Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Livro "A Economia não Mente" de Guy Sorman


clique aqui para o livro e palestra 23 de outubro

Durante muito tempo, a pobreza foi o lote comum da humanidade e a possibilidade de crescimento permaneceu desconhecida. Este crescimento é um evento histórico considerável e recente. Em apenas uma geração, o crescimento se estendeu por todas as partes do planeta.

O seu motor é a inovação; a inovação nunca é linear, ela se dá através de saltos. Nem toda inovação é um sucesso; algumas desaparecem por serem inúteis, outras se mostram mal controladas. Como a economia, a inovação progride, portanto, por tentativa e erro: os ritmos econômicos se ressentem disso, ciclos nascem a partir daí. Nos Estados Unidos, uma verdadeira inovação - a securitização - aumentou recentemente as possibilidades de crédito, pulverizou os riscos e contribuiu dessa forma para o forte crescimento mundial dos últimos dez anos. Porém, uma má avaliação dos riscos e o entusiasmo dos especuladores (um efeito bolha) quase destruíram o sistema financeiro internacional.

O Estado americano interveio, para comprar as dívidas ruins, pois, o Estado na economia liberal é sempre o último recurso. Essa pane no capitalismo não é uma pane do capitalismo: por mais imperfeito que seja, o capitalismo continua sendo o motor incomparável do desenvolvimento para o grande benefício da humanidade. Este livro relata a história do crescimento e as condições de sua continuidade. A mensagem? Aprender com seus sucessos e erros, sem jamais renunciar a uma abordagem científica, sem jamais ceder nem à euforia, nem ao pânico. O pior que pode acontecer em caso de crise, é renunciar aos conhecimentos adquiridos para recair nas paixões ideológicas: paixões que, no século passado, mataram mais do que qualquer epidemia.

A Mensagem de Viktor Frankl - aquilo que os "cheios de si" e/ou de suas ideologias macabras deveriam entender

MOVIMENTO ENDIREITAR
Sáb, 18 de Outubro de 2008 13:46 Olavo de Carvalho

(Download do livro Em Busca de Sentido [Arquivo PDF]: clique aqui!)

No dia 2 de setembro [de 1997] morreu, aos 92 anos, um dos homens realmente grandes deste século. Acabo de escrever isto e já tenho uma dúvida: não sei se o médico judeu austríaco Viktor Frankl pertenceu mesmo a este século. Pois ele só viveu para devolver aos homens o que o século XX lhes havia tomado - e não poderia fazê-lo se não fosse, numa época em que todos se orgulham de ser "homens do seu tempo", alguém muito maior do que o século.

Viktor Emil Frankl, nascido em Viena em 26 de março de 1905, foi grande nas três dimensões em que se pode medir um homem por outro homem: a inteligência, a coragem, o amor ao próximo. Mas foi maior ainda naquela dimensão que só Deus pode medir: na fidelidade ao sentido da existência, à missão do ser humano sobre a Terra.

Homem de ciência, neurologista e psiquiatra, não foi o estudo que lhe revelou esse sentido. Foi a temível experiência do campo de concentração. Milhões passaram por essa experiência, mas Frankl não emergiu dela carregado de rancor e amargura. Saiu do inferno de Theresienstadt levando consigo a mais bela mensagem de esperança que a ciência da alma deu aos homens deste século.

O que possibilitou esse milagre singular foi a confluência oportuna de uma decisão pessoal e dos fatos em torno. A decisão pessoal: Frankl entrou no campo firmemente determinado a conservar a integridade da sua alma, a não deixar que seu espírito fosse abatido pelos carrascos do seu corpo. Os fatos em torno:
Frankl observou que, de todos os prisioneiros, os que melhor conservavam o autodomínio e a sanidade eram aqueles que tinham um forte senso de dever, de missão, de obrigação. A obrigação podia ser para com uma fé religiosa: o prisioneiro crente, com os olhos voltados para o julgamento divino, passava por cima das misérias do momento. Podia ser para com uma causa política, social, cultural: as humilhações e tormentos tornavam-se etapas no caminho da vitória. Podia ser, sobretudo, para com um ser humano individual, objeto de amor e cuidados: os que tinham parentes fora do campo eram mantidos vivos pela esperança do reencontro. Qualquer que fosse a missão a ser cumprida, ela transfigurava a situação, infundindo um sentido ao nonsense do presente. Esse senso de dever era a manifestação concreta do amor - o amor pelo qual um homem se liberta da sua prisão externa e interna, indo em direção àquilo que o torna maior que ele mesmo.

O sentido da vida, concluiu Frankl, era o segredo da força de alguns homens, enquanto outros, privados de uma razão para suportar o sofrimento exterior, eram acossados desde dentro por um tirano ainda mais pérfido que Hitler - o sentimento de viver uma futilidade absurda.

Frankl tinha três razões para viver: sua fé, sua vocação e a esperança de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou não somente a vida, mas algo maior que a vida. Após a libertação, reencontrou também a esposa e a profissão, como diretor do Hospital Policlínico de Viena.

Assim ele registra, no seu livro Man's Search for Meaning, uma das experiências interiores que o levaram à descoberta do sentido da vida:

"Um pensamento me traspassou: pela primeira vez em minha vida enxerguei a verdade tal como fora cantada por tantos poetas, proclamada como verdade derradeira por tantos pensadores. A verdade de que o amor é o derradeiro e mais alto objetivo a que o homem pode aspirar. Então captei o sentido do maior segredo que a poesia humana e o pensamento humano têm a transmitir: a salvação do homem é através do amor e no amor. Compreendi como um homem a quem nada foi deixado neste mundo pode ainda conhecer a bem-aventurança, ainda que seja apenas por um breve momento, na contemplação da sua bem-amada. Numa condição de profunda desolação, quando um homem não pode mais se expressar em ação positiva, quando sua única realização pode consistir em suportar seus sofrimentos da maneira correta - de uma maneira honrada -, em tal condição o homem pode, através da contemplação amorosa da imagem que ele traz de sua bem-amada, encontrar a plenitude. Pela primeira vez em minha vida, eu era capaz de compreender as palavras: 'Os anjos estão imersos na perpétua contemplação de uma glória infinita'."

Frankl transformou essa descoberta num conceito científico: o de
doenças noogênicas. Noogênico quer dizer "proveniente do espírito". Além das causas somáticas e psíquicas do sofrimento humano, era preciso reconhecer um sofrimento de origem propriamente espiritual, nascido da experiência do absurdo, da perda do sentido da vida: "O homem, dizia ele, pode suportar tudo, menos a falta de sentido."

Das reflexões de Frankl sobre a experiência do absurdo nasceu um dos mais impressionantes sistemas de terapia criados no século dos psicólogos:
a logoterapia, ou terapia do discurso - um conjunto de esquemas lógicos usados para desmontar os subterfúgios com que a mente doentia procura eludir a questão decisiva: a busca do sentido.

Mas o sentido não teria o menor poder curativo se fosse apenas uma esperança inventada. A mente não poderia encontrar dentro de si a solução de seus males, pela simples razão de que o seu mal consiste em estar fechada dentro de si, sem abertura para o que lhe é superior.
Em vez de criar um sentido, a mente tem de submeter-se a ele, uma vez encontrado. O sentido não tem de ser moldado pela mente, mas a mente pelo sentido. O sentido da vida, enfatiza Frankl, é uma realidade ontológica, não uma criação cultural. Frankl não dá nenhuma prova filosófica desta afirmativa, mas o caminho mesmo da cura logoterapêutica fornece a cada paciente uma evidência inequívoca da objetividade do sentido da sua vida. O sentido da vida simplesmente existe: trata-se apenas de encontrá-lo.

Universal no seu valor, individual no seu conteúdo,
o sentido da vida é encontrado mediante uma tenaz investigação na qual o paciente, com a ajuda do terapeuta, busca uma resposta à seguinte pergunta: Que é que eu devo fazer e que não pode ser feito por ninguém, absolutamente ninguém exceto eu mesmo? O dever imanente a cada vida surge então como uma imposição da estrutura mesma da existência humana. Nenhum homem inventa o sentido da sua vida: cada um é, por assim dizer, cercado e encurralado pelo sentido da própria vida. Este demarca e fixa num ponto determinado do espaço e do tempo o centro da sua realidade pessoal, de cuja visão emerge, límpido e inexorável, mas só visível desde dentro, o dever a cumprir.

Em vez de dissolver a individualidade humana nos seus elementos, mediante análises tediosas que arriscam perder-se em detalhes irrelevantes, a logoterapia busca consolidar e fixar o paciente, de imediato, no ponto central do seu ser, que é, e não por coincidência, também o ponto mais alto. Eis aí por que é inútil buscar provas teóricas do sentido da vida: ele não é uma máxima uniforme, válida para todos - é a obrigação imanente que cada um tem de transcender-se. Discutir o sentido da vida sem realizá-lo seria negá-lo; e, uma vez que começamos a realizá-lo, já não é preciso discuti-lo, porque ele se impõe com uma evidência que até a mente mais cínica se envergonharia de negar.

A logoterapia tem uma imponente folha de sucessos clínicos. Porém mais significativa do que suas aplicações médicas talvez seja a função que ela desempenhou e desempenha - a missão que ela cumpre - no panorama da cultura moderna.
Num século que tudo fez para deprimir o valor da consciência humana, para reduzi-la a um epifenômeno de causas sociais, biológicas, lingüisticas, etc., Frankl nadou na contracorrente e ninguém conseguiu detê-lo. Ninguém: nem os guardas do campo nem as hostes inumeráveis de seus antípodas intelectuais - os inimigos da consciência. Frankl apostou no sentido da vida e na força cognoscitiva da mente individual. Apostou nos dois azarões do páreo filosófico do século XX, desprezados por psicanalistas, marxistas, pragmatistas, semióticos, estruturalistas, desconstrucionistas - por todo o pomposo cortejo de cegos que guiam outros cegos para o abismo. Apostou e venceu. A teoria da logoterapia resistiu bravamente a todas as objeções, sua prática se impôs em inúmeros países como o único tratamento admissível para os casos numerosos em que a alma humana não é oprimida por fantasias infantis mas pela realidade da vida. Por isto mesmo a crítica cultural de Frankl, parte integrante de uma obra onde o médico e o pensador não se separam um momento sequer, tem um alcance mais profundo do que todas as suas concorrentes. Desde seu posto de observação privilegiado, ele pôde enxergar o que nenhum intelectual deste século quis ver: a aliança secreta entre a cultura materialista, progressista, democrática, cientificista, e a barbárie nazista. Aliança, sim: seria apenas uma coincidência que o século mais empenhado em negar nas teorias a autonomia e o valor da consciência também fosse o mais empenhado em criar mecanismos para dirigi-la, oprimi-la e aniquilá-la na prática? Dirigindo-se a um público universitário norte-americano, Viktor Frankl pronunciou estas palavras onde a lucidez se alia a uma coragem intelectual fora do comum:

"Não foram apenas alguns ministérios de Berlim que inventaram as câmaras de gás de Maidanek, Auschwitz, Treblinka: elas foram preparadas nos escritórios e salas de aula de cientistas e filósofos niilistas, entre os quais se contavam e contam alguns pensadores anglo-saxônicos laureados com o Prêmio Nobel. É que, se a vida humana não passa do insignificante produto acidental de umas moléculas de proteína, pouco importa que um psicopata seja eliminado como inútil e que ao psicopata se acrescentem mais uns quantos povos inferiores: tudo isto não é senão raciocínio lógico e conseqüente." (Sêde de Sentido, trad. Henrique Elfes, São Paulo, Quadrante, 1989, p. 45.)

Com declarações desse tipo, ele pegava pela goela os orgulhosos intelectuais denunciadores da barbárie e lhes devolvia seu discurso de acusação,
desmascarando a futilidade suicida de teorias que não assumem a responsabilidade de suas conseqüências históricas. Pois o mal do mundo não vem só de baixo, das causas econômicas, políticas e militares que a aliança acadêmica do pedantismo com o simplismo consagrou como explicações de tudo. Vem de cima, vem do espírito humano que aceita ou rejeita o sentido da vida e assim determina, às vezes com trágica inconseqüencia, o destino das gerações futuras.

Frankl era judeu, como foram judeus alguns dos criadores daquelas doutrinas materialistas e desumanizantes que prepararam, involuntariamente, o caminho para Auschwitz e Treblinka. Se ele pôde ver o que eles não viram, foi porque permaneceu fiel à liberdade interior que é a velha mensagem do Sentido em busca do homem: "SE ME ACEITAS, Israel, Eu sou o Teu Deus."

(Publicado na revista Bravo! de novembro de 1997, e reproduzido em "O Imbecil Coletivo II")

Fonte: http://www.oindividuo.com/ 

A "VACA" FOI PARA O BREJO

MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - MOVCC
Postado por movcc às 10/21/2008

ERRATA:
A Folha errou ao divulgar os números do último Datafolha, que deu em votos válidos: Kassab, 59% e Martaxa, 41%, 18 pontos de vantagem para Kassab, quase um milhão e trezentos mil votos.

O Datafolha tem tanta credibilidade que a campanha do Kassab usa essa diferença, sem fazer "CHECKING".


ACERTATA:
A Folha publica hoje, 21/10, uma reportagem falando do erro e apresentando um quadro corrigido da pesquisa. Uma amiga da internet, que estudou estatística, olhou o quadro e chegou à conclusão que, corrigido o erro inicial, o Datafolha dá:

KASSAB 25% NA FRENTE E NÃO APENAS 18%, o que chega a aproximadamente UM MILHÃO E SETECENTOS E CINQUENTA MIL VOTOS DE VANTAGEM.

Atenção "Sr. (ou Sra) anônimo(a)" que acha grosseria denunciar a pedofilia

Você que escreveu um comentário no meu site sobre o artigo que trata da PEDOFILIA é um(a) canalha, imundo(a), salafrário(a) e/ou PEDÓFILO(A).

Não publicarei teu comentário no final daquele artigo, publicarei ABAIXO para cuspir virtualmente na tua cara. Vamos ao lixo que você escreveu (sic):

"Lamentável que alguém que se diz tão politizado, receba o visitante desta forma tão grosseira. Aconselho-te a ler um bom livro (uma lista poderia te dar que vai de Machado de Assis a Eric Hobsbawn) para inteirar-te de alguns conceitos, além de te ajudar a adotar um nome (Cavaleiro do tempo parece coisa de jogador de RPG, mas enfim...) e dizer/saber o porquê dos acontecimentos históricos.

É triste o autoritarismo e a falta de argumento.

Enfim, o mundo é maior que o teu quarto, prezado cavaleiro

Laura
P.S.: infelizmente não tenho blog, para assinar com uma maior identificação" 

Vou publicar de novo o artigo para que outros leitores do meu blog possam saber do que se trata:

"ATENÇÃO A ESSES SIMBOLOS DE PEDOFILIA

Por e-mail (sic)


FBI produziu um relatório em Janeiro sobre pedofilia. Nele estão colocados uma serie de símbolos usados pelos pedófilos para se identificar. Os símbolos são, sempre, compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro. 

A forma maior identifica o adulto, a menor a criança. A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores.

Homens são triângulos, mulheres corações.

Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias (anéis, pingentes,.. .) entre outros objetos.

O link abaixo leva a uma copia em .pdf do relatório aonde os símbolos são mostrados. Acho os pedófilos a pior escoria da humanidade e conhecer esses símbolos para poder identificar essas pessoas é o mínimo que podemos fazer. Ao encontrar um símbolo desses, avisar a policia. https://secure.wikileaks.org/leak/FBI-pedophile-symbols.pdf.

Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representam homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações coletadas pelo FBI durantes suas investigações. A idéia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico.

Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibirem em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e o escambau. Infelizmente, é o design gráfico a serviço do mal.

SE VIR EM ALGUM CANTO, DENUNCIE!!!!!!!!!"  

Agora vou separar a obra da sua estupidez e comentar parte por parte:

"Lamentável que alguém que se diz tão politizado, receba o visitante desta forma tão grosseira."

O artigo trata de um assunto por demais sério, onde está a grosseria que sua mente "percebeu"? Falar que PEDÓFILOS são a pior escória da humanidade? É isto? Ou não gostou do artigo em si? Ele por acaso teria ferido preferências criminosas por aí? Sabia que PEDOFILIA é crime???

"Aconselho-te a ler um bom livro (uma lista poderia te dar que vai de Machado de Assis a Eric Hobsbawn) para inteirar-te de alguns conceitos..."

Será que nestes autores eu leria alguma coisa sobre PEDOFILIA e seus conceitos?

"...além de te ajudar a adotar um nome (Cavaleiro do tempo parece coisa de jogador de RPG, mas enfim...) e dizer/saber o porquê dos acontecimentos históricos."

Primeiro, não é Cavaleiro do tempo, é CAVALEIRO DO TEMPLO, aprenda a ler e/ou escrever. Segundo, sobre qual acontecimento histórico se refere? Alguma coisa relacionada com PEDOFILIA? Terceiro, o Cavaleiro do Templo histórico luta pela liberdade em nome de Deus. Leia lá na epígrafe do meu blog o que é um Cavaleiro do Templo seu (ou sua) idiota!!! Se sua cultura limita-se ao conhecimento do Cavaleiro do Templo dos RPG, que posso fazer eu? Sabia que não foram nos RPG que o Cavaleiro do Templo apareceu no mundo? E ainda por cima vem me falar de Machado e Hobsbawn??? PELO AMOR DE DEEEEEEUS!!!

"É triste o autoritarismo e a falta de argumento.

Enfim, o mundo é maior que o teu quarto, prezado cavaleiro"

Onde está o autoristarismo, seu estúpido/estúpida? E não vou te tratar como prezado ou prezada só porque me tratou assim no final do seu relato típico de uma mente deformada pela estupidez e canalhice. Te desprezo sem te conhecer e graças a Deus que assim seja.

Por fim não te convidei ao meu site, portanto não tenho que te receber de alguma forma tal que seja adequada a você. Meu trabalho de publicação (em quase a sua totalidade) tem público certo, são pessoas QUE SABEM LER, ESCREVER E SE LEMBRAM DO QUE FALARAM/ESCREVERAM 10 SEGUNDOS ATRÁS. Ou seja, não escrevo para você nem para a sua turma. 

Por fim, como diz o Olavo de Carvalho a pessoas como você, vai tomar naquele lugar, dois dedinhos atrás do saco escrotal!!! Se gosta disto, então não vá tomar lá!!! E se não tem blog MAS fosse uma pessoa HONESTA E DIGNA, colocaria seu e-mail, nome completo, CPF, o que quisesse. Usar este argumento ("infelizmente não tenho blog, para assinar com uma maior identificação") é apenas uma prova de má intenção típica dos que ajudo a revelar aqui no CAVALEIRO DO TEMPLO para o Brasil e para o mundo.

A AÇÃO DO GATE E A FALÁCIA LÓGICA

BLOG DO REINALDO AZEVEDO
Terça-feira, Outubro 21, 2008

CONTINUA (Reinaldo falando)
- Sei que o aviso já virou rotina, mas ainda estamos no Plano B;
- Sistema RSS não está funcionando;
- Os posts escritos de sábado, dia 11, a esta data, não constam do arquivo, organizado por datas (à esq.);
- O número que indica quantidade de comentários postados não tem atualização automática;
- Os posts têm sempre o mesmo endereço


Publiquei ontem e reafirmo: em 10 anos, morreram apenas duas pessoas nas operações lideradas pelo GATE. Uma delas é Eloá. Neste ano, em 18 ações realizadas, 47 pessoas foram salvas. Em 12 delas, os que mantinham as vítimas em cárcere privado eram pessoas armadas e mentalmente perturbadas. Isso livra o GATE de qualquer crítica? Não! E acho, sim, que elas devem ser feitas. EU JAMAIS NEGUEI, DESDE O PRIMEIRO DIA, QUE TENHA HAVIDO ERROS NA OPERAÇÃO. A PRÓPRIA VEJA, CUMPRINDO O SEU PAPEL, OS APONTOU. O mais evidente, escrevo pela undécima vez, é a volta de jovem Nayara ao teatro de operações. Mas daí a esculhambar, como um bando de trapalhões, uma das unidades mais bem-treinadas do mundo, vai uma grande diferença. Daí a culpar a polícia pela morte da garota, como se tenta fazer, vai a distância que separa a razão da estupidez.

E o GATE não é competente porque eu quero. É porque os números indicam. Ou, então, que sejam contestados. Estou tentando saber quais são os das muitas unidades da SWAT. Serão equiparáveis aos do GATE? Quando e se souber, informo. De resto, um pouco mais de prudência com a polícia do estado que reduziu os homicídios em quase 70% ao longo de 12 anos. Se fosse obra do Espírito Santo, os outros estados teriam experimentado redução semelhante. Voltarei a este ponto. Agora vocês lerão uma breve narrativa. Ou três.

A PRIMEIRA NARRATIVA
Em 1995, dois assaltantes fizeram reféns 18 operários numa obra — a construção de uma mansão — no Morumbi. Era dia de pagamento. O GATE foi acionado. A negociação se prolongou. Dado o primeiro tiro por um dos bandidos, os policiais decidiram invadir a área. Resultado: quatro mortos — os dois bandidos e dois reféns. Sabem o que aconteceu com o comandante e todos os soldados da operação? Respondem até hoje por um processo sob a acusação de homicídio doloso — para ser preciso: homicídio doloso de quatro pessoas. Treze anos depois, eles ainda não se livraram. O comandante era conhecido na tropa. Liderara antes o cerco a uma rebelião num presídio de Hortolândia. Levou um tiro na boca. Ferido, chamou o imediato, o que está documentado, e determinou: “Não deixe o pessoal perder o controle”. O episódio do Morumbi, infelizmente, restou como um exemplo — um mau exemplo — para os homens que atuam na linha de frente do GATE. Já chegou lá.

A SEGUNDA NARRATIVA, QUE EMBUTE UMA TERCEIRA 
Vocês se lembram da morte da vítima Geisa Firmo e de Sandro do Nascimento, que a tinha como refém, no famoso episódio do ônibus 174, no Rio? Ocorreu no dia 12 de junho de 2000. Virou filme — daqueles em que a polícia sai como vilã. Ao cobrir o caso, a rádio CBN e a 
Folha Online resolveram lembrar um outro episódio, em São Paulo. Segue o relato:

Pedro Caringi afirmou, na manhã desta terça-feira (13), durante uma entrevista à Rádio CBN, que a morte da refém Geisa Firmo Gonçalves, 20, e do assaltante, Sandro do Nascimento, 22, na ação de segunda-feira, no Rio de Janeiro, demonstra o despreparo da polícia para situações como esta. Caringi já sentiu na pele o peso de uma ação semelhante. Sua filha, a professora de Educação Física Adriana Caringi, 23, foi morta por um tiro disparado por um policial de elite quando era mantida como refém por um assaltante. O caso aconteceu no dia 20 de março de 1990. A casa onde a professora morava, na rua Tucuruna, 1187, Vila Pompéia, zona oeste de São Paulo, foi invadida por uma dupla de assaltantes.
Adriana foi usada como escudo pelo assaltante Gilberto Palhares. Os dois estavam numa janela no andar superior do sobrado. O cabo Marcos Antônio Furlan disparou um tiro de fuzil. Um único tiro disparado pelo PM, segundo a perícia, atingiu tanto a cabeça do assaltante como a professora. O Governo do Estado de São Paulo foi condenado a indenizar a família pela morte de Adriana. O juiz Pedro Aurélio Pires Maringolo afirmou em sua sentença que o disparo que vitimou a professora foi precipitado, inconseqüente e irresponsável. Furlan foi condenado em 1ª instância, sendo depois absolvido. Ele era integrante do Gate (Grupo de Ações Tática Especiais) desde a criação do grupo, um ano antes. 


VOLTEI
Eu realmente fico muito impressionado com a certeza com que “especialistas” — e, claro, alguns leitores — afirmam interrogando: “Por que a Polícia não atirou!?” Ouvimos agora os diálogos do tal Lindemberg com os negociadores e, é óbvio, eles nos enchem de raiva. Lembramo-nos que, vá lá, ele saiu ileso e que Eloá está morta. Mesmo assim, é evidente que não se trata de um bandido profissional. Está, sim, mentalmente perturbado e, vê-se, disposto a tudo. Penso na reação dos chamados formadores de opinião se esse rapaz tivesse levado um tiro na testa. Os seus diálogos assumiriam o peso de um simbolismo: tinha ficha limpa, trabalhava e falava como um jovem pobre qualquer da periferia. A luta de classes, no Brasil, é o principal refúgio da canalhice intelectual.

Mas atenção! Assim seria, com uma espécie de massacre apenas moral da polícia, na hipótese de o tiro ser bem-sucedido e acertar Lindemberg. E no caso de erro? Um brasileiro que apareceu no
Fantástico, instrutor da SWAT, afirma que havia alvo para tanto. O GATE, que estava no local, sustenta que não — o que foi endossado pelo coronel José Vicente da Silva, um especialista em segurança, que não costuma se pautar por juízos corporativistas.

Não, engana-se quem achar que vou sair aqui acusando, como é mesmo?, a turma dos 
“direituzamos”. Não vou. Mas considerem: é inegável que o lugar de um comandante de uma unidade especializada da Polícia Militar, em situações de extrema tensão como a que ocorreu em Santo André, é um dos piores em que se pode estar. Um tiro significa um processo. Criou-se uma espécie de metafísica em que a policia, obrigada a operar com 100% de eficiência, está sempre, e por princípio, errada.

Vejo os “especialistas” a analisar imagens em computador. O tal instrutor da SWAT, por exemplo, que disse ter "vergonha" (???) do GATE, informou ao 
Fantástico como faria. Homens estariam pendurados, presos ao teto do edifício. Tão logo Eloá e Lindemberg aparecessem na janela, dois a agarrariam e um terceiro daria um tiro no rapaz. Os russos, claro, fariam tudo conforme o roteiro que ele estabeleceu. Excelente! Seria preciso combinar com as câmeras de TV — com megafone talvez... — para que mostrassem, sei lá, a aprazível topografia da periferia de Santo André enquanto o seqüestrador seria atraído para a janela para ser surpreendido pelos homens-aranha. Ou Lindemberg os veria na televisão, não é?, dada a transmissão ao vivo.

“Então você nega que o GATE tenha cometido erros, Reinaldo?” Assim é se lhes parece. Não nego. Apenas digo que as coisas parecem ser um tanto mais complexas e que uma tropa com tal experiência e com tal performance merece um tratamento um pouco acima da linha da imbecilidade que se lhe tenta atribuir.

E, claro, deixo aqui um questionamento incômodo: até que ponto as unidades especiais da polícia de São Paulo — ou de qualquer lugar do Brasil — não estão indo com medo para o teatro de operações, sabendo que a sua atuação é só a prévia de um julgamento em que, de saída, já estão condenadas? Não sou especialista em tiro — os há dizendo que havia condições para o disparo e também o contrário. Mas sei que, nos ombros, ou no dedo, do soldado vai uma responsabilidade que pode liquidar a sua carreira e, em alguns casos, a sua honra. O que vocês acham que sentiu e sente o soldado que matou Adriana Caringi?

É PRECISO DEFINIR 
Sim, como sociedade, precisamos definir quais são os nossos heróis e quais são os nossos bandidos. É evidente que não se deve dar um cheque em branco à Polícia — a rigor, não se deve dá-lo a ninguém. Toda vigilância se faz necessária. Há um histórico de abusos, praticados por maus policiais, que não é pequeno. Mas também cumpre distinguir e separar o que é joio e o que é trigo.

Não há qualquer evidência ou liame lógico que nos digam que, não tivesse havido nenhuma falha, Eloá estaria viva. O estado de Lindemberg e seu comportamento dentro da casa não autorizam que se diga isso. Tal hipótese é mais uma indução ditada por certa predisposição contra a polícia do que dedução a partir dos fatos. Ouçam as gravações. Ele pedia a invasão porque buscava um pretexto para matar. A polícia diz que só agiu depois de ter ouvido um tiro.

Aí diz o tal rapaz da SWAT que suas operações não duram mais de 24 horas. Parece não ser bem assim, mas digamos que seja. Reconhecem-se por lá a autoridade do negociador e a expertise do policial que está em campo. Confia-se em seu julgamento. E os danos colaterais eventualmente havidos, incluindo a morte de reféns, são considerados desdobramentos infelizes da intervenção certa. Não é assim por aqui. Os casos aqui lembrados deixam claro que não.

Concluindo 
Ademais, cuidado com a falácia lógica, para a qual a Escolástica já nos advertia, que consiste no seguinte raciocínio: 
“Post hoc, ergo propter hoc”, ou seja: “Depois disso; logo, por causa disso”. A polícia cometeu erros; logo, Eloá morreu em razão deles.

Eu, que vou dormir sempre de manhã, sei quando está amanhecendo, mesmo que pouco atento ao relógio, porque os passarinhos começam a cantar, os chatinhos. Um pouco depois, lá vem o raiar do dia. É sempre assim. Faz tempo. Desde quando existem esses bichinhos enervantes. Se eu matasse todos eles, nem por isso a luz do dia seria adiada. Sim, ela vem depois do canto. É fatal. Mas também viria sem ele num mundo mais justo — que é aquele sem passarinhos para perturbar os insones...

“Ah, então deixa tudo como está, Reinaldo!” Não, senhores! Que se corrijam os erros do GATE para que, nos próximos dez anos, em vez de apenas dois, não morra um só refém. Mas não é certo, nem justo, sapatear sobre a reputação de uma polícia que é, sim, eficiente. Precisamos aprender a repudiar os nossos bandidos.

Má pessoa e mau presságio

OLAVO DE CARVALHO
Diário do Comércio, 17 de outubro de 2008

George F. Will, um dos mais renomados colunistas do campo conservador, não está satisfeito com a tônica da campanha republicana, segundo a qual “não são tanto as idéias de Obama que são ruins – ele é que é má pessoa”.

No instante em que milhões de americanos estão sendo lesados nas suas contas de aposentadoria, afirma Will no seu artigo do dia 9 no Washington Post, “o esforço de McCain-Palin para fazer o eleitorado focar os olhos nas ligações que Obama teve em Chicago parece surrealista”.

O argumento não difere muito do de E. J. Dionne – um obamista – que comentei dias atrás: o público não quer saber do passado dos candidatos, mas de como eles vão governar o país e resolver os problemas do presente. No fundo, ambos os colunistas apóiam-se numa regra de etiqueta – um lugar-comum da retórica tradicional – segundo a qual debates devem concentrar-se em idéias e deixar intactas as pessoas.

Mas lugares-comuns são argumentos padronizados aplicáveis a uma multiplicidade de situações diversas, cuja diferença específica, por isso mesmo, lhes escapa.

Uma idéia só pode ser discutida “em si mesma”, sem menções à pessoa do seu emitente, quando sua formulação é intelectualmente completa o bastante para garantir que ela não muda de significado quando troca de porta-voz ou de contexto

Isso só acontece com teorias científicas e filosóficas altamente abstratas. Com opiniões de políticos, jamais.

A rigor, o único sentido que uma declaração de palanque pode ter é a história pregressa do seu emitente, que ela prolonga e esclarece no contexto atual, com graus variados de coerência e credibilidade conforme a situação. Quando Fidel Castro disse: “Jamais fomos comunistas”, ele era um novato na cena política, ansioso por atrair as simpatias do mundo. Quando ele declarou mais tarde: “Sempre fomos marxistas-leninistas”, era já um ditador consagrado, seguro do apoio soviético. A primeira declaração foi apenas uma captatio benevolentiae, a segunda a proclamação oficial de uma aliança efetivamente existente. (Cavaleiro do Templo: veja a prova do que diz Olavo abaixo).



A necessidade de referir as palavras à pessoa que as profere torna-se ainda mais patente numa disputa eleitoral, quando não se trata de escolher entre idéias abstratas, mas de preencher um cargo: cargos não são ocupados por idéias, mas por pessoas

Uma vez empossado, o candidato vencedor pode mudar de idéia, mas não de caráter. As propostas de governo que ele apresente durante a campanha não são teorias que possam ser julgadas em si mesmas, porém indícios do seu caráter e da sua capacidade – indícios que, precisamente, só podem ser avaliados em função do seu passado.

Em terceiro lugar, as associações que um político tenha forjado ao longo da sua carreira não são detalhes externos que em nada afetem a hipotética pureza das suas convicções pessoais: são a substância mesma do esquema de poder que lhe dá sustentação política e financeira e cujos anseios e interesses pesarão muito mais sobre a conduta dele no cargo do que as meras idéias que ele possa ter na cabeça, idéias que, se vierem a se opor aos ditames do esquema, só condenarão seu agente ao isolamento e ao fracasso.

No caso de Obama, examinar a pessoa, o passado e as associações torna-se ainda mais obrigatório por dois motivos incontornáveis:

Primeiro: Seu discurso de campanha contrasta de tal maneira com todas as suas ações e palavras anteriores, que ninguém pode votar nele com consciência de causa sem ter primeiro esclarecido se ele mudou de idéia sinceramente ou se o novo make-up com que ele se apresenta é apenas um disfarce. Muitos adeptos de Obama – e alguns dos mais entusiásticos entre eles, como por exemplo Louis Farrakhan (v. http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=77539) – não escondem que lhe dão apoio precisamente em razão das idéias radicais que ele defendeu outrora (e daquelas mesmas associações comprometedoras que agora ele nega), e não do seu discurso moderado de hoje, que aceitam apenas como concessão tática provisória. Alguém no campo obamista deve estar enganado a respeito do seu candidato: ou os que o aplaudem por ser um esquerdista fanático, pró-terrorista e anti-americano (como o indicam seus votos no Senado e suas ligações com William Ayers, Raila Odinga, Jeremy Wright, Louis Farrakhan e similares), ou os que confiam nele por ser moderado e patriota como seu discurso eleitoral sugere. Os dois lados não podem ter razão ao mesmo tempo. Fugir dessa questão e concentrar o debate tão-somente no conteúdo do discurso eleitoral em si é fazer desse discurso um fetiche hipnótico em vez de tentar compreendê-lo no seu sentido real e concreto.

Segundo: Obama é um recém-chegado, sua carreira política a mais curta e sua biografia a mais obscura e duvidosa que um candidato à presidência americana já apresentou ao público. O próprio Obama não faz o menor esforço para esclarecer seu passado, antes busca encobri-lo por meio de subterfúgios e mentiras já várias vezes desmascaradas. Por exemplo, ele disse que jamais militou num partido socialista: já apareceram as provas de que militou em dois (v. http://newsbusters.org/blogs/p-j-gladnick/2008/10/08/will-msm-report-obama-membership-socialist-new-party). Ele disse que mal conhecia William Ayers: já está claro que foi nomeado por Ayers para a ONG Chicago Annenberg Challenge e ambos juntos arrecadaram um bocado de dinheiro para organizações esquerdistas.

Essa conduta já é suspeita o bastante, mas o respaldo solícito que ela recebe uniformemente da grande mídia chega a ser assustador, denotando uma fraude jornalística geral e organizada, muito mais temível, pelo alcance universal das suas conseqüências, do que a ocultação da existência do Foro de São Paulo (Cavaleiro do Templo: veja na coluna ao lado) pela mídia brasileira (se eu não tivesse visto este último episódio com os olhos da cara não acreditaria no que eles estão me mostrando agora).

Episódios essenciais, não só da biografia pessoal de Obama, mas da sua militância política, são omitidos sistematicamente pelos jornais e pela TV ou só saem em versão expurgadíssima, higienizada e embelezada, contrastando com a espetaculosa exibição dos menores detalhes íntimos da vida da família Palin, apresentados sempre com vagas insinuações de escândalo precisamente porque em si mesmos nada têm de escandaloso ou relevante. Alguns daqueles episódios, bastante recentes aliás, de 2006 e 2007, mostram um Obama tão diferente daquele que aparece nos debates, que nenhum observador isento pode deixar de notar o contraste e perguntar se a imagem de bom menino veiculada pela propaganda eleitoral do candidato, com a ajuda cúmplice da grande mídia, não é antes uma farsa sinistra destinada a colocar na presidência dos EUA, sob pretextos calmantes, um revolucionário odiento e pelo menos tão anti-americano quanto Hugo Chávez e Ahmadinejad.

Pelo menos uma das faces de Obama que os eleitores americanos não conhecem é tão repugnante que, ao tomar conhecimento dela, você perde na hora todo interesse pelas “propostas de governo” que ele tenha a apresentar, e começa a se perguntar quanto o senso de moralidade dos dirigentes democratas precisou baixar para que aceitassem sepultar fatos tão essenciais e construir em cima do sepulcro a imagem integralmente postiça de um candidato confiável e tranqüilizante, do qual nada mais restasse a discutir senão suas “idéias”.

Essa face, invisível ao povo americano pelo menos até o último dia 10, quando o WorldNetDaily publicou as provas cabais da sua existência (v. http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=77508), é a mais visível no Quênia, país onde Obama teve uma atuação política cem vezes mais decisiva, em escala local, do que jamais teve na América até o início da presente campanha eleitoral. Essa atuação consistiu em apoiar abertamente o líder queniano Raila Odinga e em tentar manipular em favor dele o próprio Senado americano. Odinga não é só um notório comunista e agitador anti-americano. É culpado de assassinato em massa. Em 2007, tendo perdido as eleições para presidente, ele desencadeou uma onda de violência, dirigida especialmente contra cristãos, mandando queimar mais de oitocentas igrejas, algumas com gente dentro, matando mais de mil pessoas e expulsando de suas casas aproximadamente quinhentas mil. A matança só parou quando Odinga foi nomeado primeiro-ministro. Obama não lhe negou apoio antes, durante ou depois desses acontecimentos.

Will e Dionne chamariam isso de “velhas ligações do tempo de Chicago”? Diriam que responsabilizar Obama por suas próprias ações em favor de Odinga é “inculpação por associação”, “insulto pessoal”, argumentum ad hominem? Achariam “surrealista” que alguém visse nessas ações um indício mais significativo da índole política e do caráter de Barack Hussein Obama do que suas promessas de campanha?

Não sei, mas sei o que eu diria no lugar deles: o destino que Obama prenuncia para a América não está nas suas promessas de futuro, mas nos fatos do seu passado.

Não chega a ser maravilhoso que um político tão enfatuado das suas “raízes africanas” se esmere tanto em esconder o mais importante episódio africano da sua biografia, que até hoje lhe rende a gratidão e o respeito dos seguidores de Odinga, ao ponto de prenderem e expulsarem do Quênia o repórter do WorldNetDaily, Jerome Corsi, enviado ao país para investigar o que Obama andara fazendo por lá?

Não há mais espaço no presente artigo para expor em detalhe outros capítulos edificantes desse exemplum vitae humanae que o pastor racista Louis Farrakhan chama, literalmente, “o Messias”. Digo apenas que ter uma carreira universitária integralmente financiada por árabes anti-americanos não é “culpa por associação”; receber ajuda de campanha do estelionatário Tony Resko e depois de eleito influenciar prefeituras para que investissem nos negócios dele não é “culpa por associação”; bloquear as medidas do governo destinada a frear os abusos de Fannie Mae e depois receber 100 mil dólares em contribuições dessa empresa não é “culpa por associação”; falsificar uma certidão de nascimento e usar de manobras judiciais para escapar à exigência de mostrar um documento autêntico não é “culpa por associação”; e muito menos é “culpa por associação” militar na Acorn (aquela que de quebra distribui milhares de títulos de eleitor falsos – v. http://news.yahoo.com/s/ap/20081009/ap_on_el_ge/voter_fraud) em favor de empréstimos bancários a devedores insolventes, e depois tentar despejar na conta dessa ONG vinte por cento dos lucros obtidos pelo governo na operação de socorro montada para tapar os rombos desses mesmos empréstimos. Nada disso é “culpa por associação”, e não há nada de surrealista em querer elucidar esses fatos. Surrealista é pretender que o eleitor pode chegar a uma escolha sensata ouvindo o que um candidato diz e fechando os olhos ao que ele fez. Naturalmente, quem ache o contrário é instantaneamente acusado de racista: prova inequívoca de que a campanha de Obama não usa de chantagem racial para proteger o candidato contra a revelação de seus crimes.

Os Amigos do Lula - Chegada de marcha instala clima de guerra em La Paz

ESTADÃO
REUTERS, AP E AFP, Terça-Feira, 21 de Outubro de 2008

Políticos de oposição chegaram a estocar água e comida para resistir à pressão no interior do Congresso

Com a iminência da chegada da marcha de 100 mil indígenas a La Paz para pressionar a oposição a aprovar o referendo constitucional, os congressistas contrários à proposta do presidente Evo Morales preparavam-se no início da tarde de ontem para uma verdadeira guerra. Muitos levaram água, alimentos e roupas para o Congresso para resistir a um possível cerco dos aliados de Evo. 

link Galeria de fotos da marcha

"Inicialmente, nossos parlamentares estão prontos para resistir por até uma semana", disse ao Estado Marco Júlio, chefe de comunicações da bancada do partido opositor Podemos no Senado. "Mas é claro que se os governistas tomarem medidas radicais, cortando a luz e a água, a situação pode se deteriorar rapidamente." 

Alguns deputados estavam acampados no Congresso desde sexta-feira. O objetivo era garantir que eles estivessem presentes na Casa no momento da votação do projeto de consulta popular. 

Sindicalistas e indígenas que participavam da marcha, porém, ameaçavam invadir a sede do Legislativo se a oposição não cedesse. "Eles têm de aprovar a convocação até o meio-dia, senão vamos tomar o Congresso", afirmou Fidel Surco, um dos líderes do movimento pró-governo. 

Apesar de o anúncio do acordo ter evitado um conflito, alguns políticos de oposição criticaram a intimidação a que estiveram sujeitos, principalmente por considerar Evo responsável pela marcha. "Se houver violência, a responsabilidade será toda do presidente", afirmou o deputado Antonio Franco antes do acordo.

Impedir a entrada de parlamentares opositores para garantir a aprovação de um projeto do governo já ocorreu em outras ocasiões Bolívia. 

Foi com essa estratégia, por exemplo, que Evo conseguiu aprovar no Senado um amplo acordo militar com a Venezuela em 2006, apesar de a oposição ter maioria na Casa. O fato de o presidente ter grande popularidade em La Paz é o que possibilita tal manobra. 

Na cidade de Sucre, no ano passado, foi a oposição que cercou a sede da Assembléia Constituinte para garantir que suas demandas fossem incluídas no projeto em discussão. Na época, o governo transferiu a votação para uma escola militar.

A NÍTIDA REPULSA DO PT À DEMOCRACIA

BLOG DO ALUIZIO AMORIM
Domingo, Outubro 19, 2008

“O que você fez em São Bernardo que sirva de exemplo para o PT no Brasil inteiro. Que sirva de lição de que a gente precisa juntar as forças da sociedade, sobretudo as forças dignas, para que a gente possa construir o projeto maior do que apenas um partido político”, disse Lula dirigindo-se a Luiz Marinho que disputa com Orlando Morando, do PSDB, o segundo turno em São Bernardo, onde o PT nasceu e que há 20 anos está fora do poder. (Leia MAIS).

MEU COMENTÁRIO (do Aluizio): Notem o que diz Lula: “construir projeto maior do que apenas um partido político”.

E projeto acima de partido político só pode ser fascismo. Lula e seus sequazes são contra a democracia liberal, que articula a sociedade em partidos políticos, prevê disputa, dissenso e alternância no poder. (Cavaleiro do Templo: vejam o projeto do PT abaixo o que confirma integralmente as percepções do Aluizio. Um projeto como este só pode ser levado a frente SE O GRUPO DELINQUENTE tiver o poder nas mãos por tempo indefinido. Portanto, o PT não pretende sair do poder de jeito nenhum).



Projeto acima de partido é o de Fidel Castro, Evo Morales, Hugo Chávez e Rafael Caldera.

Lula e o PT têm de ser desalojados do poder se é que a Nação brasileira deseja a lei, a ordem e a manutenção das instituições democráticas.

E não se espantem: após o segundo turno, seja lá qual for o resultado, Lula e seus sequazes partirão para a segunda parte de seu plano que é a convocação de uma Assembléia Constituinte para ungir Lula como o Imperador do Brasil. Esse plano golpista os petralhas denominam “reforma política”.

O PT não tem absolutamente ninguém para suceder Lula. O partido ao longo de todos esses quase trinta anos só conseguiu criar uma liderança, que é Lula. 


Por isso os petralhas entraram em desespero com os resultados adversos a eles nessas eleições. Além do mais têm o horror ao ver chegando 2010 sem qualquer alternativa. 

Um alerta: fanáticos e oportunistas desesperados ficam perigosos.

E já mostram isso em São Paulo, onde usam a greve dos policiais para promover uma situação de crise na reta final da campanha do segundo turno.

É a estratégia do nazi-fascismo, baseada na agitação e no terror.

Diferença entre Obama e McCain cai a 3 pontos nos EUA

Por Andrew Quinn, domingo, 19 de outubro de 2008

WASHINGTON (Reuters) - A vantagem do candidato democrata Barack Obama sobre o republicano John McCain na corrida à Casa Branca caiu para três pontos percentuais, segundo pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby, divulgada neste domingo.

Obama tem 48 por cento das intenções de voto contra 45 por cento de McCain. A pesquisa tem uma margem de erro de 2,9 pontos.

O especialista John Zogby afirmou que o resultado é uma boa notícia para o candidato republicano e provavelmente reflete a perfomance de McCain no último debate presidencial, na quarta-feira passada.

"Pela primeira vez nas pesquisas McCain bate os 45 por cento. Não há dúvidas de que algo aconteceu", declarou Zogby.

Segundo ele, o senador por Arizona parece ter consolidado o apoio da base republicana, onde nove entre dez eleitores votam nele, além de ganhar terreno entre os independentes, que devem ter papel decisivo nas eleições de 4 de novembro.

A vantagem de Obama entre os eleitores independentes caiu, de sábado para domingo, de 16 para 8 pontos percentuais.

"Se essa tendência se mantém, será um alerta na campanha de Obama", disse Zogby.

Obama tem pedido que seus simpatizantes evitem a confiança excessiva. Boa parte das pesquisas mostram que a vantagem do democrata sobre o republicano caiu para a casa do um dígito.

Aos 47 anos, Obama, se ganhar a corrida eleitoral, será o primeiro presidente negro (Cavaleiro do Templo: NEGRO??? NEGRO???? O CARA É MESTIÇO, FILHO DE NEGRO E BRANCA!!! Até quando vamos continuar mascarando de todas as formas possíveis e imagináveis este salafrário, o Lula americano????) dos Estados Unidos. Ele tem forte apoio dos negros, hispânicos, católicos e judeus, enquanto McCain, de 72 anos, tem uma liderança por pequena vantagem entre eleitores masculinos e brancos.

As mulheres, grupo que pode ser fator crucial nestas eleições, apóiam Obama. O democrata tem uma liderança de seis pontos junto a esse eleitorado, mas essas diferença tem caído recentemente.

A pesquisa Reuters/C-SPAN/Zogby entrevistou 1.210 pessoas aptas a votar em novembro, durante quatro dias. Para captar as mudanças do eleitorado, o resultado levantado num dia substituía parcialmente resultados anteriores.

O Enterro do Neoliberalismo

MÍDIA SEM MÁSCARA
Autor: 16 outubro 2008

“É fantástico o país mais liberal do mundo ter de estatizar. É o enterro do neoliberalismo de uma maneira trágica”.

A fala acima foi feita por Maria da Conceição Tavares, no dia 10/9/2008, um dia antes do 7º aniversário da derrubada das Torres Gêmeas de Nova York. Trata-se da mesma Maria da Conceição, a antiga musa do Plano Cruzado, de 1986, que chorou no dia em que Sarney prometeu o Sétimo Céu a todos os brasileiros, promovendo o congelamento de preços. Como se sabe, aquele plano demagógico deu com os burros n’água, mas antes elegeu 23 governadores do PMDB.

Na verdade, Maria da Conceição Tavares está promovendo seu foguetório particular para espezinhar o capitalismo, pois é ardorosamente adepta do socialismo. Assim, explica-se sua invulgar alegria frente aos problemas econômicos enfrentados pelos EUA, da mesma forma que o ex-frei Leonardo Boff sentiu alegria pela derrubada das torres do WTC, dizendo que não deveriam ter sido 3, mas 500 os aviões a atingir a América. Maria da Conceição poderia muito bem dividir o troféu de idiota do ano com o ex-ministro da Fazenda, Luiz Carlos Bresser Pereira, que falou a mesma asnice.

O orgasmo verbal tavaresco da estatólatra se deu depois que o governo dos EUA prometeu injetar 200 bilhões de dólares nas empresas Fannie Mae e Freddie Mac, para evitar a falência. Uma ninharia, se comparado aos trilhões de dólares gastos com a Guerra do Iraque.

O mesmo prognóstico, do fim do capitalismo liberal, já havia sido feito pelos economistas marxistas “desenvolvimentistas” após o crash da Bolsa de Nova York, em 1929. O que se viu foi os EUA renascer do baque sofrido, de modo que ao fim da II Guerra Mundial haviam se tornado o país mais poderoso de todos os tempos, detentor único da bomba atômica e responsável por 50% do PIB mundial.

Aliás, nunca existiu liberalismo ou neoliberalismo puro em nenhum país do mundo, nem mesmo nos EUA do tempo dos 4 pais fundadores. Sempre existiu e sempre existirá interferência governamental na Economia, para o bem ou para o mal, seja para criar leis normativas, de modo a evitar abusos, seja para auxiliar empresas numa emergência, de modo que a economia nacional não seja corrompida pelo efeito dominó de falências que daí poderia resultar. Aliás, ser governo é antes de tudo exercer o poder, o máximo de poder possível, e qualquer político, por mais liberal que seja, deixa de sê-lo imediatamente quando é convidado para a pasta da Economia. Instantaneamente, torna-se um estatólatra e um escravo do Leviatã.

Que o diga Roberto Campos, inicialmente um convicto keynesiano em defesa do dirigismo estatal, tanto do Plano de Metas de Juscelino, quanto do Plano Nacional de Desenvolvimento dos militares.

Mas isso foi na juventude, na “idade da gonorréia”, como costumava dizer. Depois, na idade madura, tornou-se ardoroso discípulo do economista austríaco Friedrich August von Hayek, um dos mestres do liberalismo clássico, e se bateu contra os monopólios estatais brasileiros, como o sistema de Telecomunicações e a Petrobras, a quem chamava de “Petrossauro”.

Sobre o capitalismo e o socialismo, disse Roberto Campos, o Bob Fields das esquerdas:

“O princípio axiológico do capitalismo é que o homem é dono de seu corpo e do produto de suas faculdades e só pode ser privado do produto dessas faculdades por consenso, contrato, ou pela aceitação de tributos sujeitos ao crivo da representação democrática. Já o socialismo parte do princípio de que o homem é proprietário de seu corpo, mas não é proprietário do uso de suas faculdades. Esse produto pode — e deve — ser redistribuído segundo determinados critérios ideológicos e políticos para alcançar algo definido como justiça social… O resultado é que não se otimiza o esforço produtivo. Toda a tragédia do socialismo é, no fundo, a sub-otimização do esforço produtivo” (Cfr. livro “Conversas com Economistas Brasileiros”).


A História provou que os países socialistas, baseados no dirigismo estatal e na falta de liberdade individual, só promoveram a miséria e a fome, a exemplo da Rússia de Stálin, da China de Mao Tsé-Tung, do Camboja de Pol Pot e Cuba de Fidel Castro. A China, hoje, está se desenvolvendo rapidamente em algumas áreas do país porque está adotando o “espírito animal” que promove o desenvolvimento de qualquer nação, ou seja, o velho e bom capitalismo. Até o Vietnã, que como a China se diz ainda comunista, cresce espetacularmente por estar levando a liberdade econômica a todas as áreas, no campo e na cidade, de modo que é hoje o 3º ou 4º maior produtor de café do mundo.

Os EUA podem, sim, vir a se tornar uma economia estatizada no futuro, em maior grau do que já é hoje, segundo crêem pitonisas estridentes como Maria da Conceição Tavares. No entanto, já foi provado pela História que todas as nações desenvolvidas da atualidade tiveram suas atividades econômicas alicerçadas no espírito liberal, ou seja, baseadas no livre empreendedorismo, na imprensa livre, na liberdade de opinião, na liberdade religiosa, no respeito à propriedade e no culto às leis.

O espírito liberal deve ser levado a sério não como algo que “vai” ser alcançado, mas que “pode” ser alcançado. É como o projeto de santidade promovido pelas igrejas: o ser humano sabe que nunca chegará a ser santo, mas nem por isso vai deixar de tentar em sê-lo. O espírito liberal é, assim, um norte, um guia para o desenvolvimento pleno de todos os cidadãos de uma nação, para a “maxi-otimização do esforço produtivo”, não sua “sub-otimização”, própria do socialismo. Este espírito liberal, sim, é eterno, como eterna é a busca da felicidade de todo o ser humano livre. Porque é, antes de tudo, “livre” o significado da palavra liberal.

Evidence Mounts: Ayers Co-Wrote Obama's Dreams

AMERICAM THINKER
By Jack Cashill, October 17, 2008

Evidence continues to mount that Barack Obama had substantial help from Bill Ayers in the creation of his 1995 book, Dreams From My Fathera book that Time Magazine has called"the best-written memoir ever produced by an American politician." The evidence falls into five general categories, here summarized.

  • The discovery of new matching nautical metaphors from both Ayers and Obama that almost assuredly came from the same source: Ayers, a former merchant seaman.
  • The discovery of a Bill Ayers' essay on memoir writing, whose postmodern themes and phrases are echoed throughout Dreams.
  • A newly discovered book chapter from 1990 that shows clearly and painfully the limits of Obama's prose style the year he received a contract to write Dreams.
  • The revelation by radical Islamicist Rashid Khalidi that Ayers made his "dining room table" available for neighborhood writers who needed help.
  • A refined timeline that shows Ayers had the means, the motive and the time to help Obama when he needed it most.

The timeline

A 1990 New York Times profile on Obama's election as the Harvard Law Review's first black president in 1990 caught the eye of agent Jane Dystel. She persuaded Poseidon, a small imprint of Simon & Schuster, to authorize a roughly $125,000 advance for Obama's proposed memoir.

Obama repaired to Chicago with advance in hand and dithered.   At one point, in order to finish the book without interruption, he and wife Michelle decamped to Bali.  Obama was supposed to have finished the book within a year. Bali or not, advance or no, he could not. Simon & Schuster canceled the contract.  His agent hustled him a new, smaller contract.

Ayers published his book To Teach in 1993.  Between 1993 and 1996, he had no other formal authorial assignment than to co-edit a collection of essays.  This was an unusual hole in his very busy publishing career.

Obama's memoir was published in June 1995.  Earlier that year, Ayers helped Obama, then a junior lawyer at a minor law firm, get appointed chairman of the multi-million dollar Chicago Annenberg Challenge grant.  In the fall of that same year, 1995, Ayers and his wife, Weatherwoman Bernardine Dohrn, helped blaze Obama's path to political power with a fundraiser in their Chicago home.

In short, Ayers had the means, the motive, the time, the place and the literary ability to jumpstart Obama's career. And, as Ayers had to know, a lovely memoir under Obama's belt made for a much better resume than an unfulfilled contract over his head.

Neighborhood assistance

Allow me to reconstruct how Obama transformed himself into what the New York Times has called"that rare politician who can write . . . and write movingly and genuinely about himself." There is an element of speculation in this, but new evidence continues to narrow the gap between the speculative and the conclusive.  One clue comes from an unexpected source, Rashid Khalidi, the radical Arab-American friend of Obama's and reputed ally of the PLO.

In the acknowledgment section of his 2004 book, Resurrecting Empire, Khalidi writes of Ayers, "Bill was particularly generous in letting me use his family's dining room table to do some writing for the project." Khalidi did not need the table.  He had one of his own.  He needed the help.

Khalidi had spent several years at Chicago University's Center for International Studies.  At a 2003 farewell dinner on the occasion of his departure from Chicago, Obama toasted him, thanking him and his wife for the many dinners that they had shared as well as for his "consistent reminders to me of my own blind spots and my own biases."

Chicago's Hyde Park was home to a tight, influential radical community at whose center were Ayers and Dohrn.  In this world, the Ayers' terrorist rap sheet only heightened their reputation.  Obama had to know.  The couple had given up revolution in 1980 for the long slow march through the institutions.  By 1994, if not earlier, Ayers saw a way to quicken that march.

I believe that after failing to finish his book on time, and after forfeiting his advance from Simon & Schuster, Obama brought a sprawling, messy, sophomoric manuscript to the famed dining room table of Bill Ayers and said, "Help."

Obama's limited skills

Obama needed all the help he could get. Prior to 1990, he had written very close to nothing.  In 1981 Occidental College published two of Obama's poems-"Pop" and "Underground.  Obama calls it some "very bad poetry," and he does not sell himself short.  From "Underground":

Under water grottos, caverns

Filled with apes

That eat figs.

Stepping on the figs

That the apes

Eat, they crunch.

The apes howl, bare

Their fangs, dance . . .


It would be another decade before Obama had anything in print, and this only an edited, unsigned student case comment in the Harvard Law Review unearthed by Politico. Attorneys who reviewed the piece for Politico described it as "a fairly standard example of the genre."

Once elected president of the Harvard Law Review -- more of a popularity than a literary contest -- Obama contributed not one signed word to the HLR or any other law journal.

In 1990 Obama also contributed an essay to a book published by the University of Illinois at Springfield, an anthology called After Alinsky: Community Organizing in Illinois.

Although the essay covers many of the issues raised in Dreams and uses some of the memoir's techniques, it does so without a hint of style, sophistication, or promise. The following two excerpts capture Obama's range or lack thereof:

"Moreover, such approaches can and have become thinly veiled excuses for cutting back on social programs, which are anathema to a conservative agenda."

"But organizing the black community faces enormous problems as well . . . and the urban landscape is littered with the skeletons of previous efforts."

These cliché-choked sentences go beyond the merely unpromising to the fully ungrammatical.  "Organizing" does not "face." "Efforts" do not leave "skeletons." "Agendas" do not have "anathemas." Indeed, the essay is clunky, pedestrian, and wonkish, a B- paper in a freshman comp class.

In "Why Organize" Obama makes use of the fully re-created conversation, a technique used to somewhat better effect in Dreams.  Here, his ungainly conjuring of black speech makes one cringe:

"I just cannot understand why a bright young man like you would go to college, get that degree and become a community organizer."

"Why's that?"

" 'Cause the pay is low, the hours is long, and don't nobody appreciate you."

To read "Why Organize" in its entirety is to understand the profound limits of Obama's literary talent.   I am sure he sensed those limits if no one else did.

Postmodern themes

Bill Ayers' 2001 memoir Fugitive Days and Obama's Dreams From My Father follow oddly similar rules.  Ayers describes his as "a memory book," one that deliberately blurs facts and changes identities and makes no claims at history.  Obama says much the same.  In Dreams, some characters are composites.  Some appear out of precise chronology.  Names have been changed.

Dreams and Fugitive Days are both suffused with repeated reference to lies, lying and what Ayers calls "our constructed reality." A serious student of literature, Ayers has written thoughtfully on the role of the first person narrator in the construction of a memoir.

In true postmodernist fashion, he rejects the possibility of an objective, universal truth.  He argues instead that our lives are journeys, whose "narratives" we "construct" and, if we have the will and the power, impose on others.

Curiously, Obama says much the same in Dreams and in much the same language. "But another part of me knew that what I was telling them was a lie," writes Obama, "something I'd constructed from the scraps of information I'd picked up from my mother."

The evidence strongly suggests that Ayers transformed the stumbling literalist of "Why Organize" into the sophisticated postmodernist of Dreams, and he did not so not by tutoring Obama, but by rewriting his text.  The Ayers' quotes that follow come from an essay of his, "Narrative Push/Narrative Pull." The Obama quotes come from Dreams:

Ayers:

"The hallmark of writing in the first person is intimacy. . . . But in narrative the universal is revealed through the specific, the general through the particular, the essence through the unique, and necessity is revealed through contingency."

Obama:

"And so what was a more interior, intimate effort on my part, to understand this struggle and to find my place in it, has converged with a broader public debate, a debate in which I am professionally engaged . . . "

Ayers:

"Narrative begins with something to say-content precedes form."

Obama:

"I understood that I had spent much of my life trying to rewrite these stories, plugging up holes in the narrative . . . "

Ayers:

"Narrative inquiry can be a useful corrective to all this."

Obama:

"Truth is usually the best corrective."

Ayers: 

"The mind works in contradiction, and honesty requires the writer to reveal disputes with herself on the page."

Obama:

"Not because that past is particularly painful or perverse but because it speaks to those aspects of myself that resist conscious choice and that--on the surface, at least--contradict the world I now occupy."

Ayers:

The reader must actually see the struggle. It's a journey, not by a tourist, but by a pilgrim.

Obama:

"But all in all it was an intellectual journey that I imagined for myself, complete with maps and restpoints and a strict itinerary."

Ayers:

"Narrative writers strive for a personal signature, but must be aware that the struggle for honesty is constant."

Obama:

"I was engaged in a fitful interior struggle. I was trying to raise myself to be a black man in America."

Ayers:

"But that intimacy can trap a writer into a defensive crouch, into airing grievances or self-justification."

Obama:

"At best, these things were a refuge; at worst, a trap."

Although I cite one example for each, Dreams offers many more.  There are ten "trap" references alone and nearly as many for "narrative," "struggle," and "journey."  To be sure, there are other postmodernists in Chicago, but few who write as stylishly and as intelligibly as Ayers and fewer who make their dining room tables available to would-be authors of a leftist bent.

The sea metaphors

A newly discovered anecdote from Bill Ayers' 1993 book, To Teach, solidifies the case that he is indeed the muse behind Barack Obama's Dreams From My Father.

In the book, Ayers tells the story of an adventurous teacher who would take her students out to the streets of New York to learn interesting life lessons about the culture and history of the city.  As Ayers tells it, the students were fascinated by the Hudson River nearby and asked to see it. When they got to the river's edge, one student said, " Look, the river is flowing up." A second student said, "No, it has to flow south-down."

Not knowing which was right, the teacher and the students did their research. What they discovered, writes Ayers, was "that the Hudson River is a tidal river, that it flows both north and south, and they had visited the exact spot where the tide stops its northward push."

In his 1995 book, Dreams From My Father, Barack Obama shares a stunningly comparable anecdote about tidal rivers from his own brief New York sojourn.  He tells of meeting with "Marty Kauffman" at a Lexington Avenue diner, the man from Chicago who was trying to recruit him as a community organizer.

After the meeting, Obama "took the long way home, along the East River promenade." As "a long brown barge rolled through the gray waters toward the sea," Obama sat down on a bench to consider his options.  While sitting, he noticed a black woman and her young son against the railing. Overly fond of the too well remembered detail, Obama observes that "they stood side by side, his arm wrapped around her leg, a single silhouette against the twilight."

The boy appeared to ask his mother a question that she could not answer and then approached Obama:  "Excuse me, mister," he shouted. "You know why sometimes the river runs that way and then sometimes it goes this way?"

"The woman smiled and shook her head, and I said it probably had to do with the tides."  Obama uses the seeming indecisiveness of this tidal river as a metaphor for his own.  Immediately afterwards, he shakes the indecision and heads for Chicago.

Even were there no other clues, Obama's frequent and sophisticated use of nautical metaphors like this one makes a powerful case for Ayers' involvement in the writing of Dreams.  Despite growing up in Hawaii, Obama gives no indication than he has had any real experience with the sea or ships. Ayers, however, knew a great deal about the sea. After dropping out of college, he took up the life of a merchant seaman.

Although Ayers has tried to put his anxious ocean-going days behind him, the language of the sea will not let him go. "I realized that no one else could ever know this singular experience," Ayers writes of his maritime adventures. Yet curiously, much of this same nautical language flows through Obama's earth-bound memoir.

"Memory sails out upon a murky sea," Ayers writes at one point. Indeed, both he and Obama are obsessed with memory and its instability. The latter writes of its breaks, its blurs, its edges, its lapses. Obama also has a fondness for the word "murky" and its aquatic usages.

"The unlucky ones drift into the murky tide of hustles and odd jobs," he writes, one of four times "murky" appears in Dreams.  Ayers and Obama also speak often of waves and wind, Obama at least a dozen times on wind alone. "The wind wipes away my drowsiness, and I feel suddenly exposed," he writes in a typical passage. Both also make conspicuous use of the word "flutter."

Not surprisingly, Ayers uses "ship" as a metaphor with some frequency. Early in the book he tells us that his mother is "the captain of her own ship," not a substantial one either but "a ragged thing with fatal leaks" launched into a "sea of carelessness." Obama too finds himself "feeling like the first mate on a sinking ship." He also makes a metaphorical reference to "a tranquil sea."

More intriguing is Obama's use of the word "ragged" as an adjective as in the highly poetic "ragged air" or "ragged laughter."  Both books use "storms" and "horizons" both as metaphor and as reality. Ayers writes poetically of an "unbounded horizon," and Obama writes of "boundless prairie storms" and poetic horizons-"violet horizon," "eastern horizon," "western horizon."

Ayers often speaks of "currents" and "pockets of calm" as does Obama, who uses both as nouns as in "a menacing calm" or "against the current" or "into the current."  The metaphorical use of the word "tangled" might also derive from one's nautical adventures. Ayers writes of his "tangled love affairs" and Obama of his "tangled arguments."

In Dreams, we read of the "whole panorama of life out there" and in Fugitive Days, "the whole weird panorama." Ayers writes of still another panorama, this one "an immense panorama of waste and cruelty." Obama employs the word "cruel" and its derivatives no fewer than fourteen times inDreams.

On at least twelve occasions, Obama speaks of "despair," as in the "ocean of despair." Ayers speaks of a "deepening despair," a constant theme for him as well.  Obama's "knotted, howling assertion of self" sounds like something from the pages of Jack London's The Sea Wolf.

My own semi-memoir, Sucker Punch, offers a useful control here too. The book makes no reference at all, metaphorical or otherwise, to ships, seas, oceans, calms, storms, wind, waves, horizons, panoramas, or to things howling, fluttering, knotted, ragged, tangled, or murky.  None. And yet I have spent a good chunk of every summer of my life at the ocean.

If there is any one paragraph in Dreams that has convinced me of Ayers' involvement it is this one, in which Obama describes the black nationalist message:

"A steady attack on the white race . . . served as the ballast that could prevent the ideas of personal and communal responsibility from tipping into an ocean of despair."

As a writer, especially in the pre-Google era of Dreams, I would never have used a metaphor as specific as "ballast" unless I knew exactly what I was talking about. Seaman Ayers most surely did.

Why this matters

Obama's handlers have "constructed" his persona around his presumably superior intelligence.  Bill Buckley's son Christopher, smitten by Obama's literary skills, is among those who have yielded to this imagery and joined the Obama crusade.  Even if someone benign had ghostwritten the book it would present a problem for Obama.

The question is often asked why Obama associated with Ayers.  The more appropriate question is why the powerful Ayers would associate with the then obscure Obama.  Before Obama's ascendancy, it was Ayers who had the connections, the clout, and the street cred.  Ayers could also write and write very well.  By the mid-1990s he had had several of his books published.  What Ayers could never do, however, was run for office on his own.

My suspicion is that Ayers saw the potential in Obama, and chose to mold it.  The calculation inDreams is palpable.  Nothing about the book would deny a black Democrat the White House.  If it were revealed that the ghostwriter is Ayers, it would suggest that Ayers has played a major role all along in the shaping of Barack Obama.  It is unlikely that the McCain camp would have invested so much energy in establishing the Ayers-Obama link if they did not think this was the case.

At the end of the day, the observer is left with only two conclusions: either Barack Obama experienced a quantum surge in his writing skills almost overnight; or someone made a major contribution to the rewriting of his book.

The dispassionate observer has to choose the latter -- the former has no precedent.  If he can endure the consequences, he concedes that that contributor had to be Bill Ayers.

See Jack Cashill's first American Thinker article on the authorship of Dreams from my Father here.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".