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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

EXCLUSIVO! REVISTA COLOMBIANA REVELA EMAILS QUE ENVOLVEM MINISTRO DA DEFESA DA VENEZUELA E GOVERNO DE CHÁVEZ COM O TERRORISMO DAS FARC!

 

BLOG DO ALUÍZIO AMORIM

Quinta-feira, Janeiro 19, 2012

A revista A Semana, a mais importante publicação semanal da Colômbia trouxe em sua última edição uma ampla reportagem intitulada "El amigo de Timochenko" (O amigo de Timochenko) revelando ampla troca de mensagens por email entre o general Henry Rangel Silva, recém nomeado por Hugo Chávez como ministro da Defesa da Venezuela, e terroristas das FARC. "Timochenko', é um dos codinomes de Rodrigo Londoño Echeverri, o dirigente máximo das FARC e que passou a ocupar o lugar de Afonso Cano, abatido pelas forças de segurança da Colômbia.

Dentre essas trocas de mensagens a revista revela que houve até mesmo reuniões de terroristas das FARC dentro do Palácio Miraflores, a sede do governo venezuelano em Caracas.

Reproduzo a seguir no original, em espanhol, extratos dessas mensagens reveladas com exclusividade pela publicação colombiana, dando ao final o link para leitura completa. Acima a reprodução da foto do general Henry Rangel Silva, que foi o destaque de capa da revista, como mote da principal reportagem da última edição de A Semana. Vejam alguns emails:

"El general Rangel quiere visitar a su gran amigo Timochenko"

En el informe sobre la reunión que tuvieron en el Palacio de Miraflores los jefes guerrilleros Iván Márquez y Rodrigo Granda con el presidente Hugo Chávez se habló de la estrecha relación entre el hoy ministro de Defensa de Venezuela y el jefe supremo de las Farc. El correo es del 12 de noviembre de 2007.

“8. Ya de salida hacia acá hablamos un poco con el general Rangel Silva, jefe de la Disip, gran amigo de Timo a quien quiere visitar después del 2 de diciembre. Él participó en el almuerzo donde nos reunimos Chávez, elenos y Farc. Está encargado de la seguridad de los elenos.

Las relaciones con el ejército están muy próximas a lo que plantea el Plan Estratégico. Tenemos amistad y buena empatía por lo menos con 5 generales. Es más, Chávez impartió delante de mí la instrucción de crear en la frontera sitios de descanso y atención de enfermos y designó una especie de estado mayor para estas relaciones. Chávez dio a entender que ayudarían sin importar que se diera una situación de confrontación”.

"Estamos en la misma lucha"

En el mismo marzo de 2006, después de visitar a Timochenko, el hoy ministro Henry Rangel Silva se reúne con Iván Márquez. Este le escribe al entonces comandante de las Farc, Manuel Marulanda, y le dice que según lo dicho por Rangel había sintonía entre las Farc y el presidente Hugo Chávez.
“(...)

Luego de su visita a Timo recibimos por aquí al general Rangel Silva, jefe de la Disip, y al parlamentario Oréstedes Leal (Quico). Manifestó que su visita estaba debidamente autorizada por Chávez. En Miraflores hay algo de preocupación con la información de que entre el sur del Lago y el Perijá habría una gran concentración de paras entre cuyos objetivos estaría el asesinato del Presidente. Fue reiterativo al afirmar que éste no ve con malos ojos a la insurgencia colombiana. “Es la misma lucha”, habría expresado, y le entendimos que solicitan ayuda (información) para contrarrestar la amenaza paramilitar. Al respecto le trasmitimos nuestra percepción de cómo están las cosas en ese campo desde el límite con el Magdalena Medio hasta el extremo norte de La Guajira.

Se mostró muy interesado en trabajar más en llave con los indígenas de la frontera, para lo cual también nos pide ayuda.
(...)

En cuanto al acuerdo entre los ministerios del Interior y Justicia de ambos países, manifestó textualmente: “nos dejamos utilizar en un momento electoral”. Dice que los compromisos son formales: usted me informa, yo le informo. Que está seguro que de ahí no pasa. “Chávez no confía en Uribe”, nos dijo (…).

Aprovechamos para insinuar la importancia de las relaciones (secretas, reservadas) o el establecimiento canal directo de comunicación. A través del general enviamos un saludo fraternal al Presidente. Atte. Iván.”. Leia AQUI  a reportagem completa - en español

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".