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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Ciro Gomes: mais um pouco para vocês verem se existe alguma diferença entre os "nóços pulítycus de iskerda"

CIRO PULA DE UM CARRO E VAI DE ENCONTRO AOS MILITANTES DE OUTRO PARTIDO
RESUTADO:4 FERIDOS ONDE QUEREMOS PAZ PARA UMA TERRA QUE TEM UM HISTORICO DE MUITA VIOLENCIA IRRESPONSABILIDADE DE UM HOMEM QUE JA FOI GOVERNADOR E MINISTRO E HOJE DEPUTADO FEDERAL.

http://www.youtube.com/watch?v=3IJ2ptx2aEE




Ciro Gomes ataca de forma absurda e destemperada o Governador Lúcio Alcântara. Ciro estava irritado pelo fato de Lúcio ter tornado público as irregularidades encontradas pela CGU na administração de seu irmão Cid Gomes em Sobral.

Ciro é candidato a deputado federal, seu irmão Cid Gomes é candidato a governador, seu outro irmão Ivo Gomes é candidato ao segundo mandato de deputado estadual, seu primo Tin Gomes é presidente da câmara municipal de Fortaleza e sua ex-mulher (que o acompanha em todos os seus eventos ainda hoje) Patrícia Gomes é senadora da república.

É o Ceará vivendo no século XXI o dilema da oligarquia e do neocoronelismo.

http://www.youtube.com/watch?v=1UsJIvW17-I



CQC - Ciro Gomes "Não sei do que você está falando"

http://www.youtube.com/watch?v=qICU20B7ikE



Por fim o clássico: "... VOCÊ DEVERIA TER VERGONHA...".

http://www.youtube.com/view_play_list?p=34DADBAC16574DF5

domingo, 17 de agosto de 2008

A escória de Ciro

Do portal O TEMPO ONLINE
Por VITTORIO MEDIOLI, 20/04/2008

CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA


Recebi uma carta da Assembléia Legislativa de Minas que informa o voto de repúdio ao Ciro Gomes subscrito por 16 deputados. Motivo do qüiproquó é a declaração de 20 de março do ex-governador do Ceará, "Aqui o que eu vejo é que a escória da política não tem espaço.

A hegemonia moral e intelectual que preside esse movimento que Minas está fazendo é tão eloqüente e importante que a escória da política deve estar apavorada com isso". Ciro abriu assim as comportas da insolência, mais uma vez, contra os que não aprovam a aliança PT/PSDB, aliança em volta de seu pupilo e ex-secretário Márcio Lacerda para prefeito de Belo Horizonte.

Quem não quer saber dessa aliança em Minas são pessoas (talvez não atinou o boquirroto) como os ministros Luiz Dulci e Patrus Ananias que representam a vertente mais "moral e intelectual" do PT.

Mas há muitos outros, que possuindo uma intelectualidade mais avantajada que a tropa de "comissionados e apadrinhados", enxergam na aliança Frankestein um casuísmo. Melhor, uma fórmula sutil de golpe branco que tolherá o eleitor de Belo Horizonte do direito de escolha. Dar-se-ia uma eleição que lembra as eleições em Cuba durante os últimos 50 anos.

Lá vence apenas um partido porque existe só um e apenas um candidato. Castra-se assim como machado o princípio básico da democracia moderna, a alternância no governo e na oposição fiscalizadora.

Não sei que "intelectualidade" pode se ajoelhar a uma fórmula sem propostas, sem programas, sem meta diferente que o poder pessoal de algumas pessoas diretas, beneficiárias desse acordo.

Ciro provavelmente tem algo a ganhar também, mas não o revela. O ex-governador se agita para defender a escolha de seu pupilo Marcio de Lacerda, ex-tesoureiro de sua campanha, ex-secretário executivo de seu ministério e titular (segundo a "Folha de S.Paulo") de 82% das doações para a campanha presidencial de Ciro em 2002.

Ainda principal articulador da transposição do São Francisco que assalta a região mais pobre de Minas em suas parcas reservas para o futuro. E por falar de "moral", ingrediente que Ciro usa como se fosse sua exclusividade, Marcos Valério declarou, e nunca desmentiu ter entregado a Lacerda R$ 1 milhão para cobrir dívidas de campanha de Ciro.

Ciro, na época, afirmou que processaria Marcos Valério por essa infâmia. Ele o fez? Mesmo com isso consegue enxergar uma "hegemonia moral" ao lado de seu pupilo, como se fosse hegemonia quem conspira contra seu próprio Estado, e uma "escória da política" que se opõe.

Em sua terra natal, Ciro considera "hegemonia moral" o irmão governador que viaja à Europa com mulher e sogra em jatinho alugado por R$ 388,5 mil, ainda com direito a diárias, e "escória" quem protesta por este assalto ao erário do paupérrimo Ceará. Afinal, de que lado está a escória de Ciro?

sexta-feira, 30 de maio de 2008

O elitismo mercantilista - Ciro Gomes, amigo do Lula, leva pela cara um maravilhoso "... o Sr. deveria ter vergonha ..." em público

Do portal ORDEM LIVRE
Por Diogo G.R. Costa é editor de OrdemLivre.org

O OrdemLivre.org esteve no XXI Fórum da Liberdade. Lá, Tom Palmer, vice-presidente de programas internacionais do Cato, participou de um painel com Paulo Guedes e Ciro Gomes. O tema era "Livre comércio: ameaça ou oportunidade". O discurso do economista Paulo Guedes foi informativo e até mesmo divertido, mas quero falar aqui do debate (C.T. - clique aqui para ver que maravilha foi o Ciro sendo colocado em seu devido lugar de demagogo, para dizer o mínimo) entre Ciro Gomes e Tom Palmer.

O debate decorreu de uma inesperada resposta de Ciro Gomes à apresentação feita anteriormente por Tom Palmer. Palmer havia concluído sobre o tema que a globalização do comércio funciona como uma ameaça para monopólios e mercantilistas e uma oportunidade para os consumidores dos diferentes países. E apontou alguns dados do Banco Mundial e do Fraser Institute sobre o nível de intervencionismo do Estado brasileiro. Em sua vez, Ciro Gomes disse que era a favor da liberdade absoluta, mas não hoje. Ciro falou de coordenação econômica sem especificar causas e efeitos, coisa que ele costuma fazer. A diferença é que dessa vez ele aproveitou seu discurso para responder ao Palmer. Criticou os estrangeiros que pintam uma caricatura do Brasil sem capturar a verdadeira identidade nacional. Foi a provocação certa para esquentar um debate entre Ciro Gomes e Tom Palmer.

Não tenho a transcrição do debate (C.T. - tem problema não, clique aqui e veja no vídeo o debate), mas tentarei lembrar os pontos principais. Depois que os três palestrantes fizeram suas apresentações, Palmer pediu a palavra para responder ao ataque do deputado cearense. Ele se defendeu dizendo que não é uma descaracterização de identidade enfatizar o excesso de intervencionismo do Brasil, afinal, a identidade brasileira está nas artes, na cultura, e não na burocracia, assim como a identidade russa e dos povos por trás da cortina de ferro não estava no comunismo. Aproveitou para lembrar que a Estônia, ao se modernizar após a desmoronamento do império soviético, reduziu as tarifas de importação para zero, e alcançou resultados positivos. Ciro Gomes, confundindo os nomes, disse que a Lituânia não tinha nada a perder, mas que o Brasil tem, se adotar um "free trade" irrestrito. E que até os americanos, que falam tanto de "free trade", são protecionistas e seletivos. "Com o Canadá as fronteiras são abertas, mas com o México constrói-se um muro". E depois de reclamar de alguma falha de tradução no que ele havia dito sobre identidade, lembrou que o mundo não pode adotar a identidade consumista americana, país que ele conhecia bem, pois já foi um professor visitante na Harvard. De acordo com Ciro, nem todos os povos devem ou precisam ter o nível de consumo que os americanos têm. "Imaginem se os chineses resolvessem ter dois carros na garagem por família... O mundo acabava", concluiu.

Na sua vez, Palmer começou por endossar o ataque de Ciro ao muro na fronteira entre Estados Unidos e México: "É um muro criminoso e deve ser derrubado". E continuou: "Mas enquanto fala desse muro, o Sr. Gomes parece estar querendo levantar outro, um muro imaginário, ao redor de uma certa elite. Acredito que eu estou sentado ao lado de um homem bastante rico para os padrões brasileiros. De um homem que viaja para Cambridge para lecionar em Harvard, para a Europa, que tem bons ternos, provavelmente bons carros. Mas e os brasileiros? Ah, os brasileiros não podem ter o mesmo nível de consumo do Sr. Gomes..." Palmer encarava Ciro Gomes e falava sobre como esse pensamento mercantilista mantém os brasileiros empobrecidos enquanto a elite protege seus privilégios. "Sr. Gomes, o senhor deveria ter vergonha!" A platéia aplaudiu.

Ciro Gomes provavelmente não esperava ser apontado como um defensor dos privilegiados contra os pobres. Em sua vez, resolveu culpar novamente o serviço de interpretação, que deveria ter traduzido mal as suas palavras, e disse que só foi para Harvard porque recebeu bolsa. Mas o golpe já havia acertado o alvo. Durante o resto do Fórum, as pessoas repetiam as palavras finais de Tom Palmer, "you should be ashamed". Semana passada, em Atlanta, encontrei um brasileiro que me disse ter ouvido falar que o Ciro Gomes havia sido destruído num debate no FL. Não creio que tenha sido um ataque devastador, mas foi algo mesmo memorável. Alguém comparou ao que Henry Maksoud havia falado a Collor numa edição do Fórum anterior a sua eleição. Algo como "Se você for eleito e implementar suas idéias, eu me mudo do país".

É sempre saudável ver um político (e não falo em particular do Ciro Gomes) levar um golpe onde menos espera. O livre comércio internacional beneficia as sociedades da mesma forma que a divisão de trabalho beneficia os indivíduos. Levados às últimas conclusões, os argumentos usados para atacá-lo acabam conduzindo à economia de subsistência e à miséria em que ela implica. Mas os políticos são muito bem articulados para permitir que a fragilidade do seu discurso seja dissecada em público. O que leva boa parte do público a ter uma reverência injustificável por eles. Poucos têm coragem de apontar a nudez da classe como o jornalista americano H.L. Mencken:

"Como os jornais falam do político o tempo todo e ele recebe aplausos quando aparece em público, as pessoas acham que ele é um homem realmente importante... As pessoas falam do governo fazendo isso ou aquilo como se falassem de Deus. Mas o governo não é, na verdade, nada mais do que um grupo de homens, normalmente homens bastante inferiores. Eles podem ter alguém melhor trabalhando para eles, mas eles próprios raramente merecem alguma consideração. Poucos deles conseguem fazer algo de valor em qualquer atividade digna de respeito, e poucos deles conhecem alguma coisa que vale a pena ser conhecida ou já tiveram algum pensamento que vale a pena ser pensado".

Precisamos de mais pessoas que zombem dessa pretensa glória e que coloquem o ônus de justificar a intervenção do governo em seus próprios ombros. A arrogância da elite política brasileira merece levar mais tapas retóricos na cara.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".