Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

domingo, 17 de agosto de 2008

UM CRIME PATROCINADO PELO ESTADO TERRORISTA DO LULA/PT

Do blog MOVCC

"MARCHA A RORAIMA" CONSEGUE FURAR BLOQUEIO

A operação realizada por integrantes do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra de Roraima (MST), Movimento das Mulheres Camponesas de Roraima (MMC), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Central Única dos Trabalhadores (CUT), ontem, não foi suficiente para impedir a chegada da “Marcha a Roraima” ao Estado.

Os manifestantes começaram a se organizar por volta das 7h, entretanto, apenas às 17h obstruíram o trecho da rodovia BR-174, a cerca de 10 quilômetros da sede do Município de Mucajaí, no sentido Boa Vista/Manaus, em frente do acampamento Irmã Dorothy Stang, em área invadida pelo MST.

Pedaços de madeira, pneus, galhos de árvores e uma barreira humana impediam que veículos passassem em dois pontos da estrada. Cerca de 600 metros, segundo estimativa de James Rocha, um dos dirigentes do MST, separavam um local bloqueado do outro.

Após mais de 12h de mobilização, que foi arquitetada por entidades no movimento realizado no último dia 13, na Praça do Centro Cívico, teve um desfecho pacífico, por volta das 20h, embora já tivesse causado grandes transtornos a inúmeras pessoas que ficaram impedidos de passar pelo bloqueio no sentido Manaus/Boa Vista e Boa Vista/Manaus.

“Queremos ouvir quais as propostas e projetos destes produtores para a nossa terra. Eles devem nos dar explicações sobre as intenções deles em nosso Estado. Caso os produtores do Mato Grosso não queiram negociar, vamos impedir que cheguem à Capital”, afirmou Terêncio Manduca, vice-coordenador do CIR.

Porém, as explicações que Manduca queria ouvir ficaram para outra ocasião, pois cerca de 12 do total de 19 caminhonetes, que carregavam os produtores vindos de diferentes municípios do Mato Grosso, conseguiram fazer um desvio e chegar ao Município de Mucajaí.

Para evitar o confronto, a comitiva contou com a ajuda de policiais militares de Caracaraí, que os guiaram pela Vicinal do Roxinho, uma estrada sem asfalto cuja entrada é no Município de Iracema e saída em Mucajaí.

Os produtores chegaram por volta das 19h30 a Mucajaí. Muito exaltados, pois sete veículos se perderam da comitiva que fez o desvio pela Vicinal do Roxinho, estrada sem asfalto que liga Iracema a Mucajaí, eles explicaram que só dariam entrevistas à imprensa depois da chegada deles a Boa Vista.

Conforme Manduca, 150 indígenas das etnias Macuxi e Wapixana estavam no local, desde as 12h, esperando o comboio. Foram três ônibus alugados para levá-los até o local. “Sabemos o horário de chegada, entretanto, não temos previsão para irmos embora, por isso estamos com mantimentos e preparados para passar a noite aqui de plantão”, relatava Manduca.

Por volta das 18h30, a situação já causava revoltada nos cerca de 20 carros enfileirados ao lado da pista esperando a resolução do problema para irem até a Capital. Um deles era o técnico em enfermagem Daniel Zanona, 22, que havia saído às 12h do Município de Caroebe, a mais de 350 km de Boa Vista.

Zanona voltava da comunidade indígena de Jatapu, em Caroebe, onde presta atendimento de saúde aos índios, por meio de convênio entre CIR e Fundação Nacional de Saúde (Funasa), e na qual estava há mais de 12 dias. “A população tem todo o direito de reclamar, porém não pode atrapalhar a vida de outras pessoas. Estão nos privando do nosso direito de cidadãos de ir e vir”, disse Zanona.

Entretanto, as opiniões divergiam em relação ao bloqueio. David Albano, analista judiciário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que trabalha em Caracaraí, município a cerca de 150 km da Capital, era um dos favoráveis a situação, embora tenha afirmado que não é favor nem contra a demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol.

“Estas pessoas estão exercendo um direito delas, pois é uma das poucas formas que eles têm de chamar a atenção da população roraimense à causa defendida por eles”, opinou Albano. Conforme o analista, a viagem dele até Boa Vista era a serviço, pois pretendia entregar documentos ao TRE de Boa Vista, algo que foi adiado até a próxima segunda.

POLÍCIAS - Neste mesmo horário, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já havia deixado os 36 homens do efetivo da instituição em alerta. “Estamos aqui para garantir que não haja conflito e evitar que prejuízos ao patrimônio público e de terceiros não aconteçam”, disse o inspetor da PRF, Tarcísio Melo.

Apesar da possibilidade de conflito, primeiro entre manifestantes e produtores, depois entre a população impedida de trafegar na rodovia, que com o passar do tempo aumentava a irritação, e os bloqueadores, havia apenas dois policiais da PRF, dois da Polícia Federal, dois da Força Nacional, 15 policiais civis e quatro militares.

Embora existisse um grande número de materiais que bloqueavam a passagem, e até mesmo fogo ateado em pneus, sempre que uma ambulância ou outros tipos de veículos com pessoas doentes necessitavam passar era removida parte dos entulhos para possibilitar a passagem. “Pelo menos estes carros eles permitem que transitem, confesso estar mais aliviado com esta iniciativa”, disse Albano.

Motorista temia explosão de combustível

O motorista de caminhão–tanque Veraldo da Silva, que vinha do Município de Caracaraí, após ter passado o dia carregando o veículo de gasolina na base da Petrobras, temia que um confronto acontecesse e, devido a isto, deixou o transporte a cerca de 500 metros do tumulto.

“Carrego um produto inflamável que não pode ficar por muito tempo no tanque, pois é perigoso. A ameaça aumenta com a possibilidade de um confronto com fogo que poderia provocar uma explosão, caso o meu caminhão estivesse muito próximo”, relatou Silva.

O caminhoneiro era uma das muitas pessoas que se diziam prejudicadas e irritadas com a situação. “Meu telefone está descarregado, minha filha ficou em casa doente, não almocei e preciso levar a gasolina para abastecer o posto no qual trabalho. Essa manifestação é uma vergonha, pois está me impedindo de trabalhar”, reclamou.

MST mobiliza acampados

Um dos representantes do MST em Roraima, James Rocha, demonstrou apoio à comunidade indígena que luta pela permanência da demarcação contínua da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Para demonstrar a adesão do movimento à causa, o local do bloqueio da rodovia BR-174 foi em frente ao acampamento Dorothy Stang, a cerca de 10 km de Mucajaí.

Segundo Rocha, vivem à beira da rodovia 180 famílias, totalizando 320 pessoas, e a situação das duas comunidades, indígena e sem terras, são semelhantes, por isso devem unir forças para lutar contra os latifundiários e impedir que pessoas de outros estados se envolvam com os problemas locais.

“Realizamos um ato legítimo em reivindicação a melhorias para a população sofredora de Roraima. Nós somos pacíficos e não pretendemos criar conflitos, mas queremos explicações destes produtores vindos de outras regiões para se meter em nossos assuntos”, afirmava Rocha.

Cleidiane Freitas, 27, solteira, agricultora, um filho de 6 outro de 2 anos, está no acampamento desde que ele foi organizado, em março deste ano, e afirmou concordar com as lutas dos índios. “Se for possível, fico a noite inteira de plantão para resolvermos esta situação. Queremos uma resposta quanto aos interesses destas pessoas em Roraima. Acho um absurdo que eles tenham tanta terra e nós, agricultores familiares, não tenhamos nada”, reclamou Cleidiane.

O acampamento Dorothy Stang, segundo Rocha, é uma região com cerca de 30 mil hectares e reivindicada por famílias sem terras. Elas afirmam que o local está abandonado há mais de 16 anos e é uma área improdutiva, contudo, aguardam que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) regularize a situação, porém, para isto ocorrer é necessário esperar que possíveis donos se manifestem.

Empresa de ônibus planejava baldeação

Uma empresa de transporte rodoviário de Roraima planejava realizar baldeação caso a situação não fosse resolvida até 00h. Juntamente com cerca de 150 veículos impossibilitados de passar estavam quatro ônibus, dos quais dois iam para Manaus (AM) e dois vinham até Boa Vista.

Segundo José Ferreira, motorista de um destes veículos que saiu às 18h da Capital com destino a Manaus, o ônibus que ele dirigia estava com 24 passageiros aguardando apreensivos a liberação da pista.

“Comuniquei o que está acontecendo aos meus superiores e, se houver liberação da rodovia até 00h, será necessário fazer baldeação, sendo que as pessoas dos dois ônibus com destino a Boa vista passarão para os veículos que irão até a capital amazonense e vice-versa”, disse. Por WILLAME SOUSA – Folha de Boa Vista

ÔNIBUS CAPOTA NA BR-174; POLÍCIA CONFIRMA MORTOS E FERIDOS, INCLUSIVE BEBÊ

Hoje, por volta das 6 horas, um, ônibus da empresa de transporte interestadual Amatur, que vinha de Manaus com 37 passageiros em direção a Boa Vista, capotou nas proximidades da ponte de Mucajaí e sete pessoas morreram, entre elas quatro homens, duas mulheres e um bebê de 40 dias.

As informações obtidas pela equipe de reportagem da Folha foram de que o ônibus capotou ao tentar desviar de uma carreta que estava na contramão. Neste momento, equipes da Polícia Militar, PRF, Bombeiros e Defesa Civil estão mobilizadas no resgate dos acidentados. O trabalho estaria complicado, pois muitos ainda estão presos dentro do ônibus.Quatro ambulâncias estão posicionadas no local para transportar os acidentados e uma já chegou em Boa Vista, trazendo os feridos para o Pronto Socorro Francisco Elesbão. Redação Folha de Boa Vista

A escória de Ciro

Do portal O TEMPO ONLINE
Por VITTORIO MEDIOLI, 20/04/2008

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Recebi uma carta da Assembléia Legislativa de Minas que informa o voto de repúdio ao Ciro Gomes subscrito por 16 deputados. Motivo do qüiproquó é a declaração de 20 de março do ex-governador do Ceará, "Aqui o que eu vejo é que a escória da política não tem espaço.

A hegemonia moral e intelectual que preside esse movimento que Minas está fazendo é tão eloqüente e importante que a escória da política deve estar apavorada com isso". Ciro abriu assim as comportas da insolência, mais uma vez, contra os que não aprovam a aliança PT/PSDB, aliança em volta de seu pupilo e ex-secretário Márcio Lacerda para prefeito de Belo Horizonte.

Quem não quer saber dessa aliança em Minas são pessoas (talvez não atinou o boquirroto) como os ministros Luiz Dulci e Patrus Ananias que representam a vertente mais "moral e intelectual" do PT.

Mas há muitos outros, que possuindo uma intelectualidade mais avantajada que a tropa de "comissionados e apadrinhados", enxergam na aliança Frankestein um casuísmo. Melhor, uma fórmula sutil de golpe branco que tolherá o eleitor de Belo Horizonte do direito de escolha. Dar-se-ia uma eleição que lembra as eleições em Cuba durante os últimos 50 anos.

Lá vence apenas um partido porque existe só um e apenas um candidato. Castra-se assim como machado o princípio básico da democracia moderna, a alternância no governo e na oposição fiscalizadora.

Não sei que "intelectualidade" pode se ajoelhar a uma fórmula sem propostas, sem programas, sem meta diferente que o poder pessoal de algumas pessoas diretas, beneficiárias desse acordo.

Ciro provavelmente tem algo a ganhar também, mas não o revela. O ex-governador se agita para defender a escolha de seu pupilo Marcio de Lacerda, ex-tesoureiro de sua campanha, ex-secretário executivo de seu ministério e titular (segundo a "Folha de S.Paulo") de 82% das doações para a campanha presidencial de Ciro em 2002.

Ainda principal articulador da transposição do São Francisco que assalta a região mais pobre de Minas em suas parcas reservas para o futuro. E por falar de "moral", ingrediente que Ciro usa como se fosse sua exclusividade, Marcos Valério declarou, e nunca desmentiu ter entregado a Lacerda R$ 1 milhão para cobrir dívidas de campanha de Ciro.

Ciro, na época, afirmou que processaria Marcos Valério por essa infâmia. Ele o fez? Mesmo com isso consegue enxergar uma "hegemonia moral" ao lado de seu pupilo, como se fosse hegemonia quem conspira contra seu próprio Estado, e uma "escória da política" que se opõe.

Em sua terra natal, Ciro considera "hegemonia moral" o irmão governador que viaja à Europa com mulher e sogra em jatinho alugado por R$ 388,5 mil, ainda com direito a diárias, e "escória" quem protesta por este assalto ao erário do paupérrimo Ceará. Afinal, de que lado está a escória de Ciro?

O empastelamento do Novo Jornal

Do blog TAMOS COM RAIVA
Por José de Castro, sexta-feira, 15 de agosto de 2008

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O dia 14 de agosto de 2008, véspera do feriado religioso dedicado à Padroeira de Minas, bem que poderia entrar para a história como o marco inicial da censura oficial à Internet no Estado.

Às três da tarde, acessei o site do Novo Jornal, única publicação diária mineira que publica notícias contrárias ao governo Aécio Neves. Em vez da página habitual, lia-se ali, em letras garrafais sobre o desenho de uma lente daquele tipo usado por Sherlock Holmes, o seguinte: "Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Esta página foi suspensa por medida cautelar judicial e o conteúdo do site é objeto de apuração por indícios de prática de crimes. Promotoria Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos".

Dei a notícia, logo em seguida, em páginas de comentários dos sites Observatório da Imprensa e Comunique-se e nos blogs Tamos com Raiva, Fernando Massote e Luis Nassif, para ver qual seria a reação. Não foi bem uma surpresa, quando verifiquei, até o momento em que escrevo este artigo, que foi nenhuma. Se fosse uma censura à Internet na China...

Luis Nassif vem-se destacando, nos últimos meses, pela análise destrutiva ao jornalismo tipo "assassinato de reputação" praticado pela revista Veja. Qual teria sido a reação a um empastelamento da principal revista da Editora Abril, por causa de notícias tidas como ofensivas, injuriosas ou caluniosas?

Para o empastelamento virtual do Novo Jornal, as justificativas, destacadas pelo jornal O Tempo de hoje, na página 8, foram: "Acusado de calúnia, site 'Novo Jornal' sai da Internet. De acordo com Ministério Público, site difama autoridades estaduais e federais".

O jornal O Tempo pertence ao empresário e ex-deputado federal tucano (por 16 anos) Vitório Medioli, um italiano naturalizado brasileiro que chegou a Minas atraído pelos empreendimentos da Fiat no Estado e que hoje transporta os carros zero produzidos pela Fiat Automóveis para concessionárias do Brasil todo e de alguns países latino-americanos. É um aliado fiel do governador Aécio Neves e seu jornal foi o único a dar a notícia (pelo menos entre aqueles que pesquisei na Internet). Por coincidência, em julho passado, o Novo Jornal publicou denúncia envolvendo uma empresa do grupo Fiat e uma empresa do governo mineiro, a Codemig. Na véspera do empastelamento, ele voltou ao assunto, informando que o Ministério Público Estadual estaria apurando a denúncia. Ou seja, atirou no que viu, acertou no que não viu.

O Tempo parece ter se limitado a ouvir o Ministério Público Estadual (embora afirme que procurou o dono do Novo Jornal, mas este não quis falar; eu procurei e não o achei), não buscando o contraditório em outras fontes, conforme as práticas do bom jornalismo. Talvez o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, Aloísio Moraes Martins, que foi um dos donos de um jornal alternativo na época da ditadura, o De Fato, tivesse o que falar. Mas o sindicato parece que só soube do ocorrido à noite, quando pôs em seu site uma informação apressada, para não passar por omisso. Informou apenas, em grandes letras: "A Promotoria Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos do Ministério Público Estadual tirou do ar hoje, dia 14 de agosto, o site www.novojornal.com.br . Justificativa do MPE: "Esta página foi suspensa por medida cautelar judicial e o conteúdo do site é objeto de apuração por indício de prática de crimes"'.

Mais sucinto, impossível.

O Tempo, em reportagem assinada por Renata Freitas, diz que a exibição do site do Novo Jornal foi suspensa na tarde de ontem pela "Operação Anonymus", organizada em conjunto entre a Promotoria Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos e a Polícia Militar. "A equipe cumpriu mandados de busca e apreensão no escritório do site que está sendo investigado por indícios de práticas de crimes, dentre eles, o de não ter identificação pelo responsável pelas notícias veiculadas. O processo corre sob sigilo judiciário". (Meio ridículo o nome da operação, mas isso é o de menos.)

Diz ainda que a promotoria recebeu representação criminal reclamando que desde 2007 o site "publicava matérias atentatórias à honra de autoridades públicas federais e estaduais. As matérias publicadas incluíam ataques ao procurador geral de Justiça, Jarbas Soares Junior, e principalmente ao governador Aécio Neves (PSDB)".

Como se lembram, em novembro de 2007, o ex-vice-governador mineiro Walfrido dos Mares Guia se viu apanhado em denúncias de envolvimento com Marcos Valério, o operador do Mensalão, e acabou pedindo demissão do Ministério das Relações Institucionais. O Novo Jornal, na imprensa mineira, à exceção do Tamos com Raiva e do blog do Fernando Massote, foi o único que destacou esse envolvimento. E não arrefeceu depois disso.

Voltando a O Tempo. De acordo com o Ministério Público, diz o jornal, "instaurado o Procedimento Investigatório Criminal, constatou-se que não há identificação do responsável pelo site – que se intitula jornal, fato que fere frontalmente a Constituição Federal que prevê que é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato, além da Lei de Imprensa, que se aplica à Internet".

Eu mesmo já havia criticado isso, em comentário no Observatório da Imprensa, em fevereiro de 2007. Preocupava-me não a falta do nome de um responsável, pois era fácil descobri-lo (tanto que o dono, Marco Aurélio Flores Carone, responde a alguns processos por causa do Novo Jornal) e isso não é impeditivo, em qualquer democracia verdadeira, para a existência de um jornal. "Ele teria mais credibilidade se quem escreve ali mostrasse a cara", eu disse comentando uma informação de Ivan Moraes.

Na época, o Novo Jornal dizia que o Conselho de Administração da Cemig havia decidido que a estatal participaria da RME Minas Energia Participações S/A, que teria assumido o pagamento da dívida do Grupo Globo. Não acho, eu acrescentei no meu comentário, "que o diretor do Novo Jornal precise se esconder, se estiver escrevendo com base em documentos e fatos e em opiniões bem fundamentadas, pois a Constituição lhe garante o direito de opinar. Não precisamos ainda mudar para Londres como fez o primeiro jornalista brasileiro, lá nos primórdios do Século XIX, quando combatia sei lá o quê".

Pois é, pelo andar da carruagem, vamos ter que mudar para Pasárgada, como queria fazer Manoel Bandeira, pois lá somos amigos do rei...

Mas como se deu o empastelamento do Novo Jornal? Revela O Tempo: "A promotoria ingressou com medida cautelar para impedir o funcionamento da página da Internet enquanto ela estiver sob apuração, e obteve o domínio e exibição de página-aviso do Ministério Público Estadual (PME). Também houve a busca e apreensão de computadores".

E não quer parar por aí. Quem quiser denunciar este artigo, tem como, de acordo ainda com o jornal de Medioli: "A promotoria disse, ainda, que abriu um canal de denúncia, através do e-mail crimedigital@mp.mg.gov.br." Espero que não façam, pois eu não teria recursos financeiros para me defender. A justiça é cara e demorada.

O governo de Minas parece que tinha muita pressa para resolver essa questão com o Novo Jornal. Segundo O Tempo, "a Promotoria Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos foi criada em Belo Horizonte em 16 de julho deste ano. Com o crescente número de crimes praticados por usuários da rede, o MPE decidiu pela sua implantação. A promotoria atua como um órgão de suporte aos promotores de Justiça que atuam na área criminal e agiliza o atendimento às vítimas". E acrescenta, citando uma pessoa identificada como Vanessa Fusco: "A estratégia é agir proativamente no enfrentamento desse tipo de crime, que vem crescendo principalmente com a chegada da banda larga às cidades do interior". E conclui: "Um projeto de autoria do senador Eduardo Azeredo (PSDB) prevê a tipificação da conduta dos crimes praticados na Internet".

Ah, Eduardo Azeredo! Aquele que era governador quando Walfrido dos Mares Guia era vice. Aquele do "mensalão mineiro". Faz sentido.

Mas por que não esperar que o presidente Lula, amigo e aliado de Aécio Neves na campanha para eleger o próximo prefeito de Belo Horizonte, sancione a lei de Azeredo, antes de fechar o Novo Jornal, com base numa lei da ditadura? Por que a pressa? Será que Lula não vai entrar nessa? É isso? Oh, dúvida! Mas de uma coisa tenho certeza. A data escolhida para o massacre de São Bartolomeu... ops, do Novo Jornal, não poderia ser melhor. Véspera de um feriadão, pernas para o ar que ninguém é de ferro. E na segunda-feira, quando o pessoal voltar ao batente, é assunto velho, estará tudo esquecido. Eu mesmo, para redigir este artigo, telefonei para muita gente, inclusive o presidente do Sindicato de Jornalistas, e não consegui falar com ninguém. Deve ter acontecido a mesma coisa, ontem, com a esforçada repórter de O Tempo.


Crime (???) na internet

Do blog COTURNO NOTURNO
Sábado, 16 de Agosto de 2008

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Aconteceu em Minas um avant première dos efeitos da lei contra a liberdade de imprensa na internet, de autoria do chefe do mensalão mineiro, senador Eduardo Azeredo, que está para ser aprovada. O site Novo Jornal foi tirado do ar pelo Ministério Público Estadual, através da novíssima Promotoria Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos, fundado em 16 de julho passado.

De acordo com o MP, "instaurado o Procedimento Investigatório Criminal, constatou-se que não há identificação do responsável pelo site - que se intitula jornal, fato que fere frontalmente a Constituição Federal que prevê que é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato, além da Lei de Imprensa, que se aplica à Internet".

Não conheço o site, mas a notícia é a pior possível para a liberdade de informação, especialmente pelo ato ter sido tomado na esfera estadual, justamente contra um site que criticava com veemência e freqüência o governador Aécio Neves e outras autoridades.

Cuba afunda em Pequim

Do blog COTURNO NOTURNO

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Com apenas uma medalha de ouro, três de prata e quatro de bronze, a ex-potência olímpica ocupa a modesta décima-nona colocação nos Jogos Olímpicos de Pequim. Cuba não deve repetir nem de perto as nove medalhas de ouro conquistadas em Atenas. Os melhores nadadores e velejadores já se foram para Miami. O sucesso da ilhota socialista está cada vez mais nas mãos dos boxeadores, lutadores e rebatedores, acostumados a dar murro em ponta de faca na luta pela sobrevivência.

Comentário do Cavaleiro do Templo: sem o dinheiro da antiga URSS, o que poderia a Dinastia Castro fazer? É fácil, do alto da sociopatia esquerdista, acreditar que de dentro da própria cabeça, local do corpo onde instala-se a demência socialista, pode sair um mundo ideal sem lastro na realidade e que entenda e respeite a natureza humana. Basta secar a fonte que tudo cai.

ONU diz que é hora de lidar com passado na Anistia

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Amigos,
Atenção a isto.

Há tempos Olavo de Carvalho vem alertando para as ativas intenções - nada ocultas - de se fazer da ONU o órgão executivo de um governo mundial de feição esquerdista, com ingerência em todos os países, por sobre os governos constituidos.

Abaixo, em vermelho, um dedo nos dá a natureza do gigante: somos os únicos a ainda manter a anistia e, de acordo com o "perito", isto é coisa feia - temos que fazer igual aos outros.

Este "perito em direitos humanos" nos avisa que não se deve atuar por "vingança aos militares", sub-entendendo-se ser apenas uma questão de justiça executá-los.
Típico da fauna esquerdopata, afirma que não diz o que disse: vingança contra os militares.

Observe-se que omite por completo qualquer menção ao terrorismo criminoso dos comunistas combatidos. Ou seja, crimes são apenas as ações dos soldados. A bestialidade homicida dos comunas era apenas atos necessários para a causa: os fins justificam os meios. Este princípio "ético" fundamental da esquerdopatia, se trocado em miúdos, afirma que a priori, a 'causa comunista' é em si tão santa e perfeita que seus inumeráveis crimes são "atos santificados por princípio".

E os 'santos' não apenas afirmam, exigem que acreditemos!

Pari passu,
esta tão refinada suscetibilidade ética - sanhudamente atuante contra aqueles que no passado combateram o comunismo - cala-se ante a presente brutalidade homicida das tiranias comunistas em Cuba, Rússia, China, Vietnã do Norte... As constantes violações dos direitos humanos essenciais destes povos não são vistas pela ONU ou seus "peritos". O pedido de instauração de um tribunal internacional para julgamento dos crimes dos anteriores governos comunistas, há anos repousa em águas mornas nos escritórios da ONU, esquecido...

Sa'c'umé, não interessa...

A repugnante hipocrisia do tal "perito em direitos humanos" - Jean Ziegler - vai além: " A manutenção da lei corrói a moral do país."

Lá do alto de sua sabedoria este 'santo' nos diz, a nós brasileiros, que é a lei da anistia a responsável direta pelos mensalões, por dólares encuecados, pelo assassinato de Celso Daniel e de nove testemunhas, pelos laços de compadrio entre o governo comuno-petista com as FARC terroristas narco-traficantes, além do PCC e CV, pelas depredações do MST, pelas tentativas de liberar o uso de drogas pesadas, pelas intenções de legalizar o aborto, pelas leis lenientes que impedem a punição dos criminosos, pelos quase diários escândalos de corrupção que nascem do comuno-petismo...

Curtinho: executamos os militares que incriminam os comunas... e tudo fica bem! Isto é, o doente tem febre alta? Ora, basta quebrar o termômetro malvado...

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Aqueles que real e profundamente conhecem os esquerdopatas estão nos alertando há décadas, sem serem ouvidos:
"Com comunistas não se discute, não se negocia, não se fazem acordos: como aos virus, exterminam-se!

São o mais insidioso e mortal inimigo com que a Humanidade teve que haver-se nos milênios de História conhecida."
Enquanto item essencial à tomada do Poder, a pressão pela vingança contra os militares é 'causa sagrada' dos comunas - porque são a única e última força viva nacional com capacidade de derrotá-los. Dominando os meios de comunicação, de formação de opinião, os sinistros continuarão o incansável martelamento do tema sobre a mente popular... até que consigam seu intento.

Os terríveis exemplos do Chile, Argentina e Uruguai estão à mostra do que a Peste Vermelha pode fazer com seus inimigos.

Bom fim de semana. Se puderem, claro...

M.

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ONU diz que é hora de lidar com passado na Anistia

Do portal do ESTADÃO

Peritos da ONU avaliam que é hora de o Brasil "lidar com seu passado" e rever a Lei de Anistia. "Está mais do que na hora de o Brasil enfrentar esse assunto da anistia. Não por vingança contra os militares. Mas porque o Brasil é praticamente o único grande país latino-americano que não tratou do assunto", alertou Jean Ziegler, perito da ONU que nas últimas três décadas vem atuando como ativista em direitos humanos. "A manutenção da lei corrói a moral do País."
O perito cubano que atua pela ONU, Miguel Alfonso Martinez, afirma que o tema do fim das leis de anistia e dos desaparecidos ganha força na ONU. Ele presidiu nesta semana a reunião do Comitê Consultivo do Conselho de Direitos Humanos da ONU, um órgão que acaba de ser criado para pensar inovações nessa área. "O tema cresce e ganha espaço", afirmou.

Já em 2001, um comitê da ONU sugeriu ao governo brasileiro que reavaliasse sua Lei de Anistia. Em 2004, outro comitê das Nações Unidas voltou a levantar o assunto em reunião privada com o governo. A sugestão foi de que a lei fosse abolida.

Se depender da ONU, as leis de anistia no mundo estão com os dias contados. O primeiro passo seria a criação do direito à verdade. Por esse mecanismo, os governos seriam obrigados a dar informações e investigar crimes como tortura, mortes e desaparecimentos ocorridos mesmo em períodos ditatoriais. As leis de anistia, como a que existe no Brasil, não poderiam, então, ser usadas para impedir investigações nem revelações de fatos.

La verdadera trama de la ley despenalización del consumo de drogas que promueve el oficialismo: "Es atroz e irresponsable"

Do portal URGENTE 24

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El especialista en abuso de drogas, José María Rshaid, alerta sobre la peligrosidad para la sociedad del proyecto oficialista de despenalización del consumo de drogas ilícitas que promueve el ministro de Justicia, Seguridad y Derechos Humanos, Aníbal Fernández. Aparecen nombres de especialistas cuestionados ligados al proyecto y el peligroso argumento de la libertad individual.

| 14/08/2008 | 14:40

CIUDAD DE BUENOS AIRES (Urgente24) Mucho se ha dicho acerca de la compleja despenalización del consumo de drogas ilícitas, pero la clave para entender el conflicto radica en la postura de los especialistas que trabajan con los consumidores de paco a diario. Su veredicto es coincidente y rotundo: de ser sancionada la ley, lo único que haría es condenar al adicto al abandono y a una sociedad violenta e insegura.

Urgente24 dialogó con el licenciado José María Rshaid, psicólogo especialista en abuso de drogas y director de Casa del Sur, una ONG que en sus 14 sedes en el país asiste a 500 drogadependientes por año.

Explicó la despenalización del consumo de drogas como el virtual abandono de personas vulnerables: "Si se llega a despenalizar la droga, van a haber menos redes sociales porque la elección de la persona de drogarse o no drogarse va a pasar a ser una cuestión absolutamente individual. Esa ley es una trampa muy peligrosa, es dejar que se suiciden. El Estado no puede permitir que estos chicos elijan libremente. Hay funcionarios que buscan usar la plata para otros asuntos y no para atender a estos chicos".

Sucede que desde el año 1996 existe una ley que obliga las obras sociales y al Estado a hacerse cargo del valor de la internación de los consumidores. De aprobarse esta iniciativa, el Estado dejaría de verse obligado a pagar por el tratamiento de los adictos. Esto, ahorraría mucho dinero a las arcas estatales y sería el exterminio lento de la clase marginal que consume paco.

En este sentido, la relación entre la Justicia y los adictos es clave. Al respecto el especialista explicó: "A los días de ingresar en los programas de rehabilitación, los chicos y sus madres agradecen que hubieran sido obligados por un juez a hacerlo. Entender como una opción un tratamiento denota, en el mejor de los casos, un total desconocimiento del tema. Y en el peor, una actitud criminal", explicó Rshaid. Afirmó que su experiencia de 30 años en la materia le ha demostrado que el 80% de los pacientes tratados logra reinsertarse con éxito en la sociedad.

"Es irresponsable, mentiroso y hasta criminal sostener que la drogadependencia se desvincula del delito o que las cárceles están llenas de consumidores -agregó-. Son justamente los jueces, de acuerdo con el Código Penal, quienes sustituyen la prisión por medidas curativas y educativas." Y mencionó el crecimiento exponencial del paco como una epidemia que afecta a los sectores marginales, acentuada a partir de la crisis de 2001.

De hecho hoy el diario la Mañana de Córdoba difundió un estudio realizado por el Juzgado de Menores de la ciudad cordobesa de Río Cuarto que indica que la incidencia cada vez mayor de las drogas y el alcohol en los menores está íntimamente relacionada con la delincuencia.

Según los resultados, 9 de cada 10 chicos delincuentes actúan bajo los efectos de algún estupefaciente.

Además, se confirmó que la edad de comienzo de la adicción descendió de manera alarmante: se han registrado casos en esa ciudad, en los últimos meses, en los que los ladrones fueron niños de diez años bajo efectos de drogas y/o alcohol.

La cantidad de delitos que implican a menores adictos creció, en los últimos cinco años, un 35%, aseguraron las autoridades encargadas del estudio.

"Alcoholismo y consumo de drogas en menores es una situación que vemos a diario en el Juzgado, es muy grave el aumento del número de menores inmersos en el consumo de algún tipo de estupefacientes y el alcohol", declaró el secretario del Juzgado del Menor y la Familia de Río Cuarto, Guillermo Airola.

Entonces ¿a quién beneficia esta ley que promueve con énfasis el ministro de Justicia, Seguridad y Derechos Humanos, Aníbal Fernández, teniendo en cuenta que perjudica al adicto?

Rshaid respondió: "Vaya a saber uno a quién beneficia específicamente. Lo que uno si puede intuir es cierta estrategia del Gobierno de captar cierto universo de adolescentes jóvenes con una ley que hipotéticamente respeta las libertades individuales".

Pero...¿Quiénes son los autores de la iniciativa que promueve con ahínco Fernández?

Tal como pudo investigar Urgente24, la diputada kirchnerista Diana Conti, es autora y promueve un proyecto de ley de despenalización de la tenencia de drogas para consumo personal desde el año 2003, cuando aún formaba las filas del FREPASO.

Vinculada al proyecto también surge un nombre de la licenciada Eva Giberti que resonó en los medios vinculada al psicólogo detenido acusado de pedofilia, Jorge Corsi.

Ella dijo de Corsi: "Es un académico distinguido y era un invitado obligatorio para ese debate, que duró seis meses. Vino tres veces, pero ad-honorem. No es nuestro asesor". Giberti mantuvo conversaciones profesionales con Corsi. El estallido del caso causó alguna preocupación en oficinas gubernamentales que abordan el tema de la violencia familiar, aseguraron fuentes consultadas. "De comprobarse que esto sea cierto, nos haría un daño infinito. Muchos psicólogos amigos tienen miedo de quedar desacomodados ante la mirada social", señaló Giberti a Clarín.

Giberti es psicóloga, psicoanalista, asistente social, profesora universitaria argentina. Se licenció en la Universidad de Buenos Aires.

Giberti juntos a otros dos profesionales, realizó la Encuesta Nacional sobre Prevalencias de Consumo de Sustancias Psicoactivas 2008, realizada por el INDEC que se trataba del paso previo a la presentación del proyecto de ley del oficialismo para la despenalización, según publicaba el diario Infobae el 20 de julio de 2008.

Dentro del ámbito académico se considera a Giberti una teórica reconocida, pero no una profesional de campo, más de trinchera que conozca de cerca la problemática.

El polémico proyecto de Fernández tampoco cuenta con el apoyo de la Secretaría de Lucha contra el Narcotráfico (Sedronar).

Su titular, José Ramón Granero, salió días a trás a tomar distancia del proyecto oficial al advertir que es "un garantismo para defender a narcotraficantes".

"Hay iluminados que tienen un exceso de garantismo", criticó Granero, y aseguró que hay "diputados, jueces, miembros de consejos científicos y hasta organizaciones no gubermentales que medran con esto".

De esta manera, el titular de la Sedronar se diferenció notoriamente de la opinión de varios miembros del Ejecutivo Nacional sobre el proyecto que despenaliza la tenencia para el consumo, entre ellos, Aníbal Fernández.

En declaraciones radiales formuladas, Granero aseguró que en los principales países del mundo donde se despenalizó el consumo de drogas ahora se está revisando esa medida por los efectos contraproducentes.

Además, el funcionario remarcó que desde el Ministerio de Justicia, de donde fue impulsado el proyecto, no se le consultó al Sedronar porque "hay una tendencia a sacar un proyecto de despenalización como sea".

"Voy a intentar que a la Presidente no le lleguen los cantos de sirenas. La decisión sobre el proyecto de despenalización la va a tomar ella", dijo, aunque se mostró a favor de que a Cristina Kirchner "le lleguen opiniones más certeras".

"No hay que dar saltos al vacío, cuando se habla a la gente, hay que contar toda la verdad, porque contando la mitad de la verdad es una forma muy sutil de mentirle a la gente", concluyó Granero.

Por último, deslizó la idea de que en las próximas elecciones se llame a una "consulta vinculante o no vinculante, para ver lo que opina la gente de la despenalización del consumo".


Situación social del adicto y diferencia de género

-Casa del Sur atiende principalmente a personas de sectores marginales.

-En la actualidad brinda apoyo a 400 pacientes.

-Posee 14 sedes "cerradas". Esto significa que los edificios están preparados para evitar la salida de los pacientes. Tienen una sede mixta, una de mujeres y otras 12 de hombres.

-Trabaja bajo la modalidad terapéutica: la comunidad se presenta como el lugar preciso para el tratamiento de las tóxicodependencias, recuperando el sentido comunitario de convivencia que le permite al paciente una efectiva reinserción en el plano social.

-La comunidad cuenta con diferentes áreas: tratamiento de adicciones, Departamento de salud mental comunitaria , Escuela de formación de disciplinas relacionadas con la comunidad terapéutica, el Centro cultural y Ediciones Sur .

-El 70 % de los internados son pacientes judiciales.

-El 80 % de los pacientes son menores de edad.

-El 15 % son mujeres.

-Las mujeres adictas son más violentas que los hombres. Sus pronósticos de salud son también más severos.

- El porcentaje de adictas es menor en comparación con el de hombres, pero el grado de uso de drogas es mucho más grave.

-La droga afecta según la clase social. En los sectores marginales los drogadependientes no poseen trabajo ni familia por lo que se vuelcan con mayor facilidad al consumo. Para que haya un adicto tiene que haber ciertos patrones individuales, familiares y sociales.

-La edad de los internados es cada vez menor: se redujo de 15 a 12 años.

-La droga más consumida es la pasta base de cocaína o paco. Este tipo de adicción es una de la más difícil de revertir.

*Información proporcionada por la Casa del Sur.

Comentário do Cavaleiro do Templo: (lembrando Olavo de Carvalho) mas é claro que se você criar uma entidade como o FORO DE SÃO PAULO onde presidentes de países fazem reuniões para traçar estratégias comuns com associados como os narcotraficantes terroristas das FARC você jamais vai ver qualquer política de combate às drogas implantada nos países membros, muito pelo contrário. Acham mesmo que as FARC vão se meter nesta para que os países mundo afora digam NÃO ÀS DROGAS para a população? É exatamente o contrário como se vê na prática pelo artigo acima e no Brasil, onde os movimentos oficiais contra as drogas visam acabar apenas com as quadrilhas não associadas às FARC.

PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL - SOBRE A CAUSA INDÍGENA

Por e-mail

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ATENÇÃO a todos que receberem este e-mail:

ABaixo está uma proposta de emenda constitucional, da advogada Iracema Pedrosa, de Manaus, para acabar com a hipocrisia da chamada causa indígena.

Favor ler,
e se concordar solicito divulgar para seus contatos, pedindo para repassarem.

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CONSIDERANDO que o art. 231 da Constituição Federal é INCONSTITUCIONAL porque CONTRARIA o disposto nos Art. 1º incisos I a IV; Art. 3.º, incisos I a IV; art. 5º. Incisos III, X, XI, XV; arts. 12, 37, 227;

Para por fim à hipocrisia que envolve a chamada causa indígena;

CONSIDERANDO que SILVÍCOLAS são brasileiros e estão amparados por todo o nosso ordenamento jurídico;

CONSIDERANDO que todo o território brasileiro é de todos os brasileiros, sejem quais forem suas etnias, que aqui estiveram há milênios;

CONSIDERANDO que ESSE RÓTULO está gerando conflitos entre os que SE AUTO-DECLARAM e os que não querem se auto-declarar indígena, que constitui a maioria;

CONSIDERANDO que a política indigenista no Amazonas é ditada pela COIAB, uma ONG anglo-americana que oferece dinheiro para quem se declarar índio e paga aos pais que registrarem os seus filhos como indígena;

CONSIDERANDO que esse art. 231 como está, africaniza nossa Pátria, foi inserido na Constituição de 1.988 por influência alienígena, compromete a soberania Nacional, discrimina de maneira perversa e cruel esses irmãos, a MAIORIA
indefesos, mercê de líderes treinados por missionários do CIMI;

Considerando tudo isto esse art. 231 carece de SER EMENDADO;


SUGERE-SE:

Presidência da República

Secretaria Geral

Secretaria de Assuntos Parlamentares

PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL


Altera os artigos 231 e 232 da Constituição.


Art.1º O art. 231 da Constituição de 1.988 passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 231 São reconhecidos aos índios o direito de preservar a sua cultura e integrá-los, progressiva e harmonicamente, à comunhão nacional.


§ 1º Todo o território nacional, já medido e demarcado é considerado terra de todos os brasileiros.

§ 2º O disposto no inciso IV do art. 3º estende-se a todos os descendentes das etnias nascidas no Brasil.

§ 3º É vedada a segregação de grupos com o rótulo de indígenas.

§ 4º São nulos e extintos, não produzindo efeitos jurídicos, os atos que tenham por objeto a segregação e discriminação de brasileiros rotulados com o verbete "indígenas".

Proposta de Iracema Pedrosa, advogada, em Manaus.

Bênção de celerado dá nisto...

Do blog COTURNO NOTURNO

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Lula, em Pequim, levando a sua "bênção" para o maior favorito brasileiro nos Jogos Olímpicos, Diego Hypolito. Deu no que deu.


Colômbia vai pedir extradição de ex-integrante das Farc que vive no Brasil

Do portal INFOREL
16/08/20

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Em sua primeira viagem oficial a um país sul-americano, o novo ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez Merizalde, esteve em Brasília nos dias 13 e 14, quando se reuniu com o chanceler Celso Amorim e o Secretário-Geral do Itamaraty, embaixador Samuel Pinheiro Guimarães.

Bermúdez deixou o posto em Buenos Aires após ser chamado pelo presidente Álvaro Uribe para ocupar o lugar que pertencia a Fernando Araújo. O novo ministro assumiu em 17 de julho.

Além de intensificar as relações da Colômbia com seus vizinhos e neutralizar o apoio logístico e político que as Farc recebem do exterior, ele tem a missão de coordenar o projeto do terceiro mandato uribista.


Jaime Bermúdez reconheceu que o governo colombiano está preocupado com as ações do ex-padre Oliverio Medina (C.T. - olha o celerado aí do lado com camisa e boné das FARC) que vive no Brasil como refugiado político e que integrou as Farc por muitos anos. A Colômbia acredita de Medina mantenha relações com a guerrilha desde Brasília.

Conhecido como Cura Camilo, Medina se apresentava como porta-voz das Farc no Brasil. Foi assim que conseguiu abrir as portas do Legislativo e Executivo brasileiros, sobretudo a partir da eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002.

Oliverio Medina também organizou a participação das Farc nas edições do Forum Social Mundial realizadas na cidade de Porto Alegre quando Olivio Dutra era o governador gaúcho e Tarso Genro o prefeito da capital.

Recentemente, a revista Cambio publicou uma reportagem mostrando as ligações das Farc com políticos e autoridades brasileiras. O governo petista minimizou a denúncia e a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, disse tratar-se de matérias requentadas.

O assessor internacional da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, estranhou que o chamado dossiê Brasil, das Farc, tenha se tornado público no momento em que os dois países instensificam as relações (C.T. - o que há de estranho em divulgar que o PT e as FARC são amigas e querem-se mutuamente em um momento como este, de suposta aproximação entre o Brasil e a Colômbia? Levar FATOS à população é estranho? Uribe sabe que o LULA é um celerado e a população está sabendo disto também, pouco a pouco, o que desmacara o maior criminoso que esta país já teve, o LULA).

Sobre as ações de Medina no Brasil, Jaime Bermúdez afirmou que “nos parece oportuno ver se isso acontece, verificar isso. Cabe ao Brasil, de maneira autônoma e soberana, avaliar o tema e aceitamos e respeitamos o que for decidido”.

Embora cuidadoso nas palavras, Bermúdez deixou claro ao ministro Celso Amorim que a revisão do status concedido ao ex-integrante da guerrilha é fundamental para que Brasil e Colômbia fortaleçam as relações políticas (C.T. - viram como o celerado do Marco Aurélio Garcia mente e mente? A aproximação não vai se dar se o Brasil não devolver o celerado do Medina. Mas eles são esquerdopatas, não se deve esperar nada além disto ou coisas piores de sociopatas, de criminosos que sejam doentes mentais).

Celso Amorim explicou que à época do pedido de refúgio, Oliverio Medina que estava preso na Polícia Federal, enfrentava um processo de extradição no Supremo Tribunal Federal.

Como o refúgio foi acatado pelo Comitê Nacional dos Refugiados (Conare), vinculado ao ministério da Justiça, não cabia ao STF outra decisão senão a de arquivar o processo, o que enraiveceu o presidente Uribe.

Amorim reconheceu que o governo brasileiro pode rever o refúgio concedido e não descartou extraditá-lo para a Colômbia. “Isso é algo que nós vamos examinar com a atenção que merece e daremos uma resposta ao governo colombiano”, enfatizou o ministro.

As denúncias de que pessoas importantes do governo brasileiro mantiveram contato com as Farc como demonstram e-mails encontrados no laptop que pertencia ao guerrilheiro Raúl Reyes, morto em março num ataque militar da Colômbia em território equatoriano, não afetarão as relações entre os dois países, assegurou Bermúdez.

Ele explicou ainda que a Colômbia comunicou o governo brasileiro sobre esses dados e que cabe ao governo Lula investigar ou não as possíveis relações de seus integrantes com a guerrilha.

Além das Farc, os dois chanceleres também trataram de temas relacionados aos biocombustíveis, área em que Brasil e Colômbia pretendem fortalecer a cooperação para o desenvolvimento de tecnologia.

Audiência Pública

No último dia 13, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, aprovou requerimento do deputado Raul Jungmann (PPS-PE), para que ex- padre Oliverio Medina compareça ao Congresso para explicar as circunstâncias em que se deu o enevolvimento de autoridades do governo brasileiro com as Farc.

A audiência que ainda não tem data marcada para acontecer, será realizada em conjunto com a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Os deputados Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Maria Lucia Cardoso (PMDB-MG), foram os únicos votos contrários.

Segundo Jungmann, “por meio da audiência pública pretendemos obter as informações necessárias para o efetivo esclarecimento de uma eventual – e, se confirmada, gravíssima – ligação entre dirigentes das Farc e membros da alta cúpula do governo federal brasileiro, evitando, assim, quaisquer pré-julgamentos. Como residente no Brasil e na condição de refugiado político, o senhor Oliverio Medina, muito provavelmente, não irá se esquivar de prestar informações ao Congresso Nacional a respeito de um tema que envolve questões sensíveis de segurança pública, democracia e política externa”.

Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Raul Jungmann já havia protocolado dois pedidos de informação ao Executivo sobre o suposto envolvimento de autoridades brasileiras com as Farc.

O deputado quer saber do ministro da Justiça, Tarso Genro, qual a situação jurídica do ex-padre Oliverio Medina, que vive em Brasília desde 1997 com a esposa e uma filha.

Ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, o parlamentar requereu cópias dos documentos repassados ao governo brasileiro por autoridades da Colômbia referentes à eventual relação de brasileiros com as Farc.

Parte dessa documentação teria sido entregue pelo presidente Álvaro Uribe diretamente ao presidente Lula, em Bogotá, no dia 20 de julho deste ano.

Contrariando informações repassadas ao InfoRel por um ex-integrante do Conare, admitindo que o órgão sofreu pressões de políticos de esquerda e do Palácio do Planalto para que fosse concedido o status de refugiado político ao ex-membro das Farc, o secretário-executivo do ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, garantiu que não houve pressão do governo para a concessão do refúgio político a Medina.

De acordo com Barreto, cerca de 500 refugiados políticos vivem no Brasil e praticamente todos ligados ao conflito colombiano com as Farc e grupos paramilitares.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".