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quinta-feira, 5 de julho de 2012

"GOEBBELS" BOLIVARIANO É O EMBAIXADOR DE CHÁVEZ NO BRASIL E ESTEVE ENVOLVIDO COM FERNANDO LUGO NO PARAGUAI

 

BLOG DO ALUIZIO AMORIM

Quinta-feira, Julho 05, 2012

 

Esta fue la reunión que mantuvo el exmandatario Fernando Lugo en Mburuvicha Róga, el jueves 21 de junio, con los cancilleres del Unasur y su equipo de abogados. En el círculo aparece Maximilien Sánchez Arveláiz mirando al fotógrafo. / ABC Color

Maximilien Sánchez Arveláiz é um conhecido propagandista e especialista em infiltração do plano comunista bolivariano do regime de Hugo Chávez. Em 2010 foi designado embaixador da Venezuela no Brasil. É conhecido como o "cérebro"do chavismo no exterior. É também conhecido pela alcunha de "Goebbels" bolivariano. Esse homem esteve misturado entre os cancheles da Unasul que estiveram em assunção e em todo tempo acompanhou o chanceler Nicolás Maduro, segundo o diário paraguayo ABC Color, citado pelo site v enezuelano La Patilla.

Fernando Lugo recebeu o "Goebbels" cucaracha com um largo sorriso, conforme mostra a foto mais abaixo, no dia 21 de junho. Comm seu laptop, o menino de recado de Chávez manteve o caudilho informado online sobre tudo o que se passava no Paraguai, conforme esta reportagem que transcrevo do ABC Color postada no site La Patilla. Leiam:

EN ESPAÑOL - Maximilien Sánchez Arveláiz es un conocido propagandista y experto en infiltración del plan bolivariano. En 2010 fue designado por Hugo Chávez como embajador de Venezuela en el Brasil. Es conocido como el “cerebro” del chavismo en el exterior. El hombre llegó mimetizado entre cancilleres del Unasur que estuvieron en Asunción y en todo momento acompañó a Maduro, según el diario paraguayo ABC Color.

Fernando Lugo lo recibió con una amplia sonrisa en Mburuvicha Róga el jueves 21 de junio, junto a los cancilleres del Unasur. Sánchez Arveláiz participó de la reunión que mantuvo esa noche el exmandatario con los cancilleres, parte de su entonces gabinete y los abogados que al día siguiente lo defenderían en el juicio político.

Mientras en esa reunión el exasesor jurídico Emilio Camacho intentaba explicar a los cancilleres los pormenores del porqué el Congreso Nacional no había aprobado la “cláusula democrática” de Usuahia II y por ello Unasur no podía usar ese argumento para presionar a los parlamentarios, Sánchez Arveláiz lanzaba amenazantes miradas a los fotógrafos. Cuando se percató de que lo estaban fotografiando, decidió inmediatamente cubrirse el rostro con su iPad.

Lugo abraça o menino de recados de Chávez que é o embaixador da Venezuela no Brasil e conhecido como o Goebbels bolivariano, encarregado da difusão da doutrina bolivariana no estrangeiro

Este diplomático venezolano, que es conocido como el “mimado” de Hugo Chávez, estuvo sentado discretamente a un costado de la mesa principal, detrás del canciller Nicolás Maduro.

Desde su iPad, en ocasiones tomaba fotografías, filmaba la reunión e informaba al Presidente venezolano, en tiempo real, de todo lo acontecido.

Además de reportar a Chávez, el motivo de la presencia de Sánchez Arveláiz era el de coordinar con “grupos sociales” paraguayos una confrontación para defender a quien estaba por ser defenestrado vía juicio político. Esta fue su principal tarea en nuestro país.

Para Chávez, es un estratega clave de su proyecto; para sus detractores, un agitador experto en infiltración bolivariana en el exterior.

Desde su desginación como embajador del Brasil, en 2010, estuvo abocado a diseñar e imponer los planes de penetración ideológica izquierdista en Argentina, Brasil, Bolivia y Paraguay.

En la estrategia de Sánchez Arveláiz de movilizar a los sectores sociales, también se sumó la de lograr que los militares no acaten la decisión del Congreso.

La convocatoria de los altos jefes militares a Palacio de López habría sido una propuesta del “cerebro” chavista, quien recomendó a Maduro asumir la actitud desafiante en la arenga a los jefes castrenses a fin de obligarles a sublevarse y a salir a las calles a favor del exobispo.

Infiltración bolivariana

Desde su llegada al Brasil, Sánchez Arveláiz, según publicaciones periodísticas, fue creando círculos bolivarianos en la región. La primera tarea es juntarse e identificarse con movimientos sociales que indirectamente terminan apoyando el proyecto chavista bajo un engañoso ropaje democrático.

Para esta misión no se escatiman recursos económicos, ya que destinan millones en las campañas que van desde financiar proyectos de sindicatos y comprar conciencias. Cuentan que Sánchez Arveláiz participa y se conecta para su plan con actividades y proyectos llevados adelante por anarquistas históricos, militantes que actúan bajo la identidad de periodistas o internautas, blogeros, universitarios, funcionarios y expertos en propaganda y manipulación. También lo conocen como el “Goebbels bolivariano”.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".