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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Os beneficiados pelo show no Rio de Janeiro III? Traficantes mandaram trabalhadores do PAC fazer obras que os ajudaram a fugir. Dilma e Fortes visitam obras do PAC no Complexo do Alemão.

REINALDO AZEVEDO
29/11/2010 às 20:57


Uma das hipóteses é que a bandidagem tenha fugido do Complexo do Alemão pelas galerias pluviais. A reportagem do Jornal Nacional chegou a uma delas. Tijolo e cimento novos. Parece possível.
Custo a crer, no entanto, que eu tenha entendido direito, mas acho que sim. Vou esperar o Jornal Nacional pôr o material na Internet para confirmar. Mas tenho a certeza de que ouvi um militar afirmar à repórter da Globo que parte dessas galerias foi construída pelo pessoal do PAC sob as ordens dos… traficantes!
É, faz sentido…
A polícia não pisava no Alemão havia 25 meses! Em outubro do ano passado, a então ministra Dilma Rousseff esteve no Alemão. A presença de autoridades foi devidamente negociada com o narcotráfico. O site do Ministério das Cidades informava, orgulhoso:
“02/10/2009
Dilma e Fortes visitam obras do PAC no Complexo do Alemão
O ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acompanhados do governador em exercício do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e do presidente da EMOP (Empresa de Obras Públicas do Estado), Ícaro Moreno Júnior, visitaram nesta sexta-feira (02) obras do PAC no Complexo do Alemão. O roteiro incluiu o Morro do Adeus, o Morro da Baiana, o terreno da antiga fábrica da Poesi (aproximadamente 80 mil m² destinados a equipamentos), o Centro Integrado de Assistência à Saúde (CIAS), obras do teleférico, a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) e as novas unidades habitacionais da Avenida Itaoca, 1833.

No início da visita, foi apresentado o andamento das obras, que começaram em março de 2008 e empregam hoje 2.400 funcionários. Destes, 80% são moradores do Complexo do Alemão. Para a ministra Dilma, “o Alemão está sendo transformado em um verdadeiro bairro, de dar inveja a muitos bairros de classe média”. Fortes lembrou que a parceria entre governos federal, estadual e municipal, em obras como essa, é fundamental para a melhoria nas condições de vida das pessoas.”
Encerro
Perfeito! Já que a polícia não entrava no Alemão, o narcotráfico deu um jeito de fazer o PAC servir a seus propósitos.
Por Reinaldo Azevedo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".