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sexta-feira, 16 de março de 2012

Eticistas Australianos Defendem o Direito de Matar Bebês Após o Nascimento

 

JULIO SEVERO

16 de março de 2012

Por que deixar um recém-nascido indefeso viver? Isso é o que uma dupla de eticistas australianos quer saber.

Em um chocante artigo intitulado “Aborto pós-parto: Por que deixar o bebê viver?” recentemente publicado no Journal of Medical Ethics, Alberto Giubilini e Francesca Minerva defendem que uma sociedade que permite abortos também deve dar o direito de matar recém-nascidos.

Consta no resumo: “Ao mostrar que (1) tanto os fetos quanto os recém-nascidos não possuem o status moral de pessoas de verdade, (2) o fato de que ambos são pessoas em potencial é moralmente irrelevante e (3) a adoção nem sempre é do interesse das pessoas de fato, os autores argumentam em favor do que chamamos de “aborto pós-parto” (matar um recém-nascido) deve ser permitido em todos os casos em que o aborto for permitido, incluindo casos em que o recém-nascido não tiver deficiência".

Os autores estão dispostos a admitir que crianças com deficiências são capazes de ter vidas felizes, mas defendem que, devido ao fardo imposto ao resto da família, os pais devem ter o direito de tirar a vida dessas crianças. Se o teste para o direito à vida for baseado em representar um fardo aos outros, a vida de todos nós estaria sob risco em um ponto ou outro.

A questão então se torna: quão oneroso você deve ser para merecer seu assassinato?

Como enxerga o Liberty Counsel, essa posição chocante poderia motivar uma outra perspectiva ao aborto legalizado. Se nossa sociedade não está disposta a aceitar o direito de matar recém-nascidos, ou mesmo crianças maiores, por que permitimos o assassinato de bebês no ventre? O Liberty Counsel argumenta que a destruição de outro ser humano, não importando a idade, tamanho ou capacidade, nunca deve ser permitida.

“O aborto abre caminho para o infanticídio. Se você matar uma criança no ventre, mesmo logo antes do momento de nascer, então não existe razão lógica para protegê-la após o nascimento”, argumenta Mathew Staver, fundador e presidente do Liberty Counsel. “Um ser humano começa no momento da concepção, e deve ter direito a proteção em todos os estágios da sua vida. Essa é a única posição logicamente defensável. É chocante ver pessoas defendendo a matança de crianças depois que elas nascem. É simplesmente chocante”.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do Charisma News: “Australian Ethicists Argue the Right to Kill Babies After They’re Born

Fonte: www.juliosevero.com

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".