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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Lançamento da Dicta&Contradicta

BRUNO GARSCHAGEN
SEGUNDA-FEIRA, 12 DE DEZEMBRO DE 2011



Eis que a revista Dicta&Contradicta chega imponente ao oitavo número. O lançamento é daqui a pouco na Mercearia São Pedro, Rua Rodésia, 34, a partir das 19h30.

editorial pode ser lido aqui e o índice é o que segue:

O QUE HÁ DE NOVO NA IDADE MÉDIA?
Olivier Boulnois

DROGAS: A SÍNDROME DA MENTIRA
Anthony Daniels

ESPECULAÇÕES SOBRE ALEGORIA E SÍMBOLO
Henrique Elfes

PERFIL

KIERKEGAARD, O PENSADOR INCÔMODO
Álvaro L.M. Valls

FELIZ NOVA DIETA
Julio Lemos

FILOSOFIA

OS MECANISMOS DA MELANCOLIA
Martim Vasques da Cunha

LITERATURA, FICÇÃO E REALIDADE
Nicolau Rocha Cavalcanti

SOCIEDADE

SÍRIA EM TRANSE
Plínio Gomes

TEOLOGIA

VIAGEM RUMO AO MUNDO
Marcelo Consentino

LITERATURA

IMAGINAÇÃO, TEMOR E TREMORES
Rodrigo Duarte Garcia

AS FACES DO ATEÍSMO
EM OS IRMÃOS KARAMÁZOV
Renato José de Moraes

DAVID FOSTER WALLACE E THE PALE KING
Julio Lemos

TEATRO

TOM STOPPARD: TEATRO ACESSÍVEL
A VENDEDORAS COM CURSO SUPERIOR
Pedro Sette-Câmara

POEMAS

TRÊS POEMAS
Silvério Duque

POEMA TRADUZIDO

ALGUMA POESIA DE DURS GRÜNBEIN
Tradução de Érico Nogueira

GENESIS

PÓS-ESCRITO CONCLUSIVO NÃO CIENTÍFICO ÀS MIGALHAS FILOSÓFICAS
S. Kierkegaard

CONTO

EVOLUÇÕES
MoemaVilela

CONTO TRADUZIDO

2 B R O 2 B
Kurt Vonnegut, Jr.

MÚSICA

APRÈS UNE LECTURE DU DANTE
(FANTASIA QUASI SONATA): UMA VISÃO
MUSICAL DA MORTE
Alvaro Siviero

CINEMA

OS DÓLARES DE LEONE
Joel Pinheiroda Fonseca

ANATOMIA DO POEMA
Jessé de Almeida Primo

RESENHAS

OBRAS DE EMIL CIORAN
Rodrigo Gurgel

C., TOM MCCARTHY. LA CARTE ET LE TERRITOIRE
MICHEL HOUELLEBECQ
Vinícius Castro

BOURGEOIS DIGNITY, DEIRDRE MCCLOSKEY
Renato Lima

A CASA DA SABEDORIA, JONATHAN LYONS
Joel Pinheiro da Fonseca

THE CONSPIRATOR
Ricardo Gross

SONS OF ANARCHY
Lucas Mafaldo

DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA, B FACHADA
Nuno Costa Santos

O LANÇAMENTO QUE NÃO HOUVE

SHAME AND NECESSITY, BERNARD WILLIAMS
Eduardo Pohlmann

HUMOR

NOVO TOLICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA
Ruy Goiaba

A edição, com a qualidade de sempre, contou dessa vez com mais uma contribuição do outro lado do Atlântico (o João Pereira Coutinho foi quem inaugurou a parceria além-mar): os portugueses Ricardo Gross, que foi crítico de cinema da edição lusa da GQ, e Nuno Costa Santos, escritor, roteirista, jornalista e dramaturgo, escrevem, respectivamente, sobre o filme The Conspirator e sobre o CD do grupo B Fachada.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".