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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Blogueiro Ricardo Gama sofre novas ameaças de morte

BLOG DO GAROTINHO
12/12/2011 21:15


Ricardo Gama quando recebeu alta do hospital, depois de se recuperar do atentado que sofreu
Ricardo Gama quando recebeu alta do hospital, depois de se recuperar do atentado que sofreu



No dia 23 de março, o blogueiro Ricardo Gama, que quase todos vocês conhecem, pela sua independência, e por fazer denúncias sérias sobre os governos de Sérgio Cabral e Eduardo Paes foi vítima de uma tentativa de assassinato em Copacabana, em plena luz do dia. Foi um atentado para calar a sua voz.

Ricardo Gama levou 6 tiros, dois na cabeça e sobreviveu por pouco, depois de passar por várias cirurgias. Apesar do crime ter sido noticiado por toda a mídia, até do exterior, a Polícia Civil estranhamente ignorou o caso. Ao contrário de outros casos, nunca foram pedidas as imagens de câmeras de lojas e prédios próximos, não foi feita perícia, mal ouviram a vítima. Nunca um suspeito foi apontado, nenhuma versão foi apresentada, a Polícia Civil simplesmente jogou o inquérito na gaveta, o que obviamente suscita a suspeita de que o crime foi abafado, por motivos até agora não esclarecidos. Mas isso, como dizia Nelson Rodrigues, é o óbvio ululante.

Sem nenhuma proteção policial, na semana passada Ricardo Gama voltou a receber ameaças de morte. Por esse motivo desde sexta-feira, o seu blog parou de ser atualizado. É uma situação gravíssima. A sociedade e a imprensa não podem ficar caladas, porque hoje é com Ricardo Gama, amanhã pode ser com qualquer outro que levante a voz contra os desmandos, as injustiças e a roubalheira dos políticos.

Não podemos ficar calados diante dessa covardia.


Em tempo: Amanhã vou relembrar aqui, o caso do pai de santo cubano Rafael Zamora, assassinado em Santa Teresa, que por envolver um grande amigo e assessor de Cabral que é acusado de ser o mandante do homicídio também foi engavetado pela Polícia Civil. 

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".