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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Padres pedófilos não. PEDÓFILOS que viraram padres. Ou pastores, bispos... E se a vítima ou vítimas forem do mesmo sexo, são HOMOSSEXUAIS PEDÓFILOS que viraram padres, pastores, bispos...

Escrevi este comentário para a grande Mirian Macedo, sobre o artigo na sequência:

Mirian, quero sugerir uma abordagem que acho mais adequada: não são PADRES PEDÓFILOS, isto implica - ou pode implicar - em entendimento errado: que o criminoso em questão era/é uma coisa (padre) que "virou" pedófilo. Nós não falamos ENGENHEIRO PEDÓFILO, falamos? Não, não falamos. E um professor pedófilo, quando descoberto, é sempre tratado pelo crime horroroso, agravado pela atuação dele junto aos menores. O mesmo deveria acontecer, na minha opinião, com os falsos pastores de almas.


Sugiro que nos acostumemos a desmontar a propaganda midiática acerca destes criminosos: eles são PEDÓFILOS QUE CONSEGUIRAM ENTRAR NAS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS.


Em resumo, são PEDÓFILOS que viraram PADRES, PEDÓFILOS que viraram BISPOS, PEDÓFILOS que viraram PASTORES, etc. E sempre que as suas vítimas foram do mesmo sexo, então devem ser chamados de HOMOSSEXUAIS PEDÓFILOS que viraram PADRES, HOMOSSEXUAIS PEDÓFILOS que viraram BISPOS, HOMOSSEXUAIS PEDÓFILOS que viraram PASTORES, etc.


Aproveito para dar uma dica às vítimas: recorram PRIMEIRO À POLÍCIA, nunca aos superiores hierárquicos. Estes malditos satanistas devem ir direto para a cadeia e, na minha opinião, se possível com penas mais pesadas.


Abraços
Alex Brum Machado

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TERÇA-FEIRA, 6 DE DEZEMBRO DE 2011

Padres pedófilos: quantos?

Existem padres pedófilos. Ponto. É gravissimo. Ponto. Mas números, ainda que não sejam suficientes, são necessários. No Brasil, eles não existem. Nos EUA, a John Jay College of Criminal Justice da City University of New York, que não é católica e é unanimemente reconhecida como a mais autorizada instituição acadêmica americana em matéria de criminologia, apurou que, em 42 anos, 4392 sacerdotes - entre 109 mil - foram acusados de relação com menores.

Pouco mais de uma centena foram condenados por tribunais civis. Algumas acusações eram falsas, outras prescreveram, 80% eram relações consensuais com moças de 16 ou 17 anos. Relação sexual de um padre com uma moça de 17 anos não é bonito, mas não é pedofilia. Nos EUA, em 42 anos, os padres acusados de efetiva pedofilia foram 958, em 42 anos, 18 por ano. As últimas estatísticas são de 2002, mas a John Jay College já apontava ‘notável declínio’ em 2000.

Mais: muitos dos casos de 250 abusos sexuais denunciados no famoso Caso Ryan, sempre relacionados à Igreja Catolica pela mídia, não foram cometidos por sacerdotes, religiosos ou religiosas. Na Irlanda, as denúncias de abusos a menores são, em muitos casos, o uso de meios violentos e excessivos de punição física, alguns deles cometidos há mais de 30 anos.

Philip Jenkis, professor de História e Justiça Criminal e estudioso das religiões, informa que, nos EUA, a presença de pedófilos é, de acordo com as próprias denominações protestantes, de duas a dez vezes mais alta entre os pastores protestantes em comparação com os padres católicos.

Isto mostra que a questão não é o celibato, a maioria dos pastores protestantes é casada. No mesmo período em que uma centena de padres eram condenados por abuso sexual contra menores, o número de professores de ginástica e treinadores de quadras esportivas juvenis - maioria casada- julgados culpados pelos mesmos crimes nos tribunais americanos ultrapassava seis mil.

PS: os dados dos meus comentários estão no texto abaixo (em italiano):
http://www.avvenire.it/Cultura/scandali+pedofilia+caso_201003180904251170000.htm

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".