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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

#BANCORURAL: isto sim que é herança! #STF

 

BLOG DO ONYX

O mensalão existiu, os mensaleiros existem, os empréstimos milionários dados ao PT a fundo perdido foram a cortina de fumaça de uma operação ainda maior também existiram. E mesmo assim Dilma considera que Lula foi um grande estadista, que não sabia de nada, assim com ela, que era ministra da Casa Civil na época. Lula/Dilma foram beneficiários do mais escandaloso e atrevido esquema de desvio de verbas públicas do governo passado (por que agora surge um ainda maior com Cavendish) e mesmo assim eles não respondem a nada, não são investigados e se comportam com toda a arrogância típica de mafiosos assentados sobre uma montanha de dinheiro de origem ilegal. Por mais críticas que tenhamos a países como Alemanha, Inglaterra e EUA, nestes países não interessa se o sujeito é rico ou pobre, negro ou branco, poderoso ou mequetrefe, se cometeu crime, é investigado e vai para a cadeia. No Brasil isso é uma novidade tão grande que a maioria das pessoas duvida que possa acontecer. Segue a ilustrativa charge de Angeli sobre as profundas raízes do mensalão e a reportagem da FSP sobre o voto do ministro J. Barbosa hoje no STF.

Os empréstios do mensalão existiram e o dinheiro circulou pelas contas do PT e de Marcos Valério. A acusação diz que eles eram uma cortina de fumaça para dissimular o desvio de recursos públicos para os envolvidos no caso. Com o dinheiro dos empréstimos estava misturado ao dinheiro dos contratos que Valério tinha com o setor público, não haveria como provar que os recursos movimentados pelo esquema tinha origem ilegal. (Fonte: Folha de São Paulo)

Relator do mensalão vota por condenar quatro por gestão fraudulenta

Sob o argumento de que houve empréstimos “ficitícios” ao PT e ao valerioduto, o relator do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, votou nesta segunda-feira pela condenação de quatro réus ligados ao Banco Rural por gestão fraudulenta.

Ele considerou culpados a dona do Rural, Kátia Rabello, o ex-vice-presidente João Roberto Salgado, o vice-presidente Vinícius Samarane e a ex-vice-presidente Ayanna Tenório. O crime de gestão fraudulenta prevê pena de prisão de 3 a 12 anos– a pena será definida ao final do julgamento. Outros nove ministros precisam apresentar seus votos sobre este item da denúncia.

Segundo Barbosa, os diretores do Banco Rural participaram de “inúmeras fraudes” e de uma “cadeia de ilicitudes” para simular empréstimos e favorecer ao PT e a agências de Marcos Valério, considerado o operador do mensalão pelo Ministério Público. O ministro também indicou que vai apontar crime de lavagem de dinheiro pela instituição financeira no esquema.

Ele apontou como prova de gestão fraudulenta a sucessiva renovação de empréstimos, a incorreta classificação dos riscos, a desconsideração da insuficiência financeira dos mutuários e suas garantias e a não observância de normas aplicadas pela área técnica e jurídica do Banco Rural.

Segundo Barbosa, o banco aceitou garantias insuficientes do ex-presidente do partido José Genoino e do ex-tesoureiro Delúbio Soares, também réus, para a concessão de empréstimo de R$ 3 milhões ao PT, que foi “rolado” por dez vezes pelo Rural.

O relator rebateu um laudo utilizado pela defesa para sustentar que os empréstimos ao PT e às agências de Valério foram legais e reais. Barbosa disse que esses réus “utilizaram dolosamente de instrumentos fraudulentos”.

“Tais acusados procuram distorcer o sentido e o alcance dos laudos da Polícia Federal. Diante dessa manobra defensiva, o laudo foi realizado a pedido da defesa após a contabilidade de Valério e do Rural ter sido fraudada e alterada. Tal fato, essa operação ilícita, foi verificada por outros laudos da Polícia Federal”, disse.

E completou: “Um contrato simulado, apesar de materialmente inexistente e formalmente falso, pode ser autêntico.”

O ministro lembrou que apesar de o PT ter sido registrado como o contratante do empréstimo, ele não foi o único beneficiário. “Como sabemos, inúmeras pessoas físicas foram beneficiadas por este dinheiro”, afirmou.

Segundo o Ministério Público, os réus descumpriram a legislação do sistema financeiro para conceder empréstimos ao PT (R$ 3 milhões) e a agências de Marcos Valério (R$ 29 milhões). As movimentações, apesar de formalmente legais, nunca seriam pagas de volta ao banco.

MEQUETREFE

Barbosa disse que as provas mostram que é correta a tese da Procuradoria de que “o Rural só decidiu cobrar os valores objeto dos empréstimos após a divulgação do escândalo pela imprensa”.

Na avaliação do relator, os acusados “atuaram intensamente na aprovação de empréstimos bancários” e “em divisão de tarefas típicas de uma quadrilha”.

Barbosa se preocupou em individualizar a participações dos réus no processo e apontou ainda que “dentro do contexto probatório releva intensa participação dos acusados em diferentes etapas de gestão fraudulenta”.

O relator defendeu a validade das acusações do ex-funcionário do Rural Carlos Roberto Sanches Godinho contra os dirigentes da instituição financeira. “A informação que temos no processo desmente o que foi dito na tribuna [pelos advogados] de que o Carlos Roberto Sanches Godinho era um funcionário mequetrefe. Ele era superintendente do Banco Rural”.

Ele rebateu a tentativa da defesa de desqualificar testemunhos contra os dirigentes. “Não há hierarquia entre as provas. O órgão julgador deve verificar quais elementos de convicção expressam a verdade sobre os fatos. A defesa apoia-se em uma seleção de testemunhas que mantem vinculo de amizade e vínculos trabalhistas”.

O ministro disse que Kátia Rabello confessou que os empréstimos só foram cobrados após a divulgação do caso.

O relator afirmou ainda que o banco não cumpria as prescrições do Banco Central e que perícias indicam que o Rural fez classificações de risco dos empréstimos em desacordo com a realidade financeira dos beneficiários.

Sobre a legalidade dos empréstimos, os advogados afirmaram que nenhum dos réus foi o responsável pelas concessões. As operações teriam sido conduzidas e autorizadas pelo executivo José Augusto Dumont, já falecido.

Em nota, o banco disse que os empréstimos às agências “foram periciados pela Polícia Federal e considerados verdadeiros. O valor dos empréstimos era proporcional à capacidade dos tomadores e correspondia a menos de 1% da carteira do Rural em 2003″.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1147664-relator-do-mensalao-vota-por-condenar-quatro-por-gestao-fraudulenta.shtml

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".