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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Aparece mais um petista, também ministro, que ganhou uma bolada com consultores. Esses “socialistas” se tornaram mesmo especialistas em capitalismo, né?

REINALDO AZEVEDO
05/12/2011 às 6:21


Reportagem no Globo deste domingo mostra que, entre 2009 e 2010, Fernando Pimentel, agora ministro da Indústria e Comércio, faturou R$ 2 milhões com “consultoria”. Eita!!! Pimentel era companheiro de militância de Dilma. Ela foi sua professora de marxismo. Ele virou um consultor do capital. Boa professora!
Vai ver era sobre esse assunto que ele conversava naquele quarto de hotel com o, digamos, petista sênior da área de consultorias, o “chefe de quadrilha” (segundo a Procuradoria Geral da República) José Dirceu. Outro consultor bem-sucedido, como sabemos, é Antonio Palocci.
Que coisa, não? Quem diria que os petistas se dariam tão bem como iluministas do capitalismo, gente? Quem contrata o serviço desses “socialistas”? Ora, o capital privado. Pra quê? Vai ver é para eles darem aula sobre a revolução…
Rui Falcão, o presidente do PT, publicou em seu blog um discurso do delinqüente intelectual Slavoj Zizek, o dito “filósofo” justificador do terrorismo, pensador da estima de Vladimir Safatle, o “elegante”. Na tal fala, Zizek defende que está comprovada a incompatibilidade entre capitalismo e democracia. Se Falcão publicou, como recomendação, deve concordar, né?
Estou entendendo…
Se democracia e capitalismo demonstram ser incompatíveis, dada a desenvoltura dos petistas no capitalismo, então só me resta concluir que eles pretendem e dar um pau na democracia.
Bingo!
Por Reinaldo Azevedo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".