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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

EL CRISTIANO: DESRESPEITO E UM CANHÃO DE IGNORÂNCIA.

BLOG VISÃO PANORÂMICA
Posted by Arthurius Maximus on março 11th, 2010



Já imaginou o Museu do Louvre sem a Monalisa, sem as peças gregas, sem as peças holandesas e das demais partes do mundo que compõem o seu acervo? Já imaginou os museus italianos sem as peças conquistadas dos gregos, povos africanos e outras nacionalidades? Já imaginou os americanos entregando o prédio onde ocorreu a Batalha do Álamo aos espanhóis ou aos mexicanos? Os museus do mundo se desfazendo de suas obras apenas porque há 100, 200, 300 ou 1.000 anos elas estavam em outro país?
Desde que o mundo é mundo o homem trava batalhas e guerras contra seus “inimigos”. Para conquistar um território valioso, para conseguir mais recursos naturais ou simplesmente porque algum governante decidiu assim. Da mais profunda antiguidade até os dias de hoje todos os exércitos vitoriosos levam, do campo de batalha, lembranças dos grandes embates para marcar uma homenagem aos que tombaram para que a nação triunfasse nos “campos de sangue”.
Esses objetos são sempre verdadeiras relíquias para militares e descendentes daqueles que morreram em combate por seu país. Ao mesmo tempo; servem como inspiração para as novas gerações de cidadãos e ilustram a história e o passado de uma nação que, muitas vezes, é sim escrito com sangue, com suor e com as lágrimas de muitos. Assim, em todos os lugares do planeta, esses objetos trazidos do campo de combate são reverenciados e respeitados como o símbolo da luta e da vida dos que tombaram. Homenagens, honras e a lembrança viva que esses objetos evocam estão sempre presentes em datas comemorativas e em festejos que têm a função de fazer o cidadão (militar ou civil) lembrar dos que lutaram e se foram. Lembrar do sacrifício e da dor causados por aqueles objetos e pelas batalhas das quais participaram e que serviram para tornar possível hoje viver em uma nação forte, rica e livre.
Sim. Em quase todos os lugares do planeta é assim.
Menos aqui. Lula, do alto de todo o seu desprezo, sua ignorância e seu escárnio pela honra e pelo passado do Brasil planeja devolver ao Paraguai um dos maiores símbolos da vitória brasileira contra aquele país. O Canhão El Cristiano (que tem esse nome por ter sido feito com metal fundido dos sinos das igrejas) foi tomado pelo Exército Brasileiro após a ocupação da fortaleza do Humaitá e de uma das mais sangrentas batalhas de nossa história. Diante dessa fortaleza, mais de mil brasileiros tombaram até que, finalmente, em fevereiro de 1868, ela foi tomada. Em honra aos mortos e como lembrança da batalha feroz, o canhão foi trazido para o Brasil e está exposto no Museu Histórico Nacional (RJ).
O mais engraçado é que não houve um pedido do Paraguai para a devolução do canhão. Houve uma ordem. Sim. Uma ordem do atual presidente e do poder legislativo de lá. Lula, sem titubear, entrega mais uma vez um bem da nação brasileira “de grátis” ao menor chilique dos “hermanos” acostumados a ganhar tudo “no mole” por uma guerra travada há quase 150 anos e que ELES MESMOS começaram, ao darem ouvidos a um ditador aventureiro. (A Guerra do Paraguai foi declarada no dia 11 de Novembro de 1864, após a apreensão de um navio brasileiro que transportava grande quantidade de ouro e o presidente da província do Mato Grosso, pelos paraguaios, ordenados pelo ditador Solano López).
O mais triste de tudo isso é perceber que aquele que deveria guardar os valores da pátria em primeiro lugar é o primeiro a escarnecer deles e cuspir sobre os túmulos dos que tombaram para construir a nação que hoje ele e seus “companheiros” sugam. Como se já não bastassem a corrupção galopante, as mentiras deslavadas, o descaso com a vida humana e as alianças com a escória totalitária internacional (provocando condenações seguidas ao Brasil); Lula ainda se dá ao desplante de cuspir em um dos mais caros símbolos do patriotismo do Brasil.
O mais grave é que o Brasil já devolveu inúmeras peças que as tropas trouxeram da Guerra do Paraguai (entre elas a espada de Solano López) em 1972. Na época “los hermanos” reclamavam que era uma afronta o Brasil ter um “tesouro nacional” paraguaio e que “as feridas da guerra” eram muito profundas para o povo. Pois é. Se você for hoje até a capital do Paraguai, poderá pegar a tal espada de Solano López com as próprias mãos. Ela era tão importante para os paraguaios, mas tão importante, que está abandonada num canto de um museu mal cuidado sobre uma cadeira onde qualquer um pode apanhá-la; estando em péssimo estado de conservação. Ao mesmo tempo, diversos navios brasileiros afundados ou tomados durante a guerra estão em exposição (igualmente largados) em Assunção. Por que, então, não se pede a repatriação desses navios históricos?
Em sua ignorância cavalar, Lula despreza o valor histórico desses monumentos de nossa história e continua achando que educação é apenas algo que vem num cartão do Bolsa Família ou numa cota colorida para universidade. Cede aos caprichos paraguaios com extrema facilidade e joga na poeira do esquecimento as almas e o sangue dos que construíram a nação que hoje ele dilapida impiedosamente.
Como pode um presidente não valorizar a história e o sangue dos cidadãos de seu próprio país?
Pense nisso.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".