Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Falando às pedras

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
1 de agosto de 2008

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Logo após a divulgação do “dossiê Brasil” na revista colombiana Cambio, confirmando tudo aquilo que há anos venho dizendo sobre a aliança PT-Farc, o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, saiu alardeando que não tem qualquer "ligação estreita" com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e que o governo brasileiro "tem zero de relação com as Farc".

Não preciso contestar a dupla mentira. Já o fiz, com muita antecedência, no artigo “Simbiose obscena”, publicado em O Globo de 7 de fevereiro de 2004, no qual remetia os leitores “ao site http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm para que vejam com seus próprios olhos a obscena simbiose entre a narcoguerrilha colombiana e a farsa petista que nos governa”.

O endereço – prosseguia o artigo – é de América Libre, versão jornalística do Foro de São Paulo, fundada por (adivinhem) Frei Betto e hoje dirigida por (já adivinharam) Emir Sader. A revista prega abertamente a guerra revolucionária, a implantação do comunismo em toda a América Latina. Seu mais recente editorial proclama: ‘O 11 de setembro dos povos será, para a confraria da América Livre, um compromisso de honra. Será um encontro com os sonhos e com o desejo.’ Da primeira à última página, a coisa respinga sangue e ódio, de mistura com a velha retórica autodignificante que faz do genocídio comunista uma apoteose do amor à humanidade, condenando como fascista quem quer que veja nele algo de ruim. Na mesa do seu Conselho Editorial, quem se senta ao lado do líder das Farc, comandante Manuel Marulanda Vélez, o famigerado ‘Tiro Fijo’? Nada menos que o chefe de gabinete do sr. Lula, Gilberto Carvalho. Está lá também o deputado Greenhalg... Se isso não é promiscuidade, se isso não é cumplicidade por baixo do pano entre o nosso governo e o crime organizado, se isso não é uma tramóia muito suja, digam-me então o que é, porque minha imaginação tem limites. Estão lá ainda o dr. Leonardo Boff, o compositor Chico Buarque de Hollanda, ... e o inefável prof. Antônio Cândido...” (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/040207globo.htm).

Era o primeiro escalão inteiro da elite intelectual petista que, ao lado do próprio chefe do gabinete presidencial, conspirava ativamente com as Farc, com o MIR chileno e com outras organizações criminosas para a implantação do regime comunista no continente. Se os políticos ditos “de oposição”, os donos de jornais e canais de TV, os líderes empresariais, eclesiásticos e militares tivessem então consentido em examinar o documento que eu lhes exibia, não seria preciso, agora, uma revista colombiana lhes esfregar a verdade na cara, tarde demais para evitar a consolidação da quadrilha petista-farqueana no poder.

Na verdade, nem precisavam das minhas advertências. Em 7 de dezembro de 2001, o Foro de São Paulo, sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, já havia lançado um manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classificava como “terrorismo de Estado” as ações militares do governo colombiano contra essa organização. A mídia inteira e todas as lideranças políticas nacionais, sem exceção visível, abafaram esse fato para não prejudicar a candidatura Lula uns meses depois. Logo após o pleito de 2002, a existência de um conluio entre o presidente eleito e a esquerda radical latino-americana já se tornara ainda mais nítida pela duplicidade de línguas com que o homem falava para o público em geral, ante as câmeras, e para seus companheiros de militância comunista. Como mais tarde anotei em artigo do Jornal do Brasil (http://www.olavodecarvalho.org/semana/060413jb.html): “Enquanto a mídia local celebrava a lisura do pleito, o vencedor confessava ao Le Monde que a eleição tinha sido ‘apenas uma farsa, necessária à tomada do poder’, sendo confirmado nisso pelo sr. Marco Aurélio Garcia em declaração ao jornal argentino La Nación de 5 de outubro de 2002.” Em qualquer país decente, confissões abertas como essas suscitariam imediatamente uma tempestade de investigações e denúncias. No Brasil, foram recebidas com uma afetação de indiferença blasée por todos aqueles a quem, no fundo, elas aterrorizavam. Poucas condutas humanas se igualam, em baixeza, à covardia que começa por se camuflar de impassibilidade olímpica e, pela persistência, acaba por se transformar em cumplicidade ativa. Mas essas criaturas haviam investido tão pesado no slogan anestésico “Lula mudou”, que, para não reconhecer o erro, preferiram dobrar, triplicar e quadruplicar a aposta na mentira, até que contestá-la se tornasse, como de fato se tornou, prova de doença mental.

Graças a essa longa e pertinaz conspiração de omissões, a esquerda revolucionária teve todo o tempo e a tranqüilidade que poderia desejar para alterar o mapa do poder político brasileiro ao ponto de torná-lo irreconhecível. Quem manda no Brasil, hoje? Um bom indício é a propriedade da terra. Seis por cento do território nacional pertencem a estrangeiros, dez por cento ao MST, outros dez a “nações indígenas” já sob controle internacional informal, quinze ou vinte são controlados pelos narcotraficantes locais aliados às Farc, mais dez ou quinze estão para ser transferidos aos “quilombolas”. Na área restante, só os imensamente ricos conseguirão cumprir a exigência de “averbar reserva legal” (leiam o odioso decreto 6.514 de 22 de julho de 2008), os demais sendo obrigados a pagar multas que em breve tempo ultrapassarão o valor das suas propriedades, as quais então serão transferidas automaticamente ao governo. O que está acontecendo neste país é a mais vasta operação de confisco territorial já observado na história humana desde a coletivização da agricultura na URSS e na China – e as chamadas “elites”, sentadas sobre esse paiol de pólvora, com um sorriso amarelo na boca, só querem dar a impressão de que a paz reina, as instituições são sólidas e São Lulinha zela pelo bem de todos.

Outro indício seguro da distribuição do poder é a capacidade de mobilização das massas. Somem os partidos de esquerda, o MST, as centrais sindicais, as “pastorais de base” e porcarias semelhantes, e verão que, no instante em que quiser, a esquerda revolucionária tem condições de espalhar nas ruas não menos de cinco milhões de militantes enfurecidos, treinados para toda sorte de agitações e depredações, sem que o outro lado possa sequer reunir cinco dezenas de gatos pingados numa cerimônia religiosa. Consolidado pela omissão pusilânime de todos os que teriam o dever de impedir que ele se consolidasse, o monopólio esquerdista dos movimentos de massa marca a distância entre onipotência absoluta e impotência total e é, por si, um retrato do que o futuro reserva ao país.

Mas as organizações de esquerda têm algo mais que isso: têm, através das centrais sindicais, dos partidos e de uma rede imensurável de organizações militantes, o controle absoluto e incontestável de todos os serviços essenciais: transportes, eletricidade, água, telefonia. A um estalar de dedos, a liderança revolucionária pode paralisar o país inteiro, sem que a polícia ou mesmo as Forças Armadas tenham sequer a condição de dizer “ai”.

Mais ainda do que sua extensão descomunal, o que é notável nesse sistema de dominação é a sua integração, a sua unidade estratégica e funcional. As Farc não estão infiltradas só nos altos escalões da República: elas dominam também os “bas-fonds” da criminalidade, através de seus contatos com o PCC e o Comando Vermelho, por sua vez estreitamente articulados com o MST e organizações congêneres. De alto a baixo, a sociedade brasileira está à mercê da subversão e do crime.

Nada disso surgiu da noite para o dia. Tudo foi preparado e montado pouco a pouco, metodicamente, desde o advento da Nova República, diante dos olhos cegos e cérebros entorpecidos da liderança “direitista”, cuja preocupação predominante ou única, ao longo da construção desse engenho macabro, foi tapar as bocas dos inconvenientes que ousassem perturbar suas boas relações com o governo.

O quadro corresponde exatamente, milimetricamente, ao esquema da “revolução passiva” propugnado por Antonio Gramsci, em que só um lado age, enquanto o outro se deixa arrastar para o abismo com docilidade abjeta. Também isso expliquei antecipadamente, no meu livro de 1993, “A Nova Era e a Revolução Cultural”, que até coloquei à disposição dos leitores, gratuitamente, no meu site da internet (http://www.olavodecarvalho.org/livros/neindex.htm). Direi que foi como falar com pedras? Não sei, nunca falei com pedras. Agora sinto-me tentado a experimentar.

ALUCINAÇÃO E FARSA

Do portal do NIVALDO CORDEIRO
07/08/2008


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O caro leitor que me tem acompanhado sabe que, nos últimos artigos, tenho argumentado sobre o estado de alucinação em que se encontra a política – e por decorrência a Administração Pública – no Brasil. Vimos que autores como Ortega y Gasset e Voegelin têm a resposta teórica aos problemas existenciais que estamos a viver. De fato, a situação brasileira atual não é original, ela se repete como outras inúmeras dos últimos dois séculos. Onde alguma forma de socialismo foi implantada a alucinação tomou o lugar da realidade, como na ex-URSS e na Alemanha de Hitler, para ficarmos apenas nesses casos mais emblemáticos.

Essencialmente podemos dizer que no Brasil também temos que registrar a rebelião das massas, vista e estudada por Ortega, e também a situação de alienação política, relatada por Voegelin. Uma situação sonambúlica tomou conta do nosso país, de sorte que toda a classe dirigente move-se dentro de um “como se assim fosse”, uma irrealidade substituta do real. Um exemplo bastante acabado dessa situação está nas análises e nas propostas para o enfrentamento da questão educacional.

É correto dizer que existe um elemento de ligação entre a má remuneração do professorado das escolas públicas e a qualidade de ensino? Sim, mas esta questão esconde outras, muito mais graves e de solução muito mais difícil. Quando um líder político propõe, de pronto, uma elevação geral dos salários dos professores sem aprofundar o diagnóstico está na verdade produzindo uma falsa solução, que deveria vir por último, e não por primeiro, como medida saneadora da situação do ensino público.

A primeira causa da má qualidade do ensino está na má qualidade dos professores, algo acaciano. Os alunos não podem ser responsabilizados pela falta, seja de vocação, seja de treinamento e mesmo de qualificação de seus mestres. Mais das vezes vemos faltar até mestres das cadeiras relativas às ciências exatas, de sorte que a imprensa tem noticiado a esdrúxula situação de alunos diplomados no ensino médio sem ter tido a devida carga horária de matemática, biologia, física e química.

A indigência intelectual de parte considerável do professorado não pode ser negligenciada, pois o fato contribui para a perpetuação da situação. Aliado ao regime de servidor público dos professores tem-se a construção de uma estabilidade no emprego incompatível com os interesses dos alunos. Tenha vocação ou não, tenha competência ou não, o professor da rede pública continua no seu posto até a morte natural ou a aposentadoria. Ora, sem uma porta de saída para os incompetentes a elevação dos salários apenas irá contribuir para a perpetuação da situação indesejada. Então a discussão precisa começar sobre aquilo que compete ao Estado fazer: se produzir os meios para que alunos carentes possam ter boas escolas ou se administrar uma gigantesca corporação de ofício, cheia de vícios, e um vasto patrimônio que são as edificações mobiliadas que servem de escolas. Deve o Estado privilegiar o que é meio ou o que é fim?

Pareceria muito mais racional privatizar esse vasto patrimônio e, na esteira, mudar o regime de assalariamento da massa de professores, eliminando a indesejável estabilidade no emprego que retém funcionários públicos tornados professores. Aqui teríamos, de uma tacada só, a maximização da eficiência econômica e a eliminação dos falsos mestres, os pobremente vocacionados ou mal treinados para a função, e sua substituição por gente talentosa. Em troca, o Estado proveria para as futuras escolas privatizadas vouchers para os alunos carentes, em princípio toda população que hoje constitui a clientela do ensino público. Bem sabemos que aqueles que podem atualmente não matriculam seus filhos nas escolas públicas de ensino médio e fundamental.

Outra medida preliminar da maior importância é criar uma estrutura de treinamento e reciclagem dos professores, de modo a mudar o foco que se tem hoje. E qual é este? A priorização da militância política em detrimento da formação para a maturidade intelectual, que enseja a ampliação dos horizontes dos professores. Praticamente todo o professorado hoje se tornou massa de manobra política de sindicalistas e militantes revolucionários, transformando-se no vetor de transmissão da doença revolucionária. O compromisso dos professores deixou de ser a educação para ser o adestramento para uma insólita “transformação” social. São formadores de militantes.

Uma educação humanista de profundidade é o antídoto necessário para esse nefasto viés revolucionário que hoje o professorado carrega. O amadurecimento intelectual dos mestres ensejaria uma imediata melhoria da relação ensino/aprendizado. A porta de saída aberta com a mudança no regime jurídico de contratação dos professores produziria um verdadeiro milagre educacional.

O que podemos concluir é que as idéias políticas alucinadas, de viés socialista, só podem produzir soluções farsescas para a questão educacional. Elevar o salário dessa massa de funcionários públicos tornados professores significa meramente o reforço do status quo. Qualquer observador honesto da situação educacional brasileira sabe disso. A proposta é uma pura farsa porque ajuda a fechar a porta de saída daqueles que carecem da verdadeira vocação pedagógica. Como está hoje ser professor é um mero esperar de uma aposentadoria integral. O preço que se paga por isso é o sacrifício da educação da juventude, a quem se nega um ensino adequado, de qualidade.

A Amazônia é nossa?

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Carlos I.S. Azambuja em 10 de junho de 2008

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Resumo: Há muitos anos que organizações internacionais trabalham no sentido de manipular os índios em favor de interesses nebulosos.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Após a leitura do documento abaixo transcrito, deixo no ar a pergunta: A Amazônia é nossa?


***

ANEXO D (DIRETRIZES DO CONSELHO MUNDIAL DAS IGREJAS CRISTÃS ) AO ESTUDO N.º 001/1ª SC/89:

WALTER HEINRICH RUDOLPH FRANK TRADUTOR PÚBLICO JURAMENTADO E INTÉRPRETE COMERCIAL PORTUGUÊS - ALEMÃO

Rua Senador Feijó, n.º 20 - 1º andar conj. 002 telefone 124 5754
Tradução n.º 4.039 Livro XVI Fls. 01 Data 22.7.1987

CERTIFICO e dou fé, para os devidos fins, que me foi apresentado um documento em idioma ALEMÃO, que identifiquei como Exposição, cuja tradução para o vernáculo, é do seguinte teor:

CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL
Genebra, julho de 1.981 Exposição 03/81
DIRETRIZES BRASIL N.º 4 - ANO "0"

PARA: Organizações Sociais Missionárias no Brasil

1 - Como resultado dos congressos realizados neste e no ano passado, englobando 12 organismos científicos dedicados aos estudos das populações minoritárias do mundo, emitimos estas diretrizes, por delegação de poderes, com total unanimidade de votos menos um dos presentes ao "I Simposium Mundial sobre Divergências Interétnicas na América do Sul".

2 - São líderes deste movimento: a) Le Comité International de La Defense de l`Amazonie; b) Inter-American Indian Institute c) The International Ethnical Survival; d) The International Cultural Survival; e) Workgroup for Indinenous Affairs; f) The Berna-Geneve Ethnical Institute e este Conselho Coordenador.

3 - Foram contemplados com diretrizes específicas os seguintes países: Venezuela n.º 1, Colômbia n.º 2; Peru n.º 3; Brasil n.º 4, cabendo a Diretriz n.º 5 aos demais países da América do Sul.

DIRETRIZES

A - A AMAZÔNIA TOTAL, CUJA MAIOR ÁREA FICA NO BRASIL, MAS COMPREENDENDO TAMBÉM PARTE DOS TERRITÓRIOS VENEZUELANO, COLOMBIANO E PERUANO, É CONSIDERADA POR NÓS COMO UM PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE. A POSSE DESSA IMENSA ÁREA PELOS PAÍSES MENCIONADOS É MERAMENTE CIRCUNSTANCIAL, NÃO SÓ DECISÃO DE TODOS OS ORGANISMOS PRESENTES AO SIMPÓSIO COMO TAMBÉM POR DECISÃO FILOSÓFICA DOS MAIS DE MIL MEMBROS QUE COMPÕEM OS DIVERSOS CONSELHOS DE DEFESA DOS ÍNDIOS E DO MEIO AMBIENTE.

B - É NOSSO DEVER: PREVENIR, IMPEDIR, LUTAR, INSISTIR, CONVENCER, ENFIM ESGOTAR TODOS OS RECURSOS QUE, DEVIDA OU INDEVIDAMENTE, POSSAM REDUNDAR NA DEFESA, NA SEGURANÇA, NA PRESERVAÇÃO DESSE IMENSO TERRITÓRIO E DOS SERES HUMANOS QUE O HABITAM E QUE SÃO PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE E NÃO PATRIMÔNIO DOS PAÍSES CUJOS TERRITÓRIOS, PRETENSAMENTE, DIZEM LHES PERTENCER.

C - É NOSSO DEVER: IMPEDIR EM QUALQUER CASO A AGRESSÃO CONTRA TODA A ÁREA AMAZÔNICA, QUANDO ESSA SE CARACTERIZAR PELA CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS, CAMPOS DE POUSO, PRINCIPALMENTE QUANDO DESTINADOS A ATIVIDADES DE GARIMPO, BARRAGENS DE QUALQUER TIPO OU TAMANHO, OBRAS DE FRONTEIRAS CIVIS OU MILITARES, TAIS COMO QUARTÉIS, ESTRADAS, LIMPEZA DE FAIXAS, CAMPOS DE POUSO MILITARES E OUTROS QUE SIGNIFIQUEM A TENTATIVA OU DO QUE A CIVILIZAÇÃO CHAMA DE PROGRESSO.

D - É NOSSO DEVER MANTER A FLORESTA AMAZÔNICA E OS SERES QUE NELA VIVEM, COMO OS ÍNDIOS, OS ANIMAIS SILVESTRES E OS ELEMENTOS ECOLÓGICOS, NO ESTADO EM QUE A NATUREZA OS DEIXOU ANTES DA CHEGADA DOS EUROPEUS. PARA TANTO É NOSSO DEVER EVITAR A FORMAÇÃO DE PASTAGENS, FAZENDAS, PLANTAÇÕES E CULTURAS DE QUALQUER TIPO QUE POSSAM SER CONSIDERADAS COMO AGRESSÃO AO MEIO.

E - É NOSSO PRINCIPAL DEVER, PRESERVAR A UNIDADE DAS VÁRIAS NAÇÕES INDÍGENAS QUE VIVEM NO TERRITÓRIO AMAZÔNICO, PROVAVELMENTE HÁ MILÊNIOS. É NOSSO DEVER EVITAR O FRACIONAMENTO DO TERRITÓRIO DESSAS NAÇÕES, PRINCIPALMENTE POR MEIO DE OBRAS DE QUALQUER NATUREZA, TAIS COMO ESTRADAS PÚBLICAS OU PRIVADAS, OU AINDA ALARGAMENTO, POR LIMPEZA OU DESMATAMENTO, DE FAIXAS DE FRONTEIRA, CONSTRUÇÃO DE CAMPOS DE POUSO EM SEUS TERRITÓRIOS. É NOSSO DEVER CONSIDERAR COMO MEIO NATURAL DE LOCOMOÇÃO EM TAIS ÁREAS, APENAS OS CURSOS D`ÁGUA EM GERAL, DESDE QUE NAVEGÁVEIS. É NOSSO DEVER PERMITIR APENAS O TRÁFEGO COM ANIMAIS DE CARGA, POR TRILHAS NA FLORESTA, DE PREFERÊNCIA AS FORMADAS POR SILVÍCOLAS.

F - É NOSSO DEVER DEFINIR, MARCAR, MEDIR, UNIR, EXPANDIR, CONSOLIDAR, INDEPENDER POR RESTRIÇÃO DE SOBERANIA, AS ÁREAS OCUPADAS PELOS INDÍGENAS, CONSIDERANDO-AS SUAS NAÇÕES. É NOSSO DEVER PROMOVER A REUNIÃO DAS NAÇÕES INDÍGENAS EM UNIÕES DE NAÇÕES, DANDO-LHES FORMA JURÍDICA DEFINIDA. A FORMA JURÍDICA A SER DADA A TAIS NAÇÕES INCLUIRÁ A PROPRIEDADE DA TERRA, QUE DEVERÁ COMPREENDER O SOLO, O SUBSOLO E TUDO QUE NELES EXISTIR, TANTO EM FORMA DE RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS COMO NÃO RENOVÁVEIS. É NOSSO DEVER PRESERVAR E EVITAR, EM CARÁTER DE URGÊNCIA, ATÉ QUE NOVAS NAÇÕES ESTEJAM ESTRUTURADAS, QUALQUER AÇÃO DE MINERAÇÃO, GARIMPAGEM, CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS, FORMAÇÃO DE VILAS, FAZENDAS, PLANTAÇÕES DE QUALQUER NATUREZA, ENFIM QUALQUER AÇÃO DOS GOVERNOS DAS NAÇÕES COMPREENDIDAS NO ITEM 3 DESTA.

G - É NOSSO DEVER: A PESQUISA, A IDENTIFICAÇÃO E A FORMAÇÃO DE LÍDERES QUE SE UNAM À NOSSA CAUSA, QUE É A SUA CAUSA. É NOSSO DEVER PRINCIPAL TRANSFORMAR TAIS LÍDERES EM LÍDERES NACIONAIS DESSAS NAÇÕES. É NOSSO DEVER IDENTIFICAR PERSONALIDADES PODEROSAS, APTAS A DEFENDER OS SEUS DIREITOS A QUALQUER PREÇO E QUE POSSAM AO MESMO TEMPO LIDERAR OS SEUS COMANDADOS, SEM RESTRIÇÕES.

H - É NOSSO DEVER EXERCER FORTE PRESSÃO JUNTO ÀS AUTORIDADES LOCAIS DESSE PAÍS, PARA QUE NÃO SÓ RESPEITEM O NOSSO OBJETIVO, MAS O COMPREENDA, APOIANDO-NOS EM TODAS AS NOSSAS DIRETRIZES. É NOSSO DEVER CONSEGUIR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL EMENDAS CONSTITUCIONAIS NO BRASIL, VENEZUELA E COLÔMBIA, PARA QUE OS OBJETIVOS DESTAS DIRETRIZES SEJAM GARANTIDAS POR PRECEITOS CONSTITUCIONAIS.

I - É NOSSO DEVER GARANTIR A PRESERVAÇÃO DO TERRITÓRIO DA AMAZÔNIA E DE SEUS HABITANTES ABORÍGENES, PARA O SEU DESFRUTE PELAS GRANDES CIVILIZAÇÕES EUROPÉIAS, CUJAS ÁREAS NATURAIS ESTEJAM REDUZIDAS A UM LIMITE CRÍTICO. PARA QUE AS DIRETRIZES AQUI ESTABELECIDAS SEJAM CONCRETIZADAS E CUMPRIDAS, COM BASE NO ACORDO GERAL DE JULHO PASSADO, É PRECISO TER SEMPRE EM MENTE O SEGUINTE:

a) ANGARIAR O MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE SIMPATIZANTES, PRINCIPALMENTE ENTRE PESSOAS ILUSTRES, COMO É O CASO DE GILBERTO FREIRE NO BRASIL, BEM COMO E PRINCIPALMENTE ENTRE POLÍTICOS, SOCIÓLOGOS, ANTROPÓLOGOS, GEÓLOGOS, AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS, INDIGENISTAS E OUTROS DE IMPORTANTE INFLUÊNCIA, COMO É O CASO DE JORNALISTAS E SEUS VEÍCULOS DE IMPRENSA. CADA SIMPATIZANTE DEVE SER INSTRUÍDO PARA QUE CONSIGA MAIS 10, ESSES 10 E CADA UM DELES MAIS 10 E ASSIM SUCESSIVAMENTE, ATÉ FORMARMOS UM CORPO DE SIMPATIZANTES DE GRANDE VALOR.

b) MAXIMIZAR NA MEDIDA DO POSSÍVEL, A CARGA DE INFORMAÇÕES, APERFEIÇOAR O CENTRO ECUMÊNICO DE DOCUMENTAÇÃO E, A PARTIR DELE, ALIMENTAR OS PAÍSES E SEUS VEÍCULOS DE DIVULGAÇÃO COM TODA SORTE DE INFORMAÇÕES.

c) ENFATIZAR O LADO HUMANO, SENSÍVEL DAS COMUNICAÇÕES PERMITINDO QUE O OBJETIVO BÁSICO PERMANEÇA EMBUTIDO NO BOJO DA COMUNICAÇÃO, EVITANDO DISCUSSÕES EM TORNO DO TEMA. NO CASO DOS PAÍSES ABRANGIDOS POR ESTAS DIRETRIZES, É PRECISO LEVAR EM CONSIDERAÇÃO A POUCA CULTURA DE SEUS POVOS, A POUCA PERSPICÁCIA DE SEUS POLÍTICOS ÁVIDOS POR VOTOS QUE A IGREJA PROMETERÁ EM ABUNDÂNCIA.

d) CRITICAR TODOS OS ATOS GOVERNAMENTAIS E DE AUTORIDADES EM GERAL, DE TAL MODO QUE NOSSO IDEAL CONTINUE PRESENTE EM TODOS OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DOS PAÍSES AMAZÔNICOS, PRINCIPALMENTE DO BRASIL, SEMPRE QUE OCORRA UMA AGRESSÃO À AMAZÔNIA E ÀS SUAS POPULAÇÕES INDÍGENAS.

e) EDUCAR E ENSINAR A LER OS POVOS INDÍGENAS, EM SUAS LÍNGUAS MATERNAS, INCUTINDO-LHES CORAGEM, DETERMINAÇÃO, AUDÁCIA, VALENTIA E ATÉ UM POUCO DE ESPÍRITO AGRESSIVO, PARA QUE APRENDAM A DEFENDER OS SEUS DIREITOS. É PRECISO LEVAR EM CONSIDERAÇÃO QUE OS INDÍGENAS DESSES PAÍSES SÃO APÁTICOS, SUBNUTRIDOS E PREGUIÇOSOS. É PRECISO QUE ELES VEJAM O HOMEM BRANCO COMO UM INIMIGO PERMANENTE, NÃO SOMENTE DELE, ÍNDIO, MAS TAMBÉM DO SISTEMA ECOLÓGICO DA AMAZÔNIA. É PRECISO DESPERTAR ALGUM ORGULHO QUE O ÍNDIO TENHA DENTRO DE SI. É PRECISO QUE O ÍNDIO VEJA E TENHA CONSCIÊNCIA DE QUE O MISSIONÁRIO É A ÚNICA SALVAÇÃO.

f) É PRECISO INFILTRAR MISSIONÁRIOS E CONTRATADOS, INCLUSIVE NÃO A RELIGIOSOS, EM TODAS AS NAÇÕES INDÍGENAS. APLICAR O PLANO DE BASE DAS MISSÕES, QUE SE COADUNA COM A PRESENTE DIRETRIZ E, DENTRO DO MESMO, A APOSIÇÃO DOS NOSSOS HOMENS EM TODOS OS SETORES DA ATIVIDADE PÚBLICA, É MUITO IMPORTANTE PARA VIABILIZAR ESTAS DIRETRIZES.

g) É PRECISO REUNIR AS ASSOCIAÇÕES DE ANTROPOLOGIA, SOCIOLOGIA E OUTRAS EM TORNO DO PROBLEMA, DE TAL MANEIRA QUE SEMPRE QUE NECESSITEMOS DE ASSESSORIA, TENHAMOS ESSAS ASSOCIAÇÕES AO NOSSO LADO.

h) É PRECISO INSISTIR NO CONCEITO DE ETNIA, PARA QUE DESSE MODO SEJA DESPERTADO O INSTINTO NATURAL DA SEGREGAÇÃO, DO ORGULHO DE PERTENCER A UMA NOBREZA ÉTNICA, DA CONSCIÊNCIA DE SER MELHOR DO QUE O HOMEM BRANCO.

i) É PRECISO CONFECCIONAR MAPAS, PARA DELIMITAR AS NAÇÕES DOS INDÍGENAS, SEMPRE MAXIMIZANDO AS ÁREAS, SEMPRE PEDINDO TRÊS OU QUATRO VEZES MAIS, SEMPRE REIVINDICANDO A DEVOLUÇÃO DA TERRA DO ÍNDIO, POIS TUDO PERTENCIA A ELE. DENTRO DOS TERRITÓRIOS DOS ÍNDIOS DEVERÃO PERMANECER TODOS OS RECURSOS QUE PROVOQUEM O DESMATAMENTO, BRACOS, A PRESENÇA DE MÁQUINAS PERTENCENTES AO HOMEM BRANCO. DENTRE ESSES RECURSOS, OS MAIS IMPORTANTES SÃO AS RIQUEZAS MINERAIS, QUE DEVEM SER CONSIDERADAS COMO RESERVAS ESTRATÉGICAS DAS NAÇÕES A SEREM EXPLORADAS OPORTUNAMENTE.

j) É PRECISO LUTAR COM TODAS AS FORÇAS PELO RETORNO DA JUSTIÇA. O QUE PERTENCEU AO ÍNDIO DEVE SER DEVOLVIDO AO ÍNDIO PARA QUE O ESBULHO SEJA COMPENSADO COM PESADAS INDENIZAÇÕES. UMA ESTRADA DESATIVADA JÁ OCASIONOU PREJUÍZOS COM DESMATAMENTO E MORTE DE ANIMAIS. UMA MINA JÁ CAUSOU PREJUÍZOS COM BURACOS E POLUIÇÃO, PORÉM O PREJUÍZO MAIOR FOI COM O MINERAL QUE FOI FURTADO DO ÍNDIO. OS ÍNDIOS NÃO DEVEM ACEITAR CONSTRUÇÕES CIVIS FEITAS PELO HOMEM BRANCO, ELES DEVEM PRESERVAR A SUA CULTURA, TRADIÇÃO E SEUS COSTUMES A QUALQUER PREÇO.

k) É PRECISO DEFENDER OS ÍNDIOS DOS ÓRGÃOS PÚBLICOS OU PRIVADOS, CRIADOS PARA DEFENDÊ-LOS OU ADMINISTRAR AS SUAS VIDAS. TAIS ÓRGÃOS, TANTO OS EXISTENTES NO BRASIL - SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO ÍNDIO - COMO EM OUTROS PAÍSES, NÃO DEFENDEM OS INTERESSES DOS ÍNDIOS.

l) É PRECISO MANTER AS AUTORIDADES EM GERAL SOB PRESSÃO CRÍTICA, PARA FINALMENTE EVITAR QUE OS SEUS ATOS, APARENTEMENTE SIMPLES, NÃO SE TRANSFORMEM EM DESGRAÇA PARA OS ÍNDIOS. NUNCA SE DEVE DEIXAR DE PROTESTAR CONTRA QUALQUER ATO QUE CONTRARIE AS DIRETRIZES AQUI COMPREENDIDAS.

SUPORTE E EXPLICAÇÕES

I - As verbas para o início do cumprimento desta etapa já se acham depositadas, cabendo a distribuição ao Conselho de Curadores definir e avaliar a distribuição. Da verba AS 4-81, 60% serão destinadas ao Brasil, 25% à Venezuela e 15% à Colômbia. Ficarão sem verbas até 1983 o Peru e os demais países da América do Sul.

II - Os contratados serão de inteira responsabilidade dos organismos encarregados da operação.

III - Os relatórios serão enviados mensalmente e o sistema de arquivo não deverá ser liberado para a normativo do arquivo ecumênico, pelo fato de existirem etapas que não integram o convênio com a Igreja Católica desses países.

IV - É vedado e proibido aos Conselhos regionais instalados em tais países dirigir-se diretamente aos nossos provedores, para fins de requisição de verba, sob qualquer pretexto que seja. Todas as doações serão centralizadas em Berna.

V - Será permitido estipular pequenas verbas, distintas da verba principal, para fins de dar suporte a operações paralelas, não compreendidas nestes diretrizes. As quantias representativas dessas pequenas verbas devem ser devidamente especificadas, tanto quanto à sua origem como em relação à sua destinação.

VI - No que concerne à transmissão e tramitação de documentos e informações, são válidas de modo geral as seguintes instruções: para verbas, o Gen. 79-3; para assuntos políticos, o Gen. 80-12; para assuntos de sigilo máximo, o Gen. 79-7 em toda a sua gama e em todos os seus aspectos, sem exceção. O expediente do acordo sobre a presente diretriz deverá chegar aqui ao mais tardar dentro de 30 dias da data do recebimento desta e estará sujeito à Norma 79-7.

VII - O endereço continuará sendo mantido sob a senha "GOTLIEB", principalmente por causa dos colombianos.

É o que foi decidido. (Ass. Ileg.) H. V. Hoberg
(Ass. Ileg) S. B. Samuelson
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NADA MAIS constava do documento acima, que devolvo junto com esta tradução, que conferi, achei conforme e assino. DOU FÉ.

São Paulo, 22 de julho de 1.987
Walter H. R Frank
Tradutor Público

EU, MARIA IRACEMA PEDROSA,______________________ Vice Presidente do CENTRO DE DESENV0LVIMENTO DE EMPRESÁRIOS E ADMINISTRADORES LÍDERES - CDEAL/MANAUS, trasladei em 1.º de dezembro de 1.999.

O governante proletário: fama, poder, dinheiro e corrupção

Do portal BRASIL ACIMA DE TUDO
11 de agosto de 2008

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lulasafra2Do Observatório de Inteligência
Por Orion Alencastro (*)

A histórica caminhada do Partido dos Trabalhadores, de 1982 até as eleições do operário e líder sindical Luiz Inácio da Silva à Presidência da República Federativa do Brasil, em 2002, foi motivo de euforia, delírio e glória para os aliados comuno-socialistas que se auto alimentavam do sonho da ditadura do proletariado em nossa Pátria.

Ao conquistar pelas "urnas da democracia" o exercício do poder de governar, na contra-mão da esquerda, o país que outrora liderou o levante sub-continental contra o Movimento Comunista Internacional na América Latina, pretendeu encarnar a alma do operariado tupiniquim e, ostentando a bandeira vermelha, teve o ousado desplante de apunhalar a ingenuidade e as crenças dos seus inspiradores companheiros que dizia representar.

Uma vez alcançada a rampa do Palácio do Planalto, acomodado no conforto da sala de Chefe do poder no 3o. andar, louvou as "zelites", curvou-se aos sedutores banqueiros nacionais e rendeu-se à máfia financeira internacional, um dos pilares do controle externo sobre o direito de auto-determinação da nação brasileira.

bakuninAssim, estava selada a farsa do seu governo para a facilitação da ganância corporativa e a feliz trajetória da hoje enriquecida família Da Silva, nódoa da corrupção retratada na mídia, no ministério público, nos anais do Congresso Nacional, nos processos do Judiciário e nos registros sigilosos do Estado.

Retrato perfeito do embusteiro governo petista

Mikhail Bakunin, o anarquista russo do século XIX (1814 - 1876), apropriadamente empresta seu pensamento para melhor expressar a metamorfose dos falsos operários que insistem em ludibriar a opinião pública com o aparelhamento do Estado, apoiados pela audaciosa e cínica máquina governamental de propaganda política:

“Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e por-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado: não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disso não conhece a natureza humana.”

tarso_dedo

Não se descarta que Tarso Genro tenha assumido o papel de "cobra mandada" para tirar da mídia os episódios VARIGLOG, Daniel Dantas e o envolvimento do Governo com as FARC, desviando o foco de atenção para a polêmica de retoque na Lei da Anistia.

Onde estão os Petistas?

Após as inovações, muitas oportunas e de interesse social, com visibilidade nos primeiros anos do primeiro mandarinato de Luiz Inácio da Silva, aflorou na mídia e repercutiu no Congresso Nacional o saboroso melado político para petistas e agentes externos. Descobrira-se o rastilho do mais refinado mel de artimanhas políticas, salpicando a mídia internacional com os sucessivos escândalos de corrupção, que desmistificaram a projetada índole de probidade e modelo de virtude dos notórios militantes do Partido dos Trabalhadores que, paulatinamente, foram saindo de cena.

A retirada das carrancas de proa, notadamente do senador bigodudo, é estratégica e tática. Todos os figurões reeleitos e os que perderam ou não conquistaram mandatos eleitorais fingem-se de mortos para não se estigmatizarem pelo uso da estrela vermelha da corrupção.

Vários companheiros estão sub judice. Outros, camuflados, aguardam as boas novas e as "boquinhas" dos eleitos de outubro de 2008 para encherem os pulmões na jornada de 20l0.

dirceuboca“Cumpanhêros” endinheirados

Os Petistas, a exemplo do hoje magnata ex-Ministro Chefe da Casa Civil - membro da organização de sustentação subterrânea do chefe da nação -, denunciados pela Procuradoria da Republica à Justiça, vão muito bem obrigado, desfrutando de amplo relacionamento com os aparelhadores do Estado e administrando seus bens.

Encontram-se acomodados e enriquecidos via ONGs e BNDES, projetos de incentivos à cultura, assegurados em terras respeitadas pelo MST, gerenciando indústrias de metanol no Caribe, proprietátios de transportes aéreos, lavra de ouro e valores no exterior. Expressivo número de companheiros foi ajustado como fornecedores do Governo, enriquecendo como supridores ou prestadores de serviços “privilegiados” à poderosa mãe PETROBRAS.

JorgeRachid

Rachid, companheiro de viagem, etilicamente exonerado por telefone pelo Chefão, ao não concordar em anistiar o débito superior a 200 milhões de reais da empresa amiga Gradiente. O ex-secretário da Receita Federal tem o pescoço do mandante nas mãos. Conhecimento é poder.

Santos do pau oco que ludibriaram a opinião pública com propostas e projetos partidários, ancorados em 10 partidos capachos do governo. Enganaram, e continuam enganando pela via do processo gramscista, impedindo a conscientização de indefesos brasileiros que se iludiram com a imagem de trabalhadores que se fundiram num partido. Hoje, o PT é dirigido por bacharéis e cidadãos que se valeram de ajustes de facilidades com governos municipais, estaduais e o da República, maculando-se pela corrupção e enredamento como crime organizado.

Os petistas e periféricos não morreram, continuam transmutando-se em larvas vermelhas, tentando novas oportunidades de alastramento, trabalhando para a anistia do governo mais corrupto da história, hoje, conceitualmente manchado pelo envolvimento palaciano com as narco-guerrilheiras FARC, ameaçados pelas investigações da polícia federal, sempre interrompidas quando os indícios sobem a rampa do palácio que abriga o poderoso Chefe. (OI/Brasil acima de tudo).

Idiotas reciclados

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
31 de julho de 2008

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Levei décadas para compreender que a sedução esquerdista não me conquistou – nem a mim nem a meus companheiros de geração – pelo conteúdo ativo da sua proposta ideológica, que só conhecíamos muito superficialmente, mas sim pela oferta implícita de um novo código de moralidade, que chegava a nós sem palavras, pela impregnação difusa na convivência diária. O que definia esse estilo era que os nossos atos já não seriam julgados pelo seu teor moral objetivo, mas pela sua conexão hipotética com os fins últimos do movimento revolucionário. Como esses fins eram remotíssimos e só acessíveis poeticamente, os sentimentos do grupo militante tornavam-se a única referência capaz de decidir, sem necessidade ou possibilidade de grande fundamento racional, se a nossa conduta pessoal se enquadrava ou não nos padrões esperados. Libertávamo-nos da "moral burguesa" escravizando-nos à autoridade irracional de um círculo de "companheiros", cuja afeição se tornava o único fiador da salvação da nossa alma ante o tribunal da História. O apego ao grupo era fortalecido pelo ódio a inimigos que não conhecíamos, dos quais nada sabíamos, mas de quem imaginávamos com facilidade as piores coisas, deleitando-nos então de pertencer à comunidade dos bons.

Comentário do Cavaleiro do Templo: seria também o ódio imenso que os esquerdopatas trazem no coração fruto da descoberta tardia de que as REGRAS DO PARTIDÃO eram TIRÂNICAS enquanto as REGRAS "BURGUESAS" não eram IMPOSTAS COMO DOUTRINA?

Se entendi que as coisas se passaram assim, foi através de auto-exames francamente humilhantes. Humilhantes, porém obrigatórios. Considerando-se a extensão e a gravidade dos crimes praticados pelo comunismo contra a espécie humana, o dever mais óbvio daqueles que se desiludem com ele é aprofundar a ruptura, investigando dentro de si até extirpar as últimas raízes do erro monstruoso em que se acumpliciaram. No entanto, poucos fazem isso: a maioria limita-se a transitar da categoria de militantes para a de idiotas úteis – às vezes até mais úteis do que eram como militantes.

A principal razão disso é que abandonar o comunismo lhes custou um investimento psicologico muito grande: no instante seguinte estão cansados demais para um segundo esforço de auto-superação. Tratam então de acomodar-se no círculo mais próximo, a chamada "esquerda democrática", e aí repousar na contemplação dos seus dois grandes méritos imaginários: o mérito de aderir ao comunismo por amor à justiça, o mérito de afastar-se dele em busca de mais justiça. Refugiando-se da mentira numa nova mentira, tornam-se facilmente chantageáveis por seus velhos companheiros, cuja amizade insistem em conservar como relíquia de um passado querido ou como analgésico contra a dor da separação ideológica.

O preço dessa amizade é uma terceira mentira. Na perspectiva comunista, a idéia de relação pessoal separada da devoção partidária é um mito burguês desprezível. O recém-divorciado tem de se esquecer disso para poder fingir que seus antigos companheiros de militância são agora seus amigos sem nenhum interesse político, ao passo que eles, fiéis ao mandamento de jamais sobrepor as afeições do coração aos sagrados interesses do Partido, estão ansiosos por uma oportunidade de usar politicamente o novo "companheiro de viagem" para dar sentido moral à continuação de uma amizade que, sem isso, lhes pareceria uma futilidade pecaminosa.

Essa oportunidade aparece assim que o Partido cria mais uma "frente ampla", como o faz de tempos em tempos, angariando o apoio de uma variedade de correntes de opinião para objetivos cujas implicações de longo prazo a maioria não precisa enxergar nem compreender. Aí o militante transviado dificilmente resiste à proposta de agradar a seus companheiros de juventude sem perder uma sensação de independência tão deliciosa quanto ilusória. Reciclado como "companheiro de viagem", ele volta a integrar a estratégia partidária, sem o ônus da submissão explícita.

É assim que se explicam, por exemplo, fenômenos como as epidemias de lulismo ou obamismo entre pessoas que se imaginam imunes a todo apelo do seu passado esquerdista. Ao criar os Obamas e Lulas, a esquerda revolucionária faz como uma igreja que se abre, por esperteza ecumênica, ao retorno dos apóstatas para uma visitinha sem compromisso.

Referendo na Bolívia: Clonação de Títulos de Eleitores coloca processo sob suspeição

Do blog MOVCC

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Em Santa Cruz, El Alto de La Paz e Cochabamba foram denunciados casos de vários eleitores que não puderam votar porque outra pessoa já havia votado em nome deles.

Muitos eleitores se surpreenderam porque ao chegarem à sua mesa para emitir seu voto, encontraram que outra pessoa já havia sufragado o voto em seu nome e com o mesmo número da cédula de identidade.

Este tipo de ocorrência foi qualificado por funcionários da Corte Departamental Eleitoral como “clonação”, e se registrou não só no departamento de Santa Cruz, mas também foi denunciado em Cochabamba e El Alto.

Fernando Castedo, vocal da Corte Eleitoral cruceña, confirmou que recebeu seis casos de clonação que despertaram a susceptibilidade nos cidadãos que pretendiam exercer seu direito ao voto. “Estes casos foram denunciados pelos juízes eleitorais que receberam as denuncias dos afetados. Nós temos pedido que se investigue estes casos para determinar o que sucedeu”, declarou.

Em Cochabamba, os eleitores afetados recorreram aos meios de comunicação para denunciar a ocorrência ante a impotência de não serem atendidos pelos funcionários da Corte Eleitoral desse departamento. Segundo o presidente dessa entidade, Joaquín Pérez, esta ocorrência não foi denunciada ante a Corte, mas adiantou que haverá uma investigação.

O prefeito Manfred Reyes Villa, horas antes de conhecer o resultado do referendo, ele criticou a Corte Nacional Eleitoral por não ter tomado atitudes e levado a sério as denúncias de duplo título eleitoral. “Está em dúvida o padrão eleitoral que em Cochabamba supostamente tem um crescimento de 200 mil eleitores. E surpreendente tal constatação: é como se esses eleitores já tivessem nascido com 18 anos”, disse. Matéria completa aqui, no El Nuevo Dia


IRREGULARIDADES NO REFERENDO DA BOLÍVIA

Protestos nas primeiras horas após eleição

Cochabamba, (ANF).- O presidente da Corte Departamental Eleitoral (CDE) de Cochabamba, Joaquín Pérez Mercado, qualificou como “positiva” a jornada eleitoral do domingo, dia do Referendo Revocatório de Mandato Popular.

No entanto, várias pessoas fizeram denúncias aos distintos meios de comunicação sobre as irregularidades ocorridas durante o plebiscito, como irregular panfletagem a favor de Evo e contra o prefeito, nos postos eleitorais. Outra denúncia gravíssima dos eleitores foi que muitos se surpreenderam ao tentarem votar porque nas listas seus votos já constavam como emitidos.

O presidente da Corte Departamental Eleitoral (CDE) se recusou de fazer comentários a respeito, afirmando que não se tem nenhuma denúncia formal e que em cada recinto se encontravam funcionários da Corte Eleitoral para resolver estes casos. Matéria completa aqui, no El Diário.


MAIS DENÚNCIAS: CÉDULAS COM DOIS NÚMEROS

“Quatro pessoas não puderam votar porque quando se apresentaram na mesa eleitoral correspondente, descobriram que seu número do título de eleitor tinha sido mudado. Nos documentos pessoais bem como nas listas de votação figurava os nomes dos eleitores corretamente, porém, o número do título era diferente.

Nós chamamos ao pessoal da Corte, porém, simplesmente nos responderam que possivelmente se tratava de um erro de impressão, e com isso fecharam a questão. Os afetados por esse tipo de erro protestaram e asseguraram que iriam denunciar à imprensa. Também ocorreram outros casos. Várias pessoas foram trocadas de mesa para sufragar e não foram informadas. Alguns nem votaram”. El Nuevo Dia


GOVERNADORES REGIONAIS ENDURECEM CONTRA MORALES

Os governadores regionais autonomistas de Santa Cruz, Beni, Pando e Tarija, que foram ratificados em suas regiões, endureceram ainda mais contra o presidente, Evo Morales, a quem insultaram e advertiram que não imporá uma nova constituição.

Após ter sido ratificado com um amplo apoio segundo as pesquisas dos meios de comunicação, o governador regional de Santa Cruz, Rubén Costas, dirigiu a seus seguidores um duro discurso contra Morales, a quem chamou de "ditador" e "macaco".

"A liberdade derrotou o totalitarismo", disse Costas judiciais e anunciou que continuará aprofundando o projeto autônomo para sua região "onde possa viver sem o chicote do fundamentalismo aimará". "Advertimos os corruptos e os soberbos governantes que não tentem impor seu ilegal e racista projeto de constituição porque então sim terão entrado em um beco sem saída", acrescentou. O duro discurso de Costas foi pronunciado no meio de gritos de seus seguidores que pediam "independência" e chamavam o presidente Morales de "assassino".

Mario Cossío, governador regional da rica região em gás de Tarija, sustentou que a partir de amanhã iniciará o estatuto de autonomia que foi votado em junho passado, mas que o Governo considera "ilegal e separatista". Cossío anunciou que imediatamente convocará eleições para formar "um Parlamento" departamental que legisle a autonomia regional que pretende aplicar.

O governador de Beni, Ernesto Suárez, disse que a votação que o ratificou este domingo em seu cargo é uma derrota para o "império dos cheque-Chávez", em alusão à ajuda que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, dá a Morales para seus projetos.

Seu colega de Pando, Leopoldo Fernández, destacou que o resultado a seu favor representa "a ratificação do povo em sua vontade de se transformar em uma região autônoma", mas, além disso, uma decisão de lutar por recuperar a renda petrolífera de que o Executivo diminuiu para a região. EFE - Via Portal Terra

Isto NÃO É obra de um jornalista

Do portal Vermelho.org
10 DE AGOSTO DE 2008

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A “jornalista” Barbara Gancia, tão paparicada pela Folha de S.Paulo, é uma típica fofoqueira da mídia. Com seus comentários escrachados, levianos e irresponsáveis, ela faz inimigos por todos os lados. Esbanjou preconceito ao ironizar o primeiro lugar na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) obtido por um colégio do Piauí; comprou briga com o movimento hip-hop ao acusá-lo de estimular a violência e ao criticar o uso de verbas públicas em projetos culturais nas periferias; e vive enlameando a reputação de várias pessoas com os seus mexericos rastaqüeras.

Por Altamiro Borges*


Para seu desespero, porém, nem todos aceitam passivamente seus insultos. No caso do hip-hop, o poeta Sérgio Vaz, que lidera uma cooperativa de literatura e arte na pobre Taboão da Serra (SP), retrucou a “figura da alta sociedade paulistana, a fofoqueira Barbara Gancia”. Para ele, a repórter da Folha expressa o pensamento racista da elite paulista. “É assim que se porta o fascismo diante de uma pequena possibilidade da periferia conseguir um espaço, por menor que ele seja. É raiva pura. A Casa Grande se agita na menor possibilidade de barulho na senzala. É assim que pensam muitos jornalistas, que agem como capitães-do-mato a serviço do senhor de engenho”.

Comentário do Cavaleiro do Templo: independente do que alguém disse sobre outra pessoa, um jornalista não pode publicar esta opinião SEM ANTES VERIFICAR A COERÊNCIA DA OPINIÃO. Se a Barbara disse alguma coisa CONTRA UMA RAÇA ela poderia ser chamada de racista. Se ela disse alguma coisa CONTRA A PERIFERIA, CONTRA OS HOMOSSEXUAIS, CONTRA OS ASTRONAUTAS, CONTRA OS BÊBADOS ela JAMAIS PODERIA SER CHAMADA DE RACISTA. Será que ela teria dito algo negativo contra os "brancos do hip-hop"? Ou contra os "negros do hip-hop"? Será que o Sr. ALTAMIRO BORGES levou este "pequeno detalhe"em conta antes de publicar a opinião do poeta citado? Até onde se sabe, a ciência não determinou que quem mora na periferia seja UMA RAÇA, muito menos quem goste deste ou daquele tipo de música. Quem sabe eles tenham novas provas sobre novas raças, sei lá... Me parece mais o tipo de jornalismo que se faz no Brasil. Infelizmente.

Outro que não aceitou calado os chiliques da colunista foi o ex-ministro José Dirceu, que foi alvo de suas calúnias e ameaçou processá-la em 2006. Temendo a Justiça, a leviana confessou que faz o pior tipo de jornalismo. “Devo desculpas a José Dirceu. Reproduzi neste espaço a informação – assinada por um colega com que trabalhei e que julgava ser um jornalista responsável –, dizendo que o ex-deputado teria comprado uma moto Harley-Davidson no valor de R$ 90 mil. Dirceu não comprou a Harley e não sabe dirigir motos”. No seu blog, Luis Favre também não dá tréguas à linguaruda, que gosta de fazer ataques rasteiros e rebaixados à ex-prefeita Marta Suplicy.

Adesão aos fascistas em máscaras

Barbara Gancia, porém, não é uma fofoqueira qualquer, típica das grotescas revistas de fofoca do país. Ela gosta de fazer as suas intrigas no campo da política, perfilando-se sempre ao lado dos setores mais reacionários da sociedade. Faz parte do reduzido time de colunistas da mídia venal – junto com Mirian Leitão, Merval Pereira, Arnaldo Jabor, Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo, entre outros – que destila veneno contra qualquer idéia progressista e não esconde o seu ódio de classe aos movimentos sociais. Travestida de anarquista, a tucana enrustida é uma crítica ácida e contumaz do governo Lula, não pelos seus limites e equívocos, mas por seus aspectos positivos.

Comentário do Cavaleiro de Templo: onde está o "ódio de classe aos movimentos sociais" nas falas da Barbara? Isto é mais uma do "jornalismo" brasileiro, infelizmente. Naquele artigo a Bárbara falou sobre a relação FARC/PT/PC do B/LULA. É claro que se este Sr. jornalista Altamiro Borges for o mesmo jornalista deste link, ele só poderia considerar mesmo uma relação como esta positiva, visto que o PC do B também faz parte do FORO DE SÃO PAULO, entidade onde se dá a relação acima.

Numa coluna recente, intitulada “Olavo viu o ovo”, ela resolveu assumir de vez o seu direitismo. Deixando de lado suas gracinhas sem graça, ela confessou sua adesão a um dos fascistóides mais conhecidos do país: “Eu achava que o jornalista, filósofo e escritor Olavo de Carvalho fosse um tarado delirante... A obsessão que ele tem em apontar, lá da Virgínia, onde mora, comunistas comedores de criancinhas em todas as esquinas do Brasil sempre me causou certo desconforto... Pois, a julgar pela extensa reportagem da revista colombiana Cambio, sobre o envolvimento de autoridades petistas com as Farc, Olavo de Carvalho esteve certo todos esses anos”.

Comentário do Cavaleiro do Templo: quem mesmo é que teria ódio ao que não é igual?

Repetindo a cantilena da direita ianque e nativa, ela considera as Farc um grupo terrorista – mas não diz uma palavra sobre o presidente narcoterrorista Álvaro Uribe – e acusa o Foro São Paulo, organização que reúne os partidos progressistas do continente, de ser “uma confraternização da esquerda moribunda da América Latina e do Caribe”. Com estas e outras declarações similares, Barbara Gancia retira a fantasia da fofoqueira engraçadinha e assume de vez a postura de porta-voz da direita. Ela bem que já poderia ser contratada pelo site Mídia Sem Máscara, editado por Olavo de Carvalho, que reúne boa parte dos fascistas sem máscaras do país.

Comentário do Cavaleiro do Templo: estabelece-se por fim o delírio e a pura burrice que vive dentro de quem fugiu da escola. Álvaro Uribe não é narcoterrorista, as FARC são terroristas, o site Mídia sem Máscara não tem o Olavo como editor muito menos lá encontram-se fascistas. Por fim, ninguém pode ser FASCISTA e FASCISTÓIDE ao MESMO TEMPO. Ou se é humano ou humanóide. Este é o jornalismo brasileiro... Infelizmente.

* Altamiro Borges é jornalista.

Neste site encontramos isto sobre uma pessoa (também) chamada Altamiro Borges:

"Jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor do livro “Venezuela: originalidade e ousadia” (Editora Anita Garibaldi, 3ª edição)."

Mensagem para RÔ-LITORAL

Olá RÔ-LITORAL

Li seu comentário, escreva para mim que te passo informações sobre o que pediu.

cavaleirodotemplobrasileiro@gmail.com

Abraços
Cavaleiro do Templo

O Brasil rumo à ditadura homossexual

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Luiz Sérgio Solimeo em 01 de agosto de 2008

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Resumo: Um projeto de lei, já aprovado na Camara dos Deputados do Brasil e que se encontra em discussão no Senado dá uma idéia do tipo de ditadura que o Movimento Homossexual pretende impor ao mundo cristão.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Um projeto de lei, já aprovado na Camara dos Deputados do Brasil e que se encontra em discussão no Senado, nos dá uma idéia do tipo de ditadura que o Movimento Homossexual pretende impor ao mundo cristão.

Se esse projeto se transformar em lei ele punirá, com pena de prisão, todo aquele que criticar a prática ou a ideologia homossexual. Isto daria grande força para o movimento homossexual pelo mundo afora, reforçando o mesmo nos diversos países.

Ao mesmo tempo, tal projeto desmascara os verdadeiros objetivos do movimento homossexual, o que é de suma importância para todos aqueles que, por toda a parte, amam a liberdade.

Perseguição religiosa

O bispo de Dourados, no Estado de Mato Grosso do Sul, Dom Redovino Rizzardo, escrevendo sobre esse projeto de lei advertiu:

"O Senado Federal está apreciando o Projeto de Lei 122/2006, destinado a proteger a quem opta por atitudes e práticas homossexuais. ... Se aprovado, o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho. Assim, um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por 'ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'. A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão."[1]

Homossexualismo não é fonte de direitos

O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz − que se tem destacado no combate ao aborto e ao homossexualismo − publicou significativo artigo contra o projeto de lei, inserindo-o numa perspectiva mais ampla: a sistemática ofensiva do governo do atual presidente socialista do Brasil − Luís Inácio Lula da Silva − contra a vida e contra a família, em oposição frontal a princípios fundamentais da moral católica.

Em seu artigo, sob o título O governo Lula e o combate à castidade, Pe. Lodi estabelece o nexo entre o movimento abortista e o movimento homossexual:

"No governo Lula, a causa pró-aborto — que ataca diretamente a vida humana — anda de mãos dadas com a causa pró-homossexualismo — que ataca frontalmente a virtude da castidade, sobre a qual se funda a família. Desde o início de 2003, o governo vem fazendo todo o possível, seja internamente, seja perante a comunidade internacional (ONU e OEA), para glorificar o homossexualismo e tratar como criminosos ("homofóbicos") os que se opõem à conduta homossexual." [2]

Depois de fazer um elenco cronológico de todas as medidas do Governo Lula no sentido de favorecer o homossexualismo, o Pe. Lodi da Cruz analisa o atual projeto em discussão no Senado, o qual transformará o homossexualismo numa fonte de privilégio:

"Que significa isso? Que além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todas as pessoas, os praticantes do homossexualismo terão direitos em virtude do homossexualismo por eles praticado. O projeto pretende dar aos homossexuais direitos, não na qualidade de pessoas, mas na qualidade de homossexuais. Ora, o homossexualismo (entendido como prática da conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo) é um vício contra a natureza, que não pode acrescentar direito algum a alguém."[3]

O vício transformado em fonte de mérito

Por seu lado, a advogada Maria das Dores Dolly Guimarães pondera que, de acordo com o projeto, "o homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta será tratado como criminoso." [4]

"Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos", enfatiza a advogada, que é presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida.

Ela exemplifica com alguns artigos do projeto de lei:

"A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ('manifestação de afetividade') por homossexuais (art. n.º 7)". Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças, após descobrir que ela é lésbica (art. n.º 4).

"A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo n.º 8: 'ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'", acrescenta, acentuando que "o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual poderá ser condenado a 3 a 5 anos de reclusão (art. n.º 5)."[5]

"Lei da Mordaça Gay"

Esse projeto de lei está sendo conhecido no Brasil como "Lei da Mordaça Gay", uma vez que, caso aprovado, tornará ilegal qualquer condenação ou crítica que se faça à prática homossexual.

Esse é justamente o tílulo do estudo do advogado Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo[6], no qual afirma:

"O projeto é flagrantemente inconstitucional e significa a implantação do totalitarismo e do terrorismo ideológico de Estado, com manifesta violação dos direitos à igualdade, à livre manifestação do pensamento, à inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, à não-discriminação por motivos de crença religiosa, convicção filosófica e política, e ao devido processo legal material ou substantivo (art. 5.º, caput, IV, VI, VIII, LIV, da Constituição)."[7]

Em outro artigo sobre o mesmo tema, o Dr. Krause mostra o aspecto ideológico marxista subjacente ao projeto em questão:

"O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia é a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico. .... Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infalibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse."[8]

Homossexualidade não é "gênero", é conduta

O Prof. Uziel Santana, da Universidade Federal do Sergipe, explica de maneira simples e categórica o porque a "Lei da Mordaça Gay" é inconstitucional:

"Por que o Projeto de Lei 122/2006 é inconstitucional? É inconstitucional porque a Constituição Federal estabelece, no art. 5º, como direito e garantia fundamental, que, primeiramente, "homens" e "mulheres" são iguais em direitos e obrigações, de modo que a Constituição não reconhece um terceiro gênero: o homossexual. E, se assim o é, como um projeto de lei ordinária pode tentar estabelecer super-direitos e a impossibilidade absoluta de crítica a um grupo de pessoas que, enquanto homossexuais, nem reconhecidos são pela Constituição? Para a Magna Carta, queiram eles ou não, estes são homens ou mulheres."[9]

Implantação de um regime policial

Podemos concluir esta resenha sobre o perigo que corre o Brasil de se transformar na primeira Ditadura Homossexual do mundo, com as seguintes considerações do já citado bispo de Dourados, Dom Revidio Rizzato:

"Pelo que tudo indica, a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual. Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país."[10]


Telefone para o seu Senador manifestando seu repúdio à Lei Da Mordaça. Insista para que ele se oponha à aprovação pelo Senado do PLC 122/2006. A ligação (grautita) para o Senado pode ser feita através do número

0800 61 22 11. Ou mande sua mensagem eletrônica: http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado

Divulgação: www.juliosevero.com

Notas:

[1] Dom Redovino Rizzardo, cs, Quem são os discriminados? "Diário M.S.", Quinta-feira, 03 de Julho de 2008, at http://www.diarioms.com.br/leitura.php?can_id=15&id=77078#

[2] Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, O governo Lula e o combate à castidade at http://www.providaanapolis.org.br/govlucas.htm

[3] Lodi da Cruz, Art. cit.

[4] http://dihitt.com.br/noticia/lei-da-homofobia-no-senado-para-aprovacao-polemica/quem_votou?r=

[5] http://dihitt.com.br/noticia/lei-da-homofobia-no-senado-para-aprovacao-polemica/quem_votou?r=

[6] Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo at http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0272

[7] Krause: A lei da mordaça gay.

[8] Paul Medeiros Krause, A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista, at http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10468.

[9] Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo at http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0272

[10] Krause: A lei da mordaça gay.

[11] Paul Medeiros Krause, A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista, at http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10468.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".