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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A vitória da mulher de mentira sobre a mulher de verdade?

 

JULIO SEVERO

1 de fevereiro de 2012

Julio Severo

A mulher de verdade tinha valor no passado? Meu artigo “As mulheres e o futuro da humanidade”, publicado em 2008, mostra o que os homens faziam pelas mulheres:

“No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas ‘Preferência para mulheres grávidas’. A própria responsabilidade social dos homens impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver”.

Então, vieram as feministas e disseram para as mulheres: “Vocês só são objetos dos homens!” Mas já viu, no momento do afundamento de um navio, um homem colocar todos seus objetos pessoais no bote salva-vidas e dizer: “Primeiro, meus objetos! Perco minha vida, mas salvo meus objetos.”

Mulher de verdade: apenas objeto dos homens no passado?

Os homens faziam questão de abrir a porta para as mulheres e ajudá-las no que fosse possível. Se uma mulher gritasse, “Há um homem no banheiro feminino!”, outros homens viriam e dariam uma surra no sem-vergonha. A proteção à mulher era garantida.

Hoje, um homem pode entrar no banheiro feminino, desde que disfarçado de mulher, e os homens de verdade não podem bater no sem-vergonha. Eles não podem nem mesmo abrir a boca porque o movimento feminista os castrou. Eles têm medo da mulher de verdade e da mulher de mentira, por causa da cobertura estatal sobre ambas.

De forma igual, as mulheres pouco ou nada podem fazer contra um homem disfarçado de mulher no banheiro feminino, pois a mulher de mentira, fortalecida pelo movimento feminista, tem agora prioridade sobre a mulher de verdade.

A mulher de verdade calou-se quando a mulher feminista exigiu a queda e rebaixamento do homem.

Mulher de mentira: agora é minha vez!

Quem falará agora pela mulher de verdade quando a mulher de mentira exigir sua queda e rebaixamento, não só no banheiro, mas também em todas as outras áreas?

“Ah, o Estado poderá nos ajudar! O Estado moderno sempre disse que nos protegeria dos homens!” Isso é verdade — até o aparecimento da mulher de mentira. A vez das mulheres de verdade está indo. O que está vindo agora é a preferência às mulheres de mentira.

O Estado continuará dando preferência para as mulheres em todos os casos envolvendo homens.

Mas nos casos envolvendo homens disfarçados de mulher, as mulheres de verdade levarão a pior. Mesmo quando a mulher de verdade é apenas uma menina de dez anos, a mulher de mentira — um marmanjo sem vergonha — leva a melhor.

Concordo: agora é a vez da mulher de mentira!

Com a igualdade sexual imposta pelo movimento feminista e a castração dos homens, já vimos que quando um barco está afundando, homens e mulheres brigam igualmente pelos botes salva-vidas. Viva a igualdade sexual, não?

E o que foi que aconteceu com a “tradição patriarcal masculina” de se dar preferência para as mulheres e crianças? Esse lugar foi ocupado pela mulher de mentira. Os holofotes agora estão sobre essas mulheres falsificadas (também conhecidas pela sigla LGBT), que têm a preferência da mídia e do governo.

Aliás, mulheres e homens serão obrigados a ceder os botes salva-vidas às mulheres de mentira, sob risco de serem acusados de “homofobia” no próprio afundamento do navio.

Depois, poderão entrar nos botes crianças que foram doutrinadas a adorar o homossexualismo. Depois, as feministas pró-aborto e pró-homossexualismo. Por último, os homens castrados.

Os cristãos e todas as pessoas conservadoras, inclusive mulheres e crianças que se opõem à agenda gay, serão deixados no navio que está afundando.

No passado, as mulheres eram prioridade de salvamento. E hoje, com a moderna “igualdade”, como fica a situação delas?

A cultura feminista/homossexual coloca o homem abaixo da mulher, e a mulher abaixo do homossexual.

Não era melhor a cultura “patriarcal”, onde o homem era cabeça, e na hora do perigo, salvavam-se as mulheres primeiro?

Os homens “patriarcais” davam a vida pelas mulheres.

Quem hoje dará a vida por elas?

Fonte: www.juliosevero.com

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".