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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

As alegações da GLOBO sobre o vídeo em que ela, a emissora, nos "papou" mais uma vez.








Uploaded by  on Jan 17, 2012
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Boninho, agora, admite que houve excesso

Diretor havia negado abuso e afirmado que Daniel era vítima de racismo. Emissora também mudou de postura e explicou, em nota, que participante não voltará ao programa

A visita da polícia fez o diretor do Big Brither Brasil, J.B. Oliveira, o Boninho, mudar radicalmente de opinião a respeito das suspeitas de estupro no programa. Depois de afirmar que não houve abuso -- com base no que viu nas imagens -- e dizer que o participante Daniel estava sendo vítima de racismo, Boninho afirmou ao site R7, da Record, na manhã desta terça-feira, que Daniel "passou dos limites"

O 'problema', nesse caso, foi a lei, que, segundo Boninho, é "muito ampla". "Estupro não houve. O problema é que a lei brasileira é muito ampla. O que se discute é o abuso, porque ela estava fora de condições. Ela estava sóbria, mas dormiu profundamente. Ele saiu do programa porque passou dos limites do relacionamento com as pessoas. O que ele fez na noite, até na visão dela, foi exagerado. A gente avaliou que a atitude dele foi ruim. No meio de uma festa, uma cantada mal dada pode causar uma eliminação", segue o diretor.

Se Boninho estiver certo desta vez, Daniel está em maus lençóis. Afinal, se Monique não tinha condição de reagir, e, na visão dela -- e dele, Boninho -- houve um excesso na relação sob o edredom, o modelo de 31 anos tem fortes chances de responder por "estupro de vulnerável", como o crime está sendo investigado. O artigo 217-A do Código Penal Brasileiro prevê pena de 8 a 15 anos de prisão para os casos de abuso contra pessoas inconscientes ou sem condição de reagir por qualquer motivo.

A Globo também adotou postura mais adequada ao caso. Depois de limitar-se a afirmar, pela voz de Pedro Bial, que Daniel havia "desrespeitado regras do programa", a emissora se manifestou, na tarde desta terça-feira, sobre a suspeita de estupro no BBB. Uma nota da Central Globo de Comunicações (CGCOM) informa que o modelo Daniel Echaniz não voltará ao programa.

Diz a nota: "O delegado Antônio Ricardo Nunes, da 32a DP (Taquara), esteve hoje na Central Globo de Produção para ouvir a estudante Monique Amim e o modelo Daniel Echaniz, que, na madrugada de domingo, protagonizaram cenas de intimidade no BBB 12 e geraram suspeita de abuso sexual. Em depoimento oficial à Polícia, no entanto, Monique afirmou que estava consciente e agiu de forma consentida".

A emissora explica, na nota, como procedeu. "Assim que surgiu a suspeita, a TV Globo iniciou a apuração dos fatos, que num primeiro momento apontavam para uma cena de carícias semelhante à de outras edições. Após avaliação, a emissora decidiu pelo afastamento de Daniel, até para que ele pudesse prestar esclarecimentos formais à polícia. De qualquer forma, a produção do programa avalia que o comportamento do participante foi inadequado, o que impede seu retorno à casa", conclui o texto.

FONTE (VEJA): http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/boninho-agora-admite-que-houve-...

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".