segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.

FÉLIX MAIER | 27 NOVEMBRO 2009
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
'Os escravos que se recusavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e convertidos em cativos dos quilombos. A luta de Palmares não era contra a iniqüidade desumanizadora da escravidão. Era apenas recusa da escravidão própria, mas não da escravidão alheia. As etnias de que procederam os escravos negros do Brasil praticavam e praticam a escravidão ainda hoje, na África.'
No dia 20/11, comemorou-se em todo o Brasil o Dia da Consciência Negra e esse dia já passou a ser feriado em centenas de municípios. E o Dia da Consciência Amarela, quando é? Dia da Consciência, sim: mas não negra, nem branca, nem amarela, nem vermelha, muito menos azul! Apenas, DIA DA CONSCIÊNCIA!
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO
O fato é que só os EUA têm poder para deter o processo deslanchado na América Latina, sob a liderança do PT. A nova fase trouxe também uma novidade: a vaidade. O senso de perigo dos revolucionários desapareceu.
Publicado originalmente com o título "O limite do Foro de São Paulo".
ARTIGOS - CONSERVADORISMO
A abertura das comportas do sim deformou a nossa sociedade. No delicado equilíbrio entre o sim e o não, nós nos inclinamos demais na direção do "sim" e estamos nos tornando uma nação de neuróticos e esquisitões. O homem é limitado e frágil. Ele não é onissapiente nem onipotente.
A palavra mágica é "não". Apesar do que você possa ter ouvido, o poder da palavra "não" é superior ao poder do "sim". A palavra "não" tem mais utilidade, evita problemas inesperados e protege contra ferimentos graves e morte. Quando uma criança está prestes a enfiar um garfo em uma tomada, a palavra "não" salva a criança da eletrocussão. Quando o célebre valentão diz que pode saltar do Grand Canyon em uma motocicleta, a reação apropriada é: "Não, você não deve fazer isso." O poder do pensamento negativo está em consonância com a sobriedade e o comportamento respeitável. Se você não quer ser um viciado em drogas, "just say no".1 Se você não quer mais impostos, vote "não" em quase todas as propostas. E se você não quer o socialismo, seu lema é: "No, we can't".2
O segundo capítulo deveria ser intitulado "Cale a boca e fique sentadinho sem se mexer." Todo tolo tem uma opinião sem conhecimento, um impulso sem um plano, uma vontade de mergulhar de cabeça em sabe-se-lá-o-quê. A primeira lição da disciplina é ficar quieto e pensar; mostrar autocontrole. A impulsividade é a essência da vida autodestrutiva baseada no "sim". Siga todos os seus impulsos e não irá muito longe. Contenha-se a si mesmo e talvez você consiga salvar-se. Aliás, quem mais poderia conseguir pará-lo? O fato é: você é o único que tem o poder de parar a si mesmo. Então, cale a boca e fique sentadinho sem se mexer.
O terceiro capítulo deveria ser intitulado "A virtude da culpa." Se você não fez nada de ruim nas últimas semanas ou meses, considere o que passa pela sua cabeça neste exato momento. Você é mau por natureza; logo, é culpado por natureza. Portanto, é apropriado sentir culpa. Não fuja dos problemas. Não seja desleixado e fraco. Estufe o peito e comece novamente. A culpa é aquela chicotada nas costas que foi enviada para melhorar a sua vida. A culpa é desagradável? Deveria ser, e é melhor que seja. Sinta-se culpado com freqüência e tenha muito arrependimento. Pessoas que não se arrependem são perigosas. Elas vão dominar e puxar você para baixo.
O quarto capítulo deveria ser intitulado "Você não é tão especial." Há duas gerações estamos a dizer às crianças que elas são especiais. Por isso, hoje temos o surgimento de geração de adultos deprimidos que precisam ser constantemente fortalecidos. Esse indivíduo exigente, impertinente e que se sente cheio de direitos é um neurótico fraco e emocionalmente instável que se apega ao falso otimismo porque a verdade e a realidade são muito assustadoras e difíceis. É preciso perguntar: O que faz todas essas pessoas "especiais" tão especiais? Não há nada especial em um bebê chorão narcisista, e não há quem goste de autopiedade, choradeira ou lamúria.
O quinto capítulo deveria ser intitulado "Como o medo e a preocupação podem salvá-lo." É isso mesmo! O medo é bom, pois existem pessoas más e nações assustadoras cujos líderes querem contaminá-lo com o antraz. O medo é fundamental para a sobrevivência. Aqueles que nada temem não duram muito neste mundo. Quanto à preocupação, o preocupado mostra uma atitude caridosa. Se você realmente se importa, então você não pode deixar de se preocupar. Aqueles que não se importam com nada são os que jamais se preocupam. Não tendo nada com que se preocupar, são indiferentes e emocionalmente separados dos interesses de toda a raça humana. Se alguém lhe diz para parar de se preocupar e começar a viver no presente, lembre-o de que viver no presente é para crianças e animais. Isso não é para adultos.
O sexto capítulo deveria ser intitulado "Por que o sofrimento é bom." A resposta é simples: o conforto debilita, enquanto o sofrimento o torna mais resistente e o fortalece. Como um famoso guru do fitness disse certa vez: "Sem dor não há benefício." Aqueles que sempre estão bem nunca aprendem nem crescem. A melhor educação é conseqüência do fracasso. Se um homem vive todo o tempo sem fracasso, ele não pode ser chamado de "afortunado"; pois ele não aprendeu a verdadeira lição da vida, que é a perda. Quanto mais vivemos, mais perdemos. Com o avanço do tempo, nós perdemos a nossa juventude, a nossa saúde e, finalmente, as nossas vidas. O culto da "vitória" e da "fuga do sofrimento" é artificial e é garantia de um comportamento desajustado.
O sétimo capítulo seria "Perceba quão idiota você realmente é." O antigo ditado "Conhece-te a ti mesmo" é a essência destilada da filosofia. E conhecer a si mesmo é saber que a idiotice é um poço sem fundo. É insondável e sem limite. Não há estupidez que não possa iludir e não há loucura que não possa enganar você. É a célebre frase de Dirty Harry: "Um homem tem de saber suas limitações." Quanto mais esperto você parece a seus próprios olhos, maior a probabilidade de que você esteja se aproximando de um objeto bem sólido prestes a atingir-lhe a cabeça.
Este é o meu conselho a todos: o poder do pensamento negativo é um poder real. E lembrem-se: a palavra mágica é "não".
1 - "Just say no", isto é, "apenas diga não", é o título da campanha anti-drogas do governo Reagan.
2 - "No, we can't", ou seja, "Não, não podemos", é paródia de "Yes, we can!" (Sim, nós podemos!"), lema de campanha de Obama à presidência dos EUA.
Revisão: Alessandro Cota
Fonte: http://www.financialsense.com/stormwatch/geo/pastanalysis/2009/0731.html
BRUNO PONTES | 25 NOVEMBRO 2009
ARTIGOS - TERRORISMO
O falatório humanista do senador não parou na defesa de Battisti. Inácio aproveitou o embalo e louvou a memória de um dos grandes terroristas do século XX.
Essa vai especialmente para os leitores cearenses. Vamos dar uma olhada na agenda do senador Inácio Arruda, que posou orgulhoso para a foto acima (do Estadão). Essa semana Inácio não só foi mimar o pobre Battisti na cadeia (atentem para a bem ensaiada expressão sofrida do italiano) como discursou em sua defesa na tribuna. O assassino comunista pode contar com a solidariedade do senador comunista. Trechos da nota da Agência Senado:
O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) subiu à tribuna na quarta-feira (11) para defender a permanência do italiano Cesare Battisti no Brasil. E disse esperar que o Supremo Tribunal Federal não aceite o pedido de extradição feito pelo governo da Itália - Battisti foi condenado em seu país pela suposta participação em quatro assassinatos, ocorridos na década de 1970.
- Não o conheço pessoalmente, mas ele conta com minha solidariedade - declarou o parlamentar.
Inácio Arruda comparou a eventual extradição de Battisti à de Olga Benario, então esposa de Luís Carlos Prestes, que foi morta em um campo de concentração nazista. Ele também lembrou a tentativa do governo dos Estados Unidos de deportar John Lennon e sua mulher, Yoko Ono, que incomodavam o governo americano com sua postura pacifista e de apoio aos protestos contra a guerra do Vietnan.
Aí está o senador Inácio tentando igualar o regime democrático italiano ao nacional-socialismo. Inversão de valores e falsificação da história, a praxe comunista. E quem é Inácio para simular horror ante os campos de extermínio do nacional-socialismo? É o homem que aplaude os campos de extermínio de Stalin sobre uma pilha de cem milhões de cadáveres produzidos ao redor do mundo pela ideologia comunista. A contagem continua em Cuba, na Coréia do Norte e na China, regimes que também contam com a solidariedade de Inácio Arruda.
O falatório humanista do senador não parou na defesa de Battisti. Inácio aproveitou o embalo e louvou a memória de um dos grandes terroristas do século XX:
Inácio Arruda também homenageou o líder palestino Yasser Arafat, que faleceu há cinco anos, em 11 de novembro de 2004. O senador lembrou que Arafat foi um dos fundadores da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e ressaltou que "ele estava ao lado de seu povo".
- E é preciso lembrar que continuam as ocupações ilegais na Palestina, determinadas por Israel - frisou o parlamentar, acrescentando que "há carrascos e há vítimas".
Yasser Arafat comandou centenas de ataques terroristas contra Israel ao longo de sua carreira como profissional da causa palestina. O homem "que estava ao lado de seu povo" possuía uma fortuna avaliada em dois bilhões de dólares, depositada em bancos suiços. Sua família leva uma existência milionária na área mais chique de Paris, bem longe do Oriente Médio.
Isto é Inácio Arruda e sua moral comunista. "A nossa moral", como dizia Trotsky.
Esta visita serviu para chamar atenção para o fato de que o Brasil não é, como se espalha por aí, o “país mais homofobico do mundo”. Não sou conivente com os preconceitos e discriminações que ocorrem aqui, lógico, mas é inadimissível uma afirmação absurda dessas. É evidente que este rótulo serve bem mais ao Irã, um país que já assassinou mais de 4.000 homossexuais desde a “Revolução Iraniana”, em 1979, e que até hoje persegue e mata gays das formas mais horrendas e abomináveis possíveis.| Brasil | Irã | |
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ND.- El Gobierno de Honduras condecoró este sábado a Alejandro Peña Esclusa, Presidente de la Unión de Organizaciones Democráticas de América, UnoAmérica, con la Orden “José Cecilio del Valle”, en el grado de “Comendador”.
El comunicado oficial expone “considerando que corresponde al Estado de Honduras, enaltecer, honrar y distinguir, a personalidades extrajeras que aportan y contribuyen al progreso de la humanidad, con un espíritu de hermandad y solidaridad, así como una consciencia democrática inclaudicable, el Presidente de la República, Roberto Micheletti, confiere al Señor Alejandro Peña Esclusa la Condecoración de la Orden José Cecilio del Valle en grado de Comendador, en consideración a su contribución con las causas más nobles y justas de los hondureños”.
El comunicado también explica que Peña Esclusa “se ha dedicado a fortalecer los vínculos de amistad entre el pueblo hondureño y el pueblo venezolano; y se ha empeñado en promover y fomentar las cordiales relaciones bilaterales, en su afán de hacer crecer las justas aspiraciones democráticas de todos los hondureños”.
La ceremonia de entrega estuvo presidida por el Ministro de Relaciones Exteriores, Dr. Carlos López Contreras, y por la Viceministra Dra. Martha Lorena Alvarado, y se llevó a cabo en la Academia Diplomática de la Cancillería a las 6:00 de la tarde, hora local.
Una vez recibida la condecoración, el Presidente de UnoAmérica pronunció un breve discurso, donde enalteció la gesta heroica que han librado los hondureños frente todo tipo de presiones y los felicitó por haber logrado su meta de llegar a las elecciones.
Peña Esclusa se encuentra en Tegucigalpa encabezando una delegación internacional de UnoAmérica que participará en la observación de los comicios generales del día de hoy.


Alejandro Peña Esclusa, se encuentra en Honduras, junto con cinco delegados de UnoAmérica que participarán como observadores internacionales de las elecciones que se realizarán el próximo domingo 29. El Dr. Fernando Londoño lo llamó a Tegucigalpa para hacerle una entrevista en su programa La Hora de La Verdad, transmitido por la Cadena Súper de Colombia. Peña Esclusa presenta un informe sobre los comicios y además hace un interesante recuento del panorama regional.
"Segundo fontes militares, o explosivo foi lançado pelo lança-granadas antitanque russo RPG-7. O armamento, que não é usado pelas Forças Armadas, circula na América Central desde os anos 80, quando foi introduzido pelos "contras" da Nicarágua - mercenários recrutados pela CIA com a missão de derrubar os sandinistas - e pela guerrilha salvadorenha." (Assinante da Folha lê AQUI o texto completo de Maisonnave).
Dia desses a grande imprensa internacional veiculou seguidamente matérias a respeito de uma tal Carta de Hamburgo, quando jornais do mundo inteiro discutiram medidas para salvaguardar o direito dos véiculos de comunicação sobre o material jornalístico que produzem e que estaria sendo utilizado indevidamente através da internet.
Concordo que só as grandes empresas jornalísticas têm condições de produzir e apurar a notícia de forma correta e profissional e que para isso investem altos recursos em equipamento e pessoal qualificado e merecem a contrapartida econômica.
Tal iniciativa foi tomada pelos proprietários dos veículos que contabilizam prejuízos desde que começaram a oferecer esse material jornalístico em seus sites. Os jornais, alegam, perderam leitores e as vendas em banca e assinaturas caíram.
Entretanto, este é apenas um lado da história. O que se tem notado nos últimos anos é que a maioria dos jornais não inovou editorialmente e abriga em suas redações um batalhão de jornalistas que continua a cutivar valores, vamos dizer assim, vigentes durante a guerra fria agora embalados numa nova roupagem: o politicamente correto.
Dou dois exemplos: o caso de Honduras é emblemático. Não precisa ser nenhum iluminado para entender que a destituição de Zelaya não foi um golpe de estado nos moldes daqueles havidos nos anos 60. A ação das autoridades hondurenhas refletiu exatamente o que preconiza a Constituição do país. Tanto é que o governo interino assumiu e manteve o calendário eleitoral e em nenhum momento o presidente Micheletti pretendeu usurpar o poder para nele permanecer para sempre, como fazem Hugo Chávez, Correa, Evo Morales e o sandinista da Nicarágua.
Outro exemplo: o caso recente da visita ao Brasil de Ahmadinejad, o financiador do terrorismo e negador do Holocausto, não vi uma censura sequer a partir de escrito de um jornalista da grande imprensa brasileira, exceção ao Reinaldo Azevedo, de Veja. O único artigo a altura véiculado em jornal foi do governador de São Paulo, José Serra na Folha de São Paulo.
Entretanto, na edição desta quinta-feira a mesma Folha de São Paulo, pretendendo uma imparcialidade idiota, publica no mesmo espaço que cedeu a Serra, um artigo do agente bolivariano Top, Top Garcia, defendendo a miserável política externa lulística e a recepção ao antissemita terrorista do Irã.
Lêem jornais as pessoas verdadeiramente alfabetizadas e instruídas. Mas elas representam um extrato diminuto da sociedade. Na medida em que os jornais vão praticando essa política editorial camaleônica perdem esses poucos leitores.
Portanto, não é apenas por causa da internet que os jornais estão decaíndo. Toda essa crise da mídia impressa decorre de uma fatalidade que marca o século XXI: a prevalência da noção do políticamente correto, atrás da qual passaram a se abrigar as viúvas do finado comunismo. O politicamente correto constitui a maior estupidez por se constituir numa tricheira da guerra contra a evidência dos fatos.
E para finalizar: a internet é uma via de duas mãos. Blogs com o estilo editorial deste aqui, por exemplo, fazem diariamente dezenas de links para os sites dos grandes jornais! E são milhares de blogs ao redor do planeta tecendo a crítica, emitindo opinião, debatendo e discutindo o conteúdo gerados pelos jornais. Me refiro a blogs de profissionais e não de aventureiros. Aliás, esse tipo de gente sempre fez jornalismo barato na impensa tradicional e que no jargão das redações são identificados como picaretas.
Dito isto a conclusão só pode ser uma: a Carta de Hamburgo contém meia verdade. Os jornais precisam pensar neste aspecto que acabo de abordar nestas linhas a partir de um evento que ocorre num país pequeno, pobre e até mesmo desconhecido no mundo que é Honduras. Entretanto pode ser que nessa modesta Nação sul-americana esteja nascendo, finalmente, a resistência à tirania que ameça todo o continente.
Falta à imprensa tradicional dizer isto. Falta o seu firme compromisso com a democracia e o repúdio enérgico e permanente a todo e qualquer tipo de tirania.