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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Caça ao Ramalhete: ceder à pressão dos picaretas do bom-mocismo, na ilusão de aplacar-lhes a fúria, é suicídio: sirva-lhes hoje a cabeça do prof. Ramalhete, amanhã eles exigirão a sua. ASSINE A FAVOR DA LIBERDADE!

 

FRATRES IN UNUM

 

O artigo “Perversão da adoção” , do colunista Carlos Ramalhete, no jornal paranaense Gazeta do Povo, causou furor na “elite pensante e descolada” — daquela mesma súcia “republicana e democrática” que atacou Dom Bertrand em Franca. Os paladinos da liberdade (que não inclui os Católicos, claro), então, partiram para o ataque e pedem, ensandecidos, a cabeça de Ramalhete.

Para além de eventuais divergências com o Professor articulista sobre outras questões, indicamos a nossos leitores que manifestem o seu repúdio a mais essa tentativa de amordaçamento de todo e qualquer indivíduo que destoe da ladainha politicamente correta que inunda os veículos de comunicação no Brasil. O que está em jogo, de fato, é o domínio avassalador e impiedoso da “ditadura do relativismo” sobre qualquer esboço de reação e sanidade da sociedade brasileira.

Estão disponíveis uma página no Facebook e um abaixo-assinado em favor da liberdade de expressão do Prof. Carlos Ramalhete. “Ceder à pressão deles [picaretas do bom-mocismo], na ilusão de aplacar-lhes a fúria, é suicídio: sirva-lhes hoje a cabeça do prof. Ramalhete, amanhã eles exigirão a sua”.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".