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sexta-feira, 16 de março de 2012

Senado considera projeto de descriminalização do aborto e redução de penas para o infanticídio

 

JULIO SEVERO

14 de março de 2012

Matthew Cullinan Hoffman

14 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um comitê de juristas criado pelo Senado do Brasil propôs um novo Código Penal que eliminaria penas para o aborto até as primeiras 12 semanas de gravidez se um psicólogo atestar que a mulher não tem condições psicológicas “para arcar com a maternidade”.

A lei também descriminalizaria a matança de crianças em gestação que sofrem de deformidades, e em casos de inseminação artificial involuntária. A lei também reduz as penas para o infanticídio e para os abortos em geral, e abaixa a idade de consentimento sexual de 14 para 12.

Se o projeto for aprovado pelo Congresso Nacional, dominado por socialistas, reduzirá as penas criminais para o infanticídio pós-nascimento de 2 a 6 anos para de 1 a 4 anos, e para abortos criminalizados de 1 a 3 anos para 6 meses a 2 anos.

A lei brasileira atualmente suspende as penas para o aborto somente em casos de estupro, ou perigo de vida para a mãe. O povo do Brasil está entre os mais pró-vida do mundo, com um número de cerca de 70% rejeitando sua descriminalização em recentes pesquisas de opinião pública, e cerca de 80% rejeitando a eliminação do aborto como crime.

O deputado federal Marcos Feliciano, pastor e membro da poderosa bancada evangélica do Congresso Nacional, imediatamente expressou sua rejeição ao projeto.

Feliciano, numa mensagem de Tweeter, disse que “Lutaremos, obstruiremos, faremos manifestação e o que for preciso e possível” para impedir a aprovação do projeto.

“Usam a bandeira dos Direitos das mulheres para legitimar o aborto, e o direito do nascituro? E o bebê que não pode se defender? Que culpa tem ele?” Feliciano disse.

“Estamos diante de uma cultura que quer legalizar o aborto a qualquer custo”, disse afirma Dóris Hipólito, da Associação Nacional Mulheres para a Vida.

“É fácil encontrar profissionais que recomendam o aborto mesmo sem qualquer justificativa”, disse Dóris, acrescentando que “As avaliações sobre a condição psicológica são ainda mais subjetivas”.

“Atendemos dezenas de gestantes em situação vulnerável. Falo por experiência: abortar não soluciona nenhum problema. Só torna o drama ainda pior. Vi jovens que, ao receberem o apoio adequado, reconstruíram suas vidas quando se tornaram mães”.

Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: “Brazilian Senate considers bill to depenalize abortion, reduce penalties for infanticide

Fonte: www.juliosevero.com

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".