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sexta-feira, 16 de março de 2012

"Hitler era cristão e católico". Sim e eu sou o Mickey Mouse

 

SENTIR COM A IGREJA

quarta-feira, 14 de março de 2012

 

Os ateus querem transformar Hitler em cristão a todo custo. O objetivo, claro, é tentar dissociar ao máximo a imagem de Hitler do ateísmo, e associá-o ao cristianismo. É a idéia de matar dois coelhos com uma cajadada só: ao mesmo tempo em que se lava as mãos, se joga a sujeira para cima do oponente. O problema é que embora não se saiba se Hitler era exatamente ateu, com certeza não era cristão, como será mostrado aqui.

Mas claramente podemos demonstrar que Hitler era humanista, daqueles que usam todo o core da filosofia da mentalidade revolucionária. Relembremos os cinco pontos que qualificam alguém como adepto da mentalidade revolucionária:

* (1) Crença na idéia de que o homem pode e irá criar um mundo perfeito, isento de males
* (2) Sensação de que se pertence ao grupo que irá consolidar este mundo perfeito
* (3) Noção de que, ao se lutar por esse ideal, todos os atos estão a priori justificados
* (4) Criação de campanha de rejeição social e fomentação de ódio contra um grupo, a ser selecionado como bode expiatório, grupo este que será divulgado como o “inimigo” deste novo mundo (para Dawkins, são os religiosos, para Hitler, eram os judeus, para Marx, eram os burgueses, para a Al Qaeda, são os norte-americanos)
* (5) Ambições de dimensões globais em torno desse ideal

Todos os cinco itens acima são oposições ferrenhas a todos os princípios cristãos. Mas são adesão absoluta à todo paradigma do projeto Iluminista, que justamente criou tal tipo de mentalidade. O paradigma do projeto Iluminista era inerentemente anti-religioso, com uma série de ateus radicais. Isso dá uma prova de que Hitler era ateu, e que Hitler estava alinhado com um paradigma da mentalidade revolucionária, de característica ateísta radical (estilo Dawkins) OU anti-religiosa, sendo necessariamente ateísta. Sendo assim, o conjunto de estratagemas dos ateus para tentar metamorfosear Hitler em cristão possui uma série de variantes.

Vejamos as principais delas, com as devidas refutações:

(1) A Igreja Católica assinou uma concordata com o Reich alemão em 1933
Realmente é um fato que a Igreja Católica assinou tal concordata, mas os ateus geralmente omitem os principais pontos do acordo, que visava obter o direito à liberdade de religião católica romana, a permissão de que a religião católica pudesse ser ensinada em determinadas escolas, com a possibilidade de contratação de professores específicos para este fim, e proibição de que clérigos fossem membros ativos de partidos políticos. A assinatura da concordata não comprova nenhum apoio ao Holocausto ou às iniciativas nazistas, visando simplesmente tentar proteger cidadãos e clérigos católicos. Também, naturalmente, não comprova que Hitler era cristão.

(2) Há fotos de Hitler saindo de Igrejas
Sim, e há fotos de Obama também fazendo o mesmo, ainda que este lute contra a religião frequentemente. O ato de um político adentrar a uma igreja ou qualquer recinto não o transforma automaticamente em portador do atributo relacionado ao recinto. Se um político visitar a associação de agro-negócio, isso não o torna automaticamente um produtor rural. Portanto, qualquer foto de Hitler saindo de uma Igreja não é uma evidência de que ele era cristão.

(3) Hitler foi batizado como católico
Decerto que várias pessoas foram batizadas como católicos. O problema para a tese ateísta (“Hitler era cristão ha ha ha”) é que Hitler disse em 1941 o seguinte: “O pior golpe que já atingiu a humanidade foi a chegada do cristianismo. O bolchevismo é o filho ilegítimo do cristianismo. Ambos são invenções dos judeus. A mentira deliberada na forma de religião foi introduzida no mundo pelo cristianismo [...]“. Que tipo de cristianismo será esse que é anti-cristão? Detalhes… Enfim, esse argumento ateísta só seria válido se todo aquele que fosse batizado como católico jamais pudesse deixar de sê-lo. O que, como sabemos, é falso.

(4) Há inscrições “Gott Mitt Uns” usadas pelo exército alemão
Só que tal frase nada mais era que um grito de guerra inspirado nos dizeres Nobiscum deus, do Império Romano, que, como todos sabem, não era nem de longe de orientação cristã. Pelo contrário, era uma orientação paganista.

(5) Há fotos de padres alemães junto de soldados alemães
Claro, assim como há hoje em dia o apoio do “cristão” Edir Macedo ao governo da anti-cristã Dilma. Isso é natural no jogo do poder, e não torna a Dilma cristã. Nem o Obama é transformado em cristão por se unir a alguns líderes cristãos. Como exemplo, alguns bispos apóiam o MST, movimento terrorista da esquerda. Obviamente, bispos que envergonham o cristianismo. O que também não torna o MST cristão. O fato de alguns padres alemães estarem em fotos com alguns oficiais alemães não transforma nem esses oficiais alemães em cristãos, como muito menos o faz em relação a Hitler.


Por Gnomo Velho

3 comentários:

Anônimo disse...

COFRE DO DR. RUI
Livro do jornalista Tom Cardoso narra a história do maior assalto realizado pela luta armada no Brasil e o destino de cada um dos personagens deste assalto, conhecido como “A Grande Ação”.
Ele não sai das vitrines das principais livrarias do Brasil e está próximo de figurar na lista dos títulos mais vendidos do país. Se você pensou em algum livro sobre a saga de um vampiro adolescente ou em mais um manual de autoajuda, errou. O livro em questão se chama “O Cofre do Dr.Rui”, do jornalista Tom Cardoso, e conta a história de um dos acontecimentos mais emblemáticos da história contemporânea do Brasil: como a Var-Palmares de Dilma Rousseff realizou o maior assalto da luta armada brasileira.
http://horaciocb.blogspot.com.br/

Anônimo disse...

Que Democracia??

O estado democrático é uma falácia, um engodo, uma farsa, uma fraude. É a ditadura do poder econômico, o domínio das estruturas sociais pelo mercado financeiro e pelas grandes empresas. A administração pública, a começar pelos três poderes, executivo, legislativo e judiciário, está dominada pela influência de uma minoria ínfima da população, desviando as prioridades do estado para os seus interesses econômicos, negligenciando as funções principais de servir à coletividade como um todo.
Mantém-se o povo ignorante, desinformado, desmoralizado e amedrontado. Ignorante, negando-lhe uma educação que mereça esse nome; desinformado, controlando a mídia e as comunicações, deturpando informações, omitindo, distorcendo, de acordo com o interesse dos poucos que dominam; desmoralizado, criminalizando qualquer movimento que agregue, esclareça, conscientize e defenda a maioria, dividindo e isolando os indivíduos com a ideologia da competição e do consumo compulsivo através de uma publicidade massacrante, repetitiva, insidiosa, desonesta; amedrontado, entre a exclusão social e o aparato da “segurança pública”. Periodicamente, alimenta-se a farsa, simulando-se eleições “democráticas”, obrigando à votação em massa, após campanhas publicitárias milionárias, mentirosas, onde o único compromisso que se pensa em honrar é com os financiadores dessas campanhas, esquecendo-se os eleitores. São estatísticas.
O povo, sabotado em instrução, em informação, em consciência, em dignidade, não consegue discernir para escolher, não percebe o jogo de interesses ao qual é submetido. Muitos entram no jogo, negociam vantagens, migalhas... e sustentam o controle do jogo. Outros, não querem “nem saber de política”, querem é consumir, desfrutar, possuir, ostentar, ainda que seja sua própria miséria, sua própria pobreza mal disfarçada, sua média classe, sua mediocridade. São os prisioneiros da publicidade, dependem de estímulos externos para sentirem alguma razão no existir. São a grande maioria das pessoas. Há outros e muitos tipos, mas poucos interessados no que fazem nossos empregados – os políticos, executivos e funcionários públicos em cargos de chefia - e como controlá-los e mantê-los a serviço da coletividade como um todo, priorizando as situações de fragilidade e não os interesses dos mais ricos entre os mais ricos. Que não me venham falar em democracia. A ditadura se impõe, insidiosa ou descarada, sobre a ignorância onde é mantida a maioria. O resto é jogo de cena.
Eduardo Marinho

http://observareabsorver.blogspot.com

Anônimo disse...

CARTA ENVIADA À PROMOTORIA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACUSA ROBERTO KALIL, CONHECIDO POR ATENDER CELEBRIDADES E POLÍTICOS, POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA E TRÁFICO DE INFLUÊNCIA
18 de Março de 2012
Aqui:
http://cncardio.com.br/denuncias-graves/
Carta denúncia assinada pelo Dr. Leonardo Vieira Rosa

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".