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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A uma estudante bravinha do PSTU: “Go into the light, Arielli! There is peace and serenity in the Light”

 

REINALDO AZEVEDO

30/01/2012 às 20:46

 

Ah, já que eles querem mais publicidade, podem contar comigo. Eu adoro expor os seus métodos! Revejam esta foto. É aquela moça que decidiu “argumentar” com Andrea Matarazzo, secretário da Cultura do estado de São Paulo e um dos pré-candidatos tucanos à Prefeitura da Capital, na inauguração da nova sede do MAC-USP.

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Cheguei a pensar, como escrevi num post, tratar-se de outra estudante, que havia feito uma convocação para o protesto. Mas fiz a correção, a saber:
“A convocação mais entusiasmada para o ato está na página de Rafaela Martinelli, aluna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e moradora do Crusp. É publicidade que ela queria, não? Aqui está. É daquela turma contrária à presença da PM no campus, entenderam? Cheguei a pensar que fosse ela.”

Otorrinolaringologistas e pesquisadores do palato do país inteiro enviaram mensagens ao blog querendo saber quem é ela. Matéria de curiosidade científica. Não sei bem por quê. Agora sei. Trata-se, na verdade, de Arielli Tavares Moreira, que já está nos blogs de esquerda orgulhando-se, pelo que se vê, de seu ato. Ela é militante do PSTU, diretora do Centro Acadêmico das Letras da USP e dirigente da Assembléia Nacional dos Estudantes Livres. Essa tal “Assembléia”, de que vocês, provavelmente, nunca ouviram falar, pretende ser uma UNE alternativa… Alguém dirá: “Que bom!” Atenção, é uma dissidência pela esquerda, entenderam?

O Centro Acadêmico das Letras é aquele que “decretou” greve de estudantes numa assembléia manipulada e acabou desmoralizado pelos próprios alunos, que tiveram de “ocupar” o prédio da faculdade, que havia sido interditado pelos truculentos. O filme com o “Occupy Letras - Versão do Bem” segue abaixo. Revejam depois.

 

São dois exemplos da democracia de que Arielli gosta. Num dos sites em que ela se mostra orgulhosa do seu feito, diz sobre Matarazzo (segue como está no original):
“[O secretário] apontou o dedo pra mim e me chamou de ‘mal-educada’. De fato, para a ideologia burguesa, hipocrisia é sinônimo de educação, e dizer a verdade sem meia palavras não é de bom tom. Tomado pelo ímpeto professoral de quem insiste em dar ‘aulas de democracia’, ele continuou se aproximando e me chamando de mal-educada. Em seguida um de seus assessores conseguiu convencê-lo a entrar no carro, e ele foi embora.”

Pô, estou gostando de Matarazzo cada vez mais. A exemplo de Mário Covas, não aceita ser ofendido de graça por gente que não respeita parâmetros mínimos de civilidade. Ah, sim: eu não afirmei que Rafaela ou Arielli eram filiadas ao PT. Escrevi que uma das páginas que a primeira acompanhava era a da “Corrente Marxista do PT”

PS - Não sei que idade tem esta jovem senhora. Eu era da Convergência Socialista quando tinha 15… A Convergência resultou no PSTU. Pois é… Há 35 anos, eu já não argumentava com as amígdalas linguais e achava que mais importantes eram as amígdalas cerebelosas…

PS2 - Por favor, espalhem este post. Arielli acha que isso é bom pra ela, pelo visto. E eu acho bom para Andrea Matarazzo, o meu candidato à Prefeitura de São Paulo.

PS3 - Arielli faz questão de assinar o seu feito — deve contar pontos na escala da militância —, e eu também faço. Atenção, o nome dela é Arielli, tá, pessoal? Ela acha que, “para a burguesia, hipocrisia é sinônimo de educação”. Entendi. Vai ver, para a turma de Arielli, “educação é que é sinônimo de hipocrisia”. Por isso ela decidiu ser tão sincera!

Queridos comentaristas, sem ofensas para a moça. Só palavras doces. Vamos repetir a anãzinha (oopps! A verticalmente prejudicadinha) Tangina, sobre a “boa luz”, ao tentar salvar Carol Ann em Poltergeist:

“Cross over children. All are welcome. All welcome. Go into the Light. There is peace and serenity in the Light.”

 

Sim, o PSTU é o partido que mandava no Pinheirinho…

Por Reinaldo Azevedo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".