Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Avó do OBAMA/OSAMA declara: ele nasceu no QUÊNIA!!!
Politicômetro - TESTE SUA ORIENTAÇÃO POLITICA
O politicômetro é um teste de opinião que o situa no campo das liberdades individuais e da relação entre o estado e a economia. Com a ajuda do sociólogo Alberto Almeida, VEJA preparou um questionário com vinte perguntas. Assim que terminar de respondê-las, você saberá a sua posição política em um quadrante que tem como eixos os extremos esquerda-direita e liberal-antiliberal.
Não se deve levar lá muito a sério algumas perguntas mas mesmo assim meu resultado está logo abaixo. Como respondi que alguns programas de TV devem ser com certeza censurados, caí no "classe" dos que concordam que o estado restrinja algumas liberdades individuais (vejam só...):
Vitória de Obama dispara compra de armas nos EUA
08/11/2008 - 14h35
As vendas de rifles, pistolas e munição estão aumentando em várias partes dos Estados Unidos, já que muitos proprietários de armas temem que a administração do presidente eleito Barack Obama possa dificultar a posse de certos tipos de armas.
"No dia depois da eleição, tive muito mais ligações do que de costume de pessoas procurando por rifles semi-automáticos," contou David Greenberg, dono da loja Second Amendment Family Gun, em Bisbee, Arizona, que esgotou seu estoque de rifles AR-15 nos últimos dias.
"Parece haver um medo de que eles serão banidos, e isso é bem provável," acrescentou. "Obama e Biden estão dispostos a eliminar as armas de fogo do país."
Lojas de armas e grupos comerciais haviam informado um aumento na venda de armas de fogo nos dias que antecederam a vitória do democrata Barack Obama e do vice-presidente Joe Biden, em 4 de novembro, que muitos consideram totalmente favoráveis ao controle de armas.
A Fundação Nacional de Esportes de Tiro, associação comercial de tiro, caça e indústria de armas de fogo, disse que as vendas de armas deram um salto de dez por cento este ano, baseado em suas análises da taxa de comercialização de armas de fogo e munição, e um porta-voz afirmou que o crescimento se intensificou sensivelmente antes das eleições.
"Proprietários de armas estão com medo do que Obama irá fazer com relação a elas", declarou o porta-voz Tony Aeschliman. "Ele tem uma história clara de ser contra nós."
Durante a campanha, Obama deixou claro seu apoio ao direito de possuir uma arma, embora ele e Biden apóiem o banimento permanente de armas de assalto - rifles semi-automáticos de estilo militar - e "medidas de senso comum" para manter as armas longe das crianças e criminosos, posições que geraram preocupação entre os entusiastas das armas.
"Sempre foi programa do Partido Democrata restringir a posse de arma," afirmou Jim Pruett, proprietário de uma loja de armas em Houston, cujas vendas do dia triplicaram no sábado antes da eleição, para 35 mil dólares.
Em McPherson, Kansas, o vendedor de armas Steve Sechler contou que a demanda num evento de armas no final de semana passado cresceu em mais de 50 por cento, com os clientes correndo para garantir sua arma, incluindo rifles Kalashnikov e AR-15.
"A maioria das pessoas estava lá amaldiçoando Obama e dizendo que precisavam proteger sua casa," disse Sechler.
Negócio em alta
Os adeptos de Obama dizem que os donos de armas não têm o que temer quando ele assumir o poder em janeiro. Entretanto, os lobistas da poderosa Associação Nacional do Rifle mostraram preocupação durante a campanha, falando que Obama era uma "séria ameaça à segunda emenda de liberdade."
Entre outras queixas, eles acusam Obama de apoiar o aumento de 500 por cento da taxa federal de circulação de armas de fogo e munição - comentário que ele fez como senador de Illinois em 1999, mas que não repetiu.
Em Scottdale, Arizona, o proprietário de loja de armas Manuel Chee vendeu todos os seus rifles AR-15, mas disse que preferiria ter vendas regulares e nenhuma perspectiva de retração - sejam elas reais ou imaginárias - no futuro.
"Eu preferia que o (senador republicano John) McCain ganhasse e que não houvesse um grande receio e que nós continuássemos com nossas vendas normais," disse Chee à Reuters.
"É melhor do que dizer que agora nós vamos ganhar muito dinheiro por alguns meses, e poucos meses depois nossos negócios podem estar fechados," acrescentou.
(Com reportagem de Chris Baltimore, em Houston, Carey Gillam, em Kansas)
Marxismo selvagem
O que me moveu a escrever sobre o tema é a saturação da presença de Marx no meio acadêmico. Até pichado nas paredes dos banheiros podem ser encontradas frases dele. De Fidel a Lula, sua barba símbolo está presente. Seus escritos, como todo clássico que se preze, são mais comentados do que lidos. São quase livros sagrados. Apenas citações esparsas são encontradas aqui e ali.
Marx não foi um marxista com toda a certeza. Não no sentido em que geralmente se usa essa expressão, para mostrar que os pensamentos do autor foram distorcidos pelos seus discípulos. Ele não foi um marxista porque jamais viveu da maneira como disse que o mundo deveria viver.
Embora condenasse o capitalismo, foi sustentado por um capitalista, Friederich Engels, a quem escrevia “Prefiro cortar um dedo da mão a lhe pedir dinheiro novamente”. E lá vinha a polpuda quantia... As heranças de parentes ricos foram avidamente devoradas e mal administradas por ele. (Sua mãe chegou a escrever uma carta dizendo que preferia que seu filho arrumasse alguma capital, ao invés de somente escrever sobre ele).
Embora descrevesse o proletariado como a classe redentora da humanidade, pintando-a com um colorido messiânico tirado das páginas do profeta Isaías, estava longe do que pode ser chamado de proletário. Isso explica a presença de milionários, artistas e outras personalidades nada proletárias em partidos comunistas-marxistas-comunistas. Como disse Alain Besançon em sua magistral obra A Infelicidade do Século, a revolução comunista jamais é realizada pelo proletariado e sim pela seita ideológica que fala em nome dele.
Ainda diferente dos socialistas utópicos condenados por Engels em sua obra Do socialismo utópico ao socialismo científico, Marx jamais chegou perto de algum experimento real de suas teorias. Roberto Owen, Saint-Simon e Charles Fourier podem ter fracassado em seus experimentos sociais, mas ao menos tentaram sair da letra para a ação. Ele jamais superou o estágio de teórico de gabinete. Tinha uma fé gigantesca em suas teorias, embora não nenhum fato concreto ratificasse essa fé. Sua confiança nas “inexoráveis leis históricas” soa ingênua hoje.
O máximo que a história conseguiu até hoje foi provar que Marx estava errado. O capitalismo continua vivo e todas as tentativas práticas de aplicar Marx terminaram num banho de crueldade e sangue. O socialismo sobrevive hoje apenas em países-prisões como Coréia do Norte e em Cuba.
Se os Titãs acham que o capitalismo é selvagem, precisavam ler sobre os expurgos políticos da União Soviética feitos por Lênin e Stalin, a Revolução Cultural de Mao-Tse-Tung na China ou assistir Gritos no Silêncio, onde aparecem inúmeros esqueletos humanos boiando no rio, vítimas da revolução comunista do Camboja. Se Marx não foi marxista em seu tempo, creio muito menos o seria hoje.
Não consigo entender essa paixão por Che Guevara, Cuba e o socialismo. Os piores cegos continuam sendo aqueles que não querem enxergar. Claro que o capitalismo merece muitas críticas (aliás, o que não merece crítica nesse nosso mundo caído). Entretanto, com certeza as melhores alternativas não estão nas divagações do velho Karl.
Talvez possamos parodiar Winston Churchill e dizer que o capitalismo ainda é o pior dos sistemas econômicos. Com exceção de todos os outros.
Fonte: www.juliosevero.com
O PREÇO DA LIBERDADE É A ETERNA VIGILÂNCIA.
Chegou- me às mãos por esta telinha, um artigo em que o autor desmascara uma tentativa de lavagem cerebral, inserida em um site para crianças e veiculada pela Câmara de Deputados. Para mascarar a intenção, o programa era joguinhos, brincadeiras, historinhas de bonecos que passavam sub-repticiamente a filosofia covarde, que sabe se for feita adequadamente, não tem adeptos.
Através desses artifícios, muito ao gosto das crianças que já sabem usar o computador, as mensagens eram transmitidas. Assim, a filosofia era disseminada com aspirações – aparentemente – apenas humanas e sadias. Por exemplo: “nenhum homem deve SERVIR a outro homem; a sociedade seria baseada na solidariedade e igualdade, sem divisões entre “ricos” ou “pobres”; o dinheiro da nação “deve ser dividido para a população de acordo com a necessidade de cada um”.
Para chegar a esse ponto, os jogos, as historinhas, tinham sempre uma resposta final adequadamente embutida, que a sociedade – comunista – seria mais consciente e não era mais necessário alguém, para dizer o que cada um fazer.
O endereço eletrônico do site é “plenarinho. gov. br”. Como o endereço “gov” é financiado pelo dinheiro da União, esse deve ter o mesmo patrocinador. E era recomendado pelos professores , para as crianças fizessem “pesquisa” no referido endereço.
Mas, como Papai do Céu ainda está atento, alguns pais tiveram conhecimento do programa e justamente indignados, alertaram outros pais que passaram a divulgar o absurdo. Não assustados, mas sim contrariados, os responsáveis pelo programa passaram a informar aos internautas mirins, que:”o sonho do comunismo parece não ter se concretizado, por conta do desrespeito aos direitos humanos que alguns comunistas adotaram. Que nem sempre o que é idealizado funciona como esperado, porque muitas vezes, os bem intencionados são compreendidos”.
Senhor João Luiz Manad, Que Papai do Céu lhe abençoe, e estimule outros pais “Joaos Luizes” a derrubar os virtuais Muros de Berlim, disfarçados em joguinhos infantis. Senhor João Luiz, não sei se o senhor conhece a frase do Brigadeiro Eduardo Gomes: O PREÇO DA LIBERDADE É A ETERNA VIGILÂNCIA. Mas, sei agora, que o senhor sabe aplicá-la.
Glacy Cassou Domingues – Grupo Guararapes.
Índice de Liberdade Econômica 2008
Está disponível o Índice de Liberdade Econômica 2008, realizado anualmente pela The Heritage Foundation e The Wall Street Journal. A tabela, novamente, é no mínimo reveladora. O Brasil ocupa a lamentável 101ª posição entre os 157 países avaliados este ano. Das cinco categorias, ocupamos a nada lisonjeira quarta (país com pouca liberdade econômica).
Que isto ao menos sirva para mostrar que o tal liberalismo ainda não faz parte da realidade brasileira, mas somente da ostensiva retória da classe letrada nacional que jura de pé junto que o liberalismo é a causa dos grandes males sociais do país.
Notável, uma vez mais, que os países que apresentam maior liberdade econômica oferecem os melhores padrões de vida à sua população (EUA, Irlanda, Suécia, Alemanha, Taiwan) enquanto os países que vivem sob a opressão estatal (Corea do Norte, Cuba, Venezuela, Camboja, Vietnan), faz da ausência de liberdade um cruel fardo para a imensa maiora do seu povo.
O ranking do índice 2008 pode ser visualizado aqui.
Mr. Da Silva, um desgravatado vexame no G-20
| 09 de novembro de 2008 | |||
Por Orion Alencastro
Pegou mal. Mais parecia um penetra de festa, um estranho no ninho. A impressão foi que Mr. Da Silva, o rei do pré-sal, desejou quebrar o protocolo, mostrar que ele é o bom e detentor megalomaníaco da bola de cristal para a crise da economia global. Não foi feliz. Seu discurso, de discutível retórica acusatória dos países com riquezas que agiram com irresponsabilidade, não causou o impacto desejado. O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, não deu muita corda ao palpite brasileiro. Mr. Da Silva deve ter esquecido a gravata sobre o frigobar ou ao lado do balde de gelo da suíte presidencial do Hilton. Ou talvez esteja se preparando para receber o também desgravatado companheiro e mandatário do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que vem ao Brasil, a seu convite. (OI/Brasil acima de tudo) | |||
Ó TEMPORA, Ó MORES: JUIZ ABSOLVE VÍTIMA
Sábado, Novembro 08, 2008
Em Belo Horizonte, um sórdido comerciante teve o desplante de impedir a legítima ação de um assaltante que assaltava sua padaria. Wanderson Rodrigues de Freitas, o assaltante, apresentou queixa-crime contra o comerciante na 2ª Vara Criminal do Fórum Lafayette, alegando que "a ninguém é dado o direito de fazer justiça com as próprias mãos".
O juiz Jayme Silvestre Corrêa Camargo, que julgou o pedido, considerou uma "afronta ao Judiciário" a intenção do suposto criminoso em passar de autor para vítima. O suspeito alegou que foi "ofendido na sua integridade corporal" e por isso pediu à Justiça que o comerciante, Márcio Madureira Vieira, fosse enquadrado no artigo 129 do Código Penal. "Após longos anos no exercício da magistratura, talvez seja o caso de maior aberração postulatória. A pretensão do indivíduo, criminoso confesso nos termos da própria inicial, apresenta-se como um indubitável deboche", disse Camargo.
Pode soar como piada, mas nem tanto. Nestes dias em que só criminosos têm direito de andarem armados, em que a própria polícia recomenda à vítima submeter-se à vontade da bandidagem, a pretensão do cidadão Wanderson Rodrigues de Freitas não deixa de ser coerente. E isso não é de hoje. Há uns bons vinte anos, numa cidade do interior de São Paulo, uma senhora já avançada em idade teve sua cada invadida por um ladrão. Tinha um revólver em casa, atirou e... milagre, acertou o bandido. Quase foi linchada pelos defensores dos tais de direitos humanos. Não conseguiram colocar a velhota na cadeia. Mas conseguiram desarmá-la.
O juiz Camargo rejeitou a queixa-crime por considerar que o comerciante agiu em legítima defesa. Na decisão, alegou que não vislumbrou nenhum excesso por parte da vítima, que "teria apenas buscado garantir a integridade física de sua funcionária e, por desdobramento, seu próprio patrimônio". Nadando contra a corrente do direito contemporâneo, mandou o cidadão Wanderson Rodrigues de Freitas para a cadeia. Como a decisão é de primeira instância, ele ainda poderá recorrer a instâncias superiores.
Não se surpreenda o juiz se sua sentença for reformada pelos magnânimos juízes das supremas cortes nacionais.
LULA SANCIONA BOLSA-GRAVIDEZ
Domingo, Novembro 09, 2008
Namorar já é complicado. O legislador, que parece não gostar de namoro, criou a figura de união estável, que gera direitos e deveres de casados para quem pretendia apenas namorar. Digamos que você seja hostil à idéia de casamento e queira manter-se livre dos grilhões que esta condição impõe. Se namorar por algum tempo uma moça, estará automaticamente enquadrado na figura da união estável, com todas as seqüelas dela decorrentes. Assim, cuidado com o namoro. Quando você menos espera, estará casado.
Comentei em crônica anterior, que não passa dia neste país em que uma idéia de jerico venha a público. Não passa mesmo. Ontem, foi publicada no Diário Oficial da União e sancionada pelo Supremo Apedeuta lei que torna todo cidadão um pai potencial, mesmo que não tenha filho algum. Segundo a mais recente monstruosidade jurídica, toda mulher grávida pode pedir que o suposto pai de seu filho contribua durante toda a gestação com as despesas de alimentação, exames, medicamentos e o parto.
Até aí, não se sabe se o suposto pai é de fato pai. Basta que a grávida o indique como pai. Você poderia pedir um exame de DNA, seria o mais sensato. Mas não pode. Sob alegação de risco à criança, foi vetado o artigo que possibilitava a realização do "exame pericial pertinente" na gravidez. Assim, se você foi “eleito” pai por uma funcionária sua, colega de trabalho ou simplesmente por pessoa que o conhece, você terá inexoravelmente de marchar com as despesas decorrentes da gravidez, desde alimentação, exames, medicamentos e o parto.
O exame de DNA, só depois de nascida a criança. Descobre-se então que você não era o pai da dita cuja. Se você acha que terá seu dinheiro de volta, está redondamente enganado. Terá de entrar com ação na Justiça e, talvez daqui a cinco ou dez anos, tenha algum ressarcimento.
Você não precisa fazer nada para ser penalizado. Basta que uma grávida o eleja como pai. Estão de parabéns todas as sirigaitas do país que reproduzem irresponsavelmente e não têm como sustentar uma gravidez. Basta indicar alguém próximo e terá pelo menos nove meses de sombra e água fresca. Se não era o pai, tanto faz. Não precisará devolver o que recebeu. Digamos que a Justiça determine, daqui a cinco ou dez anos, essa devolução. Se a mãe não tiver como devolver, não devolve e estamos conversados. Punida certamente não será.
Pelo texto que passou no Congresso a mãe responderia judicialmente por danos morais e materiais caso o resultado do exame de DNA desse negativo. Mas esse artigo também foi vetado por ter sido considerado "intimidador". Está instituído o direito à calúnia, de exercício exclusivo das gestantes.
Não bastasse o Bolsa-Família e o Bolsa-Ditadura, o governo institui agora o Bolsa-Gravidez. Para fazer jus ao benefício é simples. Basta a moça engravidar e apontar como pai o patrão, um amigo, um vizinho, um colega de trabalho, um morador do mesmo prédio, um professor.
Se não era o pai, paciência. Depois tenta-se encontrar um outro.
Evento - 10 ANOS DE E-COMMERCE NO BRASIL
VENHA COMEMORAR CONOSCO
10 ANOS DE E-COMMERCE NO BRASIL
A Associação Comercial De São Paulo e Camara-E.Net estão convidando sua empresa para participar da comemoração do décimo aniversário do comércio eletrônico brasileiro.
Estarão participando deste evento único empresas de grande destaque no cenário do comércio eletrônico nacional como: Google, Locaweb, Correios, Intel, IGEmpresas, Microsoft, PagSeguro, Sebrae, UOLHost, VisaNet, .COM entre outras.
Venha comemorar conosco: Dia 27 de novembro de 2008, auditório Itaú da FGV na cidade de São Paulo.
Evento gratuito, com vagas limitadas!
Clique aqui e inscreva-se!
Debate - DO MUNDO UNIPOLAR AO MUNDO MULTIPOLAR - Recomposições geopolíticas e financeiras
AO MUNDO MULTIPOLAR
Recomposições geopolíticas e financeiras
(a partir do dossiê sobre o tema, publicado na edição de Novembro do Le Monde diplomatique)
José Goulão
(jornalista e comentador de política internacional)
José Medeiros Ferreira
(historiador e co-autor do blogue Bicho Carpinteiro)
Pedro Sales
(co-autor do blogue Arrastão)
O debate terá lugar na zona do bar do Instituto Franco-Português,
no dia 13 de Novembro, quinta-feira, às 21h30.
A entrada é livre. Participe!
Clique aqui para ver o mapa com a localização do
Instituto Franco-Português (Av. Luís Bivar, n.º 91, em Lisboa - junto ao Saldanha).
Jabor, racismo e misoginia
- ele comprou a tese de Michael Moore da “fraude” na Flórida, o que nem os democratas sustentam. Mais: refere-se à primeira eleição de Bush. Mas Bush venceu a segunda eleição, sem contestação. E, claro, eleitores de Bush e dos republicanos são “idiotas”;
- o sistema eleitoral americano seria fruto de uma tramóia conspiratória para impedir a vitória do bem;
- só o racismo oculto derrotaria Obama, e todo wasp tem a KKK na alma.
O que vocês querem que eu diga? Um parágrafo com esse grau de boçalidade, que fosse racista contra os negros, como é contra os brancos, e que ofendesse os eleitores de Obama, chamando-os de “idiotas”, não seria publicado no Globo, no Estadão e em lugar nenhum. Como é contra brancos, republicanos e, claro!, Bush, tudo bem: o coquetel de ofensas é lido como ousadia.
Para Jabor, McCain prisioneiro no Vietnã “era o criminoso abatido - não a vítima. McCain luta por sua fama. Como está velho, caído, finge uma desenvoltura de caubói ligeiro que não cola e, como teve câncer que pode voltar, pode acabar nos legando aquele pit bull de batom, a perua careta e despreparada Sarah Palin, que seria a ‘boceta de Pandora’ final para o mundo, a mulher de onde sairiam todos os males.”
Seria inútil explicar a Jabor o que representava o Vietnã no contexto da Guerra Fria. Ele não quer saber. Sob o pretexto de ser o mais anti-racista dos anti-racistas, refere-se a velhos e doentes de um modo grotesco e mal disfarça uma exacerbada misoginia. O recurso final, escolhendo a expressão “Boceta de Pandora”, em vez de “Caixa de Pandora”, que é como a coisa é referida no Brasil, faz seu texto mergulhar na lama. De certo modo, ele entrou realmente no clima: não foram poucos, neste 2008, os que combateram o suposto preconceito racial com o preconceito real contra as mulheres.
O Jabor sem receio de tratar as mulheres como tratou no parágrafo anterior, gosta, no entanto, de Obama porque ele “é o novo. Obama é o negro sem rancor, o negro pós-moderno, que passou por Malcolm X, pelo Luther King e que atingiu uma espécie de síntese de virtudes políticas que almejamos: tolerância, a ecologia, a inteligência contra a mentira, é antiguerra, pela superação do bipartidarismo numa busca de “entente cordiale”, contra os “lobbies”, contra a tirania do petróleo, contra o efeito estufa. E não me venham os fascistinhas chamá-lo de “esquerdinha sem programa”…
Como a gente vê acima, Obama é mesmo “o” homem sem mácula. E o Jabor que não gosta de preconceitos, escreve: “Se Obama ganhar, teremos a felicidade de não ver mais as famílias gordinhas dos boçais da direita, os psicopatas sorridentes de dogmas, seus hambúrgueres malditos, seus churrascos nos jardins (…)”.
No momento mais patético do texto, manda ver: “Obama parece pairar ‘acima’ da política, com um ‘honesto’ messianismo, pois seu programa é quase abstrato. E não faz mal, pois, como dizia Valery: ‘Que seria de nós sem o socorro das coisas que não existem?’” O que isso quer dizer? Por que Jabor escreveu “acima” e “honesto” entre aspas? Existe “messianismo honesto” além daquele do Messias original (e olhem que não há unanimidade nem sobre isso)? Valery??? Valery falava sobre arte, Arnaldo Jabor, não sobre a política.
O texto de Jabor expressa seu antiamericanismo primitivo, desinformado e ecoa esquerdismo jurássico. Nada mal para quem já foi tido como cronista do neoliberalismo… Há quem ache que ser acusado ora de uma coisa, ora de outra, é sinal de que se anda pelo meio, na trilha da virtude. Não necessariamente. Pode ser apenas confusão mental. Jabor deve estar farejando uma nova era, em que a esquerdopatia light voltará à moda. Será?
Desde os atentados de 11 de Setembro, Jabor tem um desculpa e tanto para exercer seu antiamericanismo rombudo: a direita americana seria a verdadeira responsável pelo extremismo islâmico, o que, lamento dizer, é uma mentira história facilmente demonstrável e uma vigarice ideológica. Ele insiste na ladainha: “O legado de Bush é nossa miséria. O Iraque destruído, milhares de homens-bomba disputando a honra de nos matar, o Irã nas mãos de um ‘Chávez’ islâmico, o Paquistão povoado por milhões de fundamentalistas com bomba atômica, embalando o Bin Laden”. Viram só? Nada disso é culpa do terrorismo. É tudo culpa do Bush. E, a partir de amanhã, esses problemas serão resolvidos por Obama, que, segundo o cronista, também é “sexy”, além de ser um “presidente que transa”, cuja mulher “tem corpaço, bumbum”. Deus do Céu…
Jabor realmente não sabe que ele é muito, mas muito mais velho do que John McCain, com seu racismo às avessas, suas misoginia explícita e sua abordagem de política externa que ficou congelada lá no CPC da UNE.
Achei que suas grosserias contra o povo americano já tinham chegado ao limite em textos anteriores. E tinham. Mas ele deu mais um passo. Ademais, para quem se preocupa tanto com a sexualidade alheia, seria o caso de investigar, sob o pretexto de atacar o reacionarismo de Sarah Palin, o seu escancarado ódio às mulheres.
Publicado pelo blog Reinaldo Azevedo
Convite - SESSÃO MAGNA PÚBLICA DE HOMENAGEM ÀS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL E COMEMORATIVA DO DIA DA BANDEIRA
GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO
FEDERADO AO GRANDE ORIENTE DO BRASIL
Rua São Joaquim, 457 • fone (11) 3346.70.88
01508-001 • São Paulo • SP
O GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO CONVIDA OS MAÇONS DE SUA OBEDIÊNCIA, DA SERENÍSSIMA GRANDE LOJA E DO GRANDE ORIENTE PAULISTA, BEM COMO SUAS FAMÍLIAS E TODA A SOCIEDADE DE SÃO PAULO PARA PARTICIPAR DA
SESSÃO MAGNA PÚBLICA DE HOMENAGEM ÀS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL E COMEMORATIVA DO DIA DA BANDEIRA
A par de externar nosso reconhecimento à Marinha, Exército e Força Aérea por sua tradição de guardiões da Soberania Nacional e dos princípios institucionais do país, a solenidade comemorará o CENTENÁRIO DA PRIMEIRA FESTA DA BANDEIRA ocorrida em 19.11.1908. Estarão presentes à sessão o Grão Mestre Benedito Marques Ballouk Filho e os Comandantes das Grandes Unidades Locais das três Armas.
DIA 18 DE NOVEMBRO DE 2008 – 3ª. FEIRA
ÀS 20 HORAS − RUA SÃO JOAQUIM, n°. 457
Pela importância cívico-social do evento, aberto à participação de não-maçons, senhoras e jovens, permitimo-nos contar com o prestígio de sua presença, e da divulgação deste convite.
João Baptista de Oliveira
Assessor Especial do Grão-Mestre
Fone: (11) 3315-0055 – jboliveira@jbo.com.br
É O LEGÍTIMO SECA PIMENTEIRA!
Campeão, o tenista Gustavo Kuerten presenteou-o com uma raquete e nunca mais foi o mesmo...
O boxeador Popó jamais venceu uma luta importante, após presentear o petista com seu par de luvas...
O mega-star Lenny Kravitz até sumiu do show-business, após presentear o petista com sua guitarra famosa...
O presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, foi ao Palácio do Planalto levar uma camisa do time, às vésperas da decisão da Copa do Brasil, em 2007, e na final aconteceu o que parecia impossível:
perdeu o título para o Figueirense, em pleno Maracanã, com dois gols roubados pela bandeirinha...
O Corínthians caiu para a segundona, logo depois do petista ser homenageado pela diretoria do clube com uma camisa 10 e seu nome grafado...
Antes de partir para a última Copa do Mundo, Roberto Carlos foi o único jogador a visitar lulla, levando para ele uma camisa da Seleção autografada pelos craques. O lateral-esquerdo ajeitava o meião quando Thierry Henri, nas suas costas, fez o gol francês que tirou o Brasil da final...
Após uma campanha espetacular na Copa Libertadores da América, o time do Fluminense recebeu a visita de Lula, antes da final com a LDU. O petista até posou para fotos exibindo a camisa do time. No jogo, em pleno Maracanã, o Flu perdeu três pênaltes e o título...
Há algumas semanas, a antes imbatível seleção masculina de vôlei esteve com o petista. Perdeu os dois jogos seguintes diante da torcida brasileira, e o título da Liga Mundial...
Cavaleiro do Templo: já o nadador CÉSAR CIELO não quis ir lá pedir a "benção moluscular" e GANHOU!!! Vejam aqui.
Desmistificando a democracia
a majority has no righto vote away the rights of a minority;
the political function of rights is
recisely to protect minorities from oppression by majorities (and the
mallest minority on earth is the individual)”.
Ayn Rand
Diversos filósofos e políticos já foram confrontados por este difícil dilema: os homens, sendo o que são, necessitam de um governo, uma força maior e mais poderosa que qualquer indivíduo ou grupo de indivíduos, capaz de evitar o que Hobbes chamava de “estado natural de guerra”. Por outro lado, os homens também precisam de proteção contra os abusos desta mesma força e, especialmente, contra a sua inerente propensão à corrupção e ao despotismo.
O conflito social fundamental, portanto, não é – e nunca foi – a famigerada luta de classes descrita por Marx, mas o combate quase sempre desigual entre os indivíduos e o poder político, personificado pelo governo. Os ingleses propuseram amenizar esse inevitável confronto de forças assimétricas, ao menos parcialmente, através da instituição do parlamento, destinado a tentar controlar os excessos e abusos do poder real. Uma outra receita mais ou menos eficaz foi a introdução das chamadas normas constitucionais, cujo principal objetivo era deixar claros os limites de ação dos governos e dar garantias de que certos direitos individuais irrefutáveis seriam respeitados.
De todas, a Constituição americana foi, de longe, a que produziu os melhores efeitos e, não por acaso, é a mais antiga. Calcada na doutrina jus-naturalista de John Locke, ela consagrou a idéia dos direitos naturais do ser humano e colocou, de forma clara e precisa, controles e limitações aos poderes do governo. Por incrível que possa parecer aos olhos de alguns, a preocupação maior dos fundadores do Estado americano não era com a democracia, “a pior forma de governo, exceto todas as outras”, nas palavras de Churchil, mas com a manutenção dos direitos naturais do homem, para eles “auto-evidentes” e “outorgados pelo próprio Criador”.
É do magistral Frédéric Bastiat a mais clara e concisa definição que conheço a respeito da primazia da lei natural sobre a lei dos homens: “A vida, a liberdade e a propriedade não existem pelo simples fato de os homens terem feito leis. Ao contrário, foi pelo fato de a vida, a liberdade e a propriedade existirem antes que os homens foram levados a fazer leis”. Portanto, temos direitos que antecedem a qualquer governo sobre a terra; direitos que não podem ser afastados ou contidos pelas leis dos homens; direitos inerentes à nossa própria condição de seres humanos.
Os fundadores da república norte-americana sabiam que aqueles direitos são intrínsecos à nossa própria existência, não por mera concessão do Estado ou do poder político. Para eles, o governo só fazia sentido se o objetivo fosse evitar que um cidadão violasse os direitos naturais inalienáveis de outro. Sabiam que o poder soberano era – será sempre! - do indivíduo, e o governo não é mais que um agente em defesa dos seus direitos.
Nos regimes meramente democráticos, nada impede que a maioria estabeleça ou modifique as regras a seu bel prazer. Neles, a lei dos homens é qualquer coisa que a vontade da maioria determine que seja. Se a lei natural inexiste, quaisquer direitos passam a ter conotação de privilégios, de permissões que são outorgadas e podem ser retiradas a qualquer tempo pelo arbítrio da maioria e de seus representantes eleitos. Não é difícil enxergar que, no contexto político, quando esse poder ilimitado é dado ao grupo majoritário, o resultado tende a ser catastrófico. Na Grécia antiga, por exemplo, o voto da maioria sentenciou à morte o excelso Sócrates, não por um crime hediondo, mas por conta de seus “ensinamentos controversos”. Há apenas setenta e poucos anos, também o sufrágio da maioria elegeu, na Alemanha, o Partido Nazista e seu líder de triste memória, Adolf Hitler. Recentemente, tanto Hugo Chávez, na Venezuela, quanto Robert Mugabe, no Zimbabwe, foram alçados ao poder pelo voto popular. Os resultados todos nós conhecemos bem.
O fato é que, numa democracia “stricto sensu”, nada impede que 51% dos votantes decidam escravizar os 49% restantes. Se aos representantes da maioria é dado o poder de decidir sobre todas as coisas; se isto que os liberais chamam de direitos naturais não forem mantidos acima de qualquer lei criada pela vontade dos homens, tudo é possível e o poder não encontrará nenhuma barreira em sua marcha rumo à tirania total.
A grande verdade é que a situação de um indivíduo feito escravo ou espoliado pelo voto da maioria não é em nada diferente da de outro, subjugado e explorado pelo despotismo absolutista. Não é por acaso, portanto, que os socialistas contemporâneos atribuam dotes divinos a esta vaga quimera que chamam “democracia”, como se nela estivesse a fonte de toda justiça e sabedoria coletivas. O endeusamento do poder das maiorias e o uso do sufrágio universal como justificação para qualquer ato, por mais arbitrário que seja, foi a forma encontrada pelos modernos marxistas para impor e justificar as suas idéias despóticas sem resistência.
Com efeito, o foco no chamado “direito positivo” e a sublimação do poder da maioria pelo voto – que não é outra coisa senão a transformação da democracia num fim em si mesma - têm proporcionado aos próceres do esquerdismo um poderoso argumento para justificar os mais grotescos espetáculos de tirania, onde as mais comezinhas regras universais de justiça são postas de lado, em favor de abstrações, como “justiça social”, “interesses do povo” ou “bem comum”.
Não devemos nos iludir: uma nação é livre não porque elege os seus representantes pelo voto direto, mas porque os direitos naturais universais dos seus indivíduos – vida, liberdade e propriedade - estão todos devidamente protegidos e prevalecem sobre quaisquer leis humanas. A democracia não é um valor social ou moral inquestionável, um fim a ser alcançado, como pretendem alguns. Ao contrário, ela é somente um meio, o menos pior dos sistemas de governo até hoje experimentados.
Fonte:
Mudando o mundo
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial), 6 de novembro de 2008
Querem saber o que vai acontecer daqui a pouco nos EUA? Tal como sucedeu no Brasil com o Foro de São Paulo, às negações indignadas se seguirão as confissões cínicas, quando já não puderem trazer dano aos criminosos. No devido tempo, quando Barack Obama se sentir seguro na presidência, virá à tona a entrevista de sua avó declarando que ele nasceu no Quênia, a revelação de que ele sempre foi muçulmano, as provas da ajuda que prestou a seu primo genocida Raila Odinga, o financiamento de seus estudos em Harvard por um milionário pró-terrorista, a ajuda recebida de Tony Resko com o dinheiro de Saddam Hussein, a colaboração de William Ayers como ghost writer deDreams of My Father, etc. etc.
Não são coisas que se possa esconder indefinidamente. O próprio Obama não tem ilusões a esse respeito. Tudo o que podia fazer era manter seus documentos essenciais fora do alcance do público até um pouco depois das eleições. Uma vez empossados os vencedores, com o Congresso totalmente dominado pelos seus partidários e a oposição republicana reduzida ao silêncio pelo controle estatal da opinião radiofônica (um velho e querido projeto dos democratas), já pouco haverá o que temer. O que um dia foi escondido como vergonha será alardeado como glória. Lembrem-se do vídeo do III Congresso do PT enaltecendo o Foro de São Paulo como coordenação estratégica da esquerda continental, dois anos depois de haver negado oficialmente que ele fosse isso. Se tiverem memória um pouco mais longa, lembrem-se de Fidel Castro proclamando “Sempre fomos e seremos marxistas-leninistas” depois de jurar “Nunca fomos comunistas.” Esses dribles são rotina na história do movimento revolucionário. O próprio Lênin, logo após tomar o poder, mandou espalhar entre os investidores europeus que não era comunista de maneira alguma, apenas um espertalhão que se fazia de comunista. Eles acreditaram e despejaram na Rússia um bocado de dinheiro, confirmando o dito leninista de que a burguesia tece a corda com que os comunistas a enforcam.
Que Obama é um revolucionário e vai fazer um governo revolucionário, é algo que seus militantes enfatizam uns para os outros e atenuam perante o público em geral, tal como o nosso PT sempre manteve um discurso duplo, aquecendo o lado de dentro e esfriando o de fora, pregando nos seus documentos internos precisamente o que negava na propaganda eleitoral.
Obama sabe perfeitamente bem que seu projeto de uma “Força Civil de Segurança Nacional” é uma militância armada de jovens bem doutrinados, em tudo semelhante às SA de Hitler ou à Juventude Comunista, que nada fará contra terroristas, narcotraficantes ou imigrantes ilegais, como ele deixa o público imaginar, mas se ocupará de perseguir “homofóbicos”, “extremistas de direita”, “fundamentalistas” e outras criaturas malvadíssimas. Ele já testou esse projeto na ONG Public Allies – dirigida primeiro por ele, depois por sua esposa Michele –, e uma de suas principais metas de governo é alocar uma verba anual de quinhentos bilhões de dólares – sim, quinhentos bilhões de dólares – para dar realidade a essa idéia sublime: “desmilitarizar a seguraça pública”... militarizando a juventude (v. http://www.ibdeditorials.com/IBDArticles.aspx?id=305420655186700). Mesmo que esse fosse o único projeto revolucionário de Obama, o advento dessa monstruosidade policial bastaria para alterar repentinamente e de uma vez para sempre a face da democracia americana, transformando-a na fachada de uma virtual ditadura, imposta, como a de Hitler e a de Hugo Chávez, por meios anestésicos e inteiramente legais.
Mas ele promete também “desmilitarizar o espaço” e “desacelerar a pesquisa nuclear norte-americana”. A primeira expressão significa simplesmente desmantelar o sistema de defesas aéreas montado por Ronald Reagan. Uma vez feito isso, nada poderá devolver aos EUA a sua condição de potência militar dominante. Quanto ao segundo ponto, ele dará à China a oportunidade de em breve tempo igualar-se aos EUA em capacidade nuclear agressiva, já que o establishment militar chinês se empenha cada vez mais em fazer o contrário do que Obama promete aos EUA: acelerar a pesquisa, acumular força.
Quando Obama diz “Vou mudar o mundo”, ele sabe do que está falando. Apenas, a mudança que ele promete não é nova: é a mesma de sempre, a destruição da democracia por meios democráticos, o aumento do controle estatal sobre a vida dos cidadãos, o enfraquecimento do capitalismo e a exaltação do socialismo. Em pleno curso de realização dessa desgraça, a chantagem psicológica que impôs aos cidadãos americanos a obrigação moral de votar em Obama sem perguntar quem ele era terá se tornado, em comparação, uma trapaça menor, quase inocente.
Saudade de Barney e Miss Beazley - Barack HUSSEIN "OSAMA BIN LADEN" HUSSEIN
| 08 de novembro de 2008 | ||||
Por Diogo Mainardi (*) "Os americanos sempre manifestaram um salutar desinteresse por seus governantes. Agora isso mudou. Eles se tornaram mais bananeiros, mais caudilhescos. O eleitorado de Barack Obama quer ser amparado por ele, quer ser protegido por ele, quer ser mimado por ele" Nova York. Barack Obama acaba de ser eleito. Dou uma espiada no que acontece na rua. Uma mulher extasiada berra de uma janela. Ela berra como o bode que os parentes quenianos de Barack Obama sacrificaram para comemorar sua vitória. Uma picape passa buzinando. Outra picape passa buzinando ainda mais alto, com uma bandeira do lado de fora. Os americanos se parecem com a torcida do Vila Nova. No bairro dominicano, algumas quadras adiante, os moradores soltam fogos de artifício exatamente como no Morro do Vidigal, quando chega um novo carregamento de drogas. Volto para meu apartamento. Na TV, Barack Obama está discursando para milhares de fiéis reunidos no Grant Park, em Chicago. Ele anuncia sua primeira medida como comandante-em-chefe dos Estados Unidos: comprar um cachorro para suas filhas, que tomará o lugar de Barney e Miss Beazley, os dois scottish terriers de George W. Bush. Como afirma Barack Obama em seu discurso, chegou a hora de mudar a Casa Branca. Barney e Miss Beazley: adeus. Muita gente chora. Muita gente reza. Mais do que uma festa, trata-se de uma missa campal. Barack Obama é o sacerdote que pode perdoar os americanos de todos os seus pecados, da escravatura à guerra no Iraque. "Um momento épico", exaltam os comentaristas. "Um evento histórico", repetem continuamente. Se de fato é um evento histórico, eu, do lado de cá da tela, de pijama, comendo um prato de Rice Krispies, me sinto como Fabrizio del Dongo, que passa pela Batalha de Waterloo sem se dar conta de seu real significado, no romanceA Cartuxa de Parma, de Stendhal. Barack Obama é Nelson Mandela? Os Estados Unidos acabam de sair do apartheid? Nada disso. Ele é só um presidente. Mais um. Barack Obama atraiu os eleitores de 18 a 29 anos. Votar é menos excitante do que amarrar os sapatos. Mesmo assim, eles registraram o momento do voto com seus telefones celulares, descarregaram as imagens no YouTube e as divulgaram pelo Twitter. Os comentaristas elogiam sem parar o empenho dos eleitores de 18 a 29 anos na campanha de Barack Obama. Eu jamais confiaria neles para escolher uma marca de cotonetes, menos ainda para escolher um presidente dos Estados Unidos. Chega. Desligo a TV. Um blogueiro informa que se trata do maior comparecimento às urnas desde 1908. É mesmo. Eu vi. Numa igreja aqui perto, os eleitores passaram o dia inteiro na fila, mandando mensagens SMS e tomando café de canudinho. Os americanos sempre manifestaram um salutar desinteresse por seus governantes. Agora isso mudou. Eles se tornaram mais bananeiros, mais caudilhescos. O eleitorado de Barack Obama quer ser amparado por ele, quer ser protegido por ele, quer ser mimado por ele. A mulher continua a berrar da janela. Os motoristas continuam a buzinar. Muito barulho por nada. Vou sentir falta de Barney e Miss Beazley.
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Desmontando um sofisma
Autor: João Luiz Mauad 6 novembro 2008
Editorias - Economia, Estados Unidos, Livre iniciativa
O que vai acima é, evidentemente, uma hipérbole do que seria o senso comum hoje em dia. Porém, é inegável que a maior parte da opinião pública acredita que a crise financeira atual é resultado do livre mercado, e que neste estaria a origem de toda injustiça e todo caos, enquanto o governo seria o agente da justiça, da racionalidade e da eficiência econômica.
Tão acentuada é esta crença que o principal objetivo de jornalistas e analistas tem sido apontar os vilões da história: empresários, banqueiros, CEOs e capitalistas que “provocaram” a crise com suas ganâncias, e, mais importante ainda, descobrir os heróis – burocratas e políticos – capazes de identificar e dar suporte a “políticas públicas”, intervenções e controles que irão eliminar o mal e prevenir a sua recorrência futura.
O fato de que muitos mercados mundo afora tenham se tornado um pouco mais livres durante os últimos anos é agora visto como se tivéssemos vivido no reino do mais absoluto “laissez-faire”. Trata-se, evidentemente, de uma enorme bobagem, porém não tão fácil de demonstrar. (Como dizia Bastiat, na introdução do seu magnífico “Sofismas Econômicos”, em economia são necessárias longas e áridas dissertações para mostrar uma verdade – o que tentarei fazer adiante – mas apenas algumas poucas linhas para disseminar uma idéia falsa ou uma meia-verdade).
Se o motorista de um veículo em alta velocidade aciona o freio, quais seriam as conseqüências possíveis dessa ação nos momentos seguintes? Caso o sistema de freio estivesse funcionando corretamente, eu vejo somente duas possibilidades. Ou o automóvel reduziria a velocidade inicial e seguiria sua viagem; ou pararia completamente alguns metros adiante. No último caso, seria necessário que o condutor continuasse freando até a parada total. Ora, o que aconteceu nas últimas décadas, não só no Brasil, como de forma geral em quase todo o mundo, foi um abrandamento da intervenção dos Estados nas economias (uma pequena freada), mas jamais poderíamos falar de “laissez-faire”, já que o intervencionismo continuou bastante atuante, tanto aqui quanto alhures.
Conceitualmente, o “Capitalismo Laissez-faire” é um sistema político-econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção, no qual o poder outorgado ao Estado está limitado à proteção dos direitos individuais elementares – vida, liberdade e propriedade. Esta proteção aplica-se especificamente à defesa dos cidadãos contra os atos de força praticados por outros indivíduos, por governos estrangeiros e, mais importante, pelo próprio governo.
A defesa dos cidadãos contra os atos de força de seu próprio governo é garantida pela constituição, pelo sistema de divisão dos poderes e pela eterna vigilância da população, à qual deveria ser garantido o direito ao uso de armas. Num sistema “Laissez-faire”, portanto, as atribuições do Estado seriam, essencialmente, aquelas vinculadas à força policial, à administração judiciária e à defesa contra os ataques externos.
Para alguém com um mínimo de bom senso, por conseguinte, é absolutamente absurda a alegação de que a crise financeira originada nos mercados norte americanos tenha sido resultado de algo sequer próximo de um sistema “laissez-faire”. Eis alguns dados da realidade que ajudam a demonstrar isso, segundo o economista George Raisman:
1. Atualmente, os gastos governamentais nos EUA são superiores a quarenta por cento do produto interno bruto (PIB) daquele país. Este índice, é importante ressaltar, não inclui os massivos gastos não orçamentários de empresas subsidiadas ou implicitamente garantidas, como as famigeradas Fannie May e Freddie Mac. Tampouco estão incluídas nele as despesas recentes com os “bailouts”.
2. Existem atualmente, naquele país, quinze ministérios (Cabinet Departments), nove dos quais dedicados a atividades eminentemente privadas, do ponto de vista liberal, como habitação, transporte, saúde, educação, energia, mineração, agricultura, trabalho e comércio. Virtualmente todos eles estão voltados a, de alguma maneira, restringir a liberdade econômica. Sob um regime de “laissez-faire”, onze destes ministérios simplesmente deixariam de existir, permanecendo somente os departamentos de Justiça, Defesa, Estado e do Tesouro.
3. A interferência econômica do governo nos assuntos econômicos privados é ainda reforçada – e ampliada – pela existência nefasta de mais de 100 agências e comissões federais, dentre as quais destacam-se: IRS, CIA, FBI, FRB, FDIC, EPA, FDA, SEC, CFTC, NLRB, FTC, FCC, FERC, FEMA, FAA, CAA, INS, OHSA, CPSC, NHTSA, EEOC, BATF, DEA, NIH, NASA, etc. Sob um sistema real e efetivamente liberal, todas estas agências teriam de ser fechadas, com exceção talvez do FBI.
4. Para completar, até o fim de 2007, o chamado “Registro Federal” – uma compilação de leis e regulamentos federais dos EUA - continha cerca de setenta e três mil páginas de detalhadas regulamentações governamentais, dez mil das quais criadas desde 1978, ano a partir do qual, segundo o jornal The New York Times, as políticas favoráveis à desregulamentação neoliberal dos negócios começaram a ser implementadas.
5. Além dos já citados, devemos agregar também o vasto arcabouço legal e departamental em níveis estadual e local.
Como se pode notar, mesmo que os EUA sejam uma nação política e economicamente muito mais liberal do que o Brasil, por exemplo, o sistema vigente por lá está ainda muito longe de poder ser comparado, sequer aproximadamente, ao liberalismo dito “laissez-faire”, como pretendem os nossos adversários intervencionistas.
O medo e o ódio à liberdade, especialmente à liberdade econômica, são o verdadeiro estopim de toda essa fúria retórica e propaganda enganosa antimercado, ambas capazes de transformar um fantasma, um simples mito (o neoliberalismo para uns e o “laissez-faire” para outros) em causa de todos os males econômicos. Através da divulgação deste insidioso sofisma, os inimigos da liberdade não só ajudam a disseminar um sentimento de aversão ao capitalismo, como, principalmente, a criar um ambiente cada vez mais propício ao intervencionismo estatizante.
DEU A LOUCA! Doc. nº 149 – 2008
nosso querido BRASIL e nossa política externa tem criado até cobra para nos picar.
CUBA, para apoiar LULA. A Venezuela mandou uma mala cheia de dólares para apoiar a atual eleição da Presidente da Argentina e o dinheiro foi apreendido no aeroporto. O Equador apoiava uma base das FARC em seu território e quando a Colômbia foi lá e a destruiu e levou os
computadores, quase que o mundo desaba. O Brasil, por debaixo dos panos, apoiava as FARC e demonstrava todo interesse nas eleições da Bolívia, Paraguai e Equador.
problemas com o Paraguai, Bolívia, Equador, Colômbia e marchamos a reboque das traquinagens do ditador da Venezuela.
Parece que deu a louca! Estamos criando uma nova cobra em RORAIMA com o problema da Raposa Serra do SOL.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº
12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.582 CIVIS – 48 da Marinha – 460 do Exército – 46 da Aeronáutica; total 2.136. In memoriam32 militares e 2 civis. batistapinheiro30@
QUEM NÃO DESEJAR RECEBER NOSSOS DOCUMENTOS, FAVOR AVISAR
E OS CUBANOS DEPORTADOS?
“A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO INDUSTRIAL É UMA NECESSIDADE QUE NÃO PODE SER ADIADA”
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.





