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segunda-feira, 16 de julho de 2012

E-mails divulgados pelo site Mídia Sem Máscara não foram enviados pelo Deputado Federal Jean Wyllys. Publicação 2 de 3

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

Jean Wyllys se pronuncia acerca dos falsos e-mails

ESCRITO POR EDITORIA MSM | 15 JULHO 2012
ARTIGOS - DIREITO

Atualizado às 00h54 desta segunda-feira (16).
Do site de Jean Wyllys:

Nova onda de calúnias

Circulam pela internet dois e-mails assinados por Jean Wyllys, dando a entender que foram enviados a partir do e-mail institucional da Câmara dos Deputados, contendo ameaças a um blogueiro em especial, além de declarações convenientes aos blogs e sites que prontamente as replicaram.

Entre as declarações, uma delas chama em especial a atenção, servindo como um suposto “salvo-conduto” à pedofilia, e que está sendo ecoada de forma irresponsável em diversas redes sociais: a intenção de legalizar relações ditas “consensuais” entre crianças e adultos.

Tais declarações são uma completa mentira, objeto de uma campanha caluniosa, cujo objetivo é calar uma luta dentro do Legislativo. Servem como forma de desmoralizar um mandato que prima pela defesa dos direitos humanos, partindo de pessoas que se opõem à defesa dos direitos de mulheres, portadores de deficiências, negros, LGBTs e crianças carentes – bandeiras levantadas pelo deputado em sua participação na CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Comissão de Legislação Participativa, Comissão de Educação e Cultura, Frente Parlamentar pela Defesa da Cultura, Comissão Externa de Combate à Corrupção, Subcomissão permanente de Assuntos Federativos, Frente pela Liberdade de Expressão, Parlamento Jovem Brasileiro e projeto “A Câmara quer te ouvir”, iniciativa da Ouvidoria da Câmara dos Deputados.

Apesar de alguns destes caluniadores já terem reconhecido que a origem de tais e-mails é falsa, continuam ocupados em propagá-los, uma atitude claramente contraditória.

Estamos tomando as providências cabíveis, responsabilizando cada envolvido neste desagradável episódio, na correta medida de seu ato.

(http://jeanwyllys.com.br/wp/nova-onda-de-calunias)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".