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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Cultura e educação : tão idealizada, mas tão desprezada.

 

APENAS ESCREVER

sábado, 28 de janeiro de 2012

                      É comum ouvirmos, desde um intelectual respeitado a um pedreiro, que a educação é a base de tudo. A educação e a cultura fornecidas pelo governo é fortemente criticada, é dito que o governo não investe em escolas e etc. Mas sabemos que o problema educacional vai além do sistema tradicional da rede de ensino público.

                    A partir do nascimento, o indivíduo começa seu processo de aprendizagem que inicialmente,  é de responsabilidade apenas da família. As noções básicas de comportamento e de visão acerca  das coisas são transmitidas neste momento.

                    No Brasil há preponderância da cultura de não se ter cultura, e de que educação é um atributo daqueles que têm dinheiro. Como consequência dessa mentalidade retrógada ,temos o emburrecimento em cadeia, pois a criança ao começar seu processo de aprendizagem já terá as piores referências, a dos pais; mal informados e dogmatizados com mitos a cerca da educação.

                    A máxima defendida de que educação é a base de tudo, é dita da boca para fora. A festa do final de semana substitui um passeio ao teatro, os gastos secundários com apetrechos domésticos e etc. são de maior aplicação do que a compra de livros. O programa preferido da família é o jornalismo noticioso,programas policiais, pseudo realidade mostrada na Tv – Reality show- e afins.

                   A mensagem que o povo dá ao governo e aos veículos de informação é que; ‘’nós estamos felizes sem cultura, mantenha-nos desta maneira, reclamamos, mas gostamos , somos paradoxalmente estúpidos’’.

                  Pelas próprias preferências do povo, percebemos sua ignorância, e a conivência com tal. O problema cultural-educacional do país vai além das escolas mal equipadas e professores desvalorizados, alcança todos os níveis de informação, costumes, grade programática televisiva, acessibilidade a cultura e etc.

                  Em tese todos defendem a cultura e a educação, não há resposta por parte do governo quanto a isso, permanecemos atrasados e sofremos, cada vez mais, um processo de desinformação através de engodos, como influencias com festas e meios propagadores de infâmias culturais, as novelas, por exemplo.

                  A maneira de iniciar-se uma mudança quanto a esse quadro de desvalorização da cultura e  educação, é a exigência de bibliotecas públicas em cada bairro, não dar audiência a programas com a única finalidade de entreter, que não agregam nada na formação intelectual do indivíduo. Escolher representantes políticos que se proponham a investir nesse ramo. Não gastar dinheiro com trivialidade, incentivar os filhos a lerem e procurar o conhecimento.

                 A leitura deve ser rotineira, através de blogs, livros, enciclopédias, não importa o veículo. A pedra angular do conhecimento é construída a partir da leitura e comunicação desta, por meio de discussões, produções textuais e etc.

                Além da necessidade do aprimoramento da educação básica pública, que são as escolas e associados, deve se ter uma mudança ideológica do povo, onde todos procurem adquirir conhecimento, e a exigir isso de forma constante. Somente com a mudança de postura e uma real valorização da cultura é que o povo pode, verdadeiramente, tornar - se livre e  entendedor dos problemas como um todo, facilitando a resolução de tais problemas e não sendo enganado por aqueles que sabem e que querem tirar proveito.

               A cultura e educação já são bastante idealizadas, contudo são desprezadas. O grande avanço seria idealiza-las e cultiva-las.

Postado por Robert Brenner. às 13:42

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".