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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Médico de Lula e a eterna preferência esquerdopata pelo esgoto

DIÁRIO ONLINE

Terça-Feira, 01/11/2011, 13:49:59



Médico de Lula já foi acusado por homicídio (Foto: Divulgação/SBCCP)
José Guilherme Vartanian era estudante quando foi acusado de homicídio (Foto: Divulgação/SBCCP)
O médico José Guilherme Vartanian, um dos responsáveis pelo tratamento do câncer diagnosticado no ex-presidente Lula, foi acusado de matar, em dezembro de 1992, o maringaense Marcos Takashi Kawamoto, a socos e pontapés, na frente de um bar. De acordo com informações do Superior Tribunal de Justiça, no dia 31 de dezembro de 1992, Kawamoto morreu após ser chutado diversas vezes. Os golpes estouraram sua caixa torácica, quebrando ossos e afetando pulmões e coração.
Na denúncia, o Ministério Público informou que o agressor, na época estudante de medicina, seria praticante de artes marciais e teria ciência dos efeitos fatais que os golpes poderiam provocar na vítima. Kawamoto trabalhava no Japão e havia retornado ao Brasil para passar o aniversário e as festas de fim de ano com a família.
Não houve prisão em flagrante e José Guilherme Vartanian aguardou o julgamento em liberdade. O caso tramitou  em primeira e segunda instância e decidiu-se que ele iria a júri popular. Quando o caso chegou a Brasília, ficou cinco anos parado, até obter o voto do ministro Hamilton Carvalhido, que apontou a prescrição. A lei estabelece que o prazo para a prescrição é reduzido à metade quando o réu tem menos de 21 anos.
Atualmente, 18 anos depois do fato, José Guilherme Vartanian é especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, além de ter doutorado em Oncologia pela Fundação Antonio Prudente, do Hospital A.C. Camargo, o mesmo onde o presidente Lula está tratando o câncer na laringe.
(Henrique Miranda/DOL)



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ODIÁRIO.COM

Médico que matou Kawamoto, em 1993, não vai a júri popular
03/06/2008 às 21:20

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, extingüiu, por unânimidade de votos, a punibilidade, por prescrição, do réu José Guilherme Vartanian, de 36 anos, que em janeiro de 1993 matou, a chutes, o dekassegui Marcos Takashi Kawamoto, 20, de Maringá.

Durante a sessão - realizada no dia 27 de abril - os ministros excluíram as qualificadoras de motivo torpe e surpresa, cuja pena prevista variava de 12 a 30 anos de reclusão.

A decisão fez com que a acusação de homicídio doloso duplamente qualificado fosse transformada para homicídio simples, cuja pena varia de seis a 20 anos.

O assistente de acusação, o advogado Israel Batista de Moura, de Marialva, explicou que a perspectiva de prescrição surgiu pelo fato de Vartanian - hoje médico oncologista conceituado em São Paulo (SP) - ser réu primário.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".