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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

NIVALDO CORDEIRO: curso sobre o Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, agora on line

Meus Amigos,

Decidi oferecer o curso sobre o Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, agora on line. Os interessado poderão se inscrever pelo link http://www.cedetonline.com.br/index.php/ementa-dom-quixote-e-a-ciencia-politica

Cordialmente,

Nivaldo Cordeiro


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Ementa - Dom Quixote e a Ciência Política

Informações Gerais
Obs: As aulas ficarão disponibilizadas para download após o curso. Os alunos que se inscreverem após o término do curso terão acesso aos vídeos gravados.
Descrição
O curso tem por objetivo fazer uma leitura pública da obra de Miguel de Cervantes, Dom Quixote, abordada desde o ponto de vista da ciência política. Dessa forma, será menos um exercício literário que um de filosofia, embora os aspectos estilísticos não possam ser relegados a plano inferior. Mario Vargas Llosa escreveu que este é um livro para o século XXI, no que estava muito certo: Cervantes fez a crônica do seu tempo e uma profecia de tudo que está acontecendo no mundo no presente momento, depois de quinhentos anos. Autores como Ortega y Gasset, Miguel de Unamuno e Eric Voegelin, que explicitamente apoiaram-se no romancista espanhol, terão sua obra escrutinada em sala de aula para uma melhor compreensão do texto.
O curso terá como eixo principal explorar o conceito descoberto por Cervantes de Segunda Realidade, o mecanismo mental que é toda a aventura política e sociológica da modernidade. Este conceito esgota a descrição da modernidade e nada se torna inteligível se o observador contemporâneo não tiver clareza desse legado cervantino.
Serão quatro aulas semanais e em cada uma delas um trecho do romance será abordado, sempre com a escolha do mais relevante para breve leitura ilustrativa em sala de aula. Será sobretudo uma forma de leitura pública do Dom Quixote, um convite a sua meditação. Os aspectos biográficos de Cervantes tampouco serão negligenciados, uma vez que a obra não é inteligível sem se ter uma clara visão da vida heróica realizada por Cervantes. A obra e o homem formam uma unidade indissolúvel e precisam ser compreendidas como um conjunto.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".