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segunda-feira, 16 de julho de 2012

COC tenta melar julgamento no STF

 

LIBERDADE DE EXPRESSÃO EM JOGO NO STF

July 16, 2012

Uma semana depois de o Estadão haver declarado, em editorial, que o julgamento do Recurso Extraordinário nº 601.220-SP é “decisivo para a liberdade de imprensa no País” , o Sistema COC de Ensino decidiu “concordar” com o pleito do recorrente — o coordenador do ESP, Miguel Nagib — de que o processo seja julgado em Brasília, onde fica o seu domicílio, e não Riberão Preto, onde foi ajuizada a ação visando à reparação dos danos alegadamente causados à imagem da empresa pelo artigo Luta sem Classe, da jornalista Mírian Macedo (leia o post abaixo para entender a importância da matéria discutida no RE 601220-SP).

Com isso, os advogados do COC pretendem impedir o exame da questão pelo STF, pois a concordância, segundo acreditam, faria desaparecer o interesse do recorrente no julgamento do recurso (leia aqui a petição).

O objetivo é evidente: prevenir a publicidade negativa que fatalmente advirá desse julgamento, já que muitos mais tomarão conhecimento da covarde tentativa do COC de censurar e punir a mãe que ousou criticar as apostilas utilizadas pela escola da filha, produzidas pelo conhecido sistema de ensino.

A iniciativa não deve prosperar. A pretensão do COC já foi impugnada por Nagib, que está confiante no julgamento da causa pelo STF.

Cabe notar que as entidades representativas das categorias que mais seriam beneficiadas pela mudança do atual entendimento dos tribunais — a saber, jornais e jornalistas — até hoje não requereram o ingresso no feito, o que caracteriza uma omissão vergonhosa dessas entidades.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".