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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

DEUTSCHLAND ÜBER ALLES!

HEITOR DE PAOLA
13/01/2012



Não posso evitar um sorriso quando, como chefe de um país ocupado, eu sento com os líderes dos países ocupantes, tais como Mr. Eden e M. Bidault. Apesar do fato de que a Alemanha ainda não ser completamente soberana, seu impacto econômico e político é sentido em todos os assuntos mundiais.

KONRAD ADENAUER [i]

Há vários anos nossa política econômica tem sido nossa política externa

HELMUT SCHMIDT [ii]

Ainda meio sonado, pego o jornal de hoje e leio a manchete principal:FRANÇA “CAI” E EUROPA FICA NAS MÃOS DA ALEMANHA! Levo um susto: será que voltei no tempo? Terá sido o meu amigo Jack (Daniels) da véspera que estava “envenenado”? Estarei eu em 20 de setembro de 1870? Ou em 1915? Talvez 25 de junho de 1940? Olho a data e vejo que sofri apenas um nada patológico déjà vu tantas foram as quedas deste país frente à Alemanha. Uma das especialidades francesas, além dos queijos e vinhos, é o colaboracionismo e a derrota frente aos eternos rivais. Mas, desta vez, não foi frente aos canhões de Bismarck, do Kaiserou das Panzerdivisionen do Führer, mas frente às tropas muito mais potentes do Deutche Bundesbank, comandadas pela Führerin Angela Merkel.

Não poderia ser novidade para ninguém que conhece a história européia que o Euro já nasceu com data certa para acabar e que passaria a ser apenas o velho Deutschmark (ou Reichsmark?) com novo nome, imposto a todos os países em sua volta. O que o Führer Adolf não conseguiu a Führerin Angela, sabendo onde atacar financeiramente está em vias de conseguir: converter a Europa numa Grande Alemanha,verdadeiro nome da União Européia, totalmente dependente de Berlim.

A cotação do Euro despencou hoje:


Desta vez a França não conta com seus eternos salvadores, aos quais é ingrata: a aliança anglo-americana. A Inglaterra nunca cedeu aos acenos do Euro e manteve sua Libra, hoje em alta assim como o Franco Suíço, e não aceitou os pactos que os colaboracionistas gregos, portugueses, espanhóis a italianos toparam.

Diga-se de passagem, Papandreu, Berlusconi e Zapatero, não aceitariam as exigências às quais seus substitutos, principalmente Mario Monti e Rajoy, dobraram a espinha. Não por serem covardes, mas por serem cúmplices na EU. E exclusivamente por esta razão foram escolhidos por Berlim para ocuparem seus postos.

Por sua vez, os EUA estão nas mãos de um keniano muçulmano e anti-semita cujo verdadeiro objetivo é destruir as tradições judaico-cristãs fundadoras do país que o elegeu através da destruição da economia americana e pouco se lhe dá o que está acontecendo na Europa. Ou, pelo contrário, a queda da segunda economia européia vem como uma notícia benfazeja para seus irmãos em Allah.

Há 21 anos o jornalista Edwin Hartrich escreveu o livro The Fourth and Richest Reich: how the Germans conquered the postwar world [iii]já citado por mim em várias ocasiões.



Recomendo sua leitura por ter sido profético. Posteriormente comentarei mais a fundo este livro e o que ele já previa em 1980.





[i] Entrevista ao Time Magazine, 4 de janeiro de 1954


[ii] Entrevista ao Jornal Suíço Finanz und Wirtschaft, fevereiro 1975


[iii] MacMillan Publishing Co Inc, NY, 1980

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".