
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Livro "A Economia não Mente" de Guy Sorman

A Mensagem de Viktor Frankl - aquilo que os "cheios de si" e/ou de suas ideologias macabras deveriam entender
MOVIMENTO ENDIREITAR(Download do livro Em Busca de Sentido [Arquivo PDF]: clique aqui!)
No dia 2 de setembro [de 1997] morreu, aos 92 anos, um dos homens realmente grandes deste século. Acabo de escrever isto e já tenho uma dúvida: não sei se o médico judeu austríaco Viktor Frankl pertenceu mesmo a este século. Pois ele só viveu para devolver aos homens o que o século XX lhes havia tomado - e não poderia fazê-lo se não fosse, numa época em que todos se orgulham de ser "homens do seu tempo", alguém muito maior do que o século.
Viktor Emil Frankl, nascido em Viena em 26 de março de 1905, foi grande nas três dimensões em que se pode medir um homem por outro homem: a inteligência, a coragem, o amor ao próximo. Mas foi maior ainda naquela dimensão que só Deus pode medir: na fidelidade ao sentido da existência, à missão do ser humano sobre a Terra.
Homem de ciência, neurologista e psiquiatra, não foi o estudo que lhe revelou esse sentido. Foi a temível experiência do campo de concentração. Milhões passaram por essa experiência, mas Frankl não emergiu dela carregado de rancor e amargura. Saiu do inferno de Theresienstadt levando consigo a mais bela mensagem de esperança que a ciência da alma deu aos homens deste século.
O que possibilitou esse milagre singular foi a confluência oportuna de uma decisão pessoal e dos fatos em torno. A decisão pessoal: Frankl entrou no campo firmemente determinado a conservar a integridade da sua alma, a não deixar que seu espírito fosse abatido pelos carrascos do seu corpo. Os fatos em torno: Frankl observou que, de todos os prisioneiros, os que melhor conservavam o autodomínio e a sanidade eram aqueles que tinham um forte senso de dever, de missão, de obrigação. A obrigação podia ser para com uma fé religiosa: o prisioneiro crente, com os olhos voltados para o julgamento divino, passava por cima das misérias do momento. Podia ser para com uma causa política, social, cultural: as humilhações e tormentos tornavam-se etapas no caminho da vitória. Podia ser, sobretudo, para com um ser humano individual, objeto de amor e cuidados: os que tinham parentes fora do campo eram mantidos vivos pela esperança do reencontro. Qualquer que fosse a missão a ser cumprida, ela transfigurava a situação, infundindo um sentido ao nonsense do presente. Esse senso de dever era a manifestação concreta do amor - o amor pelo qual um homem se liberta da sua prisão externa e interna, indo em direção àquilo que o torna maior que ele mesmo.
O sentido da vida, concluiu Frankl, era o segredo da força de alguns homens, enquanto outros, privados de uma razão para suportar o sofrimento exterior, eram acossados desde dentro por um tirano ainda mais pérfido que Hitler - o sentimento de viver uma futilidade absurda.
Frankl tinha três razões para viver: sua fé, sua vocação e a esperança de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou não somente a vida, mas algo maior que a vida. Após a libertação, reencontrou também a esposa e a profissão, como diretor do Hospital Policlínico de Viena.
Assim ele registra, no seu livro Man's Search for Meaning, uma das experiências interiores que o levaram à descoberta do sentido da vida:
"Um pensamento me traspassou: pela primeira vez em minha vida enxerguei a verdade tal como fora cantada por tantos poetas, proclamada como verdade derradeira por tantos pensadores. A verdade de que o amor é o derradeiro e mais alto objetivo a que o homem pode aspirar. Então captei o sentido do maior segredo que a poesia humana e o pensamento humano têm a transmitir: a salvação do homem é através do amor e no amor. Compreendi como um homem a quem nada foi deixado neste mundo pode ainda conhecer a bem-aventurança, ainda que seja apenas por um breve momento, na contemplação da sua bem-amada. Numa condição de profunda desolação, quando um homem não pode mais se expressar em ação positiva, quando sua única realização pode consistir em suportar seus sofrimentos da maneira correta - de uma maneira honrada -, em tal condição o homem pode, através da contemplação amorosa da imagem que ele traz de sua bem-amada, encontrar a plenitude. Pela primeira vez em minha vida, eu era capaz de compreender as palavras: 'Os anjos estão imersos na perpétua contemplação de uma glória infinita'."
Frankl transformou essa descoberta num conceito científico: o de doenças noogênicas. Noogênico quer dizer "proveniente do espírito". Além das causas somáticas e psíquicas do sofrimento humano, era preciso reconhecer um sofrimento de origem propriamente espiritual, nascido da experiência do absurdo, da perda do sentido da vida: "O homem, dizia ele, pode suportar tudo, menos a falta de sentido."
Das reflexões de Frankl sobre a experiência do absurdo nasceu um dos mais impressionantes sistemas de terapia criados no século dos psicólogos: a logoterapia, ou terapia do discurso - um conjunto de esquemas lógicos usados para desmontar os subterfúgios com que a mente doentia procura eludir a questão decisiva: a busca do sentido.
Mas o sentido não teria o menor poder curativo se fosse apenas uma esperança inventada. A mente não poderia encontrar dentro de si a solução de seus males, pela simples razão de que o seu mal consiste em estar fechada dentro de si, sem abertura para o que lhe é superior. Em vez de criar um sentido, a mente tem de submeter-se a ele, uma vez encontrado. O sentido não tem de ser moldado pela mente, mas a mente pelo sentido. O sentido da vida, enfatiza Frankl, é uma realidade ontológica, não uma criação cultural. Frankl não dá nenhuma prova filosófica desta afirmativa, mas o caminho mesmo da cura logoterapêutica fornece a cada paciente uma evidência inequívoca da objetividade do sentido da sua vida. O sentido da vida simplesmente existe: trata-se apenas de encontrá-lo.
Universal no seu valor, individual no seu conteúdo, o sentido da vida é encontrado mediante uma tenaz investigação na qual o paciente, com a ajuda do terapeuta, busca uma resposta à seguinte pergunta: Que é que eu devo fazer e que não pode ser feito por ninguém, absolutamente ninguém exceto eu mesmo? O dever imanente a cada vida surge então como uma imposição da estrutura mesma da existência humana. Nenhum homem inventa o sentido da sua vida: cada um é, por assim dizer, cercado e encurralado pelo sentido da própria vida. Este demarca e fixa num ponto determinado do espaço e do tempo o centro da sua realidade pessoal, de cuja visão emerge, límpido e inexorável, mas só visível desde dentro, o dever a cumprir.
Em vez de dissolver a individualidade humana nos seus elementos, mediante análises tediosas que arriscam perder-se em detalhes irrelevantes, a logoterapia busca consolidar e fixar o paciente, de imediato, no ponto central do seu ser, que é, e não por coincidência, também o ponto mais alto. Eis aí por que é inútil buscar provas teóricas do sentido da vida: ele não é uma máxima uniforme, válida para todos - é a obrigação imanente que cada um tem de transcender-se. Discutir o sentido da vida sem realizá-lo seria negá-lo; e, uma vez que começamos a realizá-lo, já não é preciso discuti-lo, porque ele se impõe com uma evidência que até a mente mais cínica se envergonharia de negar.
A logoterapia tem uma imponente folha de sucessos clínicos. Porém mais significativa do que suas aplicações médicas talvez seja a função que ela desempenhou e desempenha - a missão que ela cumpre - no panorama da cultura moderna. Num século que tudo fez para deprimir o valor da consciência humana, para reduzi-la a um epifenômeno de causas sociais, biológicas, lingüisticas, etc., Frankl nadou na contracorrente e ninguém conseguiu detê-lo. Ninguém: nem os guardas do campo nem as hostes inumeráveis de seus antípodas intelectuais - os inimigos da consciência. Frankl apostou no sentido da vida e na força cognoscitiva da mente individual. Apostou nos dois azarões do páreo filosófico do século XX, desprezados por psicanalistas, marxistas, pragmatistas, semióticos, estruturalistas, desconstrucionistas - por todo o pomposo cortejo de cegos que guiam outros cegos para o abismo. Apostou e venceu. A teoria da logoterapia resistiu bravamente a todas as objeções, sua prática se impôs em inúmeros países como o único tratamento admissível para os casos numerosos em que a alma humana não é oprimida por fantasias infantis mas pela realidade da vida. Por isto mesmo a crítica cultural de Frankl, parte integrante de uma obra onde o médico e o pensador não se separam um momento sequer, tem um alcance mais profundo do que todas as suas concorrentes. Desde seu posto de observação privilegiado, ele pôde enxergar o que nenhum intelectual deste século quis ver: a aliança secreta entre a cultura materialista, progressista, democrática, cientificista, e a barbárie nazista. Aliança, sim: seria apenas uma coincidência que o século mais empenhado em negar nas teorias a autonomia e o valor da consciência também fosse o mais empenhado em criar mecanismos para dirigi-la, oprimi-la e aniquilá-la na prática? Dirigindo-se a um público universitário norte-americano, Viktor Frankl pronunciou estas palavras onde a lucidez se alia a uma coragem intelectual fora do comum:
"Não foram apenas alguns ministérios de Berlim que inventaram as câmaras de gás de Maidanek, Auschwitz, Treblinka: elas foram preparadas nos escritórios e salas de aula de cientistas e filósofos niilistas, entre os quais se contavam e contam alguns pensadores anglo-saxônicos laureados com o Prêmio Nobel. É que, se a vida humana não passa do insignificante produto acidental de umas moléculas de proteína, pouco importa que um psicopata seja eliminado como inútil e que ao psicopata se acrescentem mais uns quantos povos inferiores: tudo isto não é senão raciocínio lógico e conseqüente." (Sêde de Sentido, trad. Henrique Elfes, São Paulo, Quadrante, 1989, p. 45.)
Com declarações desse tipo, ele pegava pela goela os orgulhosos intelectuais denunciadores da barbárie e lhes devolvia seu discurso de acusação, desmascarando a futilidade suicida de teorias que não assumem a responsabilidade de suas conseqüências históricas. Pois o mal do mundo não vem só de baixo, das causas econômicas, políticas e militares que a aliança acadêmica do pedantismo com o simplismo consagrou como explicações de tudo. Vem de cima, vem do espírito humano que aceita ou rejeita o sentido da vida e assim determina, às vezes com trágica inconseqüencia, o destino das gerações futuras.
Frankl era judeu, como foram judeus alguns dos criadores daquelas doutrinas materialistas e desumanizantes que prepararam, involuntariamente, o caminho para Auschwitz e Treblinka. Se ele pôde ver o que eles não viram, foi porque permaneceu fiel à liberdade interior que é a velha mensagem do Sentido em busca do homem: "SE ME ACEITAS, Israel, Eu sou o Teu Deus."
(Publicado na revista Bravo! de novembro de 1997, e reproduzido em "O Imbecil Coletivo II")
Fonte: http://www.oindividuo.com/
A "VACA" FOI PARA O BREJO
ERRATA:A Folha errou ao divulgar os números do último Datafolha, que deu em votos válidos: Kassab, 59% e Martaxa, 41%, 18 pontos de vantagem para Kassab, quase um milhão e trezentos mil votos.
O Datafolha tem tanta credibilidade que a campanha do Kassab usa essa diferença, sem fazer "CHECKING".
ACERTATA:
A Folha publica hoje, 21/10, uma reportagem falando do erro e apresentando um quadro corrigido da pesquisa. Uma amiga da internet, que estudou estatística, olhou o quadro e chegou à conclusão que, corrigido o erro inicial, o Datafolha dá:
KASSAB 25% NA FRENTE E NÃO APENAS 18%, o que chega a aproximadamente UM MILHÃO E SETECENTOS E CINQUENTA MIL VOTOS DE VANTAGEM.
Atenção "Sr. (ou Sra) anônimo(a)" que acha grosseria denunciar a pedofilia
É triste o autoritarismo e a falta de argumento.
"ATENÇÃO A ESSES SIMBOLOS DE PEDOFILIA
Por e-mail (sic)
Homens são triângulos, mulheres corações.
Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representam homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações coletadas pelo FBI durantes suas investigações. A idéia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico.
A AÇÃO DO GATE E A FALÁCIA LÓGICA
BLOG DO REINALDO AZEVEDO- Sei que o aviso já virou rotina, mas ainda estamos no Plano B;
- Sistema RSS não está funcionando;
- Os posts escritos de sábado, dia 11, a esta data, não constam do arquivo, organizado por datas (à esq.);
- O número que indica quantidade de comentários postados não tem atualização automática;
- Os posts têm sempre o mesmo endereço
E o GATE não é competente porque eu quero. É porque os números indicam. Ou, então, que sejam contestados. Estou tentando saber quais são os das muitas unidades da SWAT. Serão equiparáveis aos do GATE? Quando e se souber, informo. De resto, um pouco mais de prudência com a polícia do estado que reduziu os homicídios em quase 70% ao longo de 12 anos. Se fosse obra do Espírito Santo, os outros estados teriam experimentado redução semelhante. Voltarei a este ponto. Agora vocês lerão uma breve narrativa. Ou três.
A PRIMEIRA NARRATIVA
Em 1995, dois assaltantes fizeram reféns 18 operários numa obra — a construção de uma mansão — no Morumbi. Era dia de pagamento. O GATE foi acionado. A negociação se prolongou. Dado o primeiro tiro por um dos bandidos, os policiais decidiram invadir a área. Resultado: quatro mortos — os dois bandidos e dois reféns. Sabem o que aconteceu com o comandante e todos os soldados da operação? Respondem até hoje por um processo sob a acusação de homicídio doloso — para ser preciso: homicídio doloso de quatro pessoas. Treze anos depois, eles ainda não se livraram. O comandante era conhecido na tropa. Liderara antes o cerco a uma rebelião num presídio de Hortolândia. Levou um tiro na boca. Ferido, chamou o imediato, o que está documentado, e determinou: “Não deixe o pessoal perder o controle”. O episódio do Morumbi, infelizmente, restou como um exemplo — um mau exemplo — para os homens que atuam na linha de frente do GATE. Já chegou lá.
A SEGUNDA NARRATIVA, QUE EMBUTE UMA TERCEIRA
Vocês se lembram da morte da vítima Geisa Firmo e de Sandro do Nascimento, que a tinha como refém, no famoso episódio do ônibus 174, no Rio? Ocorreu no dia 12 de junho de 2000. Virou filme — daqueles em que a polícia sai como vilã. Ao cobrir o caso, a rádio CBN e a Folha Online resolveram lembrar um outro episódio, em São Paulo. Segue o relato:
Pedro Caringi afirmou, na manhã desta terça-feira (13), durante uma entrevista à Rádio CBN, que a morte da refém Geisa Firmo Gonçalves, 20, e do assaltante, Sandro do Nascimento, 22, na ação de segunda-feira, no Rio de Janeiro, demonstra o despreparo da polícia para situações como esta. Caringi já sentiu na pele o peso de uma ação semelhante. Sua filha, a professora de Educação Física Adriana Caringi, 23, foi morta por um tiro disparado por um policial de elite quando era mantida como refém por um assaltante. O caso aconteceu no dia 20 de março de 1990. A casa onde a professora morava, na rua Tucuruna, 1187, Vila Pompéia, zona oeste de São Paulo, foi invadida por uma dupla de assaltantes.
Adriana foi usada como escudo pelo assaltante Gilberto Palhares. Os dois estavam numa janela no andar superior do sobrado. O cabo Marcos Antônio Furlan disparou um tiro de fuzil. Um único tiro disparado pelo PM, segundo a perícia, atingiu tanto a cabeça do assaltante como a professora. O Governo do Estado de São Paulo foi condenado a indenizar a família pela morte de Adriana. O juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo afirmou em sua sentença que o disparo que vitimou a professora foi precipitado, inconseqüente e irresponsável. Furlan foi condenado em 1ª instância, sendo depois absolvido. Ele era integrante do Gate (Grupo de Ações Tática Especiais) desde a criação do grupo, um ano antes.
VOLTEI
Eu realmente fico muito impressionado com a certeza com que “especialistas” — e, claro, alguns leitores — afirmam interrogando: “Por que a Polícia não atirou!?” Ouvimos agora os diálogos do tal Lindemberg com os negociadores e, é óbvio, eles nos enchem de raiva. Lembramo-nos que, vá lá, ele saiu ileso e que Eloá está morta. Mesmo assim, é evidente que não se trata de um bandido profissional. Está, sim, mentalmente perturbado e, vê-se, disposto a tudo. Penso na reação dos chamados formadores de opinião se esse rapaz tivesse levado um tiro na testa. Os seus diálogos assumiriam o peso de um simbolismo: tinha ficha limpa, trabalhava e falava como um jovem pobre qualquer da periferia. A luta de classes, no Brasil, é o principal refúgio da canalhice intelectual.
Mas atenção! Assim seria, com uma espécie de massacre apenas moral da polícia, na hipótese de o tiro ser bem-sucedido e acertar Lindemberg. E no caso de erro? Um brasileiro que apareceu noFantástico, instrutor da SWAT, afirma que havia alvo para tanto. O GATE, que estava no local, sustenta que não — o que foi endossado pelo coronel José Vicente da Silva, um especialista em segurança, que não costuma se pautar por juízos corporativistas.
Não, engana-se quem achar que vou sair aqui acusando, como é mesmo?, a turma dos “direituzamos”. Não vou. Mas considerem: é inegável que o lugar de um comandante de uma unidade especializada da Polícia Militar, em situações de extrema tensão como a que ocorreu em Santo André, é um dos piores em que se pode estar. Um tiro significa um processo. Criou-se uma espécie de metafísica em que a policia, obrigada a operar com 100% de eficiência, está sempre, e por princípio, errada.
Vejo os “especialistas” a analisar imagens em computador. O tal instrutor da SWAT, por exemplo, que disse ter "vergonha" (???) do GATE, informou ao Fantástico como faria. Homens estariam pendurados, presos ao teto do edifício. Tão logo Eloá e Lindemberg aparecessem na janela, dois a agarrariam e um terceiro daria um tiro no rapaz. Os russos, claro, fariam tudo conforme o roteiro que ele estabeleceu. Excelente! Seria preciso combinar com as câmeras de TV — com megafone talvez... — para que mostrassem, sei lá, a aprazível topografia da periferia de Santo André enquanto o seqüestrador seria atraído para a janela para ser surpreendido pelos homens-aranha. Ou Lindemberg os veria na televisão, não é?, dada a transmissão ao vivo.
“Então você nega que o GATE tenha cometido erros, Reinaldo?” Assim é se lhes parece. Não nego. Apenas digo que as coisas parecem ser um tanto mais complexas e que uma tropa com tal experiência e com tal performance merece um tratamento um pouco acima da linha da imbecilidade que se lhe tenta atribuir.
E, claro, deixo aqui um questionamento incômodo: até que ponto as unidades especiais da polícia de São Paulo — ou de qualquer lugar do Brasil — não estão indo com medo para o teatro de operações, sabendo que a sua atuação é só a prévia de um julgamento em que, de saída, já estão condenadas? Não sou especialista em tiro — os há dizendo que havia condições para o disparo e também o contrário. Mas sei que, nos ombros, ou no dedo, do soldado vai uma responsabilidade que pode liquidar a sua carreira e, em alguns casos, a sua honra. O que vocês acham que sentiu e sente o soldado que matou Adriana Caringi?
É PRECISO DEFINIR
Sim, como sociedade, precisamos definir quais são os nossos heróis e quais são os nossos bandidos. É evidente que não se deve dar um cheque em branco à Polícia — a rigor, não se deve dá-lo a ninguém. Toda vigilância se faz necessária. Há um histórico de abusos, praticados por maus policiais, que não é pequeno. Mas também cumpre distinguir e separar o que é joio e o que é trigo.
Não há qualquer evidência ou liame lógico que nos digam que, não tivesse havido nenhuma falha, Eloá estaria viva. O estado de Lindemberg e seu comportamento dentro da casa não autorizam que se diga isso. Tal hipótese é mais uma indução ditada por certa predisposição contra a polícia do que dedução a partir dos fatos. Ouçam as gravações. Ele pedia a invasão porque buscava um pretexto para matar. A polícia diz que só agiu depois de ter ouvido um tiro.
Aí diz o tal rapaz da SWAT que suas operações não duram mais de 24 horas. Parece não ser bem assim, mas digamos que seja. Reconhecem-se por lá a autoridade do negociador e a expertise do policial que está em campo. Confia-se em seu julgamento. E os danos colaterais eventualmente havidos, incluindo a morte de reféns, são considerados desdobramentos infelizes da intervenção certa. Não é assim por aqui. Os casos aqui lembrados deixam claro que não.
Concluindo
Ademais, cuidado com a falácia lógica, para a qual a Escolástica já nos advertia, que consiste no seguinte raciocínio: “Post hoc, ergo propter hoc”, ou seja: “Depois disso; logo, por causa disso”. A polícia cometeu erros; logo, Eloá morreu em razão deles.
Eu, que vou dormir sempre de manhã, sei quando está amanhecendo, mesmo que pouco atento ao relógio, porque os passarinhos começam a cantar, os chatinhos. Um pouco depois, lá vem o raiar do dia. É sempre assim. Faz tempo. Desde quando existem esses bichinhos enervantes. Se eu matasse todos eles, nem por isso a luz do dia seria adiada. Sim, ela vem depois do canto. É fatal. Mas também viria sem ele num mundo mais justo — que é aquele sem passarinhos para perturbar os insones...
“Ah, então deixa tudo como está, Reinaldo!” Não, senhores! Que se corrijam os erros do GATE para que, nos próximos dez anos, em vez de apenas dois, não morra um só refém. Mas não é certo, nem justo, sapatear sobre a reputação de uma polícia que é, sim, eficiente. Precisamos aprender a repudiar os nossos bandidos.
Má pessoa e mau presságio
OLAVO DE CARVALHODiário do Comércio, 17 de outubro de 2008
George F. Will, um dos mais renomados colunistas do campo conservador, não está satisfeito com a tônica da campanha republicana, segundo a qual “não são tanto as idéias de Obama que são ruins – ele é que é má pessoa”.
No instante em que milhões de americanos estão sendo lesados nas suas contas de aposentadoria, afirma Will no seu artigo do dia 9 no Washington Post, “o esforço de McCain-Palin para fazer o eleitorado focar os olhos nas ligações que Obama teve em Chicago parece surrealista”.
O argumento não difere muito do de E. J. Dionne – um obamista – que comentei dias atrás: o público não quer saber do passado dos candidatos, mas de como eles vão governar o país e resolver os problemas do presente. No fundo, ambos os colunistas apóiam-se numa regra de etiqueta – um lugar-comum da retórica tradicional – segundo a qual debates devem concentrar-se em idéias e deixar intactas as pessoas.
Mas lugares-comuns são argumentos padronizados aplicáveis a uma multiplicidade de situações diversas, cuja diferença específica, por isso mesmo, lhes escapa.
Em terceiro lugar, as associações que um político tenha forjado ao longo da sua carreira não são detalhes externos que em nada afetem a hipotética pureza das suas convicções pessoais: são a substância mesma do esquema de poder que lhe dá sustentação política e financeira e cujos anseios e interesses pesarão muito mais sobre a conduta dele no cargo do que as meras idéias que ele possa ter na cabeça, idéias que, se vierem a se opor aos ditames do esquema, só condenarão seu agente ao isolamento e ao fracasso.
No caso de Obama, examinar a pessoa, o passado e as associações torna-se ainda mais obrigatório por dois motivos incontornáveis:
Primeiro: Seu discurso de campanha contrasta de tal maneira com todas as suas ações e palavras anteriores, que ninguém pode votar nele com consciência de causa sem ter primeiro esclarecido se ele mudou de idéia sinceramente ou se o novo make-up com que ele se apresenta é apenas um disfarce. Muitos adeptos de Obama – e alguns dos mais entusiásticos entre eles, como por exemplo Louis Farrakhan (v. http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=77539) – não escondem que lhe dão apoio precisamente em razão das idéias radicais que ele defendeu outrora (e daquelas mesmas associações comprometedoras que agora ele nega), e não do seu discurso moderado de hoje, que aceitam apenas como concessão tática provisória. Alguém no campo obamista deve estar enganado a respeito do seu candidato: ou os que o aplaudem por ser um esquerdista fanático, pró-terrorista e anti-americano (como o indicam seus votos no Senado e suas ligações com William Ayers, Raila Odinga, Jeremy Wright, Louis Farrakhan e similares), ou os que confiam nele por ser moderado e patriota como seu discurso eleitoral sugere. Os dois lados não podem ter razão ao mesmo tempo. Fugir dessa questão e concentrar o debate tão-somente no conteúdo do discurso eleitoral em si é fazer desse discurso um fetiche hipnótico em vez de tentar compreendê-lo no seu sentido real e concreto.
Segundo: Obama é um recém-chegado, sua carreira política a mais curta e sua biografia a mais obscura e duvidosa que um candidato à presidência americana já apresentou ao público. O próprio Obama não faz o menor esforço para esclarecer seu passado, antes busca encobri-lo por meio de subterfúgios e mentiras já várias vezes desmascaradas. Por exemplo, ele disse que jamais militou num partido socialista: já apareceram as provas de que militou em dois (v. http://newsbusters.org/blogs/p-j-gladnick/2008/10/08/will-msm-report-obama-membership-socialist-new-party). Ele disse que mal conhecia William Ayers: já está claro que foi nomeado por Ayers para a ONG Chicago Annenberg Challenge e ambos juntos arrecadaram um bocado de dinheiro para organizações esquerdistas.
Essa conduta já é suspeita o bastante, mas o respaldo solícito que ela recebe uniformemente da grande mídia chega a ser assustador, denotando uma fraude jornalística geral e organizada, muito mais temível, pelo alcance universal das suas conseqüências, do que a ocultação da existência do Foro de São Paulo (Cavaleiro do Templo: veja na coluna ao lado) pela mídia brasileira (se eu não tivesse visto este último episódio com os olhos da cara não acreditaria no que eles estão me mostrando agora).
Episódios essenciais, não só da biografia pessoal de Obama, mas da sua militância política, são omitidos sistematicamente pelos jornais e pela TV ou só saem em versão expurgadíssima, higienizada e embelezada, contrastando com a espetaculosa exibição dos menores detalhes íntimos da vida da família Palin, apresentados sempre com vagas insinuações de escândalo precisamente porque em si mesmos nada têm de escandaloso ou relevante. Alguns daqueles episódios, bastante recentes aliás, de 2006 e 2007, mostram um Obama tão diferente daquele que aparece nos debates, que nenhum observador isento pode deixar de notar o contraste e perguntar se a imagem de bom menino veiculada pela propaganda eleitoral do candidato, com a ajuda cúmplice da grande mídia, não é antes uma farsa sinistra destinada a colocar na presidência dos EUA, sob pretextos calmantes, um revolucionário odiento e pelo menos tão anti-americano quanto Hugo Chávez e Ahmadinejad.
Pelo menos uma das faces de Obama que os eleitores americanos não conhecem é tão repugnante que, ao tomar conhecimento dela, você perde na hora todo interesse pelas “propostas de governo” que ele tenha a apresentar, e começa a se perguntar quanto o senso de moralidade dos dirigentes democratas precisou baixar para que aceitassem sepultar fatos tão essenciais e construir em cima do sepulcro a imagem integralmente postiça de um candidato confiável e tranqüilizante, do qual nada mais restasse a discutir senão suas “idéias”.
Essa face, invisível ao povo americano pelo menos até o último dia 10, quando o WorldNetDaily publicou as provas cabais da sua existência (v. http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=77508), é a mais visível no Quênia, país onde Obama teve uma atuação política cem vezes mais decisiva, em escala local, do que jamais teve na América até o início da presente campanha eleitoral. Essa atuação consistiu em apoiar abertamente o líder queniano Raila Odinga e em tentar manipular em favor dele o próprio Senado americano. Odinga não é só um notório comunista e agitador anti-americano. É culpado de assassinato em massa. Em 2007, tendo perdido as eleições para presidente, ele desencadeou uma onda de violência, dirigida especialmente contra cristãos, mandando queimar mais de oitocentas igrejas, algumas com gente dentro, matando mais de mil pessoas e expulsando de suas casas aproximadamente quinhentas mil. A matança só parou quando Odinga foi nomeado primeiro-ministro. Obama não lhe negou apoio antes, durante ou depois desses acontecimentos.
Will e Dionne chamariam isso de “velhas ligações do tempo de Chicago”? Diriam que responsabilizar Obama por suas próprias ações em favor de Odinga é “inculpação por associação”, “insulto pessoal”, argumentum ad hominem? Achariam “surrealista” que alguém visse nessas ações um indício mais significativo da índole política e do caráter de Barack Hussein Obama do que suas promessas de campanha?
Não sei, mas sei o que eu diria no lugar deles: o destino que Obama prenuncia para a América não está nas suas promessas de futuro, mas nos fatos do seu passado.
Não chega a ser maravilhoso que um político tão enfatuado das suas “raízes africanas” se esmere tanto em esconder o mais importante episódio africano da sua biografia, que até hoje lhe rende a gratidão e o respeito dos seguidores de Odinga, ao ponto de prenderem e expulsarem do Quênia o repórter do WorldNetDaily, Jerome Corsi, enviado ao país para investigar o que Obama andara fazendo por lá?
Não há mais espaço no presente artigo para expor em detalhe outros capítulos edificantes desse exemplum vitae humanae que o pastor racista Louis Farrakhan chama, literalmente, “o Messias”. Digo apenas que ter uma carreira universitária integralmente financiada por árabes anti-americanos não é “culpa por associação”; receber ajuda de campanha do estelionatário Tony Resko e depois de eleito influenciar prefeituras para que investissem nos negócios dele não é “culpa por associação”; bloquear as medidas do governo destinada a frear os abusos de Fannie Mae e depois receber 100 mil dólares em contribuições dessa empresa não é “culpa por associação”; falsificar uma certidão de nascimento e usar de manobras judiciais para escapar à exigência de mostrar um documento autêntico não é “culpa por associação”; e muito menos é “culpa por associação” militar na Acorn (aquela que de quebra distribui milhares de títulos de eleitor falsos – v. http://news.yahoo.com/s/ap/20081009/ap_on_el_ge/voter_fraud) em favor de empréstimos bancários a devedores insolventes, e depois tentar despejar na conta dessa ONG vinte por cento dos lucros obtidos pelo governo na operação de socorro montada para tapar os rombos desses mesmos empréstimos. Nada disso é “culpa por associação”, e não há nada de surrealista em querer elucidar esses fatos. Surrealista é pretender que o eleitor pode chegar a uma escolha sensata ouvindo o que um candidato diz e fechando os olhos ao que ele fez. Naturalmente, quem ache o contrário é instantaneamente acusado de racista: prova inequívoca de que a campanha de Obama não usa de chantagem racial para proteger o candidato contra a revelação de seus crimes.
Os Amigos do Lula - Chegada de marcha instala clima de guerra em La Paz
Políticos de oposição chegaram a estocar água e comida para resistir à pressão no interior do Congresso
"Inicialmente, nossos parlamentares estão prontos para resistir por até uma semana", disse ao Estado Marco Júlio, chefe de comunicações da bancada do partido opositor Podemos no Senado. "Mas é claro que se os governistas tomarem medidas radicais, cortando a luz e a água, a situação pode se deteriorar rapidamente."
Alguns deputados estavam acampados no Congresso desde sexta-feira. O objetivo era garantir que eles estivessem presentes na Casa no momento da votação do projeto de consulta popular.
Sindicalistas e indígenas que participavam da marcha, porém, ameaçavam invadir a sede do Legislativo se a oposição não cedesse. "Eles têm de aprovar a convocação até o meio-dia, senão vamos tomar o Congresso", afirmou Fidel Surco, um dos líderes do movimento pró-governo.
Apesar de o anúncio do acordo ter evitado um conflito, alguns políticos de oposição criticaram a intimidação a que estiveram sujeitos, principalmente por considerar Evo responsável pela marcha. "Se houver violência, a responsabilidade será toda do presidente", afirmou o deputado Antonio Franco antes do acordo.
Impedir a entrada de parlamentares opositores para garantir a aprovação de um projeto do governo já ocorreu em outras ocasiões Bolívia.
Foi com essa estratégia, por exemplo, que Evo conseguiu aprovar no Senado um amplo acordo militar com a Venezuela em 2006, apesar de a oposição ter maioria na Casa. O fato de o presidente ter grande popularidade em La Paz é o que possibilita tal manobra.
Na cidade de Sucre, no ano passado, foi a oposição que cercou a sede da Assembléia Constituinte para garantir que suas demandas fossem incluídas no projeto em discussão. Na época, o governo transferiu a votação para uma escola militar.
A NÍTIDA REPULSA DO PT À DEMOCRACIA
Domingo, Outubro 19, 2008
“O que você fez em São Bernardo que sirva de exemplo para o PT no Brasil inteiro. Que sirva de lição de que a gente precisa juntar as forças da sociedade, sobretudo as forças dignas, para que a gente possa construir o projeto maior do que apenas um partido político”, disse Lula dirigindo-se a Luiz Marinho que disputa com Orlando Morando, do PSDB, o segundo turno em São Bernardo, onde o PT nasceu e que há 20 anos está fora do poder. (Leia MAIS).
E projeto acima de partido político só pode ser fascismo. Lula e seus sequazes são contra a democracia liberal, que articula a sociedade em partidos políticos, prevê disputa, dissenso e alternância no poder. (Cavaleiro do Templo: vejam o projeto do PT abaixo o que confirma integralmente as percepções do Aluizio. Um projeto como este só pode ser levado a frente SE O GRUPO DELINQUENTE tiver o poder nas mãos por tempo indefinido. Portanto, o PT não pretende sair do poder de jeito nenhum).
Projeto acima de partido é o de Fidel Castro, Evo Morales, Hugo Chávez e Rafael Caldera.
Lula e o PT têm de ser desalojados do poder se é que a Nação brasileira deseja a lei, a ordem e a manutenção das instituições democráticas.
E não se espantem: após o segundo turno, seja lá qual for o resultado, Lula e seus sequazes partirão para a segunda parte de seu plano que é a convocação de uma Assembléia Constituinte para ungir Lula como o Imperador do Brasil. Esse plano golpista os petralhas denominam “reforma política”.
O PT não tem absolutamente ninguém para suceder Lula. O partido ao longo de todos esses quase trinta anos só conseguiu criar uma liderança, que é Lula.
Por isso os petralhas entraram em desespero com os resultados adversos a eles nessas eleições. Além do mais têm o horror ao ver chegando 2010 sem qualquer alternativa.
Um alerta: fanáticos e oportunistas desesperados ficam perigosos.
E já mostram isso em São Paulo, onde usam a greve dos policiais para promover uma situação de crise na reta final da campanha do segundo turno.
É a estratégia do nazi-fascismo, baseada na agitação e no terror.
Diferença entre Obama e McCain cai a 3 pontos nos EUA
WASHINGTON (Reuters) - A vantagem do candidato democrata Barack Obama sobre o republicano John McCain na corrida à Casa Branca caiu para três pontos percentuais, segundo pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby, divulgada neste domingo.
Obama tem 48 por cento das intenções de voto contra 45 por cento de McCain. A pesquisa tem uma margem de erro de 2,9 pontos.
O especialista John Zogby afirmou que o resultado é uma boa notícia para o candidato republicano e provavelmente reflete a perfomance de McCain no último debate presidencial, na quarta-feira passada.
"Pela primeira vez nas pesquisas McCain bate os 45 por cento. Não há dúvidas de que algo aconteceu", declarou Zogby.
Segundo ele, o senador por Arizona parece ter consolidado o apoio da base republicana, onde nove entre dez eleitores votam nele, além de ganhar terreno entre os independentes, que devem ter papel decisivo nas eleições de 4 de novembro.
A vantagem de Obama entre os eleitores independentes caiu, de sábado para domingo, de 16 para 8 pontos percentuais.
"Se essa tendência se mantém, será um alerta na campanha de Obama", disse Zogby.
Obama tem pedido que seus simpatizantes evitem a confiança excessiva. Boa parte das pesquisas mostram que a vantagem do democrata sobre o republicano caiu para a casa do um dígito.
Aos 47 anos, Obama, se ganhar a corrida eleitoral, será o primeiro presidente negro (Cavaleiro do Templo: NEGRO??? NEGRO???? O CARA É MESTIÇO, FILHO DE NEGRO E BRANCA!!! Até quando vamos continuar mascarando de todas as formas possíveis e imagináveis este salafrário, o Lula americano????) dos Estados Unidos. Ele tem forte apoio dos negros, hispânicos, católicos e judeus, enquanto McCain, de 72 anos, tem uma liderança por pequena vantagem entre eleitores masculinos e brancos.
As mulheres, grupo que pode ser fator crucial nestas eleições, apóiam Obama. O democrata tem uma liderança de seis pontos junto a esse eleitorado, mas essas diferença tem caído recentemente.
A pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby entrevistou 1.210 pessoas aptas a votar em novembro, durante quatro dias. Para captar as mudanças do eleitorado, o resultado levantado num dia substituía parcialmente resultados anteriores.
O Enterro do Neoliberalismo
“É fantástico o país mais liberal do mundo ter de estatizar. É o enterro do neoliberalismo de uma maneira trágica”.
A fala acima foi feita por Maria da Conceição Tavares, no dia 10/9/2008, um dia antes do 7º aniversário da derrubada das Torres Gêmeas de Nova York. Trata-se da mesma Maria da Conceição, a antiga musa do Plano Cruzado, de 1986, que chorou no dia em que Sarney prometeu o Sétimo Céu a todos os brasileiros, promovendo o congelamento de preços. Como se sabe, aquele plano demagógico deu com os burros n’água, mas antes elegeu 23 governadores do PMDB.
Na verdade, Maria da Conceição Tavares está promovendo seu foguetório particular para espezinhar o capitalismo, pois é ardorosamente adepta do socialismo. Assim, explica-se sua invulgar alegria frente aos problemas econômicos enfrentados pelos EUA, da mesma forma que o ex-frei Leonardo Boff sentiu alegria pela derrubada das torres do WTC, dizendo que não deveriam ter sido 3, mas 500 os aviões a atingir a América. Maria da Conceição poderia muito bem dividir o troféu de idiota do ano com o ex-ministro da Fazenda, Luiz Carlos Bresser Pereira, que falou a mesma asnice.
O orgasmo verbal tavaresco da estatólatra se deu depois que o governo dos EUA prometeu injetar 200 bilhões de dólares nas empresas Fannie Mae e Freddie Mac, para evitar a falência. Uma ninharia, se comparado aos trilhões de dólares gastos com a Guerra do Iraque.
O mesmo prognóstico, do fim do capitalismo liberal, já havia sido feito pelos economistas marxistas “desenvolvimentistas” após o crash da Bolsa de Nova York, em 1929. O que se viu foi os EUA renascer do baque sofrido, de modo que ao fim da II Guerra Mundial haviam se tornado o país mais poderoso de todos os tempos, detentor único da bomba atômica e responsável por 50% do PIB mundial.
Aliás, nunca existiu liberalismo ou neoliberalismo puro em nenhum país do mundo, nem mesmo nos EUA do tempo dos 4 pais fundadores. Sempre existiu e sempre existirá interferência governamental na Economia, para o bem ou para o mal, seja para criar leis normativas, de modo a evitar abusos, seja para auxiliar empresas numa emergência, de modo que a economia nacional não seja corrompida pelo efeito dominó de falências que daí poderia resultar. Aliás, ser governo é antes de tudo exercer o poder, o máximo de poder possível, e qualquer político, por mais liberal que seja, deixa de sê-lo imediatamente quando é convidado para a pasta da Economia. Instantaneamente, torna-se um estatólatra e um escravo do Leviatã.
Que o diga Roberto Campos, inicialmente um convicto keynesiano em defesa do dirigismo estatal, tanto do Plano de Metas de Juscelino, quanto do Plano Nacional de Desenvolvimento dos militares.
Mas isso foi na juventude, na “idade da gonorréia”, como costumava dizer. Depois, na idade madura, tornou-se ardoroso discípulo do economista austríaco Friedrich August von Hayek, um dos mestres do liberalismo clássico, e se bateu contra os monopólios estatais brasileiros, como o sistema de Telecomunicações e a Petrobras, a quem chamava de “Petrossauro”.
Sobre o capitalismo e o socialismo, disse Roberto Campos, o Bob Fields das esquerdas:
“O princípio axiológico do capitalismo é que o homem é dono de seu corpo e do produto de suas faculdades e só pode ser privado do produto dessas faculdades por consenso, contrato, ou pela aceitação de tributos sujeitos ao crivo da representação democrática. Já o socialismo parte do princípio de que o homem é proprietário de seu corpo, mas não é proprietário do uso de suas faculdades. Esse produto pode — e deve — ser redistribuído segundo determinados critérios ideológicos e políticos para alcançar algo definido como justiça social… O resultado é que não se otimiza o esforço produtivo. Toda a tragédia do socialismo é, no fundo, a sub-otimização do esforço produtivo” (Cfr. livro “Conversas com Economistas Brasileiros”).
A História provou que os países socialistas, baseados no dirigismo estatal e na falta de liberdade individual, só promoveram a miséria e a fome, a exemplo da Rússia de Stálin, da China de Mao Tsé-Tung, do Camboja de Pol Pot e Cuba de Fidel Castro. A China, hoje, está se desenvolvendo rapidamente em algumas áreas do país porque está adotando o “espírito animal” que promove o desenvolvimento de qualquer nação, ou seja, o velho e bom capitalismo. Até o Vietnã, que como a China se diz ainda comunista, cresce espetacularmente por estar levando a liberdade econômica a todas as áreas, no campo e na cidade, de modo que é hoje o 3º ou 4º maior produtor de café do mundo.
Os EUA podem, sim, vir a se tornar uma economia estatizada no futuro, em maior grau do que já é hoje, segundo crêem pitonisas estridentes como Maria da Conceição Tavares. No entanto, já foi provado pela História que todas as nações desenvolvidas da atualidade tiveram suas atividades econômicas alicerçadas no espírito liberal, ou seja, baseadas no livre empreendedorismo, na imprensa livre, na liberdade de opinião, na liberdade religiosa, no respeito à propriedade e no culto às leis.
O espírito liberal deve ser levado a sério não como algo que “vai” ser alcançado, mas que “pode” ser alcançado. É como o projeto de santidade promovido pelas igrejas: o ser humano sabe que nunca chegará a ser santo, mas nem por isso vai deixar de tentar em sê-lo. O espírito liberal é, assim, um norte, um guia para o desenvolvimento pleno de todos os cidadãos de uma nação, para a “maxi-otimização do esforço produtivo”, não sua “sub-otimização”, própria do socialismo. Este espírito liberal, sim, é eterno, como eterna é a busca da felicidade de todo o ser humano livre. Porque é, antes de tudo, “livre” o significado da palavra liberal.
Evidence Mounts: Ayers Co-Wrote Obama's Dreams
- The discovery of new matching nautical metaphors from both Ayers and Obama that almost assuredly came from the same source: Ayers, a former merchant seaman.
- The discovery of a Bill Ayers' essay on memoir writing, whose postmodern themes and phrases are echoed throughout Dreams.
- A newly discovered book chapter from 1990 that shows clearly and painfully the limits of Obama's prose style the year he received a contract to write Dreams.
- The revelation by radical Islamicist Rashid Khalidi that Ayers made his "dining room table" available for neighborhood writers who needed help.
- A refined timeline that shows Ayers had the means, the motive and the time to help Obama when he needed it most.
"Moreover, such approaches can and have become thinly veiled excuses for cutting back on social programs, which are anathema to a conservative agenda."
"But organizing the black community faces enormous problems as well . . . and the urban landscape is littered with the skeletons of previous efforts."
"I just cannot understand why a bright young man like you would go to college, get that degree and become a community organizer.""Why's that?"" 'Cause the pay is low, the hours is long, and don't nobody appreciate you."
"The hallmark of writing in the first person is intimacy. . . . But in narrative the universal is revealed through the specific, the general through the particular, the essence through the unique, and necessity is revealed through contingency."
"And so what was a more interior, intimate effort on my part, to understand this struggle and to find my place in it, has converged with a broader public debate, a debate in which I am professionally engaged . . . "
"Narrative begins with something to say-content precedes form."
"I understood that I had spent much of my life trying to rewrite these stories, plugging up holes in the narrative . . . "
"Narrative inquiry can be a useful corrective to all this."
"Truth is usually the best corrective."
"The mind works in contradiction, and honesty requires the writer to reveal disputes with herself on the page."
"Not because that past is particularly painful or perverse but because it speaks to those aspects of myself that resist conscious choice and that--on the surface, at least--contradict the world I now occupy."
The reader must actually see the struggle. It's a journey, not by a tourist, but by a pilgrim.
"But all in all it was an intellectual journey that I imagined for myself, complete with maps and restpoints and a strict itinerary."
"Narrative writers strive for a personal signature, but must be aware that the struggle for honesty is constant."
"I was engaged in a fitful interior struggle. I was trying to raise myself to be a black man in America."
"But that intimacy can trap a writer into a defensive crouch, into airing grievances or self-justification."
"At best, these things were a refuge; at worst, a trap."
"A steady attack on the white race . . . served as the ballast that could prevent the ideas of personal and communal responsibility from tipping into an ocean of despair."
See Jack Cashill's first American Thinker article on the authorship of Dreams from my Father here.
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
