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terça-feira, 13 de março de 2012

Extra: Bispo Dom Luiz Bergonzini defende princípios católicos na PUC! Fora, Sakamoto!"

 

LIBERTATUM

terça-feira, 13 de março de 2012

Bispo Dom Bergonzini acusa Sakamoto de abortista e declara que professores da PUC devem defender os princípios cristãos!

Por Klauber Cristofen Pires

Com muita honra, agradeço à V. Ex.ª Revma Dom Luiz Gonzaga Bergonzini por tomar medidas em face ao apelo que tenho feito para que a PUC/SP depure seu corpo docente de acordo com a fé cristã.

Em atitude corajosa e digna, Dom Bergonzini proferiu recentemente declarações no sentido de "que professores que tenham ideias contrárias às da Igreja Católica não devem lecionar na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)". e que "docentes favoráveis à descriminalização de aborto, eutanásia, maconha e mantêm "ideologia homossexual" ou são "comunistas" deveriam procurar outra instituição". 

Em verdade, Dom Luiz não fez só isto! De acordo com o Estadão, foi direto ao ponto: "O bispo cita o jornalista e professor Leonardo Sakamoto e o acusa de propagar "a liberação do aborto".

No dia 23 de fevereiro de 2012, publiquei o artigo ""Sakanamoto": eutanásia não é morte, é dignidade", que foi publicado no Mídia sem Máscara e em vários outros sites e blogs cristãos, e onde afirmei categoricamente:

Agora vejam bem: ele é professor de jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Ôôô, cadê os católicos da USP? Ou todos trocaram a imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo pela do purulento barbudo alemão? Então é assim: vocês empregam um sujeito que prega abertamente o aborto e a eutanásia, sem falar do comunismo, que também merece excomunhão automática?

Eu não tenho nada contra o direito do Sr Leonardo Sakamoto e nem de ninguém proferir suas tenebrosas ideias, desde que o façam em um fórum condigno. Mas numa universidade Católica? Os diretores, professores e alunos da PUC que são cristãos e que possuam um pingo de vergonha na cara têm o dever de exigir a revogação de seu contrato!

Errata: onde se lê "Ôôô, cadê os católicos da USP? Leia-se "Ôôô, cadê os católicos da PUC?"

Na matéria publicada pelo Estadão que ora me serve como fonte, Sakamoto, sujeito sem-vergonha e sem caráter que é, faz seu bisonho jogo de palavras, com a finalidade de fazer troça das palavras de Dom Bergonzini, no que é apoiado pela presidente da Associação dos Docentes da PUC-SP (AproPUC), Maria Beatriz Costa Abramides, que “ressalta que nunca houve represálias da universidade em relação a esses temas. "Sempre lutamos por uma universidade laica e plural. Temos de defender pesquisa, investigação e conhecimento voltados para os interesses da população, não ligados a uma religião”.

A fala da Sra Maria Beatriz C. Abramides a flagra num momento de extrema confiança, fruto de longos anos impunes na usurpação do espaço privado que desfruta para disseminar suas ideias anticristãs. Está é viajando na maionese! A PUC é uma universidade privada e católica! Se a sua luta é por uma universidade “laica e plural”, que amarre sua trouxa e busque outro local apropriado. Em uma universidade católica a moral cristã deve servir de norte para a pesquisa, tanto para os professores quanto para os alunos. Isto não é censura, como subrepticiamente faz querer pensar o Sr Sakamoto, mas é justamente o exercício das liberdades fundamentais de religião, de expressão e de associação, todas elas consagradas na Constituição.

Está na hora de os inimigos da Igreja e de Cristo serem banidos dos espaços cristãos. O Sr Bergonzini está com isto colocando ordem na casa. É o primeiro passo. 

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".