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domingo, 14 de março de 2010

Jornal do ES ignora coluna crítica de Elio Gaspari; sindicato denuncia "censura" na imprensa local

Fonte: KNIGHT CENTER FOR JOURNALISM IN THE AMERICA - UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN



A decisão de A Tribuna, maior jornal de Vitória, de não publicar uma coluna do jornalista Elio Gaspari criticando o sistema prisional no estado levantou dúvidas sobre a independência da imprensa local. O Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo publicou uma nota criticando a “censura nas redações” capixabas.

Na coluna “As masmorras de Hartung aparecerão na ONU”, publicada no domingo, 7, em diversos jornais, Gaspari critica o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), por cruzar os braços diante da situação de total calamidade nas carceragens do estado – marcadas pela superlotação, o aprisionamento em “contêineres” e uma série de assassinatos brutais. O texto também anuncia que o governador terá que prestar contas à ONU sobre o caso.

Embora A Tribuna reproduza semanalmente os textos de Gaspari, o jornal deixou de veicular sua coluna do último domingo, noticiou a Folha de S. Paulo.

Segundo o Comunique-se, o editor de A Tribuna alegou problemas técnicos – mas não especificou quais.
Ao tomar conhecimento do episódio, Gaspari decidiu retirar os direitos do jornal capixaba de reproduzir suas colunas. Em entrevisa ao Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo, ele disse que os motivos de não publicar o texto “parecem óbvios”.

O sindicato publicou uma nota criticando "a omissão de A Tribuna em relação ao governo Hartung" e denunciando a “falta de democracia na mídia capixaba. “A censura é uma constante em todas as redações”, afirma a presidente do sindicato, Suzana Tatagiba.

Ela chamou a atenção para o papel dos jornalistas diante de fatos como esse: “É fundamental que os jornalistas se posicionem, pois muitas vezes os desmandos dos veículos de comunicação ampliam-se devido à apatia dos profissionais e ao medo da denúncia.”

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".