Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Candidato do PRI Peña Nieto será novo presidente do México

 

DIÁRIO DO COMÉRCIO

Publicado em Segunda, 02 Julho 2012 12:47

Escrito por Reuters

José Mendez/EFE

O Partido Revolucionário Institucional (PRI), que governou o México pela maior parte do século 20, proclamou vitória na eleição presidencial de domingo, 02, encerrando um período de 12 anos na oposição, após uma campanha dominada pelas preocupações econômicas e a guerra contra o tráfico de drogas.

Com a promessa de restaurar o crescimento econômico, o candidato Enrique Peña Nieto conquistou uma vantagem clara sobre seus adversários nas pesquisas de boca-de-urna e numa contagem inicial dos votos realizada pelas autoridades eleitorais.

Apesar de os principais concorrentes terem afirmado que ainda é cedo demais para reconhecer a derrota, Peña Nieto, de 45 anos, realizou um discurso da vitória à noite saudando seus eleitores, e uma importante autoridade eleitoral disse que a vantagem do candidato do PRI é irreversível.

"Os mexicanos deram uma nova chance ao nosso partido. Vamos honrar os resultados", disse um visivelmente emocionado Peña Nieto aos seguidores na sede do PRI, na Cidade do México.

Eleitores em festa comemoraram com cartazes com caricaturas de seu candidato e bandeiras com as cores vermelho, verde e branco -- da bandeira do México e também do partido.

O presidente Felipe Calderón, que está deixando o cargo, saudou Peña Nieto pela vitória, que representou uma volta por cima para o PRI.

Com retornos de mais de dois-terços das urnas, Peña Nieto tinha 37 por cento dos votos, mais de quatro pontos percentuais à frente do adversário de esquerda Andrés Manuel López Obrador.

Projeções iniciais da emissora de TV Milenio indicaram que o PRI não conseguiu votos suficientes para formar maioria absoluta tanto no Senado como na Câmara.

Nenhum comentário:

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".