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sábado, 10 de dezembro de 2011

FHC enrola, mas admite ser favorável à legalização do aborto

CATÓLICOS NA POLÍTICA
SEXTA-FEIRA, 9 DE DEZEMBRO DE 2011


FHCaborto.png
.A resposta ocorreu na sabatina Folha/UOL.
.É um tanto contraditória a posição do ex-presidente, que facilitou anteriormente a vida dos abortistas que alegam ter sofrido estupro, via SUS. Presumindo-se que a lei serve justamente para evitar uma conduta, ou como diz o próprio Código Penal, "defender o bem-jurídico", ele é contra a criminalização da conduta mas não é a favor dela? Ora, não vamos nos enganar com conversas fiadas: quem é contra a criminalização do aborto, é porque defende a sua legalização.
.Ocorre que o ex-presidente visivelmente deseja retornar à disputa pelo Planalto, e dizer que é a favor do aborto poderia impedí-lo de uma vez por todas. Portanto, a melhor saída é verdadeiramente ficar em cima do muro, o que ele tem grande histórico em fazer, vide CPMF (que inclusive teve a ousadia de afirmar semana passada no Roda Viva que não era favorável quando governou), reforma tributária e previdenciária, taxa de juros do BACEN e uma MP que assumiu bilhões em dívidas de agricultores com bancos privados (sem o consentimento dos devedores) e as transformou em tributo da forma mais ilegal possível (PESA e Securitização).

2 comentários:

Anônimo disse...

Ora bola! Você pode ser contra a homossexualidade, mas será que você é a favor da criminalização dela? -Nem duvido... -Pra quem consegue entender como um deus pode amar "perfeitamente" mas ser capaz de permitir (ou infligir) as piores crueldades contra a humanidade essa seria amenor de todas as contraições!!

Anônimo disse...

Ora bola! Você pode ser contra a homossexualidade, mas será que você é a favor da criminalização dela? -Nem duvido... -Pra quem consegue entender como um deus pode amar "perfeitamente" mas ser capaz de permitir (ou infligir) as piores crueldades contra a humanidade essa seria amenor de todas as contraições!!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".