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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

PARA RIR: Dirceu diz que revista 'ultrapassou todos os limites' em matéria

TERRA
10 de dezembro de 2011 • 23h44

O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, disse que a revista Veja "ultrapassou todos os limites" com a reportagem publicada neste sábado. A matéria revela o conteúdo de gravações telefônicas que comprovariam que o PT falsificou documentos com o intuito de denegrir adversários e enganar ministros do Supremo Tribunal Federal no caso do mensalão.

A matéria é ilustrada com uma grande foto de Dirceu, ao dizer que não tem nenhuma relação com o caso, afirma que pouco aparece no conteúdo. "Apenas os leitores que chegarem ao último parágrafo encontrarão menção a mim, quando a revista afirma que tive encontros com o William dos Santos, advogado de Nilton Monteiro (indicado pela revista como estelionatário que teria ajudado o PT nas fraudes), autor da denúncia da lista de Furnas", afirmou ele em seu blog.

O ex-ministro acusa a revista de requentar deduções já feitas pela imprensa em 2009, que já teriam sido respondidas por ele. "Fui procurado, então, pelo advogado Wiliam Santos, que representava Nilton Monteiro. Ele queria que eu participasse da defesa de seu cliente. Disse-lhe taxativamente que não tinha tempo para tratar do assunto, nem interesse."

As gravações mostram como o PT e Monteiro aturam diretamente na falsificação da chamada Lista de Furnas, documento que acusava políticos da oposição de desvios em estatais no ano 2002. A revista indica que as suspeitas produzidas pelo PT surgiram em meio às acusações do mensalão com objetivo de indicar que a corrupção se tratava de um problema generalizado da política.

Dirceu diz que a revista omite a informação de que na época a direção do PT chegou a pedir pedindo investigações, "inclusive sobre a autenticidade dos documentos", e coloca o episódio na "escalada de agressões" que a Veja tem praticado contra ele.

Terra

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".