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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

New Lies for Old by Anatoly Golitsyn

Do blog CANTINHO DO TIO RODRIGO

Trecho do comentário de Jeffrey Nyquist para o Mídia Sem Máscara sobre este livro:

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Em 1984, um desertor russo chamado Anatoliy Golitsyn escreveu sobre o período que se seguiria ao colapso do comunismo. E avisava quanto a um renovado ataque ao Ocidente, arquitetado pelos estrategistas do KGB. Em seu livro de 1984, New Lies for Old [Novas Mentiras no Lugar das Velhas], ele escreveu: “A ‘Liberalização’ na Europa Oriental, na escala sugerida, poderia ter um impacto social e político até mesmo nos EUA, especialmente se coincidisse com uma severa depressão econômica. Os estrategistas comunistas estão à espreita de tal oportunidade”. De acordo com Golitsyn, o bloco comunista rastreia os desdobramentos dos movimentos econômicos ocidentais. Eles atentam para fraquezas em andamento. “O bloco comunista não repetirá o erro de deixar de explorar uma queda brusca como a de 1929-32”. Os observadores mais argutos sabem que uma queda financeira brusca ressuscita o marxismo e a sua crítica à liberdade econômica.

Referindo-se à fase enganosa e auto-apregoada da fraqueza russa, em 1984, Golitsyn advertia: “Informações vindas de fontes comunistas dando conta de que o bloco [soviético] sofre escassez de petróleo, deve ser tratada com particular reserva, uma vez que bem pode ter a intenção de ocultar a preparação para a fase final da política [de longo alcance] e induzir o Ocidente a subestimar o potencial das armas econômicas do bloco”. A fraqueza econômica da Rússia levou a Europa a sentir-se segura quanto à sua crescente dependência do petróleo e gás russos.

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De acordo com Mark Riebling, o livro do desertor da KGB, Anatoliy Golitsyn, publicado em 1984, contém 148 previsões passíveis de serem demonstradas como falsas. Mas dessas 148 previsões, “139 provaram-se corretas ao final de 1993 – uma taxa de precisão de aproximadamente 94%”. Hoje, a taxa de precisão de Golitsyn é ainda maior Tendo previsto o uso que a Rússia faria do petróleo como arma econômica, e tendo previsto uma futura aliança entre Rússia e China, podemos dizer que das 148 previsões de Golitsyn, 141 tornaram-se realidade.

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Veja também:

Mikhail Gorbachev reconhece em seu livro, "PERESTROIKA: Novas Idéias para o meu País e o Mundo", que a perestroika não foi criação de seu Governo.

William MacIlhany entrevista o editor do livro de Golitsyn, Christopher Story:


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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".