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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

As delícias do socialismo/comunismo: Governo da Coreia do Norte pune quem "fingiu" o choro pela morte de ditador

 

R7

publicado em 15/01/2012 às 05h40:

Cidadãos cujas lágrimas não pareceram "genuínas" são perseguidos, diz revista

Do R7, com agências internacionais

KOREA-CHOROKCNA/Reuters - Crianças norte-coreanas choram a morte de Kim Jong-il em Pyongyang. O pranto coletivo em torno do ex-líder provocou dúvidas sobre a sinceridade das demonstrações

O regime da Coreia do Norte está punindo cidadãos que “fingiram seu sofrimento” após a morte do líder Kim Jong-il, morto por um ataque cardíaco em dezembro de 2011, segundo a revista sul-coreana Daily NK.

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De acordo com o portal de notícias americano The Huffington Post, uma fonte anônima ligada ao regime norte-coreano informou ao Daily NK que as autoridades comunistas começaram a sentenciar a pelo menos seis meses de trabalhos forçados os cidadãos que não participaram das demonstrações de luto pelo ex-líder ou cujo choro não pareceu “genuíno”.

Além disso, o Daily NK afirma que o governo também vêm perseguindo pessoas acusadas de criticar o sucessor de Kim Jong-il, seu filho Kim Jong-un, e enviando famílias inteiras para o exílio em áreas rurais remotas.

Segundo a revista sul-coreana, a perseguição começou ainda no último dia de luto oficial estipulado pelo governo norte-coreano, no dia 29 de dezembro. De acordo com a fonte, a ordem era para que todos que fingiram chorar pelo ditador fossem presos até o último domingo (8).

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As imagens de norte-coreanos chorando após a morte do líder Kim Jong-il, no dia 17 de dezembro, correram o mundo e passaram a impressão de que um sentimento generalizado de tristeza e luto no país.

No entanto, esse comportamento levantou questionamentos sobre a sinceridade da expressão de sentimentos demostrada nas imagens da televisão estatal do país - e até que ponto os norte-coreanos não estariam seguindo regras de procedimento.

As cenas mostravam homens e mulheres ajoelhados nas ruas e em praças, chorando convulsivamente em frente a monumentos e memoriais dedicados a Kim Jon-il, uma mulher perguntando "Como ele pode nos deixar?", entre outras cenas que lembravam o período de luto depois da morte de Kim Il-sung, pai de Kim Jong-il, em 1994.

Governo investe em propaganda para “endeusar” sucessor de Kim Jong-il

Segundo a revista sul-coreana Daily NK, o governo da Coreia do Norte ultimamente vem se esforçando para criar uma “imagem de ídolo” em torno do sucessor de Kim Jong-il, seu filho Kim Jong-un.

Kim Jong-un é "gênio militar", diz documentário estatal

De acordo com uma fonte anônima ouvida pela revista, carros-som têm passeado pelas ruas da capital Pyongyang emitindo mensagens para “engrandecer” o novo ditador.

- Todo dia, das 7 da manhã às 7 da noite, eles [o governo] colocam carros-som em avenidas movimentadas para fazer barulho e enaltecer a grandeza de Kim Jong-un.

Segundo a fonte, a propaganda é tão intensa que funcionários de fábricas, escolas e outras empresas estatais têm sido obrigados a frequentar aulas sobre a vida do novo líder.

Recentemente, a TV norte-coreana transmitiu um documentário sobre Kim Jong-un para marcar o suposto aniversário do novo líder, que assumiu o poder há menos de um mês. No filme, o novo líder é qualificado de "gênio dos gênios" em estratégia militar, entre outros adjetivos lisonjeadores.

O filme mostra Kim Jong-un em seu novo papel como comandante supremo militar, inspecionando tropas, saudando militares e testando um tanque. Além disso, o documentário afirma que Kim Jong-un redigiu sua primeira tese militar aos 16 anos e que dorme apenas três ou quatro horas por noite

Kim Jong-un, cuja idade exata não é conhecida, mas acredita-se que tenha cerca de 30 anos, foi alçado à condição de líder norte-coreano após a morte de seu pai, Kim Jong-il. que governava o país desde 1994.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".