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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Revelações de WikiLeaks retiram culpa de Peña Esclusa

MÍDIA SEM MÁSCARA

Bogotá, 30 de dezembro - Segundo um cabo confidencial filtrado por WikiLeaks, o governo de Evo Morales simulou uma trama terrorista para culpar UnoAmérica.
Em 29 de abril de 2009, a Embaixada dos Estados Unidos enviou um cabo, identificado com o número 204756, onde assegura que o governo boliviano armou um falso complô para "assassinar" o presidente Evo Morales e depois culpar seus adversários, entre eles a União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica.
WikiLeaks revela que a Embaixada dos Estados Unidos informou a Washington sobre a trama do governo boliviano a respeito da existência de uma suposta célula terrorista, dirigida por um estrangeiro de sobrenome Rozsa, à qual os meios de comunicação oficiais - entre eles Bolpress- tentaram vincular com UnoAmérica, sem apresentar prova alguma.
A Embaixada dos Estados Unidos afirma que Rozsa e seus companheiros foram contratados pelos serviços de inteligência bolivianos para montar uma falsa trama terrorista, e justificar a perseguição desatada depois contra os dirigentes de Santa Cruz, bastião opositor ao Governo. Segundo o cabo, os serviços secretos plantaram provas falsas para justificar sua versão.
O cabo filtrado por WikiLeaks informa que o governo boliviano desqualifica UnoAmérica, dizendo que trata-se de "uma organização de ultra direita, dependente de instituições norte-americanas, como a USAID e a National Endowment Foundation (NED)".
Em julho de 2010, o governo venezuelano seguiu exatamente o mesmo roteiro: inventou uma trama sobre uma suposta célula terrorista, dirigida por um estrangeiro de sobrenome Chávez Abarca que - segundo o governo - pretendia assassinar Hugo Chávez. Os meios de comunicação oficiais - entre eles Venezolana de TeleVisión (VTV) - envolveram o Presidente de UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, com este complô, sem apresentar qualquer prova. Chávez Abarca foi enviado imediatamente à Cuba, para que não pudesse ser interrogado. Previamente, os canais do Estado lançaram uma feroz campanha de desqualificações contra Peña Esclusa.
No passado 12 de julho, um comando de 20 homens armados entraram ilegalmente na casa de Peña Esclusa, plantaram provas falsas no escritório de sua filha de oito anos, e o levaram para os calabouços da polícia política, onde permanece preso até a presente data.
Um porta-voz de UnoAmérica declarou que "as revelações de WikiLeaks demonstram que os governos da Bolívia e da Venezuela utilizam as mesmas operações sujas, planejadas pelo G2 cubano, para neutralizar ilegalmente seus adversários. Estes novos indícios deveriam ser suficientes para exonerar Peña Esclusa de toda a culpa".
Para ler o extrato do cabo filtrado por WikiLeaks (em inglês), onde se faz referência a UnoAmérica, clique aqui.

Tradução: Graça Salgueiro

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".