Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Nada de minaretes, afinal, na Suíça

Fonte: BLOG DO DAVID BOR
segunda-feira, 30 de novembro de 2009


E ontem na Suíça o povo rejeitou a construção de mais minaretes na Suíça.

No dia 26 de outubro, no post Campanha contra minaretes na Suíça eu falei sobre o assunto que hoje ganhou o noticiário nacional.

Com a lei italiana que proíbe burcas e hijabs e agora com essa proibição, será que a Eurábia pretende fazer refluir a onda muçulmana? O que vai acontecer? Uma nova agitação como na época da publicação das charges de Maomé pelo jornal dinamarquês há uns anos atrás? É cedo para dizer, mas em Israel já há um projeto para se proibir os muezins de chamar os fiéis às 4 horas da manhã, justamente do alto dos minaretes, por causa do barulho.

Imagine-se, meu caro leitor, dormindo o sono dos justos perto de uma mesquita e lá pelas 4 horas da madrugada ser despertado todos os dias por um sujeito gritando Allah u akhbar num alto-falante chamando sua gente para rezar! E isto todos os dias do ano! E tal chamado ser repetido 5 vezes por dia.Mas no país deles muçulmanos, a sua religião, caro leitor, não é permitida. Igrejas ou sinagogas não podem ser construídas (a Arábia Saudita é um exemplo). Judeus ou Bah'ais não podem exercer a sua fé em muitos países muçulmanos (o Irã executa esses últimos, como sabemos, e cristãos coptas são perseguidos no Egito), turistas que tenham carimbo de Israel não entram em muitos países muçulmanos (Dubai é um deles) e no Yemen estão preparando um guetto para os poucos judeus que ainda lá estão. Mas o multiculturalismo (falido e o tempo cada vez mais mostra isto) ainda tem voz, ao menos para os esquerdistas tolos que insistem em chamar de preconceituoso quem quer defender seus valores, suas tradições contra o avanço do atraso.

Os defensores dos direitos dos muçulmanos deveriam, antes de mais nada, perguntar quantas igrejas ou sinagogas foram construídas no Oriente Médio nos últimos 20 anos, e quantas mesquitas foram erigidas na Europa neste mesmo período...Depois podem começar a gritar. Claro que não vão gritar, pois parece que a liberdade religiosa só vale para muçulmano, não para os outros, como sempre.
Fez bem a Suíça. Parabéns. Tomara que Israel siga os passos e proiba também os muezins de ficar gritando e fazendo barulho de madrugada. Que gritem lá nas bandas deles.

Zumbi - um escravocrata, o movimento negro e os quilombolas

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA

'Os escravos que se recusavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e convertidos em cativos dos quilombos. A luta de Palmares não era contra a iniqüidade desumanizadora da escravidão. Era apenas recusa da escravidão própria, mas não da escravidão alheia. As etnias de que procederam os escravos negros do Brasil praticavam e praticam a escravidão ainda hoje, na África.'


No dia 20/11, comemorou-se em todo o Brasil o Dia da Consciência Negra e esse dia já passou a ser feriado em centenas de municípios. E o Dia da Consciência Amarela, quando é? Dia da Consciência, sim: mas não negra, nem branca, nem amarela, nem vermelha, muito menos azul! Apenas, DIA DA CONSCIÊNCIA!


Trecho de meu texto
Bantustolas: Os bantustões dos quilombolas, o MST dos negros, disponível em http://www.webartigos.com/articles/3103/1/bantustolas-os-bantustoes-dos-quilombolas-o-mst-dos-negros/pagina1.html:

"Antropólogos da Universidade de Brasília (UnB) criaram um mapa do Brasil com a existência de 2.228 quilombos. A Fundação Palmares, ONGs e bantustolas já aumentaram esse número para próximo de 5.000. FHC concedeu, em oito anos, um Estado de São Paulo inteiro ao messetê, a um custo de cerca de R$ 25 bilhões. Nesse favelão apocalíptico, somente 9% dos assentados conseguem viver de seu próprio trabalho, 91% vivem de passeatas e cestas básicas. O insumo agrícola que esses falsos trabalhadores rurais recebem não é grão de milho ou de soja, mas pano vermelho, para confecção de bandeiras, bonés e camisas. Os 5.000 bantustões negros requeridos pelos bantustolas têm uma área superior a cinco Estados do Rio de Janeiro. E assim, de 'carambola' em 'quirombola', os quilombolas criados pelo Incra deitam e rolam. Felizes bantustolas!" (*)


"Barreto lembra como o movimento negro substituiu a bondosa Princesa Isabel por Zumbi, um escravocrata que espalhava o terror nas populações vizinhas a partir do Quilombo dos Palmares. O autor apresenta uma prova de que 'Zumbi mantinha escravos de tribos inimigas para os trabalhos do quilombo', tirada do livro
Divisões Perigosas, de José de Souza Martins (Ed. Civilização Brasileira, Rio, 2007, pg. 99): 'Os escravos que se recusavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e convertidos em cativos dos quilombos. A luta de Palmares não era contra a iniqüidade desumanizadora da escravidão. Era apenas recusa da escravidão própria, mas não da escravidão alheia. As etnias de que procederam os escravos negros do Brasil praticavam e praticam a escravidão ainda hoje, na África. Não raro capturavam seus iguais para vendê-los aos traficantes. Ainda o fazem. Não faz muito tempo, os bantos, do mesmo grupo lingüístico de que procede Zumbi, foram denunciados na ONU por escravizarem pigmeus nos Camarões' " (Nelson Ramos Barretto, in A Revolução Quilombola, pg. 20).


"O racismo quilombola teve grande impulso com FHC que na deliberação do Programa Nacional dos Direitos Humanos, criado em 1996, deu início à divisão do Brasil em um país bicolor: 'Determinar ao IBGE a adoção do critério de se considerar os mulatos, os pardos e os pretos como integrantes do contingente de população negra'. Assim, os negros mestiços, ainda que tenham 50% de sangue europeu, passam a ser tratadas como africanos puros, um absurdo! Com uma penada, FHC pretendeu acabar com uma instituição nacional, a 'mulata'."


" 'Com este jogo de conceitos, o censo, que apresentava 51,4% da população brasileira como sendo branca, 5,9% como negra e 42% como parda, com o advento da nova expressão fez com que a população negra passasse a constituir 47,9% dos brasileiros. Diante dos números aima, foi criado o slogan: 'No Brasil a pobreza tem cor, e ela é negra'. A causa da pobreza dos negros seria um 'racismo escondido'. O governo, em vez de combater a pobreza com os instrumentos clássicos de educação de qualidade, geração de emprego, fortalecimento da família e de valores morais, com amor ao trabalho e à poupança, vem criando uma série de programas de incitamento à revolta, resultando em invasões de propriedades e desrespeito às decisões judiciais' (pg. 11-12)."


"O racismo quilombola tenta se aperfeiçoar ainda mais, com base no Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 213/2003, de autoria do senador Paulo Paim (PT/RS), que 'institui o Estatuto da Igualdade Racial', uma constituição paralela para os negros, como diz Barreto, um verdadeiro
Apartheid: 'Não se trata de igualar os direitos para todas as raças, mas de fazer uma divisão, um verdadeiro Apartheid, separando os negros em seus direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à cultura, e em todos os demais, como se isso já não fosse garantido na Constituição a todos os brasileiros sem distinção de raça' (pg. 33). Um desses projetos segregacionistas já em vigor é o sistema de 'cotas raciais', em que estudantes têm direito a ingressar na universidade por conta apenas da cor de sua pele negra ou nem tão negra assim - um ato inconstitucional que os juízes do STF já deveriam ter derrubado logo no início, caso não estivessem comendo moscas e aceitando a demagogia e a pilantragem do movimento negro."


(*) "Bantustola" é um neologismo que criei. Significa "bantustão" + "quilombola" - obviamente, trata-se dos quilombolas fajutos, não os verdadeiros, que merecem nosso respeito e têm o direito de preservar sua cultura e suas terras, como manda a Constituição.


Poder sem limites

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
NIVALDO CORDEIRO | 28 NOVEMBRO 2009

O fato é que só os EUA têm poder para deter o processo deslanchado na América Latina, sob a liderança do PT. A nova fase trouxe também uma novidade: a vaidade. O senso de perigo dos revolucionários desapareceu.


Parece claro que os revolucionários congregados em torno do Foro de São Paulo mudaram a fase de sua ação, acelerando o processo histórico. Estão muito conscientes de que acumularam forças para ditar as regras para os inimigos políticos. Lula, no Brasil, está ignorando qualquer limite de ação. O depoimento do ex-diretor do Banco Central, Mario Torós, dando conta de como transcorreu o processo de default do Unibanco foi irônico. Afinal, ninguém mais fez pelo PT e Lula do que os banqueiros esquerdistas que o controlavam. Foram impiedosamente sacrificados pela lógica revolucionária.

O mesmo vale para as notícias em torno da Cia Vale do Rio Doce. Pouco importa que o atual administrador, o Bradesco, seja um aliado de primeira hora das forças do PT. Eles não querem mais intermediários, querem sua própria gente à frente das operações. Usam agora de todo o poder de coação, sobretudo do poder fiscalizatório e policial do Estado, bem como do controle sobre os fundos de pensão. A alta burguesia agora está sendo esmagada. Creio que esse processo vai se agravar. A CONFECOM deve ser compreendida também dentro dessa lógica. As empresas do setor sempre negociaram cordialmente com os revolucionários, sem nenhum senso de perigo. Agora não têm a quem recorrer e estão sendo inexoravelmente esmagadas.


As empresas tradicionais de conteúdo, sobretudo os jornais e TVs, sempre deram apoio ideológico e foram o cabo eleitoral maior do PT. E agora? Agora vão saber que alimentar revolucionários é como alimentar jibóia: ela cresce e come o dono.


O gesto mais notável da nova fase do processo pode ser plenamente visto na política internacional. A visita do presidente do Irã foi emblemática, feita contra qualquer critério de razoabilidade. Estamos diante de algo como Hitler fez nos anos trinta, de um eixo Brasília-Teerã-Pequim, sem nenhum constrangimento, ostensivo contra a política dos EUA. Nesse eixo incluo também a França, país que também desempenhou o papel mais ridículo da história da Segunda Guerra. De novo vemos os fatos se repetirem.


A medição de força está agora a acontecer em Honduras. Hoje a matéria de capa da Folha de S. Paulo trouxe o presidente Lula declarando que não reconhecerá as eleições próximas, porque seu aliado Zelaya não foi reconduzido ao poder. Isso significa que provavelmente o Foro de São Paulo vai se engajar na derrubada do novo governo. Agora ficará claro para Obama que terá que tomar posição contra o Foro, terá que entrar em conflito. Será que teremos que esperar que o Partido Republicano retome o controle da Casa Branca ou Obama passará a agir realisticamente? Aposto na segunda hipótese.


O fato é que só os EUA têm poder para deter o processo deslanchado na América Latina, sob a liderança do PT. A nova fase trouxe também uma novidade: a vaidade. O senso de perigo dos revolucionários desapareceu. Agora as decisões serão mais rápidas e os erros acontecerão inevitavelmente, sendo o maior deles subestimar o poderio norte-americano. Historicamente quem o fez quebrou a cara. Lula e sua gente estão dispostos a pagar para ver.


Como pano de fundo do processo temos a crise mundial se desenrolando, bem como a agonia do dólar. E também a tentativa de consolidação do governo mundial. Vejo uma realidade prenhe de violência, que aponta para a guerra. Se as coisas derem errado e se não houver reações das forças políticas internas, pela primeira vez em século poderemos ter um cenário de conflitos bélicos envolvendo o Brasil em solo latino-americano. Um perigo. Bem sabemos como se entra em conflitos assim, mas nunca como deles saímos.


A pergunta é: os revolucionários poderão tudo? Não há oposição?


Ora, a via eleitoral deixou de ser obstáculo ao caminho do PT, que não hesita em usar o poder de Estado contra os inimigos. Hoje as manchetes dão conta da investigação da Polícia Federal contra o governador do GDF, José Roberto Arruda. Nenhuma força política está a salvo dos revolucionários. Obviamente que a ação policial de hoje deve ser compreendida dentro do contexto da sucessão, local e nacional. A classe política está refém do PT.


Em São Paulo, único pólo capaz de segurar um pouco as coisas, vemos a tolice da dupla José Serra/Gilberto Kassab com a sua elevação do IPTU. Não perceberam ainda que não haverá como se contrapor aos revolucionários usando das mesmas bandeiras deles. Teriam que marcar posição no campo político oposto. Bem sabemos que nem sabem mais fazer isso. Todo mundo viciou no socialismo. Não há espaço nesse campo para dois senhores e o PT é o dono exclusivo dessa bandeira. Ou seja, temos de um lado a má fé e, do outro, a burrice ajudando no processo revolucionário em curso.

Publicado originalmente com o título "O limite do Foro de São Paulo".


O poder do pensamento negativo

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
JEFFREY NYQUIST | 29 NOVEMBRO 2009

A abertura das comportas do sim deformou a nossa sociedade. No delicado equilíbrio entre o sim e o não, nós nos inclinamos demais na direção do "sim" e estamos nos tornando uma nação de neuróticos e esquisitões. O homem é limitado e frágil. Ele não é onissapiente nem onipotente.


A palavra mágica é "não". Apesar do que você possa ter ouvido, o poder da palavra "não" é superior ao poder do "sim". A palavra "não" tem mais utilidade, evita problemas inesperados e protege contra ferimentos graves e morte. Quando uma criança está prestes a enfiar um garfo em uma tomada, a palavra "não" salva a criança da eletrocussão. Quando o célebre valentão diz que pode saltar do Grand Canyon em uma motocicleta, a reação apropriada é: "Não, você não deve fazer isso." O poder do pensamento negativo está em consonância com a sobriedade e o comportamento respeitável. Se você não quer ser um viciado em drogas, "just say no".1 Se você não quer mais impostos, vote "não" em quase todas as propostas. E se você não quer o socialismo, seu lema é: "No, we can't".2


Eu deveria escrever um livro sobre o poder do pensamento negativo. O primeiro capítulo deveria intitular-se "As terríveis e nefastas conseqüências do sim". Faça a si mesmo uma pergunta simples: seria um "homem-sim" nobre? Você gostaria de viver sem discernimento ou julgamento? É certo buscar a conveniência de todos? A nossa sociedade permissiva está toda fundamentada sobre o "sim", de tal modo que o sim se tornou sinistro. A abertura das comportas do sim deformou a nossa sociedade. No delicado equilíbrio entre o sim e o não, nós nos inclinamos demais na direção do "sim" e estamos nos tornando uma nação de neuróticos e esquisitões. O homem é limitado e frágil. Ele não é onissapiente nem onipotente. Na verdade, todos nós precisamos ser relembrados de nossas limitações. Pense nos prejuízos causados quando dizemos "sim" para os nossos apetites, nossos caprichos e nossos impulsos momentâneos. Se você tem mais de 200 quilos é porque você tem dito "sim" quando deveria dizer "não." Se o seu cartão de crédito está estourado, é porque você vive no mundo do "sim" quando ele deveria ser um mundo do "não".


O segundo capítulo deveria ser intitulado "Cale a boca e fique sentadinho sem se mexer." Todo tolo tem uma opinião sem conhecimento, um impulso sem um plano, uma vontade de mergulhar de cabeça em sabe-se-lá-o-quê. A primeira lição da disciplina é ficar quieto e pensar; mostrar autocontrole. A impulsividade é a essência da vida autodestrutiva baseada no "sim". Siga todos os seus impulsos e não irá muito longe. Contenha-se a si mesmo e talvez você consiga salvar-se. Aliás, quem mais poderia conseguir pará-lo? O fato é: você é o único que tem o poder de parar a si mesmo. Então, cale a boca e fique sentadinho sem se mexer.


O terceiro capítulo deveria ser intitulado "A virtude da culpa." Se você não fez nada de ruim nas últimas semanas ou meses, considere o que passa pela sua cabeça neste exato momento. Você é mau por natureza; logo, é culpado por natureza. Portanto, é apropriado sentir culpa. Não fuja dos problemas. Não seja desleixado e fraco. Estufe o peito e comece novamente. A culpa é aquela chicotada nas costas que foi enviada para melhorar a sua vida. A culpa é desagradável? Deveria ser, e é melhor que seja. Sinta-se culpado com freqüência e tenha muito arrependimento. Pessoas que não se arrependem são perigosas. Elas vão dominar e puxar você para baixo.


O quarto capítulo deveria ser intitulado "Você não é tão especial." Há duas gerações estamos a dizer às crianças que elas são especiais. Por isso, hoje temos o surgimento de geração de adultos deprimidos que precisam ser constantemente fortalecidos. Esse indivíduo exigente, impertinente e que se sente cheio de direitos é um neurótico fraco e emocionalmente instável que se apega ao falso otimismo porque a verdade e a realidade são muito assustadoras e difíceis. É preciso perguntar: O que faz todas essas pessoas "especiais" tão especiais? Não há nada especial em um bebê chorão narcisista, e não há quem goste de autopiedade, choradeira ou lamúria.


O quinto capítulo deveria ser intitulado "Como o medo e a preocupação podem salvá-lo." É isso mesmo! O medo é bom, pois existem pessoas más e nações assustadoras cujos líderes querem contaminá-lo com o antraz. O medo é fundamental para a sobrevivência. Aqueles que nada temem não duram muito neste mundo. Quanto à preocupação, o preocupado mostra uma atitude caridosa. Se você realmente se importa, então você não pode deixar de se preocupar. Aqueles que não se importam com nada são os que jamais se preocupam. Não tendo nada com que se preocupar, são indiferentes e emocionalmente separados dos interesses de toda a raça humana. Se alguém lhe diz para parar de se preocupar e começar a viver no presente, lembre-o de que viver no presente é para crianças e animais. Isso não é para adultos.


O sexto capítulo deveria ser intitulado "Por que o sofrimento é bom." A resposta é simples: o conforto debilita, enquanto o sofrimento o torna mais resistente e o fortalece. Como um famoso guru do
fitness disse certa vez: "Sem dor não há benefício." Aqueles que sempre estão bem nunca aprendem nem crescem. A melhor educação é conseqüência do fracasso. Se um homem vive todo o tempo sem fracasso, ele não pode ser chamado de "afortunado"; pois ele não aprendeu a verdadeira lição da vida, que é a perda. Quanto mais vivemos, mais perdemos. Com o avanço do tempo, nós perdemos a nossa juventude, a nossa saúde e, finalmente, as nossas vidas. O culto da "vitória" e da "fuga do sofrimento" é artificial e é garantia de um comportamento desajustado.


O sétimo capítulo seria "Perceba quão idiota você realmente é." O antigo ditado "Conhece-te a ti mesmo" é a essência destilada da filosofia. E conhecer a si mesmo é saber que a idiotice é um poço sem fundo. É insondável e sem limite. Não há estupidez que não possa iludir e não há loucura que não possa enganar você. É a célebre frase de Dirty Harry: "Um homem tem de saber suas limitações." Quanto mais esperto você parece a seus próprios olhos, maior a probabilidade de que você esteja se aproximando de um objeto bem sólido prestes a atingir-lhe a cabeça.


Este é o meu conselho a todos: o poder do pensamento negativo é um poder real. E lembrem-se: a palavra mágica é "não".



Notas:

1 - "Just say no", isto é, "apenas diga não", é o título da campanha anti-drogas do governo Reagan.


2 - "
No, we can't", ou seja, "Não, não podemos", é paródia de "Yes, we can!" (Sim, nós podemos!"), lema de campanha de Obama à presidência dos EUA.


Tradução: Rafael Resende Stival, do blog Salmo 12

Revisão: Alessandro Cota

Fonte: http://www.financialsense.com/stormwatch/geo/pastanalysis/2009/0731.html


Moral comunista

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA

O falatório humanista do senador não parou na defesa de Battisti. Inácio aproveitou o embalo e louvou a memória de um dos grandes terroristas do século XX.


Essa vai especialmente para os leitores cearenses. Vamos dar uma olhada na agenda do senador Inácio Arruda, que posou orgulhoso para a foto acima (do
Estadão). Essa semana Inácio não só foi mimar o pobre Battisti na cadeia (atentem para a bem ensaiada expressão sofrida do italiano) como discursou em sua defesa na tribuna. O assassino comunista pode contar com a solidariedade do senador comunista. Trechos da nota da Agência Senado:


O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) subiu à tribuna na quarta-feira (11) para defender a permanência do italiano Cesare Battisti no Brasil. E disse esperar que o Supremo Tribunal Federal não aceite o pedido de extradição feito pelo governo da Itália - Battisti foi condenado em seu país pela suposta participação em quatro assassinatos, ocorridos na década de 1970.


- Não o conheço pessoalmente, mas ele conta com minha solidariedade - declarou o parlamentar.


Inácio Arruda comparou a eventual extradição de Battisti à de Olga Benario, então esposa de Luís Carlos Prestes, que foi morta em um campo de concentração nazista. Ele também lembrou a tentativa do governo dos Estados Unidos de deportar John Lennon e sua mulher, Yoko Ono, que incomodavam o governo americano com sua postura pacifista e de apoio aos protestos contra a guerra do Vietnan.


Aí está o senador Inácio tentando igualar o regime democrático italiano ao nacional-socialismo. Inversão de valores e falsificação da história, a praxe comunista. E quem é Inácio para simular horror ante os campos de extermínio do nacional-socialismo? É o homem que aplaude os campos de extermínio de Stalin sobre uma pilha de cem milhões de cadáveres produzidos ao redor do mundo pela ideologia comunista. A contagem continua em Cuba, na Coréia do Norte e na China, regimes que também contam com a solidariedade de Inácio Arruda.


O falatório humanista do senador não parou na defesa de Battisti. Inácio aproveitou o embalo e louvou a memória de um dos grandes terroristas do século XX:


Inácio Arruda também homenageou o líder palestino Yasser Arafat, que faleceu há cinco anos, em 11 de novembro de 2004. O senador lembrou que Arafat foi um dos fundadores da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e ressaltou que "ele estava ao lado de seu povo".


- E é preciso lembrar que continuam as ocupações ilegais na Palestina, determinadas por Israel - frisou o parlamentar, acrescentando que "há carrascos e há vítimas"
.


Yasser Arafat comandou centenas de ataques terroristas contra Israel ao longo de sua carreira como profissional da causa palestina. O homem "que estava ao lado de seu povo" possuía uma fortuna avaliada em dois bilhões de dólares, depositada em bancos suiços. Sua família leva uma existência milionária na área mais chique de Paris, bem longe do Oriente Médio.


Isto é Inácio Arruda e sua moral comunista. "A nossa moral", como dizia Trotsky.


Lula se abstém de votar - programa nuclear secreto do Irã

Leiam aqui o que "nóçu paíz" entende como coisa muito boa...

Entendam também o seguinte: a turminha que milita por DIREITOS SEXUAIS está de mãos dadas com esta gangue toda, qual seja Lula, Irã, Chávez, FARC, etc., visto que todos (menos o Irã, pelo menos diretamente) é "colega" no FORO DE SÃO PAULO. Leiam artigo anterior (abaixo) e entendam.

Não que qualquer movimento esteja de mãozinha dada lá nos encontros do FSP. Basta que apóie as atrocidades molusculares e/ou não se manifeste contra seus inimigos. Desta forma, matar homossexual por ser homossexual pode. Mas fazer uma piadinha sobre a sexualdiade alheia dá cadeia. E imediatamente o comediante é chamado daquilo que o regime iraniano é: matador de homossexuais.

É assim que se faz "pulítica" no "brasíu". É uma coisa podre, nojenta, maldita e de crápulas. Os piores que já nasceram "nêsti paíz".

Mas isto não é novidade para nós, correto?

Pouca indignação gay diante da visita de genocida ao Brasil

Fonte: GAYS DE DIREITA
SEXTA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO DE 2009


Se há algo de bom na visita de Ahmadinejad ao Brasil nesta semana, é a demonstração simbólica das várias “deficiências” do movimento gay brasileiro.


Esta visita serviu para chamar atenção para o fato de que o Brasil não é, como se espalha por aí, o “país mais homofobico do mundo”. Não sou conivente com os preconceitos e discriminações que ocorrem aqui, lógico, mas é inadimissível uma afirmação absurda dessas. É evidente que este rótulo serve bem mais ao Irã, um país que já assassinou mais de 4.000 homossexuais desde a “Revolução Iraniana”, em 1979, e que até hoje persegue e mata gays das formas mais horrendas e abomináveis possíveis.

É importante lembrar que não é de hoje que Lula recebe assassinos de homossexuais: na sua posse presidencial, em 2003, o convidado foi Fidel Castro. Algumas pessoas justificaram a visita de Ahmadinejad dizendo que se tratava de um evento “diplomático”. É incorreto, entretanto, encarar esse sujeito como sendo “diplomata”. Na verdade, esse conceito reflete uma postura laica, oriunda da civilização ocidental e amplamente rejeitada pelos islâmicos fundamentalistas que governam aquele país com uma chibata numa das mãos e o Alcoorão na outra.

Durante a visita do genocida Ahmadinejad, a entidade de cúpula brasileira que congrega as mais variadas ONGs de “direitos gays”, uma espécie de “CUT-Homossexual”, adotou, mais uma vez, uma postura não de representante dos gays perante o governo mas de representante do governo perante os gays. No dia 15/11, houve um protesto organizado por judeus em São Paulo que só recebeu 1.000 pessoas. À primeira vista, a ABGLT apoiou nominalmente a manifestação - mas o apoio parou por aí. Esta entidade poderia ter ajudado bem mais, como por exemplo, organizando um protesto em nível nacional contra a vinda deste ditador. Houve tempo suficiente para planejar, mas infelizmente, isto não aconteceu. Na primeira tentativa de trazer Ahmadinejad, em maio, a ABGLT soltou uma nota suficientemente “ácida” e coerente com a rejeição gay diante da presença deste indivíduo. No entanto, desta vez, a associação parece ter perdido o fôlego. No site de notícias “Parou Tudo”, foi noticiado o seguinte:

[...] o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABGLT), [...], solicitou ao governo brasileiro a possibilidade de entregar um documento ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, sobre a situação de LGBT no país dele.

Tais afirmações não só comprovam o “rabo preso” com o governo como também a conivência de tal organização com a imoralidade do partido governista em se aliar a pessoas ASSASSINAS DE HOMOSSEXUAIS. Onde já se viu uma ONG solicitar autorização do governo para protestar? Pior ainda, nem o mais cândido dos inocentes aceitaria a possibilidade de o presidente do Irã, o individuo que sabe do próprio país mais do que ninguém, precisar de documentos com informações sobre o que ocorre por lá.

As pessoas não parecem compreender a gravidade da situação: se fosse Hitler ou Stálin em visita ao Brasil, tais pessoas seriam “celebradas” como chefes de estado. Não é uma questão de divergência ideológica: ESTAS PESSOAS QUEREM NOS MATAR! É lógico que assassinos usam a roupagem de chefes de estado para continuar agindo como assassinos. O que os gays tinham que fazer é jogar uma BOSTA na cara daquele genocída!

Infelizmente, no entanto, as pessoas parecem estar mais motivadas a condenar o Papa Bento XVI, o primeiro clérigo católico que afirmou que homossexualidade não é pecado, e sim uma qualidade inata do indivíduo; que nunca matou um homossexual; e que defende que os gays não sejam alvos de discriminação. É verdade também que o papa não aceita o “casamento gay”, pois a doutrina católica não permite isso, mas e daí? Grande parte daqueles que condenam a “cruel, vil e maligna” Igreja Católica é formada por agitadores e ativistas de organizações marxistas e de esquerda em geral e, portanto, dignas de serem ignoradas. Como gay e católico, não faz parte do meu perfil condenar a Igreja; mas digo o seguinte: SE VOCÊ QUER PROTESTAR CONTRA A IGREJA, ENTÃO TENHA UM PINGO DE COERÊNCIA E PROTESTE AINDA MAIS CONTRA A PRESENÇA DE ASSASSINOS COMO AHMADINEJAD!

Numa mensagem enviada à lista de discussões do “movimento gay”, um sujeito declaradamente comunista se refere ao protesto de um homossexual com a seguinte frase:“ALGUÉM ainda tem dúvidas que protestar contra o presidente do Irã é algo que só interessa à Direita???”

A conivência de tais revolucionários homossexuais com as maquinações dos partidos de esquerda não pára por aí. No âmbito do projeto revolucionário, a esqueda tem, sim, reservado um papel especial aos homossexuais, enquanto indivíduos agitadores, questionadores e por vezes até repugnantes. Porém, quando os tanques da revolução forem lançados às ruas, os homossexuais serão os primeiros a morrer, desinfetando assim a sociedade das “doenças” burguesas, cristãs e capitalistas.

Agora, vamos aos fatos. Façamos uma breve comparação entre Brasil e o Irã:


BrasilIrã
Homossexualidade não é crime e nunca foi.
Homossexualidade é crime e é punido na seguinte forma: 100 chibatadas na primeira vez, 100 chibatadas na segunda vez e pena de morte na terceira vez que é identificado os "atos sodomitas"
Punição para homossexuais é amplamente condenado pelos cristãos (pela absoluta maioria e também pelo Vaticano)
Punição de homossexuais é defendido por muçulmanos fundamentalistas.
Maioria dos "crimes de ódio" ou "homofobias" são perpretadas pelos próprios homossexuais (p. ex. garoto de programa que mata cliente por causa de dinheiro)
Praticamente todos os crimes são praticados por heterossexuais fundamentalistas islâmicos.
Segundo levantamentos (duvidosos) do Grupo Gay da Bahia, desde 1981 morreram 2300 gays.
Segundo levantamentos da Human Rights Foundation, desde 1979 morreram 4000 gays
Há leis que amparam a liberdade de expressão
A liberdade de expressão é condicionada àquilo que é permitido pelos líderes religiosos fundamentalistas
Há o respeito pela dignidade humana
Mulheres, homossexuais e oposicionistas do "governo" são tratados como "coisas"
Pessoas que maltratam homossexuais são perseguidas pela justiça e por movimentos sociais
Pessoas que maltratam homossexuais são amplamente aplaudidas e apoiadas
Liberdade ampla para encontros de gays em bate-papos virtuais, shoppings, parques entre outros
O governo vigia as salas de bate-papo e marca encontro com homossexuais. Uma vez no local, o homossexual enganado é preso como criminoso
O País não é tão conservador como se diz, já que personalidades gays são apreciadas na televisão e na cultura em geral.
País completamente fundamentalista que apedreja, enforca, espanca e castiga homossexuais em plena via pública aos olhos de todos
No Brasil é crime o trabalhador homossexual ser demitido do trabalho por causa de sua sexualidade.
No Irã é crime manter homossexual no trabalho.
Homossexuais podem recorrer a Justiça e a Polícia em casos de injustiça
Homossexuais não recebem o menor pingo de atenção por parte do governo em casos de injustiça
Adolescentes homossexuais que apanham de pais podem receber apoio na justiça e amparo do Estado
Adolescentes homossexuais são enforcados

HONDURAS: "PEPE" LOBO VENCE AS ELEIÇÕES

Fonte: BLOG DO ALUIZIO AMORIM
Domingo, Novembro 29, 2009

Cavaleiro do Templo: lembrando que o segundo colocado é do partido do Zé-laia (Partido Liberal) e este mesmo partido se disse CONTRA as "propostas" de mudança que tiraram o John Wayne latRino do cargo, o acima referido Zé-laia.



Segundo noticiou há pouco o site do jornal El Heraldo, "Pepe" Lobo é o vencedor das eleições presidenciais de Honduras.

UPDATE - Segundo o jornal hondurenho La Prensa, a Rádio América, com base em dados do Tribunal Supremo Eleitoral, assinala que o candidato Porfírio “Pepe” Lobo, do Partido Nacional venceu as eleições com 55,86% dos votos, frente ao seu principal concorrente, Elvin Santos, do Partido Liberal, com 39,19%.

De acordo com o jornal La Prensa, os demais candidatos à presidência, Felicito Ávila, da Democracia Cristã; Bernard Martínez, do Partido Inovação e Unidade-Social Democrata (PINU-SD), e Cesar Ham, da Unificação Democrática (UD, de esquerda) não superam 2% dos votos.

Gobierno de Micheletti condecora a Peña Esclusa

Noviembre 29, 2009






ND.- El Gobierno de Honduras condecoró este sábado a Alejandro Peña Esclusa, Presidente de la Unión de Organizaciones Democráticas de América, UnoAmérica, con la Orden “José Cecilio del Valle”, en el grado de “Comendador”.

opinan los foristas


El comunicado oficial expone “considerando que corresponde al Estado de Honduras, enaltecer, honrar y distinguir, a personalidades extrajeras que aportan y contribuyen al progreso de la humanidad, con un espíritu de hermandad y solidaridad, así como una consciencia democrática inclaudicable, el Presidente de la República, Roberto Micheletti, confiere al Señor Alejandro Peña Esclusa la Condecoración de la Orden José Cecilio del Valle en grado de Comendador, en consideración a su contribución con las causas más nobles y justas de los hondureños”.


El comunicado también explica que Peña Esclusa “se ha dedicado a fortalecer los vínculos de amistad entre el pueblo hondureño y el pueblo venezolano; y se ha empeñado en promover y fomentar las cordiales relaciones bilaterales, en su afán de hacer crecer las justas aspiraciones democráticas de todos los hondureños”.


La ceremonia de entrega estuvo presidida por el Ministro de Relaciones Exteriores, Dr. Carlos López Contreras, y por la Viceministra Dra. Martha Lorena Alvarado, y se llevó a cabo en la Academia Diplomática de la Cancillería a las 6:00 de la tarde, hora local.


Una vez recibida la condecoración, el Presidente de UnoAmérica pronunció un breve discurso, donde enalteció la gesta heroica que han librado los hondureños frente todo tipo de presiones y los felicitó por haber logrado su meta de llegar a las elecciones.


Peña Esclusa se encuentra en Tegucigalpa encabezando una delegación internacional de UnoAmérica que participará en la observación de los comicios generales del día de hoy.

Peña Esclusa informa desde Honduras sobre las elecciones

Fonte: FUERZA SOLIDARIA
27 NOVEMBER 2009



La Hora de La Verdad

Alejandro Peña Esclusa, se encuentra en Honduras, junto con cinco delegados de UnoAmérica que participarán como observadores internacionales de las elecciones que se realizarán el próximo domingo 29. El Dr. Fernando Londoño lo llamó a Tegucigalpa para hacerle una entrevista en su programa La Hora de La Verdad, transmitido por la Cadena Súper de Colombia. Peña Esclusa presenta un informe sobre los comicios y además hace un interesante recuento del panorama regional.

HONDURAS: TENAZ RESISTÊNCIA À TIRANIA!

Fonte: BLOG DO ALUIZIO AMORIM
Quinta-feira, Novembro 26, 2009


Lula ridicularizado num cartaz em Honduras: é apenas o começo!

A Folha de São Paulo desta quinta-feira vale pela foto de primeira página, que reproduzo aqui. E serve de mote para este meu artigo, meio longo, é verdade, mas necessário.

Embora a foto esteja perfeita, faz chamada para um despacho do enviado especial a Honduras, Fabiano Maisonnave, que dividia com Zelaya um dos cômodos da Embaixada brasileira em Tegucigalpa. Maisonnave pode ser identificado com o que se conhece na era lulística como um "jornalista imparcial" o que eu, particularmene não sou. Jamais utilizarei o instituto da imparcialidade privando-me de opinar em favor da democracia e das liberdade e denunciar tipos como Zelaya, um estafeta de Hugo Chávez que tentou pisotear a Constituição hondurenha. Maisonnave, por outro lado, continua designando o governo interino do presidente Roberto Micheletti de golpista. Se não é ele, é o editor da página.

Neste momento, Honduras está às vésperas da eleição presidencial marcada para este domingo. O enviado da Folha reporta os acontecimentos dessa pequena Nação que luta tenazmente contra a tentativa do Foro de São Paulo de implantar o socialismo bolivariano chavista no país.

Entretanto, Maisonnave jamais se refere a esse fato. Na sua matéria na Folha desta quinta-feira alude ao fato de que bombas e coquetéis molotov têm sido lançados contra prédios públicos e emissoras de televisão.

Se Maisonnave acompanha este blog, deve ter visto que a reação da bandalha comunista botocuda que atua em Honduras foi antecipada sutilmente pelo agente Top Top Garcia, o aspone de Lula para assuntos bolivarianos.

No texto, Maisonnave minimiza os efeitos da bomba lançada contra Suprema Corte:

"Em meio a chamados cruzados para apoiar e boicotar a eleição de domingo em Honduras, a Corte Suprema e um estúdio de TV foram atacados respectivamente com lança-granadas e uma bomba caseira ontem de madrugada, causando pequenos danos materiais." (grifo meu)

No parágrafo seguinte, atesta:

"O impacto do ataque ao órgão máximo do Judiciário, cuja segurança tem sido feita por soldados, abriu um buraco de cerca de um metro na parede externa e quebrou o vidro de três janelas, sem deixar feridos."

Mas a pérola vem a seguir, quando num parágrafo, digamos, um tanto contraditório descobre - bingo! - a possível intromissão da CIA! o órgão de inteligência americano:

"Segundo fontes militares, o explosivo foi lançado pelo lança-granadas antitanque russo RPG-7. O armamento, que não é usado pelas Forças Armadas, circula na América Central desde os anos 80, quando foi introduzido pelos "contras" da Nicarágua - mercenários recrutados pela CIA com a missão de derrubar os sandinistas - e pela guerrilha salvadorenha." (Assinante da Folha lê AQUI o texto completo de Maisonnave).


Dia desses a grande imprensa internacional veiculou seguidamente matérias a respeito de uma tal Carta de Hamburgo, quando jornais do mundo inteiro discutiram medidas para salvaguardar o direito dos véiculos de comunicação sobre o material jornalístico que produzem e que estaria sendo utilizado indevidamente através da internet.


Concordo que só as grandes empresas jornalísticas têm condições de produzir e apurar a notícia de forma correta e profissional e que para isso investem altos recursos em equipamento e pessoal qualificado e merecem a contrapartida econômica.


Tal iniciativa foi tomada pelos proprietários dos veículos que contabilizam prejuízos desde que começaram a oferecer esse material jornalístico em seus sites. Os jornais, alegam, perderam leitores e as vendas em banca e assinaturas caíram.


Entretanto, este é apenas um lado da história. O que se tem notado nos últimos anos é que a maioria dos jornais não inovou editorialmente e abriga em suas redações um batalhão de jornalistas que continua a cutivar valores, vamos dizer assim, vigentes durante a guerra fria agora embalados numa nova roupagem: o politicamente correto.


Dou dois exemplos: o caso de Honduras é emblemático. Não precisa ser nenhum iluminado para entender que a destituição de Zelaya não foi um golpe de estado nos moldes daqueles havidos nos anos 60. A ação das autoridades hondurenhas refletiu exatamente o que preconiza a Constituição do país. Tanto é que o governo interino assumiu e manteve o calendário eleitoral e em nenhum momento o presidente Micheletti pretendeu usurpar o poder para nele permanecer para sempre, como fazem Hugo Chávez, Correa, Evo Morales e o sandinista da Nicarágua.


Outro exemplo: o caso recente da visita ao Brasil de Ahmadinejad, o financiador do terrorismo e negador do Holocausto, não vi uma censura sequer a partir de escrito de um jornalista da grande imprensa brasileira, exceção ao Reinaldo Azevedo, de Veja. O único artigo a altura véiculado em jornal foi do governador de São Paulo, José Serra na Folha de São Paulo.


Entretanto, na edição desta quinta-feira a mesma Folha de São Paulo, pretendendo uma imparcialidade idiota, publica no mesmo espaço que cedeu a Serra, um artigo do agente bolivariano Top, Top Garcia, defendendo a miserável política externa lulística e a recepção ao antissemita terrorista do Irã.


Lêem jornais as pessoas verdadeiramente alfabetizadas e instruídas. Mas elas representam um extrato diminuto da sociedade. Na medida em que os jornais vão praticando essa política editorial camaleônica perdem esses poucos leitores.


Portanto, não é apenas por causa da internet que os jornais estão decaíndo. Toda essa crise da mídia impressa decorre de uma fatalidade que marca o século XXI: a prevalência da noção do políticamente correto, atrás da qual passaram a se abrigar as viúvas do finado comunismo. O politicamente correto constitui a maior estupidez por se constituir numa tricheira da guerra contra a evidência dos fatos.


E para finalizar: a internet é uma via de duas mãos. Blogs com o estilo editorial deste aqui, por exemplo, fazem diariamente dezenas de links para os sites dos grandes jornais! E são milhares de blogs ao redor do planeta tecendo a crítica, emitindo opinião, debatendo e discutindo o conteúdo gerados pelos jornais. Me refiro a blogs de profissionais e não de aventureiros. Aliás, esse tipo de gente sempre fez jornalismo barato na impensa tradicional e que no jargão das redações são identificados como picaretas.


Dito isto a conclusão só pode ser uma: a Carta de Hamburgo contém meia verdade. Os jornais precisam pensar neste aspecto que acabo de abordar nestas linhas a partir de um evento que ocorre num país pequeno, pobre e até mesmo desconhecido no mundo que é Honduras. Entretanto pode ser que nessa modesta Nação sul-americana esteja nascendo, finalmente, a resistência à tirania que ameça todo o continente.


Falta à imprensa tradicional dizer isto. Falta o seu firme compromisso com a democracia e o repúdio enérgico e permanente a todo e qualquer tipo de tirania.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".