of Illinois to practice Law. 

55. I took an Oath to uphold the United States Constitution when I was Sworn into my United States Senate Office. 

56. I hold dual citizenship with at least one other Country besides the United States of America.

DNC - Admitted: 

1. The DNC nominated Barrack Hussein Obama as the Democratic Nominee for President. 

2. The DNC has not vetted Barrack Hussein Obama. 

3. The DNC did not have a background check performed on Barrack Hussein Obama. 

4.The DNC did not verify Barrack Hussein Obama’s eligibility to serve as President of the United States. 

5. The DNC admits Barrack Hussein Obama was born in Kenya.

6. The DNC admits Barrack Hussein Obama is not a “natural born” United States citizen.

7. The DNC admits Barrack Hussein Obama was not born in Hawaii. 

8.The DNC admits they have not inquired into Barrack Hussein Obama’s citizenship status.

9. The DNC admits they have a duty to properly vette the Democratic Nominee for President. 

10.The DNC admits Lolo Soetoro, M.A., an Indonesian citizen adopted Barrack Hussein Obama.

11. The DNC admits the Credentials Committee has been aware of this lawsuit since August 22, 2008 as the lawsuit was faxed to our Washington D.C. Office on August 22, 2008.

12. The DNC admits their Credentials Committee failed to verify and/or inquire into the credentials of Barack Hussein Obama to serve as the President of the United States. 

13. The DNC admits their Credential Committee’s Report failed to address the issues of Barack Hussein Obama’s ineligibility to serve as President of the United States. 

14.The DNC admits Howard Dean, Chair Person has and had knowledge Barack Hussein Obama was born in Kenya and ineligible to serve as the President of the United States. 

15. The DNC admits Plaintiff and all Democratic citizens of the United States have been personally injured as a result of not having a qualified Democratic Presidential Nominee to cast their votes upon. 

16. The DNC admits Plaintiff and all citizens of the United States have a Constitutional Right to vote for the President of the United States and to have two (2) qualified candidates of which to choose from. 

17. The DNC admits Plaintiff and all citizens of the United States have a Constitutional right to have a properly vetted Democratic Presidential Nominee of which to cast their vote.

18. The DNC admits an FBI background check is not performed on the Presidential or Vice Presidential Candidates. 

19. The DNC admits the United States Constitution does not allow for a Person to hold the office of President of the United States unless that person is a “natural born” United States citizen.

20. The DNC admits they collected donations on behalf of Barack Hussein Obama for his Presidential campaign.

21. The DNC admits Plaintiff and Democratic citizens donated money based on false representations that Barack Hussein Obama was qualified to serve as the President of the United States. 

22. The DNC admits if Barack Hussein Obama is elected as President and allowed to serve as President of the United States in violation of  our Constitution, it will create a Constitutional crisis.

23. The DNC admits Barack Hussein Obama took an Oath to uphold the United States Constitution. 

24. The DNC admits allowing a person who is not a “natural born” citizen to serve as President of the United States violates Plaintiff’s rights to due process of law in violation of the United States Constitution.

25. The DNC admits allowing a person who is not a “natural born” citizen to serve as President of the United States violates Plaintiff’s rights to Equal Protection of the laws in violation of the United States Constitution.

26. The DNC admits the function of the DNC is to secure a Democratic Presidential Candidate who will protect Democratic citizen’s interests, fight for their equal opportunities and fight for justice for all Americans. 

27. The DNC admits the Democratic National Committee has been promoting Barack Hussein Obama’s Presidential election knowing he was ineligible to serve as President of the United States.
Our website obamacrimes.com now has 50.7 + million hits. We are urging all to spread the word of our website – and forward to your local newspapers, radio and TV stations. Berg again stressed his position regarding the urgency of this case as, “we” the people, are heading to a “Constitutional Crisis” if this case is not resolved forthwith.

Philip J. Berg, Esquire
555 Andorra Glen Court, Suite 12
Lafayette Hill, PA 19444-2531
Cell (610) 662-3005
(610) 825-3134
(800) 993-PHIL [7445]
Fax (610) 834-7659
philjberg@obamacrimes.com 

Petróleo cai e abala plano dos anti-EUA - e agora, salafrários???

ESTADÃO DE HOJE
Simon Romero, The New York Times, Caracas - Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2008

Com menos petrodólares, Venezuela, Irã e Rússia têm reduzida a capacidade de atrair aliados e refazem cálculos

Com sucessivas altas do preço do petróleo, nos últimos anos, os líderes da Venezuela, Irã e Rússia, fortaleceram suas posições, o que lhes permitiu ingressar no cenário mundial usando a diplomacia do talão de cheques e, dependendo da ocasião, da intimidação.

Agora, a queda violenta das receitas abre uma série de interrogações quanto à capacidade destes países arcarem com seus gastos - e com a pretensão de fazer frente à hegemonia dos EUA. Para as três nações, os petrodólares representaram um meio para alcançar um fim ideológico.

O venezuelano Hugo Chávez usou-os para dar início à revolução inspirada no socialismo, em seu país, e para fornecer apoio a líderes latino-americanos que abraçavam suas mesmas tendências, com o objetivo de minar a influência americana outrora dominante.

O Irã estendeu sua influência em todo o Oriente Médio, promovendo-se a líder do mundo islâmico, e usou seus petrodólares para desafiar os esforços do Ocidente para impedir o avanço de seu programa nuclear.

A Rússia, que sofreu um humilhante colapso econômico na década de 90, depois da queda do comunismo, reconquistou parte da posição que ocupava no mundo. Começou a reconstituir suas forças militares, recuperou o controle de oleodutos e gasodutos e repeliu as tentativas de penetração do Ocidente no antigo império soviético.

Financiar essas ambições custa muito mais quando o petróleo está cotado a US$ 74,25 o barril, seu preço de fechamento na segunda-feira em Nova York, do que quando era cotado a US$ 147, três meses atrás.

Isso não significa que esses países estejam na iminência de um desastre econômico ou abandonarão seus objetivos políticos.

E o preço do petróleo, cuja cotação ainda é o dobro do que, há alguns anos, já era elevado, sempre pode voltar a subir.

RECESSÃO NO HORIZONTE

No entanto, Rússia, Irã e Venezuela basearam seus gastos em um patamar de cotação que consideraram conservador, mas agora está próximo do nível do mercado. Novas quedas significativas poderão levar os gastos desses países a um nível deficitário ou pelo menos a obrigá-los a escolher entre suas prioridades. Uma recessão mundial agravaria a situação, reduzindo a demanda de energia e pressionando o preço para baixo.

Não está claro se as novas pressões criarão oportunidades para que os EUA abrandem as tensões, ou se os líderes dos três países se limitarão a usar declarações raivosas, se não puderem apelar para ações provocadoras.

Chávez prossegue com suas aberturas para a Rússia. Talvez agora, ele, o primeiro-ministro Vladimir V. Putin da Rússia, e o presidente Mahmud Ahmadinejad do Irã, vejam os EUA, sacudidos pela crise financeira, como uma nação ainda mais vulnerável.

Daniel Yergin, presidente da Cambridge Energy Research Associates, uma consultoria de Massachusetts, disse que os países petrolíferos se deparam com a necessidade de reformular cálculos.

Originalmente, afirmou, eles entendiam a crise econômica como um problema que dizia respeito apenas aos Estados Unidos, até que o preço do petróleo despencou.

"Agora, os países produtores experimentam um choque petrolífero às avessas", comentou Yergin. "Enquanto as receitas cresciam, os gastos dos governos subiam e a expectativa de fortunas inesperadas os levaram a alimentar ambições ainda maiores. Agora, estão descobrindo seu grau de integração num mundo globalizado".

COLABORARAM MICHAEL SLACKMAN E CLIFFORD J. LEVY

SINAL DE ALERTA

Venezuela: Em setembro, Chávez foi enfático ao anunciar exercícios navais com a Rússia no Caribe, despentando rivalidades da Guerra Fria no hemisfério. Usou dinheiro do
petróleo para conquistar amigos na região, incluindo o boliviano
Evo Morales. As despesas também aumentaram com a ampla rede de programas sociais para promover a meta de criar um Estado socialista. O orçamento de 2009, com base no preço do petróleo a US$ 60 o barril, inclui uma elevação de 23% nos gastos do governo, para US$ 78,9 bilhões. Mas os venezuelanos
mostram-se alarmados quanto à capacidade do governo de pagar suas contas.

Irã: Teerã foi capaz de resistir às sanções econômicas impostas pelo Ocidente graças ao preço do petróleo. O país tem a segunda maior reserva conhecida do mundo e fez uso dela nos últimos anos como arma política e econômica para desafiar o Ocidente. Os petrodólares ajudaram o Irã a aumentar a influência sobre Iraque, Líbano - por meio do Hezbollah - e o conflito entre Israel e os palestinos, por intermédio do Hamas. Internamente, o dinheiro permitiu aos ideólogos linha-dura preservar o poder.

Rússia: Em um dia de inverno de 2006, a Rússia cortou subitamente o fornecimento de gás natural para a Ucrânia onde um governo pró-Ocidente chegara ao poder. Há dois meses, a reação branda de algumas nações européias à invasão da Georgia pela Rússia pareceu indicar que a Europa se tornara dependente demais do gás russo e não poderia ousar um questionamento mais firme. Agora, porém, com os preços do gás despencando, essa estratégia foi colocada em questão.

Cavaleiro do Templo: pois é... Estes salafrários declaram que o capitalismo é a pior coisa do Universo inteiro, que os EEUU devem acabar, toda aquela cantilena sociopata comunista/socialista. Mas o que parece que ninguém percebe é que estes salafrários, Lula entre eles, são feitos pelo CAPITALISMO, é o CAPITALISMO e seu maior expoente, os ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, que colocam comida nas suas mesas. Vamos ver agora onde está a "machesa" destes que só querem saber de uma coisa: O PODER TOTAL LIVRE DE RESPONSABILIDADES, que são duas das definições do COMUNISMO/SOCIALISMO

B : impostos e socorro a empresas COMO O SEU DINHEIRO

MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - MOVCC

O aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) resultou em uma arrecadação de R$ 666 milhões em setembro deste ano, valor 145,12% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, de R$ 272 milhões. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Receita Federal. A elevação na alíquota do IOF fez parte de um pacote de medidas tomadas pelo governo no início do ano para compensar o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), derrubada pelo Senado. Por Diego Casagrande. Leia também: Arrecadação federal beira R$ 500 bilhões e bate recorde até setembro



DESTINO DE R$ 50 BI DA CIDE É MISTÉRIO
O presidente Lula recebeu do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a herança bendita da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), imposto sobre o combustível criado em 2002 para gerar investimentos para estradas e infra-estrutura de transporte. Desde 2003 até 30 de setembro deste ano, a Cide rendeu R$ 50 bilhões ao governo Lula. Apesar disso, sua aplicação se mantém um mistério.


ESCONDIDO
O Ministério dos Transportes, encarregado da contribuição sobre combustíveis, esconde como gasta essa montanha de dinheiro. Por Cláudio Humberto




"O (...)" DO TRABALHADOR VAI ENTRAR NA RODA
As pobres construtoras, as que menos ganharam no governo de Lula até agora, serão socorridas com o dinheiro do trabalhador.

Mantega diz que governo pode usar FGTS para ajudar construção civil. Leia aqui:
"Poupança e FGTS poderão financiar pacote da construção" . O governo poderá mexer nas regras de uso da poupança a fim de liberar recursos para financiar capital de giro às construtoras.

NOTÍCIA MARAVILHOSA - Bispo barra manifesto pró-PT

ESTADÃO DE HOJE
Vera Rosa, Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2008

D. Pedro pede perdão a fiéis por apoio de padres a Marta

O manifesto divulgado por padres vinculados a pastorais sociais em favor da candidata do PT à prefeitura, Marta Suplicy, provocou desconforto na Igreja Católica. Para conter o mal-estar, o bispo auxiliar de São Paulo, d. Pedro Luiz Stringhini, divulgou nota de esclarecimento, na qual pede "perdão aos fiéis que se sentiram ofendidos". Mais: diz que a distribuição da mensagem nas missas já estava proibida antes mesmo de seu lançamento, na sexta-feira.

"A Igreja não aprova a participação de padres em apoio a um manifesto de caráter político, partidário, eleitoral", reagiu o bispo. Coordenador da comissão que idealizou o manifesto, o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, afirmou que o texto foi mal interpretado.

"Não estamos dando um cheque em branco para Marta", disse Carvalho. Um dos principais auxiliares de Lula no Planalto, ele lembrou que a carta, assinada pelo Fórum de Católicos pela Justiça, em Favor dos Mais Pobres, também não expressa a posição oficial da Igreja Católica, mas, sim, de alguns setores. (Cavaleiro do Templo: FINALMENTE ALGUÉM DE DENTRO DA IGREJA SE MANIFESTA CONTRA A DEMONOLOGIA DA LIBERTAÇÃO!!! ATÉ QUE ENFIIIMMMMMMM!!!)

"Eu compreendo a preocupação de d. Pedro de não permitir que a Igreja se posicione eleitoralmente. Mas o Fórum não é de padres, é de católicos", insistiu Carvalho.

Ex-seminarista, o homem forte de Lula - que desembarcou em São Paulo há dez dias, para socorrer a campanha de Marta - integra o movimento Fé e Política. Trata-se de uma ala da chamada Igreja progressista que considera necessário o posicionamento de cristãos em defesa de projetos que mais se aproximem do Evangelho. (Cavaleiro do Templo: até pareceeeeeee!!! Demonologia da Libertação não é cristianismo, é satanismooooooooooooooooo!!!) 

"Só lamento que em nenhum momento tenha havido manifestação oficial da Igreja sobre o site de Gilberto Kassab (DEM), que ostenta fotos com bispos e padres", argumentou Carvalho, numa referência ao prefeito, candidato à reeleição.

O padre Tarcísio Marques Mesquita, que também participou da reunião para o lançamento do manifesto pró-Marta, disse que a mensagem de apoio à petista não foi lida nas missas.

"O nosso objetivo não foi produzir animosidade nem ofender o outro candidato e, sim, defender projetos que contemplam os moradores de rua, os excluídos. Não queremos criar polêmica, mas o padre Marcelo Rossi apareceu outro dia com um bolo na mão e Kassab apagou as velinhas. Eu não cantei parabéns para ninguém", comentou o padre, ao lembrar que o prefeito também expôs suas idéias na Região Episcopal Belém.

Tanto Mesquita como Carvalho admitiram que Marta enfrenta rejeição de setores da Igreja e de evangélicos por defender a ampliação do direito ao aborto e a união civil entre homossexuais. Ressalvaram, porém, que a prefeitura não cuida desses temas. "Claro que não sou a favor do aborto, mas não discutimos isso. Também não ficamos em celeumas sobre opção sexual. Tratamos de questões mais sublimes, como saneamento básico e centros de saúde", garantiu Mesquita.

União faz a defesa de acusados de tortura

JUSBRASIL NOTÍCIAS
22/10/2008
Fonte: Associação do Ministério Público do Espirito Santo

SÃO PAULO. A União assumiu a defesa dos coronéis da reserva Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir dos Santos Maciel, alvos de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) pela tortura de presos políticos e a morte de pelo menos 64 deles entre 1970 e 1976, período em que comandaram o Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI/Codi) do Exército.

Na prática, segundo fontes do Ministério Público, significa que o governo optou pela defesa dos acusados, quando poderia se manter neutro ou até mesmo se posicionar a favor das punições. Agora a União também é ré na ação.

Este ano, o ministro da Justiça, Tarso Genro, e o secretário nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, chegaram a se manifestaram a favor da punição aos torturadores, mas foram desautorizados pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que teria manifestado opinião do presidente Lula.

Na contestação de 44 páginas apresentada em 14 de outubro pela Advocacia Geral da União à 8aVara Federal Cível de São Paulo, a advogada Lucila Garbelini e o procuradorregional da União em São Paulo, Gustavo Henrique Pinheiro Amorim, defendem a tese de que a Lei da Anistia de 1979 protege os coronéis: "A lei, anterior à Constituição de 1988, concedeu anistia a todos quantos, no período entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos (...). Assim, a vedação da concessão da anistia a crimes pela prática de tortura não poderá jamais retroagir".

A ação do Ministério Público contra Ustra e Maciel é a primeira a contestar a validade da Lei da Anistia para acusados de tortura. Na ação, os procuradores federais Marlon Weichert e Eugênia Fávero pedem que Ustra e Maciel restituam à União todo o dinheiro pago em indenizações a vítimas de tortura no DOI/Codi, principal centro de repressão política em São Paulo entre 1970 e 1976. No período, segundo dados das próprias Forças Armadas divulgados no livro "Direito à Memória e à Verdade", da Presidência da República, 6.897 pessoas passaram pelo DOI/Codi.

Piadinha para descontrair - Paraguai diz seguir manobras militares do Brasil com atenção

MSN NOTÍCIAS
REUTERS - 21.10.2008 

ASSUNÇÃO (Reuters) - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, disse na terça-feira que seu governo acompanha com atenção os exercícios militares realizados pelo Exército brasileiro na região de fronteira, e advertiu que protestará em caso de excessos.

O Brasil começou no dia 13 a chamada Operação Fronteira Sul 2, para a qual mobilizou cerca de 10 mil homens nas fronteiras com Paraguai, Argentina e Uruguai, como treinamento contra atividades ilegais.

As manobras, que irão até o dia 24, geraram mal-estar entre moradores do lado paraguaio da fronteira, que viram no fato uma demonstração de força contra ameaças de camponeses de ocupar propriedades de agricultores brasileiros.

Em entrevista coletiva, Lugo disse que as manobras são normais e que o Brasil tem direito de realizar exercícios militares no seu território sem com isso violar a soberania de ninguém.
"A postura do governo é clara: a soberania nacional não foi quebrantada, a independência e a autonomia do nosso governo não foram violentadas. Nesse sentido, oficialmente não fizemos nenhuma reclamação por esses exercícios . Mas nem um milímetro do território e da soberania do país pode ser molestado. Se isso ocorrer, a reação paraguaia não se deixará esperar", afirmou.
Lugo admitiu que a presença das tropas "desperta a sensibilidade do paraguaio", mas que outros países realizam exercícios perto de fronteiras "sem maiores repercussões."

O embaixador brasileiro em Assunção, Valter Pecly, que está deixando o cargo, afirmou que as relações bilaterais são boas e que a operação é rotineira.

"Essa operação é feita duas vezes por ano na fronteira sul, é algo muito natural, e é feita também na Amazônia, na fronteira com Colômbia, Venezuela, Bolívia, e não acontece nada", disse o diplomata a jornalistas depois de reunião com Lugo.

Pecly disse que Brasília vê com preocupação as ameaças aos seus cidadãos, mas "confia em que as instituições correspondentes no Paraguai vão atuar dentro da lei."

(Reportagem de Mariel Cristaldo)

ACABOU A FARRA CHAVISTA DO PETRÓLEO?!

Por e-mail (sic)


ACABOU A FARRA CHAVISTA DO PETRÓLEO?!

Publicado na quinta-feira, 16 de outubro de 2008 - Tradução de Francisco Vianna

O colapso financeiro de 2008 não perdoa nenhuma ideologia: pulverizou a escola do capitalismo especulativo e desregulamentado do governo Bush e arruinará também o populismo de esquerda do presidente venezuelano Hugo Chávez, com base nos altos preços do petróleo.

Quase todos os economistas coincidem em que a Venezuela será o país latino-americano mais duramente golpeado pela recessão mundial que se avizinha (para desespero da Argentina).

Isso se deve ao fato de que a Venezuela obtém 94 % de sua renda em dólares e outras moedas fortes estrangeiras da exportação do petróleo cru, e os preções dessa mercadoria bateram um recorde de queda de US$146 o barril no mês de julho para algo em torno de US$75 o barril na quarta-feira de ontem.

Numa recessão global, os países industrializados comprarão menos petróleo. O banco financeiro Goldman Sachs avaliou esta semana que os preços do cru cairão em média a US$70 o barril até o fim desse ano, e que podem baixar até chegar a US$50 o barril caso a recessão mundial se aprofunde.

Com tais preços, Chávez terá problemas para manter seus planos ‘sociais’ em seu país, o que poderá agravar as tensões que crescem entre os venezuelanos. E as grandiosas promessas de ajuda econômica que Chávez faz diariamente a outros países serão ainda mais difíceis de serem cumpridas.

A ‘PFC Energy’, uma empresa de consultoria com sede em Washington, disse que a Venezuela necessitará que o preço do petróleo se situe a peço menos US$97 o barril para que possa equilibrar a sua balança de pagamentos externos em 2009, uma cifra muito superior aos preços atuais. Rose Anne Franco, uma das autoras do informe da PFC, me disse que essa avaliação não inclui milhares de milhões de dólares prometidos por Chávez a outros países (como à Argentina, por exemplo), e que ainda não foram – e provavelmente não serão - oficializados.

Os funcionários do governo venezuelano dizem que o orçamento de 2009 foi todo calculado com o preço mínimo do petróleo a US$60 o barril, mas economistas independentes concordam que isso não quer dizer muita coisa, porque os presidentes venezuelanos sempre orçaram o petróleo a preços baixos para poderem gastar a seu bel prazer os excedentes que porventura consigam quando o produto alcança preços mais elevados, e  Chávez tem feito isso mais do que ninguém.

''Na América latina, a Venezuela poderá ser sem sombra de dúvida  o principal perdedor caso os preços do petróleo se mantenham baixos, pela imensa importância dessa mercadoria na economia do país'', disse Augusto de La Torre, o principal economista para a América latina do Banco Mundial. “A coisa pode ficar muito difícil, porque há um ritmo de gasto público muito elevado e não vai ser fácil politicamente reduzir esse  gasto público para ajustá-lo a um menor nível de renda do estado''.

O maior problema da Venezuela é que, embora os preços do petróleo tenham quintuplicado nos últimos seis anos, o gasto público também cresceu proporcionalmente. Para piorar as coisas, o governo de Chávez não incrementou suficientemente as reservas estrangeiras do país para poder enfrentar os anos de vacas magras e não pode aumentar a produção de petróleo para compensar a queda de preços porque muitas das instalações do monopólio estatal PDVSA não foram adequadamente mantidas e aumentadas.

''Acabou a ‘petro-festa’ chavista, e virá um ajuste muito importante'', disse Ramón Espinasa, assessor de energia do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e ex-chefe dos economistas da PDVSA. “Vai ser um choque forte em função da inércia do aumento de gasto público dos últimos seis anos''.

Um boletim informativo venezuelano, o VENECOMY, disse que o país poderá estar “no limiar de uma das piores crises econômicas de sua história''.

Com o preço do petróleo no nivel atual, é provável que o governo desvalorize a moeda antes do fim do ano, ou que aumente o imposto sobre o valor agregado, ou que anuncie um corte drástico do gasto público, ou que faça uma combinação de todas essas coisas, disse a publicação. Também começará ''a procurar bodes expiatórios, e como Bush já não está disponível, talvez escolha o setor privado venezuelano'', especula o relatório.

Minha opinião: a queda do preço do petróleo não impedirá Chávez de continuar gastando muito acima de suas possibilidades durante as próximas semanas, porque a primeira prioridade do ‘presidente narcisista-leninista’ da Venezuela será a de ganhar as eleições estaduais de fins de novembro.

E tampouco é provável que a recessão global provoque a queda de Chávez do poder. Ele agora controla as reservas do Banco Central, que  usa para absorver um pouco o impacto da crise. E sempre pode por a culpa no ''império'' norte-americano pelo inevitável aperto de cinto que os venezuelanos terão que se submeter.

Mas, com os atuais preços do petróleo, o ‘petro-populismo’ chavista ficará sem combustível (que me perdoem o trocadilho). A megalomania do presidente venezuelano sempre tem sido proporcional à alta dos preços do petróleo. E com tais preços em queda livre, preparem-se para assistir a um Chávez menos loquaz, ou a um Chávez que continuará falando até pelos cotovelos, porém com cada vez menos gente que lhe preste atenção.

Saudações,

VIANNA

Nunca antes neste País

ESTADÃO
Terça-Feira, 21 de Outubro de 2008 

No próximo domingo, as urnas do segundo turno das eleições municipais em cidades com mais de 200 mil eleitores produzirão mais que uma lista de vencedores e perdedores.

Delas certamente resultarão alterações profundas em biografias, teorias, estratégias, correlação de forças e mudanças significativas no comportamento de políticos, partidos, alianças.

É um dado novo em matéria de eleições municipais, sempre criticadas por excessivamente mornas desde a retomada do voto direto para prefeito, em 1985.

Nesse período, uma ou outra provocou impacto. Seja pela novidade, como a eleição da petista Maria Luiza Fontenelle, em Fortaleza, ou pela mudança de expectativa na última hora, como a vitória de Luiza Erundina sobre Paulo Maluf e a derrota de Fernando Henrique Cardoso para Jânio Quadros, em São Paulo.

Casos isolados, nenhuma delas teve significado conjunto, repercutiu de maneira acentuada no cenário nacional ou fez revelações capazes de reorientar condutas para embates futuros.

Tanto que a oposição apegou-se ao dogma segundo o qual eleição de prefeito não ultrapassa os limites do município e sublimou antecipadamente o "passeio" dos partidos aliados ao governo federal que, por isso mesmo, tentou dar às disputas um caráter de plebiscito nacional em torno da popular figura do presidente Luiz Inácio da Silva.

Não aconteceu o passeio, não ocorreu o plebiscito, não houve julgamento contra ou a favor. Em compensação, sobraram confrontos eletrizantes, resultados surpreendentes, políticos saíram bem menores, outros ficaram enormes, teorias foram fulminadas, conceitos revistos, gente que era coadjuvante passou a figurar como protagonista e vice-versa.

Nada se passou de acordo com as regras preestabelecidas, o inesperado continua a produzir surpresas todos os dias e no domingo, com viradas ou sem elas, haverá prefeitos eleitos politicamente perdedores bem como candidatos derrotados com a aura de vencedores.

Isso sem contar os políticos que passam definitivamente da segunda para a primeira divisão dos produtores de votos e aqueles que conseguiram bom desempenho contrariando o manual do político tradicional.

Caso típico de Fernando Gabeira, no Rio. Entrou na disputa e passou para o segundo turno com o mesmo jeito de "outsider" de sempre. Nos debates jogou na inteligência deixando de lado as normas de marketing, enquanto o adversário, Eduardo Paes, se ocupava em dar repetidos nós na própria trajetória.

Se ganhar, Paes terá assumido a marca do político disposto a "tudo" pela cidade, inclusive se humilhar em público, manipular preconceitos e alimentar na população a idéia de que é dever do bom governante manter relação de camaradagem e subserviência com o poder central.

Em São Paulo, Marta Suplicy consolidou a imagem de candidata de fôlego limitado que em algum momento - a exemplo de Ciro Gomes - pode falar ou fazer algo contra si. Seu grupo planejava sair da eleição com uma candidatura presidencial para confrontar a opção Dilma Rousseff e acabou com uma hipótese de candidata ao governo do Estado a mercê dos adversários internos.

Em Belo Horizonte, fracassaram a certeza da transposição de uma relação administrativa entre PT e PSDB para a política e a tentativa de imprimir um caráter de experimento nacional à união dos dois partidos.

Em Salvador, a luta da fase final entre PT e PMDB simboliza o que poderá vir a ser a conseqüência mais séria em termos da base de apoio do presidente Lula: a perda do principal parceiro para a oposição e, de imediato, o empenho do Planalto para evitá-la.

O PMDB passará a dar as cartas com muito mais peso e isso, evidente, altera a correlação de forças dentro do governo e, depois, para a sucessão em 2010. Baiano, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, entrou para o rol de primeira grandeza e será personagem essencial dessa articulação.

Uma eleição municipal peculiar, cujas peculiaridades completas só serão visíveis a partir de domingo. Apenas uma tese permaneceu intocada: a de que o confronto com o presidente Lula faz perder votos.

Ninguém se arriscou a fazer o teste. Lula não foi posto em xeque. Ao contrário, todos os políticos mostraram-se amenos com ele. Ficou acima dos conflitos, desviou-se de quase todos os terrenos minados, preservou-se, foi preservado e, por isso, não se sabe se seus pés são mesmo de aço ou se são feitos de barro.

Bela viola

Examinadas com lupa as pesquisas em Belo Horizonte, a campanha de Márcio Lacerda verificou que nas classes D e E o adversário Leonardo Quintão saiu-se bem na estratégia de posar como aliado de Aécio Neves, porque o eleitor acreditou que havia dois candidatos "amigos" do governador: um simpático (Quintão) e outro carrancudo (Lacerda).

E se a origem do produto era a mesma, sentiram-se à vontade para escolher aquele com a melhor embalagem.

Reinaldo reina no País dos 'petralhas'

MOVIMENTO ENDIREITAR
Seg, 20 de Outubro de 2008 08:28 Edmilson Siqueira

Na próxima quarta-feira, às 19h, Campinas estará recebendo, na Livraria Saraiva, o mais polêmico jornalista da atualidade. Reinaldo Azevedo estará aqui para autografar seu livro O País dos Petralhas (Editora Record), lançado há poucas semanas e que entrou direto na lista dos mais vendidos, se mantendo entre os cinco primeiros desde o lançamento.

O sucesso do livro era previsto. Afinal, Azevedo escreve diariamente um blog na Internet que tem entre 900 mil e 1 milhão de acessos mensais e talvez seja, de longe, o blog jornalístico mais lido no Brasil. O mais influente não há dúvida que é. Seu blog é lido em Brasília e nos governos estaduais e municipais mais importantes com a mesma freqüência dos leitores comuns.

Recebe cerca de dois mil comentários por dia de brasileiros daqui e de várias partes do mundo e, atualmente, dezenas de leitores de cidades espalhadas pelo Brasil inteiro têm solicitado sua presença para autografar O País dos Petralhas. O nome do livro é um trocadilho que ele criou à época do escândalo do mensalão: juntou “petistas” com “Irmãos Metralhas”, personagens de Walt Disney, todos bandidos, que sempre apareciam vestidos com trajes de prisão carregando um número no peito. A obsessão deles era roubar os bilhões do Tio Patinhas. Os petistas, lógico, odiaram. Polêmico ao extremo e com uma cultura invejável, Azevedo alia essas qualidade a uma outra que encanta a legião de leitores: sabe escrever muito bem.

É de oposição ao atual governo e ao PT, se bem que, no governo anterior, também não deixou em paz FHC e sua turma em temas importantíssimos: criticou a manutenção da valorização do real frente ao dólar (o que FHC admitiria depois ter sido um erro de seu governo) e a emenda da reeleição. À época tinha uma revista, a Primeira Leitura, que fechou ao enfrentar dificuldades para conseguir anúncios. Logo em seguida ao fechamento da revista criou o blog e, devido ao sucesso, foi contratado pela Veja, onde também escreve artigos mensais.

Sua luta diária, mais do que contra o PT e o Apedeuta — um dos apelidos que ele colocou em Lula — é contra a esquerda em geral que, de certa forma, está revigorada na América Latina com a ascensão de Hugo Chávez, de Evo Morales, de Rafael Correa e de outros. O Foro São Paulo, representação máxima desse projeto das esquerdas tem sido atacado sistematicamente por ele e por alguns outros jornalistas antiditaduras e também porque não se conformam — e com razão — de o Brasil fazer parte de um grupo que agrega os narcoterroristas das Farc como se eles fossem um partido político. Católico tradicional, é contra o aborto — inclusive de anencéfalos — e contra as experiências com células-tronco embrionárias, assuntos que talvez lhe tenham rendido o maior número de comentários de leitores contrários às suas opiniões. Mas defende essas posições com tal conhecimento e com argumentos tão fortes, que a discussão se torna difícil para quem se atreve a contestá-lo. É fã de Bento XVI e, se votasse nos EUA, marcaria o xis em McCain com total convicção.

Você me disse que, sem o Lula fazendo sucesso como presidente, o livro nem teria razão de ser. Isso quer dizer que o sucesso do seu livro se deve ao Lula?
Essa resposta prescinde de um contexto. Os petralhas tentaram ironizar o lançamento do livro afirmando que ele vem a público no momento em que Lula tem 80% de popularidade. E eu respondi que assim é que é bom. Não teria graça chutar cachorro morto. Prefiro os vivos. O sucesso do meu livro se deve ao fato de que há muita gente no país que não concorda com os métodos dos petralhas.

As esquerdas estão mais ou menos organizadas no Brasil. Você e alguns outros jornalistas influentes batem na tecla de que o Foro São Paulo é um projeto de poder perigoso para a democracia no continente. Qual o cenário que você imagina na América Latina para que esse projeto tenha sucesso?
O Foro de São Paulo não é um projeto, é um fato. Quando ele foi criado por Lula e Fidel Castro, só Cuba tinha um governo alinhado com seus princípios. Hoje, temos a Nicarágua, a Venezuela, o Equador, a Bolívia, o Paraguai, o Uruguai e o Brasil. E o México chegou bem perto. Qual é a agenda principal do Foro? Enrijecer a democracia e, se possível, extingui-la. Cada governante local faz o que é possível dentro da institucionalidade do seu país. E isso não é segredo. Eles próprios afirmam isso. O que significa “enrijecer a democracia”? Estabelecer mecanismos de supostas consultas diretas que tornem irrelevante a alternância do poder. A idéia é usar mecanismos democráticos contra a democracia. Chávez, Correa e Evo Morales são hoje protoditadores. No Brasil, a marcha tem de ser mais lenta porque o país é mais complexo. Mas está em curso o aparelhamento do Estado, das estatais e dos fundos de pensão pelo PT. Se um partido de oposição vencer a eleição em 2010, uma boa parte do poder continuará na mão do PT. E, é claro, é preciso lembrar que as Farc, uma organização narcoterrorista, fazem parte do Foro. Daí o apoio incondicional desses países que citei ao Equador no conflito com a Colômbia. Note bem: o Brasil apóia um país que acoitava o terrorismo contra um país democrático. E é bom lembrar que, até hoje, o Brasil não reconhece as Farc como narcoterroristas. Seus líderes já deram entrevistas confessando que fazem tráfico de droga. E o Brasil se declara “neutro” em relação a esse caráter terrorista da organização.

Se houvesse uma oposição contra o governo Lula como foi a petista contra FHC, você acha que Lula teria sobrevivido?
É claro que não. Lula teria caído na época do mensalão. As oposições foram covardes. Apostaram que ele cairia de podre ou que sangraria no poder, sem chances de se reeleger. Justiça me seja feita — e dê um destaque gráfico para este “me” aí —, afirmei emPrimeira Leitura que era um erro terrível. Chamei essa escolha de “estúpida”.

Você recebe comentários violentos em seu blog. Alguns, você chega a publicar e a comentar para mostrar o nível da petralhada. Mas, intimamente, essas agressões chegam a incomodar?
Nem remotamente. Quer saber? Acho tudo muito engraçado. Agora, não deixa de ser uma evidência da boçalidade que toma conta do País.

Li na resenha do Diogo Mainardi na Veja que seu blog tem 900 mil acessos mensais. É hoje o mais acessado do Brasil? Você tem números de outros blogs famosos? Dá pra fazer uma comparação?
De 900 mil a um milhão. Olhe, os instrumentos de medição são imprecisos. Se você fizer uma pesquisa no Google Trends, que me parece a ferramenta mais objetiva, o meu blog é o primeiro em política. Mas não me importo com isso. Escrevo o que acho que devo, sem me importar com isso. E é o que o leitor espera de mim. Aliás, nem sempre eu e a maioria dos meus leitores concordamos. Quando tratei da liberação de pesquisas de células-tronco embrionárias e da liberação do aborto de anencéfalos, recebi muito mais discordâncias do que elogios. Eu me oponho às duas coisas. E a maioria dos leitores do blog é favorável. Publico, sim, opiniões contrárias às minhas, desde que venham numa forma respeitosa e não sejam mera propaganda partidária.

Li que você não gosta de jazz. o que para mim foi uma decepção quase igual ao fato de você ser corintiano (risos). Que tipo de música você curte?
Nenhuma (risos). Bem, é uma brincadeira. Não sou especialista em música — não me sinto à vontade para tratar tecnicamente do assunto. Gosto de música de concerto; aprecio alguns compositores chamados clássicos — até onde alcanço, Flauta Mágica, de Mozart, é um dos monumentos dessa arte. Quanto ao jazz, especifique aí: eu fiz uma brincadeira com o chamado “solo de jazz”, aquele momento em que o artista se encanta de tal sorte com a sua improvisação, que beira, digamos, uma masturbação em público (risos). Não consigo entrar naquele encantamento. Há um amigo que diz que algumas pessoas nasceram surdas para a verdadeira música. Talvez eu seja um deles. De fato, o que me interessa são as palavras.

Eu sei — e seus milhares de leitores também — que você dorme bem tarde e acorda tarde e o blog é sua principal ocupação. Como é a sua rotina nessa que é uma das mais novas profissões que a tecnologia proporciona?
Fico ligado ao blog, de algum modo, 16 horas por dia: das 15h às 7h do dia seguinte. É evidente que não fico escrevendo todo esse tempo. No período, leio coisas úteis para o blog; outras que são úteis para mim, para a minha formação. Posso interromper o romance que esteja lendo ou um livro qualquer de ensaios só para olhar se há alguma novidade na rede. Se eu achar a coisa relevante, faço um post.

Você, que já fez jornal, revista e agora está mais no meio eletrônico, acha que o jornal do futuro vai ser numa tela?
Não, não acho, não. O jornal continuará jornal. E vai ter espaço. No Brasil, eles até cresceram um pouco em razão do crescimento da economia. Os veículos impressos sempre vão existir. O que acho é que eles vão ter de mudar quando a Internet realmente se universalizar. Você já reparou que 90% daquilo que os jornais publicam já foi noticiado na rede no dia anterior — e, freqüentemente, pelos veículos eletrônicos dos próprios jornais? Mas há várias coisas a considerar: uma fatia do público ainda confia mais na letra impressa, ainda que ela repita um meio eletrônico. Não só isso: a Internet torna tudo muito linear: o importante e o desimportante estão juntos. O jornal nos dá o senso de hierarquia. Mas chegará a hora em que a Internet ganhará mais credibilidade e aprenderá a lidar com a organização do noticiário.

E o futuro dos jornais?
Acho que eles tenderão a se tornar menos noticiosos e mais analíticos, o que acho excelente. Agora uma coisa é certa: a tiragem cairá drasticamente, como vem caindo no mundo. Reitero: no Brasil, subiu porque havia uma demanda ainda reprimida em razão do baixo crescimento. Assim que as empresas de comunicação aprenderem a ganhar dinheiro com a Internet — ainda não sabem —, darão graças aos céus pela diminuição da tiragem. Afinal, papel é caro, e a logística para a entrega do exemplar ao assinante é complicada e também custosa. O problema é que, até agora, a Internet contribuiu para rebaixar o preço dos anúncios impressos, mas ainda não deu às empresas uma receita publicitária decente.

O que você acha que estaria escrevendo hoje se o presidente fosse o Serra ou o Alckmin?
Meu primeiro livro, Contra o Consenso, reúne textos de literatura, cinema e cultura. Eu me acho melhor escrevendo crítica literária do que crítica política. Mas considero uma tarefa indeclinável caracterizar essa gente que chegou ao poder e os métodos a que ela recorre para estabelecer a sua hegemonia. Ademais, há a suposição, que é dos petralhas, de que nunca escrevi textos criticando o PSDB ou o DEM, antigo PFL. Basta recuperar artigos e reportagens da revista Primeira Leitura. Ou antes até. Eu me opus ferozmente à emenda da reeleição. A revista que eu dirigia alertou para o apagão com seis meses de antecedência. Fui uma das poucas vozes que criticavam com dureza a sobrevalorização do real no governo FHC. O problema é que o PT não admite que alguém possa discordar de suas posições e tenta criminalizar o debate político.

O que eles disseram sobre o livro:
- VEJA – Por Diogo Mainardi;
- O Globo – Por Demétrio Magnoli;
- No Blog do Gerald Thomas – pelo próprio;
- Gazeta Mercantil e JB – Por Augusto Nunes;
- GloboNews - Espaço Aberto Literatura – por Edney Silvestre;
- Estadão – por Rui Nogueira

Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".