Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Este vídeo deve ser guardado no coração e na mente
Para além dos milagres
Eric Voegelin usava o termo "fé metastática" para designar a crença ou esperança numa repentina transfiguração da estrutura da realidade e na subseqüente emergência de uma ordem paradisíaca. A expectativa dessa transformação perpassa toda a literatura revolucionária desde o século XVI. Com o tempo, acabou por se tornar uma figura de pensamento incorporada de tal modo nos usos populares, que a ela se pode recorrer com relativa certeza do efeito psicológico, a despeito do fracasso de todas as transfigurações anteriores.
O pressuposto embutido na expectativa revolucionária é que as limitações e entraves à realização dos desejos humanos não vêm da ordem geral do universo nem muito menos da natureza humana, mas de algum fator específico, inessencial e removível, cuja destruição abrirá as portas para um novo reino de felicidade e realizações majestosas. O obstáculo pode ser uma classe social, uma raça, um país, uma religião ou uma instituição. Destruído o inimigo, "tudo será mais belo", como dizia Antonio Gramsci num arremedo de conto de fadas que escreveu para a doutrinação de sua própria filha. Trotski assegurava que, eliminada a exploração capitalista, o potencial de auto-realização humana seria liberado ao ponto de cada varredor de rua ser um novo Leonardo da Vinci. Marx sonhava com um reino de possibilidades ilimitadas no qual não haveria nem mesmo divisão de trabalho e a própria noção de "profissão" seria eliminada: cada cidadão seria operário, artista plástico, gênio das ciências naturais, esportista, militar e político, tudo isso no mesmo dia.
Voegelin enxergava a origem remota da fé metastática revolucionária no profetismo hebraico: "Na profecia de Isaías defrontamo-nos com a esquisitice de que Isaías aconselhasse ao rei de Judá não confiar nas fortificações de Jerusalém ou no fortalecimento do seu exército, mas na fé em Iavé. Se o rei tivesse verdadeira fé, Deus faria o resto, produzindo uma epidemia ou espalhando pânico entre os inimigos, de modo que o perigo para a cidade se dissolveria." Ele confessa que só não usou o termo "magia" para não ofender a memória do profeta, mas a fé metastática – a esperança numa metástase da realidade por efeito de um ato de fé – não passa, no fim das contas, da aposta num poder mágico.
Qual a diferença, então, entre a esperança metastática e a fé em milagres de modo geral? Afinal, uma súbita reversão no curso das batalhas, sem aparente iniciativa humana que a justifique, é algo de bem menos espantoso do que a "dança do sol" em Fátima, testemunhada por setenta mil pessoas. Por que a fé extremada do rei de Judá no auxílio divino seria mais insensata do que a confiança com que três crianças portuguesas, advertidas por Nossa Senhora, compareceram fielmente na data e local marcados para o encontro com um sinal dos céus? Se o rei se abstivesse de construir as fortificações, confiando-se folgadamente à promessa de uma intervenção divina, ele teria rompido por sua própria iniciativa a lógica de causa e efeito, antecipando-se à ação de Deus e apostando em poder controlar a realidade por meio dela. Aí reside a diferença entre a magia e o milagre, ação divina transcendente ao controle humano. Mas o milagre, como se vê no exemplo de Fátima e como eu mesmo expliquei numa conferência recente (resumida por Jack Elliott na revista eletrônica The Voegelin View), não tem nada a ver com uma transfiguração da ordem da realidade: ele é apenas a abertura localizada e temporária do mundo humano para uma ordem de realidade maior e mais abrangente, onde o aparentemente impossível se revela possível, mas só em circunstâncias excepcionais que levam o nome de “milagres” justamente por serem raridades dignas de admiração (mirare, ad-mirare, miraculum). Em torno da área beneficiada pelo milagre, a ordem do universo permanece intacta. A fé metastática, ao contrário, aposta numa transfiguração radical da ordem geral: as possibilidades divinas seriam postas ao alcance humano de maneira universal e definitiva. A fé metastática não imita a estrutura do milagre, mas a do Apocalipse: não se trata de uma intervenção vinda dos céus para alívio e encorajamento dos homens neste vale de lágrimas, mas da transfiguração completa do vale de lágrimas em paraíso de liberdade, paz e abundância. Isso é infinitamente maior do que um simples milagre ou mesmo do que a coleção completa dos milagres registrados desde o início da história humana.
Mais ainda: na visão bíblica, o advento do novo céu e da nova terra só é possível com a extinção do presente universo e a conseqüente absorção da realidade finita na escala do infinito. A fé metastática, ao contrário, despreza essa exigência e se proclama capaz de espremer as possibilidades infinitas dentro das medidas finitas do universo físico presente. Eis por que ela não é fé religiosa: é loucura em sentido estrito. Graças à onipresença da fé metastática entre os componentes da moderna cultura revolucionária, a esperança nessa loucura é hoje em dia uma força latente no inconsciente das massas, podendo ser ativada a qualquer momento, seja para impeli-las à violência genocida ou para transformar um farsante medíocre, um Barack Hussein Obama qualquer, em nova encarnação do Messias.
Supla-pai
Israel ataca túneis na fronteira entre Gaza e Egito
Lula = Obama = terror, crime, revolução
"É fim de papo", decretou Lula, ao baixar a lei do silêncio sobre o caso e acentuar que seu governo não mudará a decisão favorável a Battisti, durante reunião de coordenação política de governo. A ordem foi dada na presença do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que tratou de cumpri-la à risca. "Essas coisas despertam emoções. A melhor maneira de lidar com elas é o tempo", afirmou o chanceler.
Em uma gélida reação à iniciativa da Farnesina de chamar Valensise a Roma, o Itamaraty declarou, por meio de nota, que "o governo brasileiro considera que todos os procedimentos sobre a questão estão sendo seguidos de acordo com a legislação brasileira" (Cavaleiro do Templo: ou seja, o Brasil é na América Latrina (com "r" mesmo) paraíso de terroristas)."Os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais as sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores."
O Itamaraty confia que a Itália não cogitará no rompimento de relações diplomáticas e, como convém a seus interesses econômicos no Brasil, tenderá a igualmente baixar a temperatura de suas reações. Em princípio, o governo italiano terá amplo direito de apresentar seus argumentos diante do Supremo Tribunal Federal (STF), que deverá julgar o pedido de extradição de Battisti no início de fevereiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Venezuela - campode batalha pelo direito de ser um ser humano
NEW YORK -- Con miras a promocionar y coadyuvar a un mejor entendimiento sobre la situación de los derechos humanos en Venezuela, la Human Rights Foundation (HRF) ha estrenado un video de cuatro minutos en YouTube. Este video refleja claramente el clima de hostilidad y el estado de urgencia que enfrentan los venezolanos defensores de la democracia y la libertad.
El proyecto sobre los Caracas Nine pretende humanizar esta lucha contra la persecución política ofreciendo a su vez un espacio de ayuda y protección para quienes padecen y sobreviven a las violaciones de los derechos humanos. Los nueve casos aquí presentados no son de manera alguna un número completo y exhaustivo de los perseguidos políticos en Venezuela, sino más bien un modesto pero significativo reflejo de los más diversos sectores de la sociedad que padecen los atropellos del régimen en sus diferentes grados (militares, periodistas, estudiantes, jueces, artistas y ciudadanos comunes). Con el gobierno del Presidente Hugo Chávez se ha registrado el más elevado número de discriminación política en la historia de Venezuela. Son cada día creciente los elevados índices de violaciones a los derechos humanos, incluyendo casos suficientemente documentados de tortura. Se han registrado más de doscientos casos de arresto indebido, detención arbitraria y múltiples agresiones físicas y verbales a quienes disienten públicamente, haciendo ejercicio de su derecho a manifestar de manera pacífica. Los Caracas Nine representan nueve casos emblemáticos de la tendencia política del gobierno venezolano actual.
Los invitamos a ver el video y a compartirlo con sus amigos. Gran parte de nuestro esfuerzo consiste en liberar a Francisco Usón, un ex ministro del gabinete sentenciado a cinco años y medio en prisión por expresar su preocupación sobre violaciones a derechos humanos; así como promocionar y defender la libertad de todos. Visite www.CaracasNine.com y descubra lo que usted puede hacer por los Caracas Nine.
ACTUALIZADO: Francisco Usón fue liberado el 24 de diciembre bajo libertad condicional. Ver más: www.CaracasNine.com.
Porque Israel está atacando o Hamas?
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Frase muito boa!!!

Innernauta comenta em inglês
A essência do comunismo, por Heitor de Paola
por Heitor De Paola
Heitor de Paola analisa a infinita capacidade de modificação e engodo que o comunismo possui, sempre se apresentando como uma ideologia progressista, apesar de seus horrendos fracassos e crimes.
A razão principal pela qual a maioria das pessoas se deixa enganar pelos embustes comunistas – indivíduos ou países – é a ignorância a respeito da essência do comunismo. Este tem sido sempre apresentado como a visão grandiosa de um futuro brilhante para a Humanidade onde haveria uma verdadeira cooperação entre os homens. Mesmo os que não acreditam nesta falácia e lutam contra ela, acreditam que esta intenção é sincera, mas utópica. Criticam-se os meios para alcançar os nobres fins – mas não se percebe que esta é, exatamente, a falácia.
As idéias assim chamadas socialistas são muito mais antigas do que Marx e Engels. A visão de um mundo menos competitivo com menos pobreza e desigualdade tem povoado os sonhos de inúmeros pensadores. Marx percebeu que este é um sonho impossível e por isto atribuiu a todos eles a qualificação de socialismos utópicos, em oposição ao comunismo, o único socialismo científico.
Em primeiro lugar é preciso deixar claro o que o comunismo não é. Não é um estado social a atingir; não é a ideologia do proletariado; não é um regime político; não é um sonho dos homens de bem; não tem, propriamente falando, uma causa pela qual lutar, um objetivo a atingir nem um processo para atingi-lo.
Olavo de Carvalho tem dito que o comunismo não é um processo político mas uma cultura. Recentemente referiu que: ‘minha tese é que o comunismo não é um "regime" de maneira alguma, mas só o movimento enquanto tal, a "revolução permanente", o desgaste das melhores possibilidades humanas numa agitação feroz e sem finalidade. Afinal, etimologicamente, "revolução" quer dizer girar em círculos’ (comunicação pessoal). Portanto, causa, objetivo e processo se confundem numa coisa só: o comunismo já é, não será. Os fins não justificam os meios, são os próprios meios!
Aprofundando, acredito que a essência do comunismo é ser uma máquina de produção contínua, ininterrupta e eterna de mentiras. Pode-se dizer que Marx se deu conta do caráter utópico dos fins a que se propunham os diversos socialismos e, partindo de uma observação mais acurada da mente humana, chegou ao socialismo ‘científico’: Marx teria percebido – consciente ou inconscientemente – a preferência da Humanidade por mentiras agradáveis a ter que conviver com verdades por vezes dolorosas. Ou a um estado de dúvida, o mais temido e rechaçado de todos – embora o único que pode levar ao estudo e ao verdadeiro conhecimento. Substituiu então o velho lema socialista – a cada um de acordo com seu trabalho – por outro mais agradável - a cada um segundo suas necessidades. Enquanto o primeiro inclui necessariamente algum esforço, o segundo acena com um estado de coisas paradisíaco ou nirvânico no qual todos terão suas necessidades atendidas. A mudança é sutil mas fundamental.
Este estado já foi atingido pelos próprios líderes comunistas: nenhum exerceu qualquer trabalho sistemático por muito tempo. Marx viveu às custas de sua mulher aristocrática e depois, de Engels. Este nunca precisou trabalhar. Lênin formou-se em Direito mas teve uma única causa que abandonou para viver às custas da irmã, depois dos exilados e finalmente do Estado. Mao exerceu por pouco tempo o magistério, Chou Enlai era descendente de ricos mandarins. Fidel só defendeu a si mesmo e desde então vive às custas do Partido e do Estado. Prestes nunca mais trabalhou desde que desertou de forma desonrosa. A lista é infinita e serve para mostrar que, para os mais iguais entre os ‘iguais’ (apud Orwell) a teoria deu certo! Conseguiram recriar o estado aristocrático de parasitas tão indolentes quanto inúteis!
Não foi à toa que Orwell colocou seu personagem principal em 1984, Winston, como funcionário do ‘Ministério da Verdade’, encarregado de produzir mentiras; nem que o jornal principal do comunismo seja A Verdade (Pravda)! A máquina de produzir mentiras começou com Marx e segue até hoje produzindo incansavelmente. Os alegados objetivos do comunismo são como uma cenoura que se amarra na frente do cavalo: sempre perseguida, nunca atingida, pois cada vez que se move, o cavalo empurra a cenoura à sua frente. Assim, quando há alguma crítica ao eufemisticamente chamado socialismo real sempre vem a desculpa que aquilo não era o comunismo ainda, foi desvirtuado pelo stalinismo, o verdadeiro comunismo ainda não foi atingido. Mas nunca o será!, pois não é realmente algo alcançável e o processo de busca se esgota como fim em si mesmo.
Por possuir este caráter polimorfo, protéico, é sempre capaz de escapar a críticas e impossível de ser refutado. Ao mesmo tempo, é extremamente adaptável a qualquer circunstância, até ao fracasso, do qual, como uma Fênix, renasce em nova forma dissimulada, irreconhecível a não ser por um observador que conheça sua essência mentirosa. Realizam-se mudanças meramente cosméticas e se as apresentam como profundas.
Uma outra característica que o torna praticamente invulnerável é o mimetismo. Sabe-se que determinados animais, como o camaleão, mimetizam a cor e o aspecto da árvore em que se encontram para passarem desapercebidos dos seus predadores. Mas é só aparência, um camaleão mimetiza mas não se torna árvore, continua camaleão. Assim o comunismo mimetiza ‘avanços democráticos’, ou ‘liberação econômica’, mas apenas dissimula sua natureza, não deixa de ser o que sempre foi. Só se engana quem precisa ser enganado, embora seja preciso reconhecer que o mimetismo é tão próximo da perfeição que é difícil perceber que continua o mesmo com novas cores e aparências.
Assim foram a Nova Política Econômica de Lênin, os planos Qüinqüenais de Stalin, o Grande Salto a Frente e a Revolução Cultural (que floresçam mil flores - para serem devidamente extirpadas!), de Mao Zedong,
as Quatro Modernizações, de Deng Xiaoping e a Perestroika, de Gorbachëv. Todos não passaram de mimetismo da democracia – o democratismo, com oposição controlada – ou do liberalismo – ‘economia de mercado’ socialista, totalmente controlada pelo Estado. Não apenas se travestem do que não são para evitar ataques, como o fazem como uma armadilha para atrair o inimigo e atacar de volta. Por exemplo, abandona-se a ‘ditadura do proletariado’ por um slogan mais palatável, o do ‘governo de todo o povo’. A abolição do termo ditadura não passa de uma dessas mudanças cosméticas para atrair incautos que acreditam em palavrório e não buscam o conteúdo oculto das palavras.
No nível pessoal isto se traduz pela imensa hipocrisia e desfaçatez que caracteriza individualmente os comunistas e que pode ser expressa com exatidão pela ironia usada por Agamenon Mendes Pedreira (leia-se Casseta e Planeta) do Globo de 23/05/2004: ‘espero um dia poder ser comunista, mas não tenho conta bancária suficiente ainda!’ O que demonstra, a meu ver, o que Olavo de Carvalho denomina ‘o desgaste das melhores possibilidades humanas’: um abandono total das noções éticas e morais.
Mas ai de quem tentar discutir isto a sério: é logo taxado de reacionário, burro, ignorante que não é capaz de perceber o distanciamento de que estes seres magnânimos são capazes.
Fico enojado quando em jantares sofisticados as pessoas comentam a necessidade de um estado socialista para melhorar a distribuição de renda, sem se darem conta de que a cada garfada de faisão e gole de Champagne Cristal, engolem o equivalente a uma semana de comida para toda uma família das que hipocritamente fingem defender.
Mas convenhamos que não é fácil para algumas pessoas se tornarem comunistas. Viktor Kravchenko, em seu livro Escolhi a Liberdade, mostra com crueza o grau de degradação moral e ético, além da corrupção do processo de pensar, que é necessário para um indivíduo assistir a morte por inanição de milhares de semelhantes em nome exatamente da melhora de situação destes mesmos semelhantes – no futuro! – por obra e graça do ‘Plano Qüinqüenal do Genial Paizinho Stalin’. É preciso atingir um nível de organização mental esquizóide, de uma tal divisão da mente – dois sistemas mentais incomunicáveis - que permite que o indivíduo seja capaz de não dialogar consigo mesmo e afastar as objeções morais, éticas ou religiosas que ameaçam com sentimentos de culpa, compaixão e empatia. Mas também de corrupção do próprio processo de pensar, o que torna a verdade cada vez mais persecutória e temida.
Portanto, não se trata aqui de mentiras quaisquer, mentirinhas mais ou menos graves que todos usamos em dadas circunstâncias, conscientemente percebidas como tal. Trata-se de um verdadeiro sistema mentiroso que se aproxima – e freqüentemente atinge – o franco delírio psicótico. Penso que o status ontológico da mentira foi observado pelo psiquiatra e psicanalista britânico Wilfred Bion quando afirmou que ‘a verdade não precisa de um pensador que a pense – ela pré-existe e transcende o pensador, o qual adquire significação ao pensá-la. A mentira, no entanto, só existe em função de ser pensada (inventada) por alguém’, (…) A verdade pertence a um sistema transcendente e como tal, ameaça irromper como algo estranho e ameaçador (…) já a mentira é vista – e é - como criação própria’ conferindo ao mentiroso um sentimento de onipotência e onisciência. (The Lie and the Thinker, in Attention and Interpretation, Tavistock Publications, London).
Mas como estes dois sistemas incomunicáveis não conseguem ser tão estanques como desejariam, é necessária a re-afirmação constante por parte do grupo que partilha ardorosamente a mesma mentira. Por isto, um comunista não existe senão em grupo. Se alguém tenta expressar uma verdade num grupo desses desperta imediatamente intenso ódio e inveja, e maior coesão do grupo – e da mente de cada um em particular que ameaça uma cisão terrível - para reforçar o delírio megalomaníaco e expulsar o perturbador de suas idéias.
É claro que o comunismo é muito mais que isto, mas esta, a meu ver, é a sua essência.
Animais americanos filiam-se a partido político
lhes proporcionem cuidados e a sua subsistência. Esta foto abaixo é de um urso negro democrata de Montana apelidado de...
De como, em tempos soberbamente vis, a comunhão com uma ou duas verdades pode nos tornar Legião
Vocês já devem ter percebido que o chato não é um ser unívoco. O chato é no mínimo Legião, tem mesmo numerosas fuças, não fosse ainda o caso de dizer ser ele uma hidra na qual, para cada cabeça que lhe cortamos, nasce outra e outra - and counting until out of all count. Sob o sol, neste nosso humildíssimo plano de manifestação dos arithmós eidétikos in re, com todas as limitações impostas pela forma do abacateiro e da panturrilha gorda do Ronaldo, convenhamos que é uma perda de tempo ficar a lembrar a todos que determinadas coisas obviamente ruins são - vejam só - precisa e estritamente ruins. Embora haja aí compaixão, dos chatos é esse o chato mais inconveniente, imbuído que está de um senso de dever que nós não tivemos a felicidade de vê-lo guardar apenas para seu cachorrinho de estimação chamado Sucrilho; mas de cujo senso, em parte, dependemos. Imaginem, por exemplo, que a qualquer momento o tempo possa cessar de durar e você não consiga acender um cigarro de tão aterrorizado que está com essa possibilidade. E então, enquanto você deveria estar se concentrando em acender seu cigarro, sai às ruas dando a saber aos outros, com um misto de pantomima e gaguejo, que, bem, “o mundo pode acabar agora mesmo, cara, agora mesmo, eu quis dizer, antes que eu termine essa frase, essa frase, entendeu?” etc. Aqui se incluem - mais um exemplo - ambientalistas que nos mandam reciclar nosso lixo para que os tatus-bolinha não se sintam desconfortáveis ao saírem de seus respectivos buracos para tomar banho de sol. Enfim, este é o chato que está pelo menos um pouquinho certo, quero dizer, infinitamente certo, mas que só o está quanto a um detalhe extremamente ínfimo se devolvido ao plano maior da realidade. E é este chato que, por estar só um pouquinho certo, nos leva a perguntar por que diabos está ali nos falando aquilo - e talvez recorrendo a todos os mais abjetos subterfúgios a fim de dar prova de seu argumento, mesmo que bem intencionado -, se se trata de matéria tão idiota e obviamente ululante.
*
Essa é uma das patologias dos tempos soberbamente vis, durante os quais corremos o risco de nos tornarmos uns chatos portadores de uma ou duas verdades e crermos que a inclinação do eixo planetário delas dependa, de tão imbecis e ineptos que são os outros a ponto de não aceitarem aquelas evidências. Não tenho - entendam de uma vez - como ser a favor, por exemplo, do aborto. Mas me ressinto de ter de, mesmo que só às vezes, muito às vezes mesmo, ficar dizendo que “o aborto é errado por isso e por aquilo”. Quando cercados em todas as frentes pelo erro, o apegarmo-nos a umas duas e mesmas verdades poderá fazer de nossa comunhão a Legião.
O cubo de Marx
| Escrito por Diogo Costa |
| Seg, 26 de Janeiro de 2009 10:46 |

Imagine um cubo de Rubik com sete cores. Os lados permanecem os mesmos seis, mas uma cor extra substitui sete ou oito dos 54 quadradinhos que compõem o cubo. Nesse Rubik de sete cores, não importaria quais quadradinhos coloridos você girasse, e em quais direções; enquanto houvesse mais cores do que lados, você nunca conseguiria resolver o cubo.
Agora imagine que esse cubo não fosse um objeto físico, mas uma teoria. Que em vez de ser manipulado manualmente fosse apenas manipulável intelectualmente. E que fosse tão encantador que sua investigação prometesse bastar para resolver todos os problemas existentes ou imagináveis do mundo.
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Para aqueles que ignorassem o probleminha inicial da sétima cor, o novo cubo teórico de sete cores carregaria em sua absurdidade uma desafiadora atração. Como ele não pode ser resolvido, discussões sem fim poderiam ser travadas sobre o cubo. Teses poderiam ser escritas. Conferências apresentadas. Centros acadêmicos organizados. Com o passar do tempo, haveria escolas de pensamento com diferentes posições, e seus trabalhos lotariam bibliotecas. Os paralelistas diriam que o Rubik de sete cores apenas pode ser compreendido num universo de 10 ou 11 dimensões. Outros ofereceriam a análise dinamista. Afirmariam que a estaticidade final do cubo é uma idealização humana sem referências na práxis rubikiana, e que o verdadeiro cubo deve ser analisado em uma rotatividade ininterrupta e perene dos quadrados coloridos. Os neodinamistas, insatisfeitos, traçariam analogias tipológicas. O mais fantástico é que a impossibilidade intrínseca do cubo permitiria que suas investigações se estendessem interminavelmente. As possibilidades teóricas do Rubik de sete cores seriam limitadas apenas pela imaginação humana.
Várias teorias modernas são cubos de Rubik de sete cores. O marxismo é um cubo de Rubik de sete cores. Sua impossibilidade inerente pode distrair o intelecto eternamente num fascinante absurdo sem que uma solução para o problema real jamais se apresente. E sua sofisticação teórica consegue em sua própria exposição revogar a possibilidade de se fazer as objeções mais fundamentais.
Esse último ponto é aquilo que Eric Voegelin chamava de proibição do questionamento filosófico. “Somos confrontados”, dizia Voegelin, “por pessoas que, como sabem que suas opiniões não conseguem resistir a uma análise crítica, fazem da proibição do exame de suas premissas parte do seu dogma”.
Voegelin usa as obras de Comte, Marx e Nietzsche como exemplos de teorias em que alguma espécie de dogma proibitivo vem embutido. O marxismo não aceita questionamentos que disputem suas críticas à individualidade humana. Esse tipo de questionamento individualista seria uma abstração mental que apenas reflete determinado estágio tecnológico das relações de produção. Mas se são as condições materiais da vida social que determinam nossa consciência, nossa consciência fica impedida de questionar a fundação do determinismo social-materialista. Pior ainda, todo o questionamento fundamental do marxismo é descartado como se fosse a manifestação que prova a verdade marxista. O sujeito da indagação será o eterno objeto demonstrável do marxismo. O argumento ad hominem passa a satisfazer a necessidade por argumentos.
A analogia com o cubo não pode ir muito além com o marxismo porque não estamos falando de um objeto alheio à nossa consciência. Nós somos o cubo de Marx. E como sua teoria se propõe mais real do que a nossa experiência consciente, a confiança na teoria significa uma desconfiança em nossa consciência. O excesso de cores não seria assim uma falha do cubo, mas do nosso espectro ótico. Um daltonismo bem treinado pode revelar lados homogêneos no Rubik de sete cores.
Também a homogeneidade cósmica do marxismo pode ser revelada pelo treinamento de um daltonismo metafísico - um daltonismo cego aos questionamentos filosóficos que poderiam explicar o próprio daltonismo. A razão acaba sendo corrompida da mesma forma que o Rubik de sete cores poderia corromper os sentidos de seus especialistas mais dedicados. E a natureza política do marxismo transforma as diferenças de percepção em um embate ideológico violento. Afinal, em vez de um simples cubo, você é que precisa ser resolvido. E exatamente porque a solução é impossível, a manipulação ideológica sobre as pessoas pode prosseguir infinitamente, tratando cada resistência como prova da necessidade de maior manipulação. No final, o teórico que crê estar decifrando a conjuntura de Poincaré está apenas fazendo de sua consciência um brinquedo defeituoso e tirano.
Fonte: http://www.ordemlivre.org
Nem bem começou e os amigos do terrorista OBAMA o querem para sempre na Presidência. Alguma semelhança com outro país comandado por terrorista?
Vamos provar a imundície que é a MÍDIA BRASILEIRA e sua CLARA OPÇÃO POR UM DOS LADOS?
Obama's own Cabinet member: He's 'an immigrant'
Don't believe Barack Obama's grandmother? Don't believe the ambassador to Kenya? How about Barack Obama's own Cabinet member?
That's right – former presidential candidate and Obama's choice for secretary of commerce, Gov. Bill Richardson, slipped up. In an effort to reach out to the Hispanic community, he admitted what Barack Obama has been trying to hide all these months: "Barack Obama is an immigrant." See it for yourself:
You don't need a translator to understand what Richardson admitted: Barack Obama is NOT a natural born citizen. That means we have a guy who's planning to take over the White House who is in direct violation of the Constitution. And his own Cabinet member says so. That's pretty big news, one would think. But the media has refused to cover it with anything more than a blurb laced with a "this is ridiculous" tone. It is ridiculous – ridiculous that the Constitution means so little that we can't even ensure that it's being followed. It's ridiculous that the story of the century is being ignored by those whose job it is to report it.
But now there's something even more ridiculous: Not only will Fox not report the news regarding Obama's citizenship, now we can't even buy an ad on Fox to allow others to hear about the constitutional crisis we're facing.
CNN is still considering it. Here's the ad text and, as they requested, the information to back up each line:
Heard the rumors about Barack Obama's citizenship?
These are the facts:
The Constitution requires the president to be a natural born citizen.
Text of Article II, Section 1.
Obama's grandmother said she was there when Barack was born in Kenya.
Two tapes of Obama's paternal grandmother:
1. "Native of this village" in Kenya
2. Phone conversation about visiting birthplace
Affidavit of Rev. Kweli Shuhubia
http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=78931
Obama refuses to release his original birth certificate.
Obama's birth certificate sealed ... – Article by Dr. Jerome Corsi, Oct. 26
Instead of a birth certificate, Obama's campaign posted a certification given to those born abroad.
The alleged "Certification of Live Birth"
http://www.newswithviews.com/Devvy/kidd409.htm
Experts have called even that document an "obvious forgery."
Detailed Report by "Dr. Ron Polarik"
http://www.youtube.com/watch?v=fDIVEfVGLBQ
http://web.israelinsider.com/Articles/Politics/12956.htm
http://www.youtube.com/watch?v=MZwON6dKHks&feature=channel
Obama attended school in Indonesia as Barry Soetoro, when only Indonesian citizens were permitted to attend.
Obama's school records list his father as Lolo Soetoro and Obama's citizenship as Indonesian.
For both of the above statements:
http://www.youtube.com/watch?v=gA6_k3NtXZs&feature=channel
http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=72656
Obama traveled to Pakistan in 1981 when it was illegal to enter as a U.S. citizen.
http://sweetness-light.com/archive/obama-says-he-visited-pakistan-in-1981
http://www.pak-times.com/2008/07/10/obamas-larkana-cnnection/
http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=72656
Sixteen lawsuits in 12 states and two cases before the Supreme Court now challenge Obama's citizenship.
Fact: Our Constitution still matters. www.obamaforgery.com
Help us get this ad on television: Go to www.f2a.org and every dollar of your donation will go to airtime from now until Dec. 15 (when the Electoral College voters cast their ballots).
Then let Fox know what you think about the censorship of this ad: 212-301-3000. You can also call CNN and encourage them to take the ad and cover the critical citizenship story: 404-827-1500.
You can see the television ad and two more full-page ads that are running this week in the weekly edition of the Washington Times and Human Events at: www.ObamaForgery.com.
Yes, the Supreme Court said no to the New Jersey citizenship case. But they still have the Pennsylvania and Connecticut cases before them. And there are more than a dozen others that are making their way up to the Supreme Court. I, for one, will not stop asking the critical questions until we have the answers the Constitution demands.
And with all those legal challenges, Grandma, the Kenyan ambassador and now Obama's own Cabinet member all saying that Obama is not qualified to serve as president, rest assured, this issue is not going to go away time soon.
Agenda dos Direitos Civis do terrorista Barack Obama
CIVIL RIGHTS
"The teenagers and college students who left their homes to march in the streets of Birmingham and Montgomery; the mothers who walked instead of taking the bus after a long day of doing somebody else's laundry and cleaning somebody else's kitchen -- they didn't brave fire hoses and Billy clubs so that their grandchildren and their great-grandchildren would still wonder at the beginning of the 21st century whether their vote would be counted; whether their civil rights would be protected by their government; whether justice would be equal and opportunity would be theirs.... We have more work to do."-- Barack Obama, Speech at Howard University, September 28, 2007
President Barack Obama has spent much of his career fighting to strengthen civil rights as a civil rights attorney, community organizer, Illinois State Senator, U.S. Senator, and now as President. Whether promoting economic opportunity, working to improve our nation's education and health system, or protecting the right to vote, President Obama has been a powerful advocate for our civil rights.
- Combat Employment Discrimination: President Obama and Vice President Biden will work to overturn the Supreme Court's recent ruling that curtails racial minorities' and women's ability to challenge pay discrimination. They will also pass the Fair Pay Act, to ensure that women receive equal pay for equal work, and the Employment Non-Discrimination Act, to prohibit discrimination based on sexual orientation or gender identity or expression.
- Expand Hate Crimes Statutes: President Obama and Vice President Biden will strengthen federal hate crimes legislation, expand hate crimes protection by passing the Matthew Shepard Act, and reinvigorate enforcement at the Department of Justice's Criminal Section.
- End Deceptive Voting Practices: President Obama will sign into law his legislation that establishes harsh penalties for those who have engaged in voter fraud and provides voters who have been misinformed with accurate and full information so they can vote.
- End Racial Profiling: President Obama and Vice President Biden will ban racial profiling by federal law enforcement agencies and provide federal incentives to state and local police departments to prohibit the practice.
- Reduce Crime Recidivism by Providing Ex-Offender Support: President Obama and Vice President Biden will provide job training, substance abuse and mental health counseling to ex-offenders, so that they are successfully re-integrated into society. Obama and Biden will also create a prison-to-work incentive program to improve ex-offender employment and job retention rates.
- Eliminate Sentencing Disparities: President Obama and Vice President Biden believe the disparity between sentencing crack and powder-based cocaine is wrong and should be completely eliminated.
- Expand Use of Drug Courts: President Obama and Vice President Biden will give first-time, non-violent offenders a chance to serve their sentence, where appropriate, in the type of drug rehabilitation programs that have proven to work better than a prison term in changing bad behavior.
Support for the LGBT Community
"While we have come a long way since the Stonewall riots in 1969, we still have a lot of work to do. Too often, the issue of LGBT rights is exploited by those seeking to divide us. But at its core, this issue is about who we are as Americans. It's about whether this nation is going to live up to its founding promise of equality by treating all its citizens with dignity and respect."-- Barack Obama, June 1, 2007
- Expand Hate Crimes Statutes: In 2004, crimes against LGBT Americans constituted the third-highest category of hate crime reported and made up more than 15 percent of such crimes. President Obama cosponsored legislation that would expand federal jurisdiction to include violent hate crimes perpetrated because of race, color, religion, national origin, sexual orientation, gender identity, or physical disability. As a state senator, President Obama passed tough legislation that made hate crimes and conspiracy to commit them against the law.
- Fight Workplace Discrimination: President Obama supports the Employment Non-Discrimination Act, and believes that our anti-discrimination employment laws should be expanded to include sexual orientation and gender identity. While an increasing number of employers have extended benefits to their employees' domestic partners, discrimination based on sexual orientation in the workplace occurs with no federal legal remedy. The President also sponsored legislation in the Illinois State Senate that would ban employment discrimination on the basis of sexual orientation.
- Support Full Civil Unions and Federal Rights for LGBT Couples: President Obama supports full civil unions that give same-sex couples legal rights and privileges equal to those of married couples. Obama also believes we need to repeal the Defense of Marriage Act and enact legislation that would ensure that the 1,100+ federal legal rights and benefits currently provided on the basis of marital status are extended to same-sex couples in civil unions and other legally-recognized unions. These rights and benefits include the right to assist a loved one in times of emergency, the right to equal health insurance and other employment benefits, and property rights.
- Oppose a Constitutional Ban on Same-Sex Marriage: President Obama voted against the Federal Marriage Amendment in 2006 which would have defined marriage as between a man and a woman and prevented judicial extension of marriage-like rights to same-sex or other unmarried couples.
- Repeal Don't Ask-Don't Tell: President Obama agrees with former Chairman of the Joint Chiefs of Staff John Shalikashvili and other military experts that we need to repeal the "don't ask, don't tell" policy. The key test for military service should be patriotism, a sense of duty, and a willingness to serve. Discrimination should be prohibited. The U.S. government has spent millions of dollars replacing troops kicked out of the military because of their sexual orientation. Additionally, more than 300 language experts have been fired under this policy, including more than 50 who are fluent in Arabic. The President will work with military leaders to repeal the current policy and ensure it helps accomplish our national defense goals.
- Expand Adoption Rights: President Obama believes that we must ensure adoption rights for all couples and individuals, regardless of their sexual orientation. He thinks that a child will benefit from a healthy and loving home, whether the parents are gay or not.
- Promote AIDS Prevention: In the first year of his presidency, President Obama will develop and begin to implement a comprehensive national HIV/AIDS strategy that includes all federal agencies. The strategy will be designed to reduce HIV infections, increase access to care and reduce HIV-related health disparities. The President will support common sense approaches including age-appropriate sex education that includes information about contraception, combating infection within our prison population through education and contraception, and distributing contraceptives through our public health system. The President also supports lifting the federal ban on needle exchange, which could dramatically reduce rates of infection among drug users. President Obama has also been willing to confront the stigma -- too often tied to homophobia -- that continues to surround HIV/AIDS.
- Empower Women to Prevent HIV/AIDS: In the United States, the percentage of women diagnosed with AIDS has quadrupled over the last 20 years. Today, women account for more than one quarter of all new HIV/AIDS diagnoses. President Obama introduced the Microbicide Development Act, which will accelerate the development of products that empower women in the battle against AIDS. Microbicides are a class of products currently under development that women apply topically to prevent transmission of HIV and other infections.
Obama, o indonésio I - sobre como se faz um mito através da mídia (aqui temos o Lula, exatamente o mesmo caso)
Fox, CNN, MSNBC refuse ads questioning Barack's eligibility
12:14 am Eastern
© 2009 WorldNetDaily
Barack Obama's campaign officials and transition office repeatedly have rejected reporters' requests for comment on questions raised over his lack of documentation regarding his birth and the resulting concerns over his eligibility to be president. Now a number of media organizations apparently don't want questions raised either.
WND columnist Janet Porter told WND she found that out when her organization, Faith2Action.org, tried to purchase airtime to publicize information about the eligibility concerns.
She told WND that national networks that refused to sell her time for a 60-second commercial included CNBC, MSNBC, Headline News, CNN and Fox. Washington, D.C., outlets for the same organizations did the same.
"With the date for congressional approval (of the Electoral College today), we wanted them to have access to the facts," she told WND. "Congress is sworn to uphold the Constitution."
She said the donors who contributed the funding that was to be used for the ads were being contacted to find out whether they wanted to reach another direction in the media.
"Heard rumors about Barack Obama's citizenship? These are the facts," the ad states.
It cites a statement from the president-elect's paternal grandmother that she was present at his birth in Kenya, his refusal to release his original birth certificate, his attendance at school in Indonesia "as Barry Soetoro when only Indonesia citizens were permitted to attend," and Obama's travel to Pakistan in 1981 "when it was illegal to enter as a U.S. citizen."
It concludes, "Our Constitution still matters."
"As requested, we backed up every sentence of this ad, and still it was rejected," Porter said. "What does that say about freedom of speech when we not only cannot count on the media to cover the story, but we can't even buy time to publicize what may be the biggest story of the century."
She raised several questions about the issue in her recent column.
"What if an impostor from another country ran for the presidency and won?" she asks. "What if the media blocked any news of his birthplace and citizenship? What if the media censorship even blocked paid advertising which tried to expose it?
"What if no one had the courage to challenge or verify it? What if he was inaugurated illegally? What if the military had to answer to a commander in chief who was illegitimate? What if every law he signed was invalid?"
And, she wonders, "What if it all happened on our watch?"
WND reported the U.S. Supreme Court has scheduled Friday a conference – a private meeting at which justices consider whether to take individual cases – on a lawsuit challenging Obama's eligibility.
Twice before the justices have heard the questions, and twice before they've decided to ignore them.
The lingering questions continue to leave a cloud over the impending presidency of a man whose relatives have reported he was born in Kenya and who has decided, for whatever reason, not to release a bona fide copy of his original birth certificate in its complete form.
Multiple lawsuits have been filed around the nation alleging Obama does not meet the "natural born citizen" clause of the U.S. Constitution, Article 2, Section 1, which reads, "No Person except a natural born Citizen, or a Citizen of the United States, at the time of the Adoption of this Constitution, shall be eligible to the Office of President."
Some of the legal challenges have alleged Obama was not born in Hawaii, as he insists, but in Kenya. The woman identified by Obama as his American mother, the suits contend, was too young at the time of his birth to confer American citizenship to her son under the law at the time – especially if it took place in a foreign country and the man identified as his father, Barack Obama Sr., was a Kenyan citizen.
Other challenges also have focused on Obama's citizenship through his father, a Kenyan subject to the jurisdiction of the United Kingdom at the time of his birth, thus making him a dual citizen. Such cases contend the framers of the Constitution excluded dual citizens from qualifying as natural born.
Several details of Obama's past have added twists to the question of his eligibility and citizenship, including his family's move to Indonesia when he was a child, his travel to Pakistan in the '80s when such travel was forbidden to American citizens and conflicting reports from Obama's family about his place of birth.
On Friday the justices will consider Philip J. Berg's Petition for Writ of Certiorari.
"This is a historic occasion that will impact the office of the president of the United States as never before. No one has ever brought an action against a president-elect candidate challenging his eligibility to serve based on the 'natural born' citizen requirement provided in the United States Constitution, Article II Section 1," said a statement on Berg'sObamaCrimes.com website.
Berg suggested if Obama "is allowed to be sworn in as president of the United States, there will be substantial and irrevocable harm to the stability of the United States of America and to its citizens."
"Because Barack Obama is not a 'natural born' citizen as required by the United States Constitution, then all of his actions as president would be null and void," Berg said.
Last month, WND reported similar concerns raised in a lawsuit filed in California.
"Should Senator Obama be discovered, after he takes office, to be ineligible for the Office of President of the United States of America and, thereby, his election declared void," argues a case brought on behalf of Ambassador Alan Keyes, also a presidential candidate. "Americans will suffer irreparable harm in that (a) usurper will be sitting as the President of the United States, and none of the treaties, laws, or executive orders signed by him will be valid or legal."
Berg, who has another case on the issue pending on behalf of a retired military officer, earlier stated, "I am determined, on behalf of the 320 million citizens in the United States, to see that 'our U.S. Constitution' is followed. Specifically, in the case of Soetoro a/k/a Obama, does he meet the constitutional qualifications for president?
"I am appalled that the mainstream media continue to ignore this issue as we are headed to a 'constitutional crisis.' There is nothing more important than our U.S. Constitution and it must be enforced," he said.
The Supreme Court also has another hearing on an issue raised by Berg for Jan. 16, and the Supreme Court just confirmed today yet another conference is scheduled Jan. 23 on a separate case, this one handled by California attorney Orly Taitz, challenging Obama's eligibility.
Because of the high stakes, WND earlier launched a letter campaign to contact Electoral College members and urge them to review the controversy.
That followed a campaign that sent more than 60,000 letters by overnight delivery to the U.S. Supreme Court when one case contesting Obama's eligibility for the Oval Office was pending.
A separate petition, already signed by more than 200,000 also is ongoing asking authorities in the election to seek proof Obama was born in the U.S. or that he fulfills the "natural-born American" clause in the Constitution.
WND senior reporter Jerome Corsi went to both Kenya and Hawaii prior to the election to investigate issues surrounding Obama's birth. But his research and discoveries only raised more questions.
The biggest question was why, if a Hawaii birth certificate exists as his campaign has stated, Obama hasn't simply ordered it made available to settle the rumors
The governor's office in Hawaii said there is a valid certificate but rejected requests for access and left ambiguous its origin: Does the certificate on file with the Department of Health indicate a Hawaii birth or was it generated after the Obama family registered a Kenyan birth in Hawaii?
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
