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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Historiador judeu revela: de maneira pessoal e encoberta Pio XII salvou milhares de judeus

ACIDIGITAL


ROMA, 09 Nov. 11 / 02:44 pm (ACI)

O Venerável Papa Pio XII não só ajudou a salvar a quase 900 mil judeus durante a Segunda guerra mundial, mas também ajudou de modo pessoal a vários deles na cidade de Roma, conforme afirma um perito historiador judeu.

Recentemente Gary Krupp conheceu o relato de um judeu cuja família foi resgatada graças à intervenção direta do Vaticano. "Há uma carta incomum, escrita por uma mulher que ainda vive no norte da Itália, quem disse que participou com sua mãe, sua tia e outros parentes em uma audiência com Pio XII em 1947".

Junto de Pio XII estava seu Secretário de estado, o então Dom Giovanni Montini, que seria logo o Papa Pablo VI.

"Sua tia olhou para o Papa e disse: ‘você estava vestido como franciscano’, e olhou para Montini quem estava ao seu lado e lhe disse ‘e você como um sacerdote comum. Vocês foram os que me tiraram do gueto e me levaram ao Vaticano’. Montini disse imediatamente: ‘silêncio, não repitam esta história".

Krupp acredita que estas afirmações são certas porque estão na linha de caráter de Pio XII quem "precisava ver com seus próprios olhos como eram as coisas".

"Costumava a sair em seu carro a ver zonas bombardeadas de Roma, e certamente não tinha medo. Da mesma forma posso imaginá-lo entrando em um gueto para ver o que estava acontecendo", afirma o perito historiador.

Krupp e sua esposa Meredith são os fundadores da Pave the Way Foundation iniciada em 2002 para "identificar e eliminar os obstáculos não teológicos entre as religiões". Em 2006 líderes católicos e judeus lhe solicitaram investigar o "escolho" da reputação do Papa Pio XII durante a guerra. Com este descobrimento, Wall, um nova-iorquino de 64 anos acredita que finalmente obteve um grande avanço.

"Somos judeus. Crescemos odiando o nome de Pio XII. Acreditávamos que era anti-semita, acreditávamos que era um colaborador dos nazistas, todas as coisas que se dizem dele, nós acreditávamos nelas".

Krupp está de acordo com as conclusões de outro historiador judeu e diplomata israelense, Pinchas Lapide, quem afirma que as ações do Papa Pio XII e do Vaticano permitiram salvar aproximadamente 897 mil judeus durante a guerra.

Pave the Way tem 46 mil páginas de documentação histórica que sustenta esta afirmação, que agora oferecem em seu site junto a numerosas entrevistas com testemunhas presenciais e historiadores.

"Acredito que é uma responsabilidade moral, isto não tem nada a ver com a Igreja Católica. Apenas com a responsabilidade judia de reconhecer um homem que na realidade salvou a um enorme número de judeus em todo o mundo enquanto estava rodeado de forças hostis, infiltrado por espiões e sob ameaça de morte".

Krupp explicou que uma das formas desta ajuda foi dada através da rede de nunciaturas apostólicas em todo o mundo com as quais ajudavam judeus perseguidos na Europa. Por exemplo, entre 1939 e 1945 o Vaticano solicitou 800 vistos para entrar na República Dominicana. Esta ação e outras similares permitiram salvar mais de 11 mil judeus só dessa forma.

Pave the Way também tem evidência que demonstra que a reputação que dirigem os inimigos da Igreja sobre o Papa Pio XII nasce como uma conspiração da KGB russa. Um ex-oficial desta instituição, Ion Mihai Pacepa, precisa que tudo foi complô soviético.

Krupp precisa que os comunistas queriam "desacreditar o Papa após sua morte, para destruir a reputação da Igreja Católica e, mais importante para nós, para isolar os judeus dos católicos. Eles tiveram êxito nessas três áreas".

Em sua opinião tudo isto está mudando agora. Quando o escutam falar, diz Krupp, "muitos judeus estiveram extremamente agradecidos. ‘Sinto-me feliz de escutar isso. Nunca quis acreditar isto dele (Pio XII), especialmente nós que o conhecemos".

Um comentário:

Anônimo disse...

ESTE SITE É UMA BOSTA! VAI SER RIDÍCULO NOS INFERNOS! PAPA PIO XII DEU APOIO A HITLER FAZER COM A HUMANIDADE O QUE FEZ. VAI SE INFORMAR DIREITO, IMBECIL!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".