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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Violência, invasões e luta de classes justificam Impeachment de Fernando Lugo

 

Publicado em 02/07/2012 por alvarodias45

Ao relatar viagem que fez a Foz do Iguaçu e Ciudad Del Este, no Paraguai, para encontros com lideranças, parlamentares e brasiguaios, o senador Alvaro Dias, além de constatar que, naquele país, reina a paz e a tranquilidade, expôs algumas das razões elencadas pelo Congresso que justificaram o rito célere no processo de impeachment de Fernando Lugo.

1- que nos quartéis ocorriam atos políticos de jovens paraguaios e estrangeiros, ligados a organizações de esquerda;

2- que as invasões de propriedades ocorriam com o apoio de forças públicas, não só com a complacência do governo e de seu presidente, mas com a cumplicidade e participação;

3- que havia visível insegurança pública, pois a população não possuía segurança jurídica e temia por atos de violência;

4- o protocolo de Ushuaia II, assinado por Lugo em Montevidéu, com clara lesão aos interesses paraguaios;

5- o caso de Curuguati, com invasão de uma propriedade rural, de uma área próxima a uma reserva florestal;

6- o estímulo à luta de classes;

7- ações de grupos guerrilheiros, o grupo denominado EPP, Exército Popular do Paraguai, promovendo inclusive sequestros.

"Esse era o cenário que antecedia a decisão política do impeachment. Havia um clima de tensão social e reiterados episódios de violência, estimulados por um discurso que promovia a luta de classes. Lugo perdeu a confiança do povo e do parlamento do país. Não houve golpe", disse o senador.

(Postado por Eduardo Mota -assessoria de imprensa)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".