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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Estupro no BBB e a jornalista Andrea Dip

 

SENTIR COM A IGREJA

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Aproveitando  a esquisita estória do estupro no BBB-12, que a polícia irá apurar, a  jornalista Andrea Dip, muito mal informada e disposta a distorcer fatos,  escreveu uma série de  mentiras sobre nossa pessoa para enganar e instigar o público contra a Igreja Católica.

Sem consultar outras fontes, pelo menos o nosso blog, para apurar a veracidade da informação, ela se baseou em reportagem de outra jornalista, que já foi questionada nos posts  A violência no estupro e a gravidez indesejada,    Carta resposta á jornalista ELIANE BRUM e Carta resposta ao jornalista Marcos Rolim.

As defensoras do feminismo, que engloba a liberação do aborto, o  homossexualismo, a liberação das drogas e outras iniquidades que atingem a dignidade da pessoa humana, diante da falta de argumentos válidos e lógicos e de verdades para justificar seus objetivos, somente se limitam a atacar a Igreja Católica.

A jornalista citou nosso nome para falar sobre o movimento das "vadias", que reputamos um desrespeito às mulheres brasileiras e já nos manifestamos no  post Mulher estuprada, a mãe quase estuprada e irmão homossexual.

As ONGs feministas abortistas, que até se intitulam "católicas, para enganar o povo cristão, são financiadas por dinheiro de capitalistas bilionários estrangeiros.  Andrea Dip escreveu para a Agência Pública, financiada pela  Ford Foundation,  conforme anotado no rodapé do site.  Essas organizações se dizem progressistas, socialistas, comunistas e defensores dos direitos humanos mas usam dinheiro de capitalistas internacionais que tentam destruir a família, base de sustentação da sociedade.

O acontecimento do BBB-12, um suposto crime abominável de estupro, que os espectadores dizem ter visto ao vivo, tem origem no tripé: dinheiro, sexo,  e drogas.  Na ânsia de ganhar dinheiro as pessoas se esquecem do bom senso. O acontecimento era previsível: a realização de uma festa noturna com todas as pessoas quase nuas, regada a álcool em abundância, só pode resultar em sexo ou violência.

A inteligência da jovem jornalista Andrea Dip deveria se ocupar com as causas do suposto estupro, e não com as consequências. As pessoas deveriam pensar nas causas dos fatos. Infelizmente, ficam tentando justificar as consequências.  Por exemplo: as tragédias do Rio de Janeiro não são culpa das chuvas, que acontecem todos os anos. São consequência da irresponsabilidade dos governos, que permitem habitações em locais de risco. Por exemplo: as mortes maternas acontecem porque o sistema de saúde brasileiro é precário e não porque as mulheres são pobres ou negras.

As perguntas sobre o BBB-12 deveriam ser outras: até que ponto as televisões e propagandas poderão continuar impondo às mulheres e aos brasileiros as suas agendas sexuais e homossexuais ?  Até quando as televisões e propagandas poderão induzir a juventude feminina a tomar bebedeiras ?  Os  BBBs auxiliam na educação dos jovens e das crianças ou os induzem à degradação moral  ?

O fato de ser uma emissora laica ou religiosa, que segue ou não preceitos religiosos não muda a influência nociva que os programas desse tipo exercem nas pessoas. Qual a cultura mostrada no BBB-12 ? De transformar a mulher em objeto sexual ? De transformar os jovens em viciados em álcool ?
O escritor Luiz Fernando Veríssimo, no texto "O olhar de Veríssimo sobre o BBB", post anterior, diz que gostaria de perguntar ao jornalista Pedro Bial o seguinte: "Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade."

Esses programas anulam todos os esforços das famílias e dos governos para reduzir a violência contra as mulheres. Todos os esforços da sociedade e dos governos para reduzir a violência e os acidentes nas estradas, decorrentes do consumo de álcool, são infrutíferos diante desses programas.

As feministas atacam a Igreja Católica porque somos contra esses programas, essa agenda sexual e homossexual, contra as drogas, contra o assassinato - aborto - de inocentes, contra a eutanásia, contra a violência contra a mulher e contra a criança, contra a pornografia, contra a pedofilia e contra a destruição da família.

O Papa Bento XVI alertou o povo e os governantes para o perigo da implantação de políticas para a destruição das famílias: "As políticas contra a família ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade."  Diz o Evangelho:

"Por isso é que lhes digo: vivam segundo o Espírito, e assim não farão mais o que os instintos egoístas desejam. Porque os instintos egoístas têm desejos que estão contra o Espírito, e o Espírito contra os instintos egoístas; os dois estão em conflito, de modo que vocês não fazem o que querem. Mas , se forem conduzidos pelo Espírito, vocês não estarão mais submetidos à Lei. Além disso, as obras dos instintos egoístas são bem conhecidas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, discórdia, ciúme, ira, rivalidade, divisão, sectarismo, inveja, bebedeira, orgias e outras coisas semelhantes. Repito o que já disse: os que fazem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, fé, mansidão e domínio de si. Contra essas coisas não existe lei. Os que pertencem a Cristo crucificaram os instintos egoístas junto com suas paixões e desejos. Se vivemos pelo Espírito, caminhemos também sob o impulso do Espírito. Não sejamos ambiciosos de glória, provocando-nos mutuamente e tendo inveja uns dos outros." (Galatas, 5 - 16,26)


Nós e a Igreja Católica não somos responsáveis pelo que aconteceu no BBB-12. Não adianta tentar nos culpar.

Os responsáveis pelo acontecido no BBB são os homens, as mulheres, as ONGs,  as televisões, os jornais, as revistas, os governos e governantes que tem por objetivo destruir  a família, os valores morais, éticos e a dignidade humana. Esses que são favoráveis a essa agenda sexual e homossexual, ao aborto, à eutanásia, à pornografia, à pedofilia, à violência contra a mulher e contra a criança, deveriam prestar atenção no alerta de Bento XVI, pois podem comprometer o futuro da humanidade.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
www.domluizbergonzini.com.br

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".