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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Homem decapitado por menino de 12 anos no Afeganistão

MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO

O HORROR, O HORROR!

Querem conhecer o coração das trevas? Está 
aqui. É a cena mais chocante que já vi, dado o conjunto da obra. Um garoto de 12 anos, de uma milícia taleban, decapita um homem com um facão. Tudo é filmado, nos mínimos detalhes. A coisa, claro, é, em si mesma, chocante; expõe o horror e o grotesco. Mas o que congela o sangue é o contraste entre a juventude do garoto e a brutalidade do seu gesto, no que parece ser um ritual de iniciação. Temos uma espécie de ideal de inocência e pureza, não? Pois ele é conspurcado de modo inapelavelmente miserável.

Os “pacifistas” ocidentais preferem ignorar que isso está em curso. “Eles que se virem; demônio mesmo é George W. Bush”. Os erros cometidos na guerra contra o terror são tomados como categoria absoluta, que, dizem os imorais, igualam os EUA aos terroristas.

Até quando o terror islâmico será visto segundo os filtros do relativismo e a lógica da ação e reação, como se o que se passa por lá fosse função dos erros do Ocidente? Não foi George W. Bush que deu à luz essa gente. A semente do ódio é muito mais antiga. Liberte um terrorista, e ele voltará a fazer precisamente o que se vê aqui. E o fará porque julga ter uma missão, pouco importa a forma como nós, os ocidentais, os enxerguemos. Porque, para eles, o “outro” é só o mal a ser decapitado.

Reitero: nada pode ser mais chocante. Recomendo que acreditem em mim se não querem que um emblema do Mal lhes fique, para sempre, estampado na alma. Por Reinaldo Azevedo


Cavaleiro do Templo: qualquer MALDITO que faça isto com dois dos seres humanos envolvidos neste espetáculo monstruoso merece o mesmo fim do homem amarrado, preso e por fim com a cabeça decepada: a morte. Quais os dois seres humanos? O homem assassinado e o menino assassino, culpado e vítima ao mesmo tempo. Uma cultura como esta é MALDITA como eram as culturas assassinas da nossa América com seus assassinatos em massa de seres humanos colhidos nas tribos vizinhas. Isto TÊM QUE ACABAR!!!



Ocurrió en Afganistán. Un niño de 12 años decapita a un adulto entre gritos de júbilo de los asistentes a la ejecución.Semejantes actos de crueldad son los que justifican la permanencia de tropas extranjeras en ése país torturado por los talibanes.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".