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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Príncipe herdeiro do Kwait se converte ao cristianismo: “a Bíblia me levou para o caminho certo”

 

GOSPEL+

Publicado por Tiago Chagas em 14 de janeiro de 2012

 

Príncipe herdeiro do Kwait se converte ao cristianismo: “a Bíblia me levou para o caminho certo”

Um arquivo em áudio, divulgado por um árabe cristão chamado Al-haqiqa, que transmite programas de televisão via satélite, mostra um diálogo de um ex-muçulmano convertido ao cristianismo assumindo os riscos a que estava exposto pelo fato de ter se convertido.

No diálogo, o novo convertido afirma estar consciente de que a divulgação de sua conversão pode custar-lhe a vida: “Em primeiro lugar, eu concordo totalmente com a distribuição desse arquivo de áudio e declaro que, se eles me matarem, por causa disso vou entrar na presença de Jesus Cristo e estar com ele por toda a eternidade. Estou satisfeito, porque a verdade na Bíblia me levou para o caminho certo”.

A voz é atribuída ao Príncipe Abdollah Al-Sabah, membro da família real do Kwait, país de maioria islâmica e com apenas quatro por cento de cristãos em sua população. A Constituição do Kwait reconhece o islamismo como religião oficial e a Sharia (lei islâmica) como principal fonte de orientação na criação de leis.

Segundo o site Noticias Cristianas, durante o programa em que a conversa foi divulgada, foi comentado que o príncipe havia renunciado à sua fé de berço. Trecho do áudio divulgado mostra o Príncipe Abdollah relacionando as revoltas dos povos árabes à religião: “As muitas comunidades islâmicas sempre quiseram dominar diferentes partes do mundo, mas Deus tem preservado o mundo e ainda o protege. É por isso que temos visto as discrepâncias que aparecem entre os grupos islâmicos que agora estão lutando entre si”.

Sites de orientação xiita desmentiram a notícia, afirmando que não há “ninguém na família real do Kuwait com esse nome”. A conversão do príncipe foi notícia nos principais canais de TV por assinatura com conteúdo árabe e na agência de notícias do governo do Irã, país vizinho ao Kwait, porém o destaque dado foi pequeno.

Fonte: Gospel+

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".