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quinta-feira, 15 de março de 2012

A vingança das esquerdas contra militares



Enviado por  em 15/03/2012

O protesto do General Marco Antônio Felício contra a decisão do Ministério Público Federal de denunciar o Coronel Sebastião Curió reflete só mais um dos lances da esquerda contra os heróis militares que as venceram no campo das armas. A memória e a disposição vingativa dos vencidos são imorredouros. Mas o episódio é importante para se meditar sobre a história recente do Brasil. Nunca, por período tão longo de tempo, os militares calaram e aguentaram os desaforos e as provocações das esquerdas como temos visto desde a chamada abertura política. É esse silêncio e essa omissão que estão na raiz das provocações crescentes e continuadas. Os comandantes escondem-se por detrás do formalismo e do discurso jurídico, achando que terão sempre amparo dos tribunais superiores. Bem vimos a profunda modificação que o STF sofreu desde as inúmeras nomeações feitas desde que Lula assumiu. Esse revanchismo tem sido levanta avante em todos os países sob o jugo do Foro de São Paulo, tendo sido o caso mais exemplar e ignominioso o do General Augusto Pinochet. Na Argentina tem até ex presidentes presos. Felizmente entre nós os oficiais comandantes foram poupados e já morreram. Se as esquerdas são as autoras das tentativas de denegrir os militares que lhes deram combate, é a oficialidade omissão a grande responsável por essas ações não terem fim.

Um comentário:

José de Araújo Madeiro disse...

CT,

È até hilariante, diante de uma nação que não usa jornais para ler, mas para limpar-se com eles, que nada sabe da história e ainda sobrevive-se das ajudas estatais, os PTralhas envolvidos em todos tipos de corrupção, queiram lavar as roupas de uma guerra fratricida e sòmente de um lado.

É lastimável o momento que estamos vivendo, sobretudo a nação sendo conduzida por uma louca varrida.

Att. Madeiro.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".