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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Notícia:: Jornal denuncia que agencia Reuters mentiu sobre discurso do Papa e o “matrimônio” gay

DOMINUS VOBISCUM
15 01 2012

Da ACI Digital com inserções do blog Dominus Vobiscum

Veja bem como são as coisas. A farsa cai e quando cai, deixa muitos sem palavras para explicar as insanidades ditas. Nós e outros blogueiros católicos já explicamos 500 mil vezes o discurso do Santo Padre ao corpo diplomático, mas agora um jornalista do jornal britânico The Guardian denunciou que aagência Reuters atribuiu ao Papa Bento XVI uma frase sobre o “matrimônio homossexual” que ele nunca pronunciou e o converteu em alvo de furiosos ataques sem motivo em todo mundo (aqui no Brasil o Deputado Jean Wyllys fez duras críticas ao Papa chamando-o de nazista e genocida em  potencial). O jornalista Andrew Brown revisou o discurso completo que o PapaBento XVI dirigiu ao corpo diplomático na segunda-feira de 9 de janeiro no qual o Santo Padre recorda a necessidade de defender afamília fundada no matrimônio entre homem e mulher, mas não menciona o “matrimônio gay”. Nós mesmos aqui do blog Dominus Vobiscum e diversos outros blogs católicos já havíamos afirmado isso. Para ler o discurso do Santo padre na íntegra clique aqui! 
Brown questionou ao jornalista Philip Pullella da agência Reuters, a quem considera “um dos melhores e mais experientes correspondentes no Vaticano”, por publicar uma notícia na qual escreveu: “o Papa Bento disse na segunda-feira que o matrimônio gay é uma das várias ameaças à família tradicional que ameaçam ‘o próprio futuro da humanidade’”, atribuindo-lhe uma frase que o Papa não pronunciou.
“Sim, o Papa é católico. Mas não disse que o matrimônio gay seja uma ameaça para a humanidade. O Papa Bento XVI disse muitas coisas sobre a ecologia e a economia em seu discurso. Então, para quê inventar outra notícia?”, escreveu Brown em seu artigo reproduzido também em italiano pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano em sua edição de hoje.
“Em seu discurso ao corpo diplomático no Vaticano (o Papa) não disse uma só palavra sobre o matrimônio gay”, sentenciou. O jornalista do The Guardian destacou que oPapa falou a favor da família apoiada no matrimônio entre homem e mulher e disse que existem políticas que ameaçam a família, ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade; mas não mencionou para nada o matrimônio gay.
Andrew Brown acrescentou que o Santo Padre alertou sobre comoo aborto compromete o futuro da humanidade, mas o destaque dado por exemplo ao aborto jamais foi dado ao homossexualismo. É fato que as políticas públicas que são a favor da união homossexual, dentro da ótica cristã, são prejudiciais a sociedade, mas em nenhum momento naquele discurso o Papa deu destaque assim.
O jornalista britânico elogiou logo a capacidade do Papa para descrever com precisão a crise econômica, inclusive “muito melhor que Ed Miliband”, um dos principais peritos em economia no Reino Unido e que foi membro do gabinete do Primeiro-ministro Gordon Brown até o ano 2010. Andrew Brown também elogiou o Papa por sua perspectiva do tema ecológico.
Brown criticou duramente a burocracia do Vaticano e admitiu que “às vezes como jornalista, deve-se explicar o que (o Vaticano) quer dizer”. Entretanto, esclareceu que “nada disto explica nem justifica afirmar que ele (o Papa) disse que o matrimônio gay era uma ameaça para o futuro da humanidade. Ele não o fez”.
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".