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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Obama assume a responsabilidade pela lentidão da recuperação econômica

UOL
03/11/2010 - 15h22

WASHINGTON, 3 Nov 2010 (AFP) - O presidente Barack Obama negou nesta quarta-feira que a vitória republicana nas legislativas implique uma rejeição a seus programas, mas assumiu total responsabilidade sobre a lentidão da reativação econômica nos Estados Unidos, em coletiva de imprensa no dia seguinte às eleições de meio de mandato.

Nesse sentido, Obama afirmou ainda que está disposto a trabalhar junto aos republicanos após seu triunfo e que reconhece que o resultado das eleições evidencia que os americanos se sentem profundamente frustrados.

"O voto de ontem confirmou o que tenho ouvido das pessoas através de todo os Estados Unidos. As pessoas estão frustradas. Estão profundamente frustradas com o ritmo da recuperação econômica e das oportunidades que esperam para seus filhos e seus netos".

A oposição republicana assumiu o controle da Câmara de Representantes nas eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos, um duro golpe para a agenda de mudanças de Obama, mas não conseguiu acabar com a maioria democrata no Senado.

As projeções das eleições legislativas de terça-feira ratificaram o que era previsto pelas pesquisas nas últimas semanas: uma profunda derrota dos democratas, provocada por uma lenta recuperação econômica e por uma taxa de desemprego obstinadamente elevada.

Os republicanos arrebataram pelo menos 52 cadeiras dos democratas, mais do que as 39 que precisavam para conquistar o controle da Câmara de Representantes (435 congressistas), mas não conseguiram as 10 que necessitavam para replicar a façanha no Senado (100 cadeiras).

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".