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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Mundo Muçulmano Enfrenta Devastadora Diminuição da Fertilidade

 

C-FAM

Jul 06, 2012

Austin Ruse

NOVA IORQUE, 6 de julho (C-FAM) Os índices de fertilidade das populações muçulmanas no mundo inteiro quase que literalmente despencaram no precipício, de tão profunda que foi a diminuição. Especialistas em políticas públicas na ONU e outros órgãos mal notaram isso.

“Persiste uma noção amplamente percebida — ainda comumente tida dentro dos círculos intelectuais, acadêmicos e estratégicos do Ocidente e outros lugares — de que as sociedades ‘muçulmanas’ têm uma resistência especial para embarcarem na vereda da mudança demográfica e familiar que transformou os perfis populacionais na Europa, América do Norte e outras regiões ‘mais desenvolvidas’”, escreve Nicholas Eberstadt e Apoorva Shah na edição de 1 de junho de Policy Review.

A maioria das pessoas pensa que os índices de fertilidade muçulmana estão crescendo com rapidez surpreendente. Isso tem desembocado em pânico sobre a crescente influência muçulmana, principalmente na Europa. Embora Eberstadt e Shah não lidem especificamente com muçulmanos na Europa, eles apontam para o fato de que os índices de fertilidade estão diminuindo em todo o mundo muçulmano e que países predominantemente muçulmanos têm tido uma queda mais profunda do que qualquer outro país na história.

Usando dados da Divisão de População da ONU, que projeta os índices de fertilidade para 190 países, Eberstadt e Shah “avaliam a magnitude das diminuições de fertilidade em 48 dos 49 países e territórios identificados de maioria muçulmana no mundo”. Os dados mostram que “quarenta e oito países e territórios de maioria muçulmana testemunharam diminuição da fertilidade durante as três décadas passadas”.

Quando a absoluta redução da fertilidade é examinada, Eberstadt e Shah mostram “uma queda estimada de 2,6 nascimentos por mulher entre 1975 e 1980 e 2005 e 2010 — uma diminuição absoluta marcadamente maior do que estimava-se para o mundo como um todo (-1,3) ou para as regiões menos desenvolvidas como um todo (-2,2) durante esses mesmos anos. Eles apontam para o fato de que “Dezoito dessas regiões com maioria muçulmana viram (índices totais de fertilidade) queda em três ou mais durante esses 30 anos — com nove deles em quatro nascimentos por mulheres ou mais”.

Eberstadt e Shah apontam que em termos de diminuição relativa da fertilidade, “a estimada média ponderada de população para regiões de maioria muçulmana como um todo era -41 durante essas três décadas”. Eles mostram que “22 países e territórios de maioria muçulmana tinham, conforme as estimativas, sofrido diminuições de fertilidade de 50 por cento ou mais durante esses três décadas — dez deles em 60 por cento ou mais. Para o Irã e as Maldivas, as diminuições em índices totais de fertilidade durante esses 30 anos excederam, conforme as estimativas, 70 por cento”.

Das dez maiores diminuições em índices totais de fertilidade na era pós guerra “seis ocorreram em países de maioria muçulmana”, dizem Eberstadt e Shah.

Eberstadt e Shah apontam várias implicações para essa realidade de rápida redução da fertilidade no mundo muçulmano. As projeções populacionais da ONU terão de seguir o exemplo. Em 2000, a ONU projetou 102 milhões de iemenitas até o ano 2050. Essa estimativa foi reduzida para 62 milhões dez anos depois.

Eberstadt e Shah dizem que há uma “diminuição vindo na população em idade de trabalho (15-64)”. Eles dizem que o mundo muçulmano enfrentará crescente e debilitante escassez de mão de obra. Eles também projetam populações rapidamente envelhecendo tal como já estão experimentando os países europeus de longe mais ricos.

Os autores estão perplexos que outros especialistas na ONU ou mesmo nos próprios países muçulmanos não discutem esse problema galopante.

Tradução: Julio Severo

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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".